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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Oralidade

Plano de aula - Contos Populares - Contação de histórias.

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Contos Populares - Contação de histórias.

Plano 10 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Michele Batista Da Silva

 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é 10ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Conto Popular e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários:

Projetor de imagem e áudio.

OBS: Receba os alunos com as luzes apagadas, almofadas ou colchonetes no chão.

Informações sobre o gênero: Contos Populares são narrativas baseadas em relatos orais. Passadas “boca a boca”, de geração em geração, muitas vezes são compiladas por escritores, autores, estudiosos do folclore da região em que a história se origina. Com o tempo ou de acordo com quem os conta ou escreve, sofrem modificações.

Dificuldades antecipadas:

Pode ocorrer de os alunos não conhecerem a cultura de que trata a história, tendo assim dificuldades em compreender os efeitos de sentido.

Referências sobre o assunto:

CASCUDO, L. Contos Tradicionais do Brasil. 13. ed. São Paulo: Global, 2004.

ROMERO, S. Contos Populares do Brasil. Belo Horizonte: Editora Landy, 2001.

TORRES, S. M.; TETTAMANZY, A. L. Contação de histórias: resgate da memória e estímulo à imaginação.Nau Literária - Revista Eletrônica de crítica e teorias da literatura. PPG-LET-UFRGS – Porto Alegre – Vol. 04 N. 01 – jan/jun 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/NauLiteraria/article/view/5844/3448. Acesso em: 26/12/2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Receba os alunos com as luzes apagadas, almofadas ou colchonetes no chão. Convide-os a sentar-se para ouvir uma história que “sua avó” lhes contava.
  • Questione-os sobre suas infâncias. Pergunte aos educandos se alguém conta ou contava histórias para eles. Ouça-os atentamente. É possível que digam que os pais (ou outros familiares) contavam/liam histórias para eles quando pequenos antes de dormir ou em outros momentos do cotidiano. Também é possível que muitos alunos não tenham vivenciado essa experiência, por diversas questões. Busque tratar com delicadeza esta questão para não causar sofrimento àqueles alunos que não vivenciaram esta experiência de cuidado e carinho na infância.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Conte, utilizando-se de gestos, cadência, entonação, o conto popular intitulado “Pedro Malazartes e a Sopa de Pedra”. Veja nos materiais complementares. Utilize microfone, se possível.
  • Após a contação da história, questione-os sobre a estratégia utilizada: a história foi lida? Seu tom de voz foi o mesmo em todas as situações? Quais os elementos utilizados para auxiliar a dinâmica da contação da história? (Espera-se que percebam que seu tom de voz foi modificado, de acordo com a necessidade ‘expressar: espanto, dúvida, alegria, etc.’. É importante também que percebam a utilização da gestualidade como recurso para a contação de “A sopa de pedra” e que percebam que você, no papel de “contador”, não leu o conto popular utilizado para a contação e sim o memorizou e o representou por meio de diversos recursos.)

Materiais Complementares:

Para acessar o material a ser contado neste momento da aula, clique no link abaixo:

VENTURINI, I. Pedro Malasartes e a Sopa de Pedra. 2012. Disponível em: http://pedrocontadordehistorias.blogspot.com/2012/03/pedro-malasartes-e-sopa-de-pedras.html. Acesso em: 26/12/18.

LEVY, Carol. Pedro Malasartes e a Sopa de Pedra: Conto de casa. Vídeo (6,45min.). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=W08XKPjH5JY. Acesso em: 03/11/18.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Explique aos alunos que eles assistirão a vídeos com contações de contos populares diversos e que, posteriormente, deverão relacioná-los. Lembre-os de que contos populares são histórias de tradição oral contadas e recontadas com o passar do tempo, representativas da cultura de um povo. Peça a atenção de todos neste momento para que possam responder aos questionamentos feitos por você.
  • Apresente, em projetor de imagem e áudio, uma das contações de histórias (“Jesuína e a Cabaça” ou “Dom Pintinho”), disponibilizadas pelo contador de histórias mineiro Giba Pedroza. Veja nos materiais complementares. (É sugerido que seja apresentada apenas uma história, por motivo de tempo, já que são previstos 25 minutos para o desenvolvimento da aula e ainda terão outras atividades propostas)
  • Apresente, em seguida, também em reprodutor de imagem e áudio, a contação de “Trezentas onças”, de Simões Lopes Neto, de origem gaúcha, contado por Glênio Fagundes.

Questione os educandos sobre as contações de contos populares ouvidas e assistidas para que se expressem oralmente: foram lidas ou contadas? (Espera-se que percebam que os contos foram contados e não lidos, já que não havia personagens com papéis ou atentos a algum tipo de tecnologia com roteiros pré-prontos e sim que foram oralizados, com o auxílio de gestos, entonações, cenários, figurinos); É possível perceber sotaques regionais presentes nas histórias? (Espera-se que os alunos percebam sotaques provenientes das origens distintas dos contadores, como: “goxtava”, “di”, “fugão”, ambos no vídeo sobre Pedro Malazartes; “Era uma veiz”, “o som do” r” puxando um “l” como “arlteira” no segundo vídeo; o “r” fraco em início de palavra e também no meio delas em: “Rio Grande do Sul”, o “l” bem puxado e outras características fortes da fala regional dos gaúchos no último vídeo); Quais recursos foram utilizados para as contações dos contos assistidos? (Espera-se que percebam que, para a contação das histórias, foram utilizados: gestos, entonações de voz diferentes, expressões corporais, cenários e figurinos. Como exemplos desses recursos, temos as entonações, expressões e materiais utilizados por Carol Levy em “Sopa de Pedra” - ao fazer a troca de turno entre os personagens, caracterizando a mulher como mal-humorada, apresentando expressão facial sisuda e voz estridente; utilizando-se de uma panela, colher de pau e uma pedra, representando a sopa preparada por Malazartes, etc.)

Materiais complementares:

Para acessar os contos intitulados “Jesuína e a Cabaça” e “Dom Pintinho”, clique no link abaixo:

PEDROZA, Giba. Jesuína e a Cabaça. Postado por: Quintal da Cultura. Vídeo (16min e 2s) Disponíveis em: https://www.youtube.com/watch?v=pi8X3-r9oL4. Acesso em: 03/11/18.

Para acessar o conto intitulado “Trezentas onças”, clique no link abaixo:

NETO, Simões Lopes. Trezentas onças. Por: Glênio Fagundes. Vídeo-conto (12min e 3s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=7pRNWWlbvu4. Acesso em: 03/11/18.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Refletir quanto a origem de cada conto (Trezentas Onças, de Simões Lopes Neto - Rio Grande do Sul; A sopa de pedra - contadora Pernambucana; Jesuína e a Cabaça e Dom Pintinho - São Paulo), com o intuito de estimular os alunos a chegarem à percepção de que as histórias do gênero em questão surgem, oralmente, de diversas culturas e são recontadas com sotaques, ritmos e cadências diversas, utilizando-se de gestos, expressões corporais, para representar a essência de cada história.
  • Retomar as diferenças entre ler e contar uma história, percebidas no desenvolvimento da aula. Espera-se que percebam que a leitura é regrada por um texto escrito e que, por este motivo, torna-se estanque, com a utilização de poucos recursos como entonação e cadência e que, a contação, por ser memorizada, compreendida, apreendida, é mais dinâmica, sem auxílio de material escrito, extrapolando a utilização de recursos, não apenas entonação e cadência, como também gestos, figurinos, cenário, etc.

Materiais complementares:

Para que você possa explicar melhor aos alunos as diferenças entre “leitura de histórias” e “contação de histórias”, foi disponibilizado, logo abaixo, um link:

Dica de como contar histórias: Qual a diferença entre ler e contar histórias? Vídeo (8min e 33s min.). Publicado por: Conto e Encontro Narração de histórias. 2017. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_cZ2xNePam0&t=16s. Acesso em: 03/11/18.

Para refletir sobre a contação de histórias no mundo todo e sua utilidade, assista ao vídeo referenciado logo abaixo:

MATOS, Gislayne. A importância das histórias ancestrais no mundo atual. Vídeo (21min e 4s). Publicado por: TEDx talks. 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ifwSKn6mK1o. Acesso em: 03/11/18.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é 10ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Conto Popular e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários:

Projetor de imagem e áudio.

OBS: Receba os alunos com as luzes apagadas, almofadas ou colchonetes no chão.

Informações sobre o gênero: Contos Populares são narrativas baseadas em relatos orais. Passadas “boca a boca”, de geração em geração, muitas vezes são compiladas por escritores, autores, estudiosos do folclore da região em que a história se origina. Com o tempo ou de acordo com quem os conta ou escreve, sofrem modificações.

Dificuldades antecipadas:

Pode ocorrer de os alunos não conhecerem a cultura de que trata a história, tendo assim dificuldades em compreender os efeitos de sentido.

Referências sobre o assunto:

CASCUDO, L. Contos Tradicionais do Brasil. 13. ed. São Paulo: Global, 2004.

ROMERO, S. Contos Populares do Brasil. Belo Horizonte: Editora Landy, 2001.

TORRES, S. M.; TETTAMANZY, A. L. Contação de histórias: resgate da memória e estímulo à imaginação.Nau Literária - Revista Eletrônica de crítica e teorias da literatura. PPG-LET-UFRGS – Porto Alegre – Vol. 04 N. 01 – jan/jun 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/NauLiteraria/article/view/5844/3448. Acesso em: 26/12/2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Receba os alunos com as luzes apagadas, almofadas ou colchonetes no chão. Convide-os a sentar-se para ouvir uma história que “sua avó” lhes contava.
  • Questione-os sobre suas infâncias. Pergunte aos educandos se alguém conta ou contava histórias para eles. Ouça-os atentamente. É possível que digam que os pais (ou outros familiares) contavam/liam histórias para eles quando pequenos antes de dormir ou em outros momentos do cotidiano. Também é possível que muitos alunos não tenham vivenciado essa experiência, por diversas questões. Busque tratar com delicadeza esta questão para não causar sofrimento àqueles alunos que não vivenciaram esta experiência de cuidado e carinho na infância.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Conte, utilizando-se de gestos, cadência, entonação, o conto popular intitulado “Pedro Malazartes e a Sopa de Pedra”. Veja nos materiais complementares. Utilize microfone, se possível.
  • Após a contação da história, questione-os sobre a estratégia utilizada: a história foi lida? Seu tom de voz foi o mesmo em todas as situações? Quais os elementos utilizados para auxiliar a dinâmica da contação da história? (Espera-se que percebam que seu tom de voz foi modificado, de acordo com a necessidade ‘expressar: espanto, dúvida, alegria, etc.’. É importante também que percebam a utilização da gestualidade como recurso para a contação de “A sopa de pedra” e que percebam que você, no papel de “contador”, não leu o conto popular utilizado para a contação e sim o memorizou e o representou por meio de diversos recursos.)

Materiais Complementares:

Para acessar o material a ser contado neste momento da aula, clique no link abaixo:

VENTURINI, I. Pedro Malasartes e a Sopa de Pedra. 2012. Disponível em: http://pedrocontadordehistorias.blogspot.com/2012/03/pedro-malasartes-e-sopa-de-pedras.html. Acesso em: 26/12/18.

LEVY, Carol. Pedro Malasartes e a Sopa de Pedra: Conto de casa. Vídeo (6,45min.). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=W08XKPjH5JY. Acesso em: 03/11/18.

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Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Explique aos alunos que eles assistirão a vídeos com contações de contos populares diversos e que, posteriormente, deverão relacioná-los. Lembre-os de que contos populares são histórias de tradição oral contadas e recontadas com o passar do tempo, representativas da cultura de um povo. Peça a atenção de todos neste momento para que possam responder aos questionamentos feitos por você.
  • Apresente, em projetor de imagem e áudio, uma das contações de histórias (“Jesuína e a Cabaça” ou “Dom Pintinho”), disponibilizadas pelo contador de histórias mineiro Giba Pedroza. Veja nos materiais complementares. (É sugerido que seja apresentada apenas uma história, por motivo de tempo, já que são previstos 25 minutos para o desenvolvimento da aula e ainda terão outras atividades propostas)
  • Apresente, em seguida, também em reprodutor de imagem e áudio, a contação de “Trezentas onças”, de Simões Lopes Neto, de origem gaúcha, contado por Glênio Fagundes.

Questione os educandos sobre as contações de contos populares ouvidas e assistidas para que se expressem oralmente: foram lidas ou contadas? (Espera-se que percebam que os contos foram contados e não lidos, já que não havia personagens com papéis ou atentos a algum tipo de tecnologia com roteiros pré-prontos e sim que foram oralizados, com o auxílio de gestos, entonações, cenários, figurinos); É possível perceber sotaques regionais presentes nas histórias? (Espera-se que os alunos percebam sotaques provenientes das origens distintas dos contadores, como: “goxtava”, “di”, “fugão”, ambos no vídeo sobre Pedro Malazartes; “Era uma veiz”, “o som do” r” puxando um “l” como “arlteira” no segundo vídeo; o “r” fraco em início de palavra e também no meio delas em: “Rio Grande do Sul”, o “l” bem puxado e outras características fortes da fala regional dos gaúchos no último vídeo); Quais recursos foram utilizados para as contações dos contos assistidos? (Espera-se que percebam que, para a contação das histórias, foram utilizados: gestos, entonações de voz diferentes, expressões corporais, cenários e figurinos. Como exemplos desses recursos, temos as entonações, expressões e materiais utilizados por Carol Levy em “Sopa de Pedra” - ao fazer a troca de turno entre os personagens, caracterizando a mulher como mal-humorada, apresentando expressão facial sisuda e voz estridente; utilizando-se de uma panela, colher de pau e uma pedra, representando a sopa preparada por Malazartes, etc.)

Materiais complementares:

Para acessar os contos intitulados “Jesuína e a Cabaça” e “Dom Pintinho”, clique no link abaixo:

PEDROZA, Giba. Jesuína e a Cabaça. Postado por: Quintal da Cultura. Vídeo (16min e 2s) Disponíveis em: https://www.youtube.com/watch?v=pi8X3-r9oL4. Acesso em: 03/11/18.

Para acessar o conto intitulado “Trezentas onças”, clique no link abaixo:

NETO, Simões Lopes. Trezentas onças. Por: Glênio Fagundes. Vídeo-conto (12min e 3s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=7pRNWWlbvu4. Acesso em: 03/11/18.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Refletir quanto a origem de cada conto (Trezentas Onças, de Simões Lopes Neto - Rio Grande do Sul; A sopa de pedra - contadora Pernambucana; Jesuína e a Cabaça e Dom Pintinho - São Paulo), com o intuito de estimular os alunos a chegarem à percepção de que as histórias do gênero em questão surgem, oralmente, de diversas culturas e são recontadas com sotaques, ritmos e cadências diversas, utilizando-se de gestos, expressões corporais, para representar a essência de cada história.
  • Retomar as diferenças entre ler e contar uma história, percebidas no desenvolvimento da aula. Espera-se que percebam que a leitura é regrada por um texto escrito e que, por este motivo, torna-se estanque, com a utilização de poucos recursos como entonação e cadência e que, a contação, por ser memorizada, compreendida, apreendida, é mais dinâmica, sem auxílio de material escrito, extrapolando a utilização de recursos, não apenas entonação e cadência, como também gestos, figurinos, cenário, etc.

Materiais complementares:

Para que você possa explicar melhor aos alunos as diferenças entre “leitura de histórias” e “contação de histórias”, foi disponibilizado, logo abaixo, um link:

Dica de como contar histórias: Qual a diferença entre ler e contar histórias? Vídeo (8min e 33s min.). Publicado por: Conto e Encontro Narração de histórias. 2017. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_cZ2xNePam0&t=16s. Acesso em: 03/11/18.

Para refletir sobre a contação de histórias no mundo todo e sua utilidade, assista ao vídeo referenciado logo abaixo:

MATOS, Gislayne. A importância das histórias ancestrais no mundo atual. Vídeo (21min e 4s). Publicado por: TEDx talks. 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ifwSKn6mK1o. Acesso em: 03/11/18.

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