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Plano de aula > Língua Portuguesa > 5º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Tipos de discurso e pontuação nos contos afro-brasileiros

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 5º ano do EF sobre Tipos de discurso e pontuação nos contos afro-brasileiros

Plano 07 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Fabiana Júlia de Araújo Tenório

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto popular afro-brasileiro e no campo de atuação Artístico-literário / Vida cotidiana / Todos os campos. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Cópias do texto para os alunos.

Informações sobre o gênero: Os contos populares são textos narrativos carregados do imaginário popular. Através deles, cada comunidade transmite valores, crenças e saberes. Os contos afro-brasileiros têm, além dessas, características próprias da literatura afro-brasileira e não podem prescindir da afrodescendência através de uma voz autoral, um tema, uma linguagem, um público-alvo e um lugar de enunciação (DUARTE, 2010). Esses elementos compõem um gênero de importância ideológica, histórica e literária.

Dificuldades antecipadas: Alguns alunos podem apresentar mais dificuldade na atividade individual por apresentar pouca autonomia na leitura.

Referências sobre o assunto:

DUARTE, E. de A. Por um conceito de Literatura Afro-brasileira. Terceira Margem. Rio de Janeiro, n. 23, p. 113-138, julho/dezembro 2010. Disponível em https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/10953/8012 Acesso em 05/12/2018.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em: 05/12/20018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

SILVA, A. da. A aprendizagem da pontuação por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental: uma análise a partir da produção de diferentes gêneros. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [35]: 139-169, Janeiro/abril, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/1618/1501. Acesso em: 05/12/2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula: de maneira individual, os alunos irão completar o texto “O cachorro e a boa menina”, utilizado na aula 4. As lacunas estarão no lugar dos sinais de pontuação e dos verbos dicendi, utilizados no discurso direto. É preciso deixar os alunos bem à vontade para experimentar os sinais e os verbos e, só depois, perceber as regularidades do discurso direto. Em seguida, eles farão a comparação com o discurso indireto.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Relembre dois dos elementos da narrativa: ponto de vista e personagem.
  • Apresente este slide e, como uma chuva de ideias, deixe-os falar sobre o que lembram. Se tiverem dificuldade, ajude-os com uma problematização: “Como chamamos quem narra, quem conta a história?” Precisa ser alguém que participa? Ou pode ser alguém que observa?” Em seguida, apresente o resumo nas demais caixas de texto que sintetizam o tipo de narrador. Faça o mesmo com os personagens: “Todos os personagens podem falar na história? E todos falam? Há diferença quando é o personagem que conta a história ou quando é o narrador?”. Em seguida, apresente as caixas de texto que resumem essa retomada.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Esta etapa da aula deve ser desenvolvida da seguinte forma: 20 minutos para a realização das atividades orientadas no slide 4, 5 e 6; 10 minutos para a realização das atividades orientadas no slide 7.
  • Entregue aos alunos cópias do texto “O cachorro e a boa menina” (link nos materiais complementares) com as lacunas. Esse texto, cuja referência se encontra nos materiais complementares, já foi utilizado pelos alunos na aula 4 dessa sequência. Caso o professor não tenha utilizado essa aula anteriormente, é importante saber que esse é um conto popular afro-brasileiro contado pelo Mestre Didi. Não projete o slide agora para que os alunos possam realizar a tarefa proposta.
  • Peça que os alunos acompanhem silenciosamente a sua leitura e, enquanto escutam, completem as lacunas do texto. Como o conto popular tem sua tradição na oralidade, essa leitura em voz alta pode auxiliar os alunos a atribuírem sentido e expressividade ao texto escrito e, ainda, auxiliar os alunos que têm menos autonomia na leitura. Dê 5 minutos para que eles reflitam, experimentem e se sintam seguros com os sinais de pontuação e os verbos que utilizaram. É importante, professor, relembrar que o uso da pontuação está vinculado aos gêneros. No caso do conto, segundo SILVA (2010) o travessão, os dois pontos, a interrogação, a exclamação, serão recorrentes. O travessão e dos dois pontos, de maneira particular, são marcadores do discurso direto. Além disso, esse tipo de discurso ainda vem acompanhado por verbos “de dizer”, os verbos dicendi. Para Gancho (2002 ), esse discurso pode aparecer de uma forma mais convencional (com dois pontos, travessão e os verbos de elocução), como é o caso do texto que estamos usando nessa aula, ou de maneira menos convencional, através do uso de aspas.
  • Comece, em seguida, a instigar a reflexão com perguntas: “Quais os sinais que vocês mais utilizaram? Vocês acham que existe alguma razão para esse uso recorrente? Qual?” Deixe-os levantar hipóteses e falar livremente.
  • Em seguida, corrija, coletivamente, a atividade. Utilize os slides 4, 5 e 6 para expor o texto já pontuado. Lembre-se de que há uma certa flexibilidade no uso dos sinais de pontuação e na escolha dos verbos. Assim, escute as hipóteses dos alunos e provoque a reflexão sobre esses usos. Esse pode ser um caminho para mostrar aos alunos que há uma flexibilidade, mas ela não pode prescindir dos sentidos que se quer com o texto. Por exemplo, no lugar do verbo “disse” eu posso usar “falou”, mas não poderia usar “perguntou”, já que não há uma pergunta em seguida.

Materiais complementares:

Para imprimir o texto lacunado, acesse aqui

Acesse a resolução da atividade aqui

Materiais de apoio:

SANTOS, Deoscóredes M. dos. Contos negros da Bahia e contos de Nagô. Prefácio de Jorge Amado. Salvador: Editora Corrupio, 2003.

SILVA, A. da. A aprendizagem da pontuação por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental: uma análise a partir da produção de diferentes gêneros. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [35]: 139-169, Janeiro/abril, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/1618/1501. Acesso em: 05/12/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Continuação do texto.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Continuação do texto.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Esta etapa da aula deve ser desenvolvida em 10 minutos.
  • Depois da correção, apresente esse trecho do texto em discurso indireto. Provoque-os com perguntas: “Quem conta essa parte da história? O que mudou em relação aos sinais de pontuação? Por que não utilizamos os travessões? Nesse trecho, a personagem fala diretamente ou o narrador fala por ela?”
  • Leve os alunos a pensarem nos diferentes efeitos de sentido provocados pelo discurso direto e pelo indireto. “Se você contar o que viveu ou o que sentiu, tem o mesmo efeito de alguém contar por você? Por quê? Isso também acontece nos contos. O narrador conta segundo a sua visão das coisas e esse é o discurso indireto. Já quando o personagem fala, é o discurso direto.”
  • Mostre, por fim, que o narrador está presente nos dois discursos. Entretanto, no direto ele só aparece para anunciar a fala das personagens, foi o que aconteceu com os verbos que os alunos utilizaram nas lacunas: os verbos dicendi. Os verbos dicendi são aqueles que introduzem a fala dos personagens ou seguem as falas para anunciar o que aconteceu. São exemplos de verbo dicendi “falar, dizer, perguntar, declarar, indagar, entre outros. Também é importante levar os alunos a refletirem sobre essa presença do narrador no discurso direto, o qual, através dos verbos dicendi, se faz presente na história (FUNDAÇÃO CECIERJ, 2016).

Materiais complementares:

¹ SANTOS, Deoscóredes M. dos. Contos negros da Bahia e contos de Nagô. Prefácio de Jorge Amado. Salvador: Editora Corrupio, 2003.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em: 05/12/20018.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Sistematize o que vivenciaram na aula. Faça um mural e cole-o na sala com esse quadro que está no slide.
  • Solicite que os alunos falem o que aprenderam em relação às marcas no discurso direto e indireto. E, com lápis piloto de cores diferentes, peça que escrevam no mural a síntese do que a sala verbalizou. “Quem fala?” No discurso direto temos as vozes do narrador e do próprio personagem; no discurso indireto, temos a voz do narrador apenas. “Quais os sinais de pontuação que mais utilizamos?” No discurso direto temos os dois pontos, o travessão, ponto ou ponto de interrogação; já no indireto, o travessão e dois pontos não aparecem, utilizando mais frequentemente o ponto e a vírgula. “Utiliza verbos dicendi?” Apenas o discurso direto traz os verbos de dizer depois ou antes das falas. “Quem coloca sua visão da história?” No discurso direto, as personagens podem falar, expressar suas emoções e expressar seu ponto de vista; já no indireto, o narrador conta pelo personagem e explica, do seu jeito, as emoções sentidas por todos que participam da história. Auxilie-os na formulação dessa síntese. Essa também é uma ótima oportunidade para demonstrar como concatenar as ideias de um grupo.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto popular afro-brasileiro e no campo de atuação Artístico-literário / Vida cotidiana / Todos os campos. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Cópias do texto para os alunos.

Informações sobre o gênero: Os contos populares são textos narrativos carregados do imaginário popular. Através deles, cada comunidade transmite valores, crenças e saberes. Os contos afro-brasileiros têm, além dessas, características próprias da literatura afro-brasileira e não podem prescindir da afrodescendência através de uma voz autoral, um tema, uma linguagem, um público-alvo e um lugar de enunciação (DUARTE, 2010). Esses elementos compõem um gênero de importância ideológica, histórica e literária.

Dificuldades antecipadas: Alguns alunos podem apresentar mais dificuldade na atividade individual por apresentar pouca autonomia na leitura.

Referências sobre o assunto:

DUARTE, E. de A. Por um conceito de Literatura Afro-brasileira. Terceira Margem. Rio de Janeiro, n. 23, p. 113-138, julho/dezembro 2010. Disponível em https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/10953/8012 Acesso em 05/12/2018.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em: 05/12/20018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

SILVA, A. da. A aprendizagem da pontuação por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental: uma análise a partir da produção de diferentes gêneros. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [35]: 139-169, Janeiro/abril, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/1618/1501. Acesso em: 05/12/2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula: de maneira individual, os alunos irão completar o texto “O cachorro e a boa menina”, utilizado na aula 4. As lacunas estarão no lugar dos sinais de pontuação e dos verbos dicendi, utilizados no discurso direto. É preciso deixar os alunos bem à vontade para experimentar os sinais e os verbos e, só depois, perceber as regularidades do discurso direto. Em seguida, eles farão a comparação com o discurso indireto.

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Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Relembre dois dos elementos da narrativa: ponto de vista e personagem.
  • Apresente este slide e, como uma chuva de ideias, deixe-os falar sobre o que lembram. Se tiverem dificuldade, ajude-os com uma problematização: “Como chamamos quem narra, quem conta a história?” Precisa ser alguém que participa? Ou pode ser alguém que observa?” Em seguida, apresente o resumo nas demais caixas de texto que sintetizam o tipo de narrador. Faça o mesmo com os personagens: “Todos os personagens podem falar na história? E todos falam? Há diferença quando é o personagem que conta a história ou quando é o narrador?”. Em seguida, apresente as caixas de texto que resumem essa retomada.
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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Esta etapa da aula deve ser desenvolvida da seguinte forma: 20 minutos para a realização das atividades orientadas no slide 4, 5 e 6; 10 minutos para a realização das atividades orientadas no slide 7.
  • Entregue aos alunos cópias do texto “O cachorro e a boa menina” (link nos materiais complementares) com as lacunas. Esse texto, cuja referência se encontra nos materiais complementares, já foi utilizado pelos alunos na aula 4 dessa sequência. Caso o professor não tenha utilizado essa aula anteriormente, é importante saber que esse é um conto popular afro-brasileiro contado pelo Mestre Didi. Não projete o slide agora para que os alunos possam realizar a tarefa proposta.
  • Peça que os alunos acompanhem silenciosamente a sua leitura e, enquanto escutam, completem as lacunas do texto. Como o conto popular tem sua tradição na oralidade, essa leitura em voz alta pode auxiliar os alunos a atribuírem sentido e expressividade ao texto escrito e, ainda, auxiliar os alunos que têm menos autonomia na leitura. Dê 5 minutos para que eles reflitam, experimentem e se sintam seguros com os sinais de pontuação e os verbos que utilizaram. É importante, professor, relembrar que o uso da pontuação está vinculado aos gêneros. No caso do conto, segundo SILVA (2010) o travessão, os dois pontos, a interrogação, a exclamação, serão recorrentes. O travessão e dos dois pontos, de maneira particular, são marcadores do discurso direto. Além disso, esse tipo de discurso ainda vem acompanhado por verbos “de dizer”, os verbos dicendi. Para Gancho (2002 ), esse discurso pode aparecer de uma forma mais convencional (com dois pontos, travessão e os verbos de elocução), como é o caso do texto que estamos usando nessa aula, ou de maneira menos convencional, através do uso de aspas.
  • Comece, em seguida, a instigar a reflexão com perguntas: “Quais os sinais que vocês mais utilizaram? Vocês acham que existe alguma razão para esse uso recorrente? Qual?” Deixe-os levantar hipóteses e falar livremente.
  • Em seguida, corrija, coletivamente, a atividade. Utilize os slides 4, 5 e 6 para expor o texto já pontuado. Lembre-se de que há uma certa flexibilidade no uso dos sinais de pontuação e na escolha dos verbos. Assim, escute as hipóteses dos alunos e provoque a reflexão sobre esses usos. Esse pode ser um caminho para mostrar aos alunos que há uma flexibilidade, mas ela não pode prescindir dos sentidos que se quer com o texto. Por exemplo, no lugar do verbo “disse” eu posso usar “falou”, mas não poderia usar “perguntou”, já que não há uma pergunta em seguida.

Materiais complementares:

Para imprimir o texto lacunado, acesse aqui

Acesse a resolução da atividade aqui

Materiais de apoio:

SANTOS, Deoscóredes M. dos. Contos negros da Bahia e contos de Nagô. Prefácio de Jorge Amado. Salvador: Editora Corrupio, 2003.

SILVA, A. da. A aprendizagem da pontuação por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental: uma análise a partir da produção de diferentes gêneros. Cadernos de Educação. FaE/PPGE/UFPel. Pelotas [35]: 139-169, Janeiro/abril, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/1618/1501. Acesso em: 05/12/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

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Orientações: Continuação do texto.

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Orientações: Continuação do texto.

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Orientações:

  • Esta etapa da aula deve ser desenvolvida em 10 minutos.
  • Depois da correção, apresente esse trecho do texto em discurso indireto. Provoque-os com perguntas: “Quem conta essa parte da história? O que mudou em relação aos sinais de pontuação? Por que não utilizamos os travessões? Nesse trecho, a personagem fala diretamente ou o narrador fala por ela?”
  • Leve os alunos a pensarem nos diferentes efeitos de sentido provocados pelo discurso direto e pelo indireto. “Se você contar o que viveu ou o que sentiu, tem o mesmo efeito de alguém contar por você? Por quê? Isso também acontece nos contos. O narrador conta segundo a sua visão das coisas e esse é o discurso indireto. Já quando o personagem fala, é o discurso direto.”
  • Mostre, por fim, que o narrador está presente nos dois discursos. Entretanto, no direto ele só aparece para anunciar a fala das personagens, foi o que aconteceu com os verbos que os alunos utilizaram nas lacunas: os verbos dicendi. Os verbos dicendi são aqueles que introduzem a fala dos personagens ou seguem as falas para anunciar o que aconteceu. São exemplos de verbo dicendi “falar, dizer, perguntar, declarar, indagar, entre outros. Também é importante levar os alunos a refletirem sobre essa presença do narrador no discurso direto, o qual, através dos verbos dicendi, se faz presente na história (FUNDAÇÃO CECIERJ, 2016).

Materiais complementares:

¹ SANTOS, Deoscóredes M. dos. Contos negros da Bahia e contos de Nagô. Prefácio de Jorge Amado. Salvador: Editora Corrupio, 2003.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em: 05/12/20018.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Sistematize o que vivenciaram na aula. Faça um mural e cole-o na sala com esse quadro que está no slide.
  • Solicite que os alunos falem o que aprenderam em relação às marcas no discurso direto e indireto. E, com lápis piloto de cores diferentes, peça que escrevam no mural a síntese do que a sala verbalizou. “Quem fala?” No discurso direto temos as vozes do narrador e do próprio personagem; no discurso indireto, temos a voz do narrador apenas. “Quais os sinais de pontuação que mais utilizamos?” No discurso direto temos os dois pontos, o travessão, ponto ou ponto de interrogação; já no indireto, o travessão e dois pontos não aparecem, utilizando mais frequentemente o ponto e a vírgula. “Utiliza verbos dicendi?” Apenas o discurso direto traz os verbos de dizer depois ou antes das falas. “Quem coloca sua visão da história?” No discurso direto, as personagens podem falar, expressar suas emoções e expressar seu ponto de vista; já no indireto, o narrador conta pelo personagem e explica, do seu jeito, as emoções sentidas por todos que participam da história. Auxilie-os na formulação dessa síntese. Essa também é uma ótima oportunidade para demonstrar como concatenar as ideias de um grupo.

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