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Plano de aula > Língua Portuguesa > 3º ano > Oralidade

Plano de aula - Carta de leitor: apreciação e análise de textos orais.

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 3º ano do EF sobre Carta de leitor: apreciação e análise de textos orais.

Plano 10 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Mirian Carla Neiva Borges da Silva

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Carta de leitor e no campo de atuação Vida pública. A aula faz parte do módulo Oralidade.

Materiais necessários: Equipamento para projeção.

Informações sobre o gênero: Carta de leitor é uma carta bastante parecida com a carta pessoal, porém a Carta de leitor é uma carta aberta, pois é dirigida a destinatários desconhecidos, veiculada em revistas e jornais, podendo ser ou não publicada.

Dificuldades antecipadas: Analisar os vídeos e perceber os detalhes dos repórteres e entrevistados.

Referências sobre o assunto:

http://www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/files/uploads/PNAIC%202017%202018/PRODUCAO_ESCRITA-prof.pdf (Acesso em: 2/10/2018.)

MACIEL, Débora Amorim G. da Costa. A palavra é sua leitor! Carta do leitor. In: Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Formação continuada
de professores/coordenado por Márcia Mendonça. Recife, MEC/CEEL, 2008.p. 147 – 158. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf (Acesso em: 4/10/2018.)

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1156-4.pdf (Acesso em: 16/11/2018.)

https://drive.google.com/file/d/0B4O5Zk78a2D7TE8ydTNyNFFaajRjekRBbHNfcUtCTEs3SEJv/view (Acesso em: 16/11/2018.)

https://www.actcomunicacao.com.br/blog/a-importancia-dos-gestos-na-sua-comunicacao/ (Acesso em: 19/11/2018)

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Projete ou leia para os alunos o título da aula.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Organize a turma em grupos. Procure agrupar os alunos com habilidades diferentes para que haja a oportunidade de trocas de experiências e aprendizagens.
  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Antes da apreciação do vídeo pergunte aos alunos:
  • Vocês têm celular? (Espera-se que os alunos respondam se possuem um celular.)
  • Vocês fazem uso frequente do celular? (Espera-se que os alunos respondam se utilizam com frequência o celular.)
  • Vocês têm horários para este uso em casa ou podem usá-lo a qualquer hora? (Espera-se que as respostas sejam variadas, no qual cada aluno comente sua experiência com o celular, em casa. Dessa forma, a discussão ganhará a atenção a turma.)
  • O que vocês acham do uso do celular em sala de aula? (Espera-se que os alunos manifestem suas opiniões, expressando seus pontos de vista. Provavelmente a turma irá divergir nas opiniões entre ser a favor e contra o uso do celular na sala de aula.)
  • Projete o vídeo O uso de celular em sala de aula.
  • Converse com a turma a respeito da reportagem:
  • Qual é o assunto abordado na reportagem?
  • No início do da reportagem, os jornalistas introduzem o assunto, mas, eles emitem sua própria opinião? (Espera-se que os alunos observem que não, os jornalistas não emitem suas opiniões e sim apresentam o tema, questionando os telespectadores e informando-os. Se os alunos não chegarem a esta conclusão, pergunte se os jornalistas concordam ou discordam da reportagem. É possível saber? Se for necessário, volte à introdução da reportagem e peça para que os alunos vejam novamente, observando os detalhes. (Os jornalistas passaram alguma informação? Alguém sabe dizer que informação foi esta? Neste momento, é esperado que os alunos sejam capazes de identificar que a informação é referente ao uso do celular na escola.)
  • Na reportagem, os jornalistas entrevistam alguns alunos, que apontam algumas situações em que o celular é bem-vindo na escola, você consegue citar quais são estas situações? (Espera-se que os alunos respondam que alguns alunos citam os fatos de poderem pesquisar sobre algum assunto antes de realizar alguma prova ou filmar o quadro para não ter que copiar toda a matéria.)
  • Os jovens que defendem o celular utilizam a mesma entonação de voz que o repórter que faz a pergunta? Se o tom de voz é diferente, alguém conseguiria explicar o porquê? (Espera-se que os alunos identifiquem que a entonação muda de acordo com o contexto da comunicação. O repórter faz uma pergunta, portanto a entonação é diferente, já os entrevistados argumentam defendendo o uso do celular na escola.)
  • Na sua opinião, os entrevistados se prepararam para responder as perguntas feitas pelo repórter ou foram respostas espontâneas? E se estes alunos tivessem que apresentar um trabalho ou uma pesquisa sobre o uso do celular em sala de aula, eles teriam que se preparar? (Espera-se que os alunos respondam que os alunos responderam de forma espontânea, de acordo com as suas opiniões, mas se fosse em outra situação, eles teriam que se preparar.)
  • Como poderiam se preparar? (Espera-se que os alunos respondam que eles deveriam estudar sobre o assunto, fazer um esquema para que pudessem falar sobre o assunto.)
  • No trecho da reportagem, em que a mãe fala com a filha pelo celular, há alguma proximidade geográfica das duas? (Espera-se que os alunos respondam que não, já que a mãe encontra-se fora da escola e a filha dentro do prédio da escola.)
  • A linguagem que a mãe utiliza com a filha é a mesma utilizada quando fala com o repórter? Qual a diferença, você consegue identificar? (Espera-se que os alunos percebam que entre mãe e filha há uma proximidade afetiva, ou seja, elas se conhecem, convivem, e com o repórter não há esta proximidade. Sendo assim, a linguagem torna-se mais próxima no tratamento com alguém da família ou amigos do que que com outra pessoa desconhecida.)
  • Quando falamos ao telefone com um amigo, por exemplo, falamos da mesma forma de quando falamos com a diretora da escola? Então, podemos afirmar a proximidade afetiva influencia na forma com que falamos, ou seja, na forma que nos dirigimos a alguém? (Espera-se que os alunos percebam que há diferença na entonação, do tratamento, na espontaneidade quando se fala com um colega e quando se fala com a diretora da escola, por exemplo. Espera-se que os alunos concluam que a proximidade afetiva influencia na forma com que falamos.)

Materiais complementares: Vídeo para apreciação (O uso de celular em sala de aula - Acesso em: 15/11/2018) - acesse aqui

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Questione os alunos sobre:
  • Os jornalistas, no início da reportagem:

- Emitem gestos?

- Apresentam expressões faciais?

- Como é o vocabulário?

- Há algo na sua fala que prende a nossa atenção de forma que queiramos assistir à reportagem para descobrir algo?

- Há espontaneidade? Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que os jornalistas emitem alguns gestos com as mãos, gestos bastante discretos, também apresentam algumas expressões faciais, possuem um vocabulário elaborado, fazem perguntas ao telespectador, para estimular sua curiosidade e que não opinam acerca do assunto a ser abordado, apenas transmitem fatos.)

  • O aluno entrevistado:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, o aluno gesticula pouco, apenas mexendo com a cabeça, seu vocabulário é simples, demonstra espontaneidade, contando sua experiência com o uso do celular na sala de aula.)

  • A coordenadora entrevistada:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, a coordenadora gesticula bastante, com a cabeça, movimentado-a ao falar, seu vocabulário é elaborado, demonstra espontaneidade, contando sua experiência, como coordenadora, do uso do celular indevido, dos alunos. )

  • A mãe entrevistada:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, a mãe não emite gestos, mantendo os braços cruzados durante sua fala, mas emite expressões faciais, seu vocabulário é simples, demonstra espontaneidade, contando sua experiência, como mãe, do uso do celular da filha, na escola. )

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Projete o vídeo 8 razões para defender o uso do celular na sala de aula até 2’38”, mas antes peça para que os alunos fiquem atentos a tudo: tom de voz, ritmo da voz, gestos, expressões faciais, espontaneidade, conhecimento do assunto abordado.
  • Questione os alunos sobre:
  • A repórter no início do programa:

- Emite gestos?

- Apresenta expressões faciais?

- Há algo na sua fala que prende a nossa atenção, de forma que queiramos assistir à reportagem, para descobrir algo?

- Há espontaneidade? Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que a jornalista emite alguns gestos com as mãos, gestos bastante discretos, também apresenta algumas expressões faciais, faz perguntas ao telespectador, para estimular sua curiosidade e que ela não opina acerca do assunto a ser abordado, apenas transmite fatos.)

  • A especialista entrevistada:

- Emite gestos?

- Apresenta expressões faciais?

- Há espontaneidade?

- Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, não aparecem as mãos da especialista, porém a mesma gesticula com a cabeça, ora para um lado, ora para o outro, apresenta muitas expressões faciais, também não apresenta espontaneidade e sim apresenta algo preparado para a entrevista, emite opiniões, mas embasadas em estudos. Se os alunos não chegarem a esta conclusão, volte a alguns trechos e peça que observem novamente. Pergunte a eles: Dá para ver as mãos da especialista? (Espera-se que os alunos percebam que as mãos da especialista não aparecem no vídeo.) Sua cabeça fica paradinha, sem nenhum movimento ou há movimento? (Espera-se que os alunos percebam que a especialista gesticula com a cabeça, ora para um lado, ora para o outro, apresentando muitas expressões faciais.) Será que a especialista foi pega de surpresa ou já sabia que iria dar esta entrevista? (Espera-se que os alunos percebam que a especialista apresenta algo preparado para a entrevista, dando a entender que não foi pega de surpresa. Aparentemente ela se preparou para a entrevista, que provavelmente foi marcada com antecedência) Será que este assunto é algo que ela já estudou ou estuda, ou é algo desconhecido para ela?) (Espera-se que os alunos percebam que a especialista é conhecedora do assunto, por este motivo que foi convidada para dar esta entrevista.)

  • Projete o vídeo: Especialista fala sobre uso de celular por alunos em sala de aula a partir de 2’33”.
  • Pergunte aos alunos:
  • O psicólogo que aparece no vídeo concorda ou discorda do uso do celular em sala de aula? O que ele fala que comprova nossa afirmação? (Espera-se que os alunos falem que ele discorda, pois diz que, apesar de algumas escolas tirarem o celular dos alunos, eles voltam a levá-lo para a escola e, por isso, não adianta.)
  • A linguagem do psicólogo entrevistado é parecida com a linguagem utilizada pelos alunos entrevistados no primeiro vídeo? Você acha que houve uma preparação para ele dar esta entrevista? (Espera-se que os alunos percebam que os alunos entrevistados emitiram suas opiniões de maneira espontânea, sem preocupações com o que vão dizer, já o psicólogo falou de maneira mais formal, provavelmente foi convidado a dar esta entrevista um tempo antes, por isso teve oportunidade de preparar-se.)
  • Podemos perceber que o psicólogo utiliza palavras repetidas em seu discurso, por exemplo, bem, bom, né, demonstrando insegurança? (Espera-se que os alunos respondam que o psicólogo não demonstrou insegurança em sua fala, pelo contrário, demonstrou-se seguro e conhecedor do assunto abordado.)
  • Podemos perceber gestos, por exemplo, com as mãos, no discurso do psicólogo? Será que estes gestos são importantes? (Espera-se que os alunos percebam que o psicólogo gesticula e que estes gestos são importantes, para demonstrar segurança, para prender a atenção do interlocutor. Se os alunos não souberem opinar sobre o porquê de os gestos ser importantes, não se preocupe, pois as próximas questões os levarão a perceber a importância dos gestos num discurso.)
  • Quando alguém está falando, mas mantém as mãos no bolso ou para trás, temos vontade de assistir à palestra ou à entrevista até o fim ou ficamos cansados? (Espera-se que os alunos reflitam e concluam que quando a pessoa fala durante algum tempo e não emite nenhum gesto, a sua fala torna-se cansativa.)
  • Quando alguém não gesticula nem um pouquinho, ou gesticula muito, por exemplo, esfregando as mãos, mexendo no rosto, cabelo, podemos perceber que esta pessoa está segura ou nervosa enquanto fala? (Espera-se que os alunos concordem que quando alguém que não gesticula nem um pouquinho, ou gesticula muito, aparenta nervosismo. Se os alunos não conseguirem perceber, pergunte novamente, mas, desta vez, demonstrando por meio de gestos: E se eu fizesse a pergunta deste jeito? E deste jeito?
  • E o tom da voz, vocês consideram importante? Quando uma pessoa fala devagar, baixinho, dá vontade de dormir? E quando a pessoa fala ora alto, ora baixo, ora rápido, ora devagar, variando o tom, a entonação, o volume da voz, ficamos mais atentos ou sentimos sono? (Faça a pergunta variando o tom, de acordo com a explicação, por exemplo, no trecho “quando a pessoa fala devagar, baixinho”, fale devagar e baixo, já no trecho “E quando a pessoa fala ora alto, ora baixo, ora rápido, ora devagar”, fale de maneira interpretativa. Desta forma, espera-se que os alunos percebam que, quando alguém fala num tom apenas, a fala torna-se cansativa e desmotivadora, por isso o tom da fala é tão importante.)
  • Vocês acham que o psicólogo estava nervoso com a entrevista ou calmo, se observarmos sua linguagem não verbal, ou seja, seus gestos? (Espera-se que os alunos percebam que o psicólogo demonstrou segurança e calma, pois gesticulou adequadamente.)

Materiais complementares: Vídeos para apreciação (8 razões para defender o uso do celular na sala de aula - Acesso em: 15/11/2018.) acesse aqui

(Especialista fala sobre uso de celular por alunos em sala de aula - Acesso em: 15/11/2018.) acesse aqui

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Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia o enunciado para a turma.
  • Converse com a turma sobre a atividade desenvolvida, concluindo o que foi discutido e observado nas atividades:
  • Quando as reportagens iniciam-se, os jornalistas utilizam-se de recursos em suas falas para que os telespectadores tenham vontade de assistir a reportagem até o fim. Que recursos são estes? (Espera-se que os alunos respondam que os jornalistas utilizam perguntas, gestos, expressões faciais, entonação própria, de acordo com o contexto.)
  • Quais diferença podemos notar nas falas e nos gestos dos repórteres e entrevistados? (Espera-se que os alunos observem o tom de voz, ritmo da voz, gestos, expressões faciais, espontaneidade, conhecimento do assunto abordado.)

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Carta de leitor e no campo de atuação Vida pública. A aula faz parte do módulo Oralidade.

Materiais necessários: Equipamento para projeção.

Informações sobre o gênero: Carta de leitor é uma carta bastante parecida com a carta pessoal, porém a Carta de leitor é uma carta aberta, pois é dirigida a destinatários desconhecidos, veiculada em revistas e jornais, podendo ser ou não publicada.

Dificuldades antecipadas: Analisar os vídeos e perceber os detalhes dos repórteres e entrevistados.

Referências sobre o assunto:

http://www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/files/uploads/PNAIC%202017%202018/PRODUCAO_ESCRITA-prof.pdf (Acesso em: 2/10/2018.)

MACIEL, Débora Amorim G. da Costa. A palavra é sua leitor! Carta do leitor. In: Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Formação continuada
de professores/coordenado por Márcia Mendonça. Recife, MEC/CEEL, 2008.p. 147 – 158. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf (Acesso em: 4/10/2018.)

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1156-4.pdf (Acesso em: 16/11/2018.)

https://drive.google.com/file/d/0B4O5Zk78a2D7TE8ydTNyNFFaajRjekRBbHNfcUtCTEs3SEJv/view (Acesso em: 16/11/2018.)

https://www.actcomunicacao.com.br/blog/a-importancia-dos-gestos-na-sua-comunicacao/ (Acesso em: 19/11/2018)

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Projete ou leia para os alunos o título da aula.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Organize a turma em grupos. Procure agrupar os alunos com habilidades diferentes para que haja a oportunidade de trocas de experiências e aprendizagens.
  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Antes da apreciação do vídeo pergunte aos alunos:
  • Vocês têm celular? (Espera-se que os alunos respondam se possuem um celular.)
  • Vocês fazem uso frequente do celular? (Espera-se que os alunos respondam se utilizam com frequência o celular.)
  • Vocês têm horários para este uso em casa ou podem usá-lo a qualquer hora? (Espera-se que as respostas sejam variadas, no qual cada aluno comente sua experiência com o celular, em casa. Dessa forma, a discussão ganhará a atenção a turma.)
  • O que vocês acham do uso do celular em sala de aula? (Espera-se que os alunos manifestem suas opiniões, expressando seus pontos de vista. Provavelmente a turma irá divergir nas opiniões entre ser a favor e contra o uso do celular na sala de aula.)
  • Projete o vídeo O uso de celular em sala de aula.
  • Converse com a turma a respeito da reportagem:
  • Qual é o assunto abordado na reportagem?
  • No início do da reportagem, os jornalistas introduzem o assunto, mas, eles emitem sua própria opinião? (Espera-se que os alunos observem que não, os jornalistas não emitem suas opiniões e sim apresentam o tema, questionando os telespectadores e informando-os. Se os alunos não chegarem a esta conclusão, pergunte se os jornalistas concordam ou discordam da reportagem. É possível saber? Se for necessário, volte à introdução da reportagem e peça para que os alunos vejam novamente, observando os detalhes. (Os jornalistas passaram alguma informação? Alguém sabe dizer que informação foi esta? Neste momento, é esperado que os alunos sejam capazes de identificar que a informação é referente ao uso do celular na escola.)
  • Na reportagem, os jornalistas entrevistam alguns alunos, que apontam algumas situações em que o celular é bem-vindo na escola, você consegue citar quais são estas situações? (Espera-se que os alunos respondam que alguns alunos citam os fatos de poderem pesquisar sobre algum assunto antes de realizar alguma prova ou filmar o quadro para não ter que copiar toda a matéria.)
  • Os jovens que defendem o celular utilizam a mesma entonação de voz que o repórter que faz a pergunta? Se o tom de voz é diferente, alguém conseguiria explicar o porquê? (Espera-se que os alunos identifiquem que a entonação muda de acordo com o contexto da comunicação. O repórter faz uma pergunta, portanto a entonação é diferente, já os entrevistados argumentam defendendo o uso do celular na escola.)
  • Na sua opinião, os entrevistados se prepararam para responder as perguntas feitas pelo repórter ou foram respostas espontâneas? E se estes alunos tivessem que apresentar um trabalho ou uma pesquisa sobre o uso do celular em sala de aula, eles teriam que se preparar? (Espera-se que os alunos respondam que os alunos responderam de forma espontânea, de acordo com as suas opiniões, mas se fosse em outra situação, eles teriam que se preparar.)
  • Como poderiam se preparar? (Espera-se que os alunos respondam que eles deveriam estudar sobre o assunto, fazer um esquema para que pudessem falar sobre o assunto.)
  • No trecho da reportagem, em que a mãe fala com a filha pelo celular, há alguma proximidade geográfica das duas? (Espera-se que os alunos respondam que não, já que a mãe encontra-se fora da escola e a filha dentro do prédio da escola.)
  • A linguagem que a mãe utiliza com a filha é a mesma utilizada quando fala com o repórter? Qual a diferença, você consegue identificar? (Espera-se que os alunos percebam que entre mãe e filha há uma proximidade afetiva, ou seja, elas se conhecem, convivem, e com o repórter não há esta proximidade. Sendo assim, a linguagem torna-se mais próxima no tratamento com alguém da família ou amigos do que que com outra pessoa desconhecida.)
  • Quando falamos ao telefone com um amigo, por exemplo, falamos da mesma forma de quando falamos com a diretora da escola? Então, podemos afirmar a proximidade afetiva influencia na forma com que falamos, ou seja, na forma que nos dirigimos a alguém? (Espera-se que os alunos percebam que há diferença na entonação, do tratamento, na espontaneidade quando se fala com um colega e quando se fala com a diretora da escola, por exemplo. Espera-se que os alunos concluam que a proximidade afetiva influencia na forma com que falamos.)

Materiais complementares: Vídeo para apreciação (O uso de celular em sala de aula - Acesso em: 15/11/2018) - acesse aqui

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Questione os alunos sobre:
  • Os jornalistas, no início da reportagem:

- Emitem gestos?

- Apresentam expressões faciais?

- Como é o vocabulário?

- Há algo na sua fala que prende a nossa atenção de forma que queiramos assistir à reportagem para descobrir algo?

- Há espontaneidade? Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que os jornalistas emitem alguns gestos com as mãos, gestos bastante discretos, também apresentam algumas expressões faciais, possuem um vocabulário elaborado, fazem perguntas ao telespectador, para estimular sua curiosidade e que não opinam acerca do assunto a ser abordado, apenas transmitem fatos.)

  • O aluno entrevistado:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, o aluno gesticula pouco, apenas mexendo com a cabeça, seu vocabulário é simples, demonstra espontaneidade, contando sua experiência com o uso do celular na sala de aula.)

  • A coordenadora entrevistada:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, a coordenadora gesticula bastante, com a cabeça, movimentado-a ao falar, seu vocabulário é elaborado, demonstra espontaneidade, contando sua experiência, como coordenadora, do uso do celular indevido, dos alunos. )

  • A mãe entrevistada:

- Emite gestos?

- Como é o vocabulário?

- Há espontaneidade? Ele diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, a mãe não emite gestos, mantendo os braços cruzados durante sua fala, mas emite expressões faciais, seu vocabulário é simples, demonstra espontaneidade, contando sua experiência, como mãe, do uso do celular da filha, na escola. )

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia a proposta da atividade para a turma.
  • Projete o vídeo 8 razões para defender o uso do celular na sala de aula até 2’38”, mas antes peça para que os alunos fiquem atentos a tudo: tom de voz, ritmo da voz, gestos, expressões faciais, espontaneidade, conhecimento do assunto abordado.
  • Questione os alunos sobre:
  • A repórter no início do programa:

- Emite gestos?

- Apresenta expressões faciais?

- Há algo na sua fala que prende a nossa atenção, de forma que queiramos assistir à reportagem, para descobrir algo?

- Há espontaneidade? Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que a jornalista emite alguns gestos com as mãos, gestos bastante discretos, também apresenta algumas expressões faciais, faz perguntas ao telespectador, para estimular sua curiosidade e que ela não opina acerca do assunto a ser abordado, apenas transmite fatos.)

  • A especialista entrevistada:

- Emite gestos?

- Apresenta expressões faciais?

- Há espontaneidade?

- Ela diz o que ela pensa, emite opiniões?

(Espera-se que os alunos observem que, no vídeo, não aparecem as mãos da especialista, porém a mesma gesticula com a cabeça, ora para um lado, ora para o outro, apresenta muitas expressões faciais, também não apresenta espontaneidade e sim apresenta algo preparado para a entrevista, emite opiniões, mas embasadas em estudos. Se os alunos não chegarem a esta conclusão, volte a alguns trechos e peça que observem novamente. Pergunte a eles: Dá para ver as mãos da especialista? (Espera-se que os alunos percebam que as mãos da especialista não aparecem no vídeo.) Sua cabeça fica paradinha, sem nenhum movimento ou há movimento? (Espera-se que os alunos percebam que a especialista gesticula com a cabeça, ora para um lado, ora para o outro, apresentando muitas expressões faciais.) Será que a especialista foi pega de surpresa ou já sabia que iria dar esta entrevista? (Espera-se que os alunos percebam que a especialista apresenta algo preparado para a entrevista, dando a entender que não foi pega de surpresa. Aparentemente ela se preparou para a entrevista, que provavelmente foi marcada com antecedência) Será que este assunto é algo que ela já estudou ou estuda, ou é algo desconhecido para ela?) (Espera-se que os alunos percebam que a especialista é conhecedora do assunto, por este motivo que foi convidada para dar esta entrevista.)

  • Projete o vídeo: Especialista fala sobre uso de celular por alunos em sala de aula a partir de 2’33”.
  • Pergunte aos alunos:
  • O psicólogo que aparece no vídeo concorda ou discorda do uso do celular em sala de aula? O que ele fala que comprova nossa afirmação? (Espera-se que os alunos falem que ele discorda, pois diz que, apesar de algumas escolas tirarem o celular dos alunos, eles voltam a levá-lo para a escola e, por isso, não adianta.)
  • A linguagem do psicólogo entrevistado é parecida com a linguagem utilizada pelos alunos entrevistados no primeiro vídeo? Você acha que houve uma preparação para ele dar esta entrevista? (Espera-se que os alunos percebam que os alunos entrevistados emitiram suas opiniões de maneira espontânea, sem preocupações com o que vão dizer, já o psicólogo falou de maneira mais formal, provavelmente foi convidado a dar esta entrevista um tempo antes, por isso teve oportunidade de preparar-se.)
  • Podemos perceber que o psicólogo utiliza palavras repetidas em seu discurso, por exemplo, bem, bom, né, demonstrando insegurança? (Espera-se que os alunos respondam que o psicólogo não demonstrou insegurança em sua fala, pelo contrário, demonstrou-se seguro e conhecedor do assunto abordado.)
  • Podemos perceber gestos, por exemplo, com as mãos, no discurso do psicólogo? Será que estes gestos são importantes? (Espera-se que os alunos percebam que o psicólogo gesticula e que estes gestos são importantes, para demonstrar segurança, para prender a atenção do interlocutor. Se os alunos não souberem opinar sobre o porquê de os gestos ser importantes, não se preocupe, pois as próximas questões os levarão a perceber a importância dos gestos num discurso.)
  • Quando alguém está falando, mas mantém as mãos no bolso ou para trás, temos vontade de assistir à palestra ou à entrevista até o fim ou ficamos cansados? (Espera-se que os alunos reflitam e concluam que quando a pessoa fala durante algum tempo e não emite nenhum gesto, a sua fala torna-se cansativa.)
  • Quando alguém não gesticula nem um pouquinho, ou gesticula muito, por exemplo, esfregando as mãos, mexendo no rosto, cabelo, podemos perceber que esta pessoa está segura ou nervosa enquanto fala? (Espera-se que os alunos concordem que quando alguém que não gesticula nem um pouquinho, ou gesticula muito, aparenta nervosismo. Se os alunos não conseguirem perceber, pergunte novamente, mas, desta vez, demonstrando por meio de gestos: E se eu fizesse a pergunta deste jeito? E deste jeito?
  • E o tom da voz, vocês consideram importante? Quando uma pessoa fala devagar, baixinho, dá vontade de dormir? E quando a pessoa fala ora alto, ora baixo, ora rápido, ora devagar, variando o tom, a entonação, o volume da voz, ficamos mais atentos ou sentimos sono? (Faça a pergunta variando o tom, de acordo com a explicação, por exemplo, no trecho “quando a pessoa fala devagar, baixinho”, fale devagar e baixo, já no trecho “E quando a pessoa fala ora alto, ora baixo, ora rápido, ora devagar”, fale de maneira interpretativa. Desta forma, espera-se que os alunos percebam que, quando alguém fala num tom apenas, a fala torna-se cansativa e desmotivadora, por isso o tom da fala é tão importante.)
  • Vocês acham que o psicólogo estava nervoso com a entrevista ou calmo, se observarmos sua linguagem não verbal, ou seja, seus gestos? (Espera-se que os alunos percebam que o psicólogo demonstrou segurança e calma, pois gesticulou adequadamente.)

Materiais complementares: Vídeos para apreciação (8 razões para defender o uso do celular na sala de aula - Acesso em: 15/11/2018.) acesse aqui

(Especialista fala sobre uso de celular por alunos em sala de aula - Acesso em: 15/11/2018.) acesse aqui

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Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Projete o slide ou leia o enunciado para a turma.
  • Converse com a turma sobre a atividade desenvolvida, concluindo o que foi discutido e observado nas atividades:
  • Quando as reportagens iniciam-se, os jornalistas utilizam-se de recursos em suas falas para que os telespectadores tenham vontade de assistir a reportagem até o fim. Que recursos são estes? (Espera-se que os alunos respondam que os jornalistas utilizam perguntas, gestos, expressões faciais, entonação própria, de acordo com o contexto.)
  • Quais diferença podemos notar nas falas e nos gestos dos repórteres e entrevistados? (Espera-se que os alunos observem o tom de voz, ritmo da voz, gestos, expressões faciais, espontaneidade, conhecimento do assunto abordado.)
Slide Plano Aula

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