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Plano de aula > Língua Portuguesa > 1º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Parlendas para escrever - escrita de parlendas em painéis

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 1º ano do Fundamental sobre parlendas para escrever

Plano 03 de 3 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Michele Andrade De Lima Rabelo

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 3ª aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é relacionar elementos sonoros (sílabas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita. Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais, mediais e finais. Recitar parlendas com entonação adequada e observando as rimas.

Materiais necessários:

  • local-Laboratório de informática
  • Impressão de painéis de parlendas
  • Recortes de imagens que façam referências às parlendas para ilustração dos painéis

Dificuldades antecipadas:

  • Algumas crianças podem ter dificuldades em encontrar estratégias para desenvolver a leitura, por ainda, não conseguirem relacionar sons a letras (crianças com hipóteses de escrita pré silábica, ou ainda, hipótese silábica sem valor sonoro - neste último caso conseguem perceber que aquilo que escrevemos representam sons, mas ainda não consegue relacionar fonema ao correto grafema). Nestes casos, as suas intervenções serão fundamentais para que as crianças percebam o quanto já sabem a respeito do nosso sistema de escrita. Ajude-as a utilizar as palavras estáveis para servirem de referência para a leitura. Clique aqui e entenda mais sobre a importância de trabalho com listas na alfabetização.
  • Quando a criança percebe que o PA de Paulo é o mesmo PA de parede, ela começa a desenvolver estratégias para ler ainda que não leia convencionalmente. Nos slides, desafio a desafio estão sugeridas intervenções que podem tornar o seu trabalho mais produtivo, resultando no avanço da aprendizagem.
  • Por outro lado, algumas crianças podem encontrar facilidade nos desafios neste plano por já conseguirem ler e escrever com certa autonomia (crianças com hipóteses alfabética e silábica alfabética, pois já conseguem relacionar muitos fonemas aos respectivos grafemas):
  • Na leitura, desafie-os a ir além de ler e localizar palavras, mas incentive-os a criar novas rimas e versões para as parlendas.
  • Na escrita, após realizarem a sua atividade, convide-os a serem monitores dos amigos ajudando-os a revisar os textos.

Referências sobre o assunto:

FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

LERNER, Delia. Ler e Escrever na Escola: O Real, o Possível e o Necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.

MORAIS, A. G. de. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: Melhoramentos, 2012.

NOBREGA, M. J. Salada, saladinha: parlendas. São Paulo: Moderna, 2005.

PRIETO, Heloisa. O Jogo da parlenda. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2005.

SCLIAR-CABRAL, Leonor. Guia prático de alfabetização. São Paulo: Contexto, 2012.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e aprendizagem. São Paulo: Ática, 2000.

https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1360/a-funcao-das-listas-na-alfabetizacao

https://www.portaltrilhas.org.br/download/biblioteca/caderno-de-orientacoes-parlendas-20150212161811.pdf

https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/43/alfabetizacao-e-consciencia-fonologica-como-trabalha-las

https://novaescola.org.br/conteudo/2489/diagnostico-na-alfabetizacao-para-conhecer-a-nova-turma

https://novaescola.org.br/conteudo/2491/por-que-as-criancas-devem-aprender-a-escrever-com-letra-de-forma-para-depois-passar-para-a-cursiva

https://novaescola.org.br/conteudo/2486/leitura-feita-pelo-aluno-antes-de-saber-ler-convencionalmente

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/5330/grandes-obras-de-escritores-para-alfabetizar-os-pequenos&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNG_W93WdoUJDk6gub0Sk1VJtOCUyg

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/2498/ler-rima-com-prazer&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNFH0o2TxG3GqIFFd2f66pQQUCULw

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/4734/blog-de-alfabetizacao-conheca-um-jeito-diferente-de-alfabetizar-com-poesia&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNEYqKiWOGcYT0mf2LUyLY2DsrSWVA

https://www.normaculta.com.br/classificacao-de-rimas/

https://novaescola.org.br/conteudo/9766/blog-alfabetizacao-hipoteses-escrita-pre-silabico-silabico-como-avancar

http://www.abrelivros.org.br/home/index.php/noticias/7864-oito-erros-sobre-alfabetizacao

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Inicie a aula dizendo que hoje você tem um super desafio à turma: preparar um recital de parlendas para apresentar às outras turmas.
  • Pergunte se sabem o que é um recital e quem aceita o desafio. Pergunte de forma entusiasmada para encorajá-los.
  • Diga que é hora de pegar a vergonha, dobrar bem dobradinha e jogar no lixo.
  • E ainda que não precisam se preocupar porque vão se preparar e tudo dará certo.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Cuide de repertoriar as crianças com parlendas. Você perceberá que muitas das parlendas apresentadas em vídeo e livro já serão conhecidas das crianças, então o que você fará será lembrá-las, o que é ótimo ao nosso propósito da aula.
  • Nas aulas anteriores a este plano você já teve acesso a um repertório de parlendas também e poderá acessá-lo.
  • Leia o livro “O jogo da parlenda” de Heloisa Prieto ou algum outro livro com parlendas do seu acervo.
  • Assista ao vídeo que remete às parlendas: Clique aqui.
  • Divida as crianças em grupos de quatro crianças. A divisão deve ter como critério o conceito de agrupamento produtivo, ou seja, as crianças devem ter hipóteses de escrita próximas, evitando assim, que aqueles que saibam muito mais realize a atividade sozinho. Clique aqui e leia a respeito.
  • Agrupe, por exemplo, crianças com hipótese alfabética com aquelas que possuam hipótese silábica alfabética. Ou ainda, alunos com hipótese silábica com valor sonoro com aqueles que têm a hipótese silábica sem valor sonoro. Um outro modelo de agrupamento é estudantes com hipótese silábica sem valor sonoro com aqueles com hipótese pré silábica.
  • Explique que primeiramente escreverão um cartaz com uma parlenda escolhida pelo grupo para ser recitada. O cartaz servirá de apoio e ilustração no momento da apresentação, portanto deve estar muito bonito e com as palavras certinhas.
  • Diga que você vai mostrar algumas formas de se pensar sobre a escrita que vão ajudá-los na hora em que eles forem escrever suas parlendas.
  • Clique aqui e acesse o arquivo com um painel com a parlenda “Lá na rua 24”:
  • Fixe-o no quadro.
  • Recite a parlenda, cuide da entonação da voz e da expressão corporal. Por exemplo, quando você diz “a mulher matou um gato” faça uma expressão de reprova, susto”. Dessa forma você estará servindo de modelo às crianças para o recital.
  • Selecione algumas crianças, uma por vez, e faça alguns questionamentos que as levem a refletir sobre a escrita das palavras.
  • Nesta parlenda tem um animal. Qual é? Onde está escrito “gato”?
  • “Gato” termina com “ato”. Qual outra palavra termina com “ato” nesta parlenda? Onde está escrito “sapato”?
  • “Gato” e “sapato” se parecem, não é mesmo? De que forma? - Espera-se aqui que as crianças percebam que as palavras rimam, pois terminam iguais.
  • Quais outras palavras rimam nesta parlenda? De que forma “estremeceu” e “morreu” se combinam?
  • Onde está escrito “mulher”? Qual é a primeira parte desta palavra? Isto mesmo… a primeira sílaba desta palavra é “mu”.
  • Onde está escrito “matou”? Qual é a primeira sílaba desta palavra? O que há de parecido na primeira sílaba da palavra “mulher” e da palavra “matou”? Mudando a vogal, muda-se o som da sílaba. E se eu colocar o “o” no lugar do “u” e do “a”, que sílaba forma?
  • Recite “o culpado não fui eu!” e peça para que a criança localize este verso. Pergunte como ela sabe que este é o verso correto. Pergunte à turma se faz sentido o que ele disse e que justifiquem-se também. Permita que as crianças conversem e argumentem entre si. Apenas realize a mediação nas situações conduzindo a conversa ao foco que queremos: a reflexão sobre a escrita, promovendo os questionamentos adequados.
  • Oriente agora cada grupo a escolher uma parlenda para construir o painel e recitar.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Utilizando um software de edição de texto como o Word, por exemplo, peça que os grupos digitem a parlenda escolhida.
  • Oriente-os para que cada criança digite um verso.
  • No momento em que estiver digitando o verso, os outros três amigos devem ajudá-lo dizendo qual letrinha usar.
  • Combine o tamanho, tipo da fonte e a escrita em letra maiúscula. Sugiro fonte Arial 16. Se possível, já deixe tudo isto formatado nos computadores para facilitar e o foco estar voltado para o que de fato interessa nesta aula: a reflexão sobre escrever.
  • Ensine-os a salvar o texto a cada verso digitado: No word há um símbolo com o desenho de disquete no alto da página, ou clicando na aba Arquivo e depois em Salvar, ou ainda apertando simultaneamente Control (ctrl) + B.
  • Atenção: É importante ressaltar que em muitas escolas o sistema operacional disponível não é o Windows (o qual tem o editor de texto Word), mas sim o Linux (que tem o editor de texto BrOffice), mas não altera a aula em nada, visto que o desafio está na escolha das letras para escrever e não na ferramenta. A escolha do laboratório de informática é feita em virtude do repertório que naturalmente o teclado traz, e levando em consideração também a motivação que dá para as crianças este ambiente tecnológico.
  • Esclareça que o Word nos ajuda muito a escrever as palavras sem faltar ou trocar nenhuma letrinha. Quando digitamos errado uma palavra, esta fica grifada em vermelho. E deve ser ajustada.
  • Circule entre os grupos ajudando-os. Ajude-os a perceber o que está errado na palavra incentivando-os a ler o que escreveram. Muitas vezes você terá que dizer: “leia mais devagar” ou ainda “coloque o dedinho embaixo do que você está lendo”, e também “você disse bruxa, mas aqui está escrito buxa, o que pode ser feito para o bu virar bru?”.
  • Após a parlenda ter sido escrita, diga à turma que é hora de revisar o que foi escrito, isto é, ter certeza que tudo está certinho.
  • Peça que confiram o texto e verifiquem se há alguma palavra grifada em vermelho. Se houver, já sabem que esta palavra precisa de algum ajuste.
  • Oriente as crianças a ler a parlenda coletivamente bem devagar, palavra a palavra, com o dedinho embaixo de cada palavra. Assim, poderão perceber melhor se ficou faltando alguma palavrinha.
  • Circule entre os grupos e verifique se os textos estão corretos. Se precisarem de ajustes, converse com as crianças, peça que leiam aquele trecho com problema. Se não conseguirem detectar, leia como eles escreveram e então pergunte: precisa mudar alguma coisa? O quê? Como podemos fazer? Por exemplo, se a criança digitar:
  • HOJE É DOMIHO.
  • Peça que coloquem o dedinho embaixo de cada palavra e leiam devagar.
  • Neste tipo de erro, provavelmente as crianças estão escrevendo GO com H em virtude do nome da letra “AGA”.
  • Neste ou em qualquer outro caso, o seu papel é fazer refletir.
  • Pergunte: como escrevo GABRIEL, o nosso amigo da sala? Ou ainda: na parlenda “Lá na rua 24” tem a palavra GATO, como é que escrevo o GA?
  • Se para escrever GA eu uso o G e o A. Quais letras será que uso para escrever GO? Porque o GU de GUSTAVO eu sei que é o G e o U.
  • Ainda faltará uma letra na sílaba medial. Neste caso, e dependendo da intensidade da reflexão anterior, sugiro que você leia como ficou a palavra DOMIGO e pergunte o que precisa ser feito para o som do MI virar MIN. Caso as crianças não demonstrem ideia de como fazer, informe que precisa da letra N e após digitado leia devagar colocando o seu dedo embaixo da sílaba que está falando.
  • Um outro exemplo:
  • Se a criança digitar: OG OIG (HOJE DOMINGO).
  • Perceba que para: HO digitou O; JE digitou G; É não digitou; DO digitou O; MIN digitou I; GO digitou G.
  • Como mencionei acima, o seu papel é sempre o de fazê-las refletir sobre a estratégia que utilizaram ao escrever.
  • Explique às crianças que, como se trata de um painel onde muitas crianças irão ler, precisam ser escritos da maneira o mais certa possível, para que todos entendam. Pergunte a eles, se você perceber que está faltando alguma coisa, se você pode ajudá-los a perceber o que é.
  • Se você tiver alguma palavra no repertório da turma que tenha o JE, ótimo! Use-a como exemplo: Lembram-se do JEREMIAS, o tio que nos ajudou a fazer nossa horta? Vocês se lembram como escrevemos o seu nome? Isso mesmo, com JE. A palavrinha OG que vocês escreveram na verdade é com JE. Vocês conseguem me dizer o que devemos trocar pelo JE?
  • Caso não tenha uma palavra desta como repertório, um nome de alguém da turma, etc, informe às crianças que algumas palavras com som de G são escritas com G e outras com J. E quanto mais elas escreverem, mais perceberão onde se escreve com cada letra.
  • Siga desta forma com outras sílabas, porém é muito importante que você use o bom senso com a turma que tenha menos conhecimento sobre o nosso sistema de escrita (pré silábicas, silábicas sem e com valor sonoro):
  • Sugestione parlendas pequenas para construírem os seus painéis;
  • A grande maioria das palavras que irão escrever não estarão escritas de forma convencional, e sim de acordo com a hipótese de escrita das crianças, e se você quiser corrigir todas as sílabas, a atividade ficará cansativa e, por fim, improdutiva: a palavra HOJE foi usada de propósito como exemplo: Se no painel encontramos a palavra OJE, mesmo sem o H todas as pessoas entendem do que se trata. E em uma sala de alfabetização é totalmente compreensível o porquê de uma palavra escrita desta forma em um painel.
  • Inclusive, em sala de aula, muitos conflitos bons podem surgir dessas escritas, visto que crianças com compreensão mais avançada do nosso sistema de escrita podem questionar escritas não convencionais. E você deve levar essas questões para a turma refletir.
  • Desta forma, não se preocupe em ter todas as palavras escritas convencionalmente, mas que o painel esteja compreensível, que ao ler se consiga perceber de qual parlenda estamos falando, em especial neste grupo de crianças. Na alfabetização, a correção ela é gradativa e depende da hipótese de escrita da criança, isto é, o quanto ela será capaz de compreender. Por exemplo, se a criança escreve KXO para CACHORRO, eu creio que não seja o momento oportuno para dizer a ela que CACHORRO se escreve com CH e não com X. Há questões mais urgentes na frente, como por exemplo ela entender que as sílabas são escritas com mais de uma letra. Clique aqui e acesse um texto com entrevista com a professora Magda Soares em que ela nos esclarece a respeito da correção na alfabetização (questão 7).
  • Uma outra questão é que você precisa criar em uma sala de alfabetização um ambiente de respeito e crítico ao mesmo tempo. Ou seja, todos têm o direito de ter dúvidas e perguntar sobre elas, mas ninguém pode tentar diminuir ou humilhar a escrita do amigo, pois todos nós começamos escrevendo, trocando e faltando letras. É o tempo e a prática que nos ajudam a aperfeiçoar. E todos chegaremos lá com a ajuda mútua.
  • Utilize-se das pistas auditivas quando as palavras são ditas de forma mais devagar, sílaba a sílaba, para que as crianças percebam os sons pronunciados. No entanto, é importante ressaltar que uma criança com hipótese pré silábica não escreve a letra correspondente ao som, não porque não tenha percebido o som, mas porque não entende que aquilo que escrevo representam letras. Clique aqui e acesse um texto que trata das duas hipóteses desse grupo de crianças mencionado (pré silábica e silábica).
  • Se ainda assim permanecerem palavras erradas, escreva em um quadro ou em uma folha grande que todos possam ver “Hospital de palavras”:
  • Explique que algumas palavrinhas estão precisando de ajuda.
  • Brinque dizendo que algumas palavras tiveram que ir ao hospital consertar uma letrinha que está errada ou trocada.
  • Escreva no painel as palavras que você encontrou nos textos das crianças que estão erradas e as escreva de maneira correta.
  • Oriente as crianças a verificarem se em seu texto tem alguma dessas palavras e que as tratem, pois agora eles são os “Doutores das palavras”.
  • Circule novamente entre os grupos e verifique se todas as palavras foram reescritas corretamente.
  • As palavras que foram escritas corretamente podem receber “alta” do hospital.
  • Se ainda ficaram palavras sem correção, você as reescreve em uma nova coluna dizendo que estas estão em caso grave e precisam de ajuda imediatamente.
  • Quando todos os textos estiverem escritos e revisados, passe para a impressão.
  • Para finalizar o processo de verificação, circule pelos grupos e peça para que as crianças recitem a parlenda colocando o dedinho embaixo do que escreveram, para que confiram juntos se faltou algum trecho.
  • Peça que as crianças escrevam seus nomes no painel no momento da digitação, ou após, no momento da ilustração.
  • Realize a impressão dos textos de preferência em folha tamanho A3, para que os painéis fiquem grandes.
  • Clique aqui e acesse um texto da Nova Escola que nos leva a refletir sobre a importância da ferramenta Word (editor de texto) no processo de alfabetização.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações:

  • Em sala de aula, peça para que cada grupo fixe o sulfite A3 com as parlendas em um papel mais firme, como papel cartão ou dupla face, tornando-o mais resistente a apresentável, já que ficarão com a borda colorida.
  • Peça às crianças que ilustrem as parlendas com desenhos ou recortes de revistas.
  • Aqueles grupos que forem terminando a ilustração já podem começar os ensaios para o recital.
  • Separe diferentes momentos da sua rotina para as crianças ensaiarem as parlendas para o recital. Cuide para que:
  • As crianças falem com tom de voz alto, mas sem gritar.
  • A postura à frente da sala seja adequada: sem encostar na parede ou se esconder atrás de um amigo, que o olhar seja direcionado para a plateia.
  • Adequem a entonação da voz e a expressão corporal para cada verso de acordo com o que está se dizendo. Por exemplo: Meio dia, macaca Sofia, panela no fogo, barriga vazia - o aspecto é de alguém que está com fome - por exemplo, passando a mão na barriga em círculo.
  • Quando perceber que estão recitando de memória, com entonação na voz, postura corporal (guardada as considerações quanto à faixa etária e disponibilidade de cada criança em se expor ao público) agende com as outras turmas horários para que as crianças possam se apresentar.
  • Atenção: este tipo de atividade é um momento feliz, que as crianças adoram por sentirem-se valorizadas. Respeite a limitação de cada criança, e seja capaz de perceber o que cada uma tem de melhor e potencialize-o (às vezes, vai ser a capacidade de segurar um cartaz com um sorriso encantador!). É o primeiro ano de muitos… É um processo. Eles estão começando e precisam ser motivados e incentivados a sempre continuar tentando.
  • Clique aqui e assista a um vídeo de uma apresentação de um recitar de parlendas.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 3ª aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é relacionar elementos sonoros (sílabas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita. Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais, mediais e finais. Recitar parlendas com entonação adequada e observando as rimas.

Materiais necessários:

  • local-Laboratório de informática
  • Impressão de painéis de parlendas
  • Recortes de imagens que façam referências às parlendas para ilustração dos painéis

Dificuldades antecipadas:

  • Algumas crianças podem ter dificuldades em encontrar estratégias para desenvolver a leitura, por ainda, não conseguirem relacionar sons a letras (crianças com hipóteses de escrita pré silábica, ou ainda, hipótese silábica sem valor sonoro - neste último caso conseguem perceber que aquilo que escrevemos representam sons, mas ainda não consegue relacionar fonema ao correto grafema). Nestes casos, as suas intervenções serão fundamentais para que as crianças percebam o quanto já sabem a respeito do nosso sistema de escrita. Ajude-as a utilizar as palavras estáveis para servirem de referência para a leitura. Clique aqui e entenda mais sobre a importância de trabalho com listas na alfabetização.
  • Quando a criança percebe que o PA de Paulo é o mesmo PA de parede, ela começa a desenvolver estratégias para ler ainda que não leia convencionalmente. Nos slides, desafio a desafio estão sugeridas intervenções que podem tornar o seu trabalho mais produtivo, resultando no avanço da aprendizagem.
  • Por outro lado, algumas crianças podem encontrar facilidade nos desafios neste plano por já conseguirem ler e escrever com certa autonomia (crianças com hipóteses alfabética e silábica alfabética, pois já conseguem relacionar muitos fonemas aos respectivos grafemas):
  • Na leitura, desafie-os a ir além de ler e localizar palavras, mas incentive-os a criar novas rimas e versões para as parlendas.
  • Na escrita, após realizarem a sua atividade, convide-os a serem monitores dos amigos ajudando-os a revisar os textos.

Referências sobre o assunto:

FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

LERNER, Delia. Ler e Escrever na Escola: O Real, o Possível e o Necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.

MORAIS, A. G. de. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: Melhoramentos, 2012.

NOBREGA, M. J. Salada, saladinha: parlendas. São Paulo: Moderna, 2005.

PRIETO, Heloisa. O Jogo da parlenda. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2005.

SCLIAR-CABRAL, Leonor. Guia prático de alfabetização. São Paulo: Contexto, 2012.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e aprendizagem. São Paulo: Ática, 2000.

https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1360/a-funcao-das-listas-na-alfabetizacao

https://www.portaltrilhas.org.br/download/biblioteca/caderno-de-orientacoes-parlendas-20150212161811.pdf

https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/43/alfabetizacao-e-consciencia-fonologica-como-trabalha-las

https://novaescola.org.br/conteudo/2489/diagnostico-na-alfabetizacao-para-conhecer-a-nova-turma

https://novaescola.org.br/conteudo/2491/por-que-as-criancas-devem-aprender-a-escrever-com-letra-de-forma-para-depois-passar-para-a-cursiva

https://novaescola.org.br/conteudo/2486/leitura-feita-pelo-aluno-antes-de-saber-ler-convencionalmente

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/5330/grandes-obras-de-escritores-para-alfabetizar-os-pequenos&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNG_W93WdoUJDk6gub0Sk1VJtOCUyg

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/2498/ler-rima-com-prazer&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNFH0o2TxG3GqIFFd2f66pQQUCULw

https://www.google.com/url?q=https://novaescola.org.br/conteudo/4734/blog-de-alfabetizacao-conheca-um-jeito-diferente-de-alfabetizar-com-poesia&sa=D&ust=1538937682313000&usg=AFQjCNEYqKiWOGcYT0mf2LUyLY2DsrSWVA

https://www.normaculta.com.br/classificacao-de-rimas/

https://novaescola.org.br/conteudo/9766/blog-alfabetizacao-hipoteses-escrita-pre-silabico-silabico-como-avancar

http://www.abrelivros.org.br/home/index.php/noticias/7864-oito-erros-sobre-alfabetizacao

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Inicie a aula dizendo que hoje você tem um super desafio à turma: preparar um recital de parlendas para apresentar às outras turmas.
  • Pergunte se sabem o que é um recital e quem aceita o desafio. Pergunte de forma entusiasmada para encorajá-los.
  • Diga que é hora de pegar a vergonha, dobrar bem dobradinha e jogar no lixo.
  • E ainda que não precisam se preocupar porque vão se preparar e tudo dará certo.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Cuide de repertoriar as crianças com parlendas. Você perceberá que muitas das parlendas apresentadas em vídeo e livro já serão conhecidas das crianças, então o que você fará será lembrá-las, o que é ótimo ao nosso propósito da aula.
  • Nas aulas anteriores a este plano você já teve acesso a um repertório de parlendas também e poderá acessá-lo.
  • Leia o livro “O jogo da parlenda” de Heloisa Prieto ou algum outro livro com parlendas do seu acervo.
  • Assista ao vídeo que remete às parlendas: Clique aqui.
  • Divida as crianças em grupos de quatro crianças. A divisão deve ter como critério o conceito de agrupamento produtivo, ou seja, as crianças devem ter hipóteses de escrita próximas, evitando assim, que aqueles que saibam muito mais realize a atividade sozinho. Clique aqui e leia a respeito.
  • Agrupe, por exemplo, crianças com hipótese alfabética com aquelas que possuam hipótese silábica alfabética. Ou ainda, alunos com hipótese silábica com valor sonoro com aqueles que têm a hipótese silábica sem valor sonoro. Um outro modelo de agrupamento é estudantes com hipótese silábica sem valor sonoro com aqueles com hipótese pré silábica.
  • Explique que primeiramente escreverão um cartaz com uma parlenda escolhida pelo grupo para ser recitada. O cartaz servirá de apoio e ilustração no momento da apresentação, portanto deve estar muito bonito e com as palavras certinhas.
  • Diga que você vai mostrar algumas formas de se pensar sobre a escrita que vão ajudá-los na hora em que eles forem escrever suas parlendas.
  • Clique aqui e acesse o arquivo com um painel com a parlenda “Lá na rua 24”:
  • Fixe-o no quadro.
  • Recite a parlenda, cuide da entonação da voz e da expressão corporal. Por exemplo, quando você diz “a mulher matou um gato” faça uma expressão de reprova, susto”. Dessa forma você estará servindo de modelo às crianças para o recital.
  • Selecione algumas crianças, uma por vez, e faça alguns questionamentos que as levem a refletir sobre a escrita das palavras.
  • Nesta parlenda tem um animal. Qual é? Onde está escrito “gato”?
  • “Gato” termina com “ato”. Qual outra palavra termina com “ato” nesta parlenda? Onde está escrito “sapato”?
  • “Gato” e “sapato” se parecem, não é mesmo? De que forma? - Espera-se aqui que as crianças percebam que as palavras rimam, pois terminam iguais.
  • Quais outras palavras rimam nesta parlenda? De que forma “estremeceu” e “morreu” se combinam?
  • Onde está escrito “mulher”? Qual é a primeira parte desta palavra? Isto mesmo… a primeira sílaba desta palavra é “mu”.
  • Onde está escrito “matou”? Qual é a primeira sílaba desta palavra? O que há de parecido na primeira sílaba da palavra “mulher” e da palavra “matou”? Mudando a vogal, muda-se o som da sílaba. E se eu colocar o “o” no lugar do “u” e do “a”, que sílaba forma?
  • Recite “o culpado não fui eu!” e peça para que a criança localize este verso. Pergunte como ela sabe que este é o verso correto. Pergunte à turma se faz sentido o que ele disse e que justifiquem-se também. Permita que as crianças conversem e argumentem entre si. Apenas realize a mediação nas situações conduzindo a conversa ao foco que queremos: a reflexão sobre a escrita, promovendo os questionamentos adequados.
  • Oriente agora cada grupo a escolher uma parlenda para construir o painel e recitar.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Utilizando um software de edição de texto como o Word, por exemplo, peça que os grupos digitem a parlenda escolhida.
  • Oriente-os para que cada criança digite um verso.
  • No momento em que estiver digitando o verso, os outros três amigos devem ajudá-lo dizendo qual letrinha usar.
  • Combine o tamanho, tipo da fonte e a escrita em letra maiúscula. Sugiro fonte Arial 16. Se possível, já deixe tudo isto formatado nos computadores para facilitar e o foco estar voltado para o que de fato interessa nesta aula: a reflexão sobre escrever.
  • Ensine-os a salvar o texto a cada verso digitado: No word há um símbolo com o desenho de disquete no alto da página, ou clicando na aba Arquivo e depois em Salvar, ou ainda apertando simultaneamente Control (ctrl) + B.
  • Atenção: É importante ressaltar que em muitas escolas o sistema operacional disponível não é o Windows (o qual tem o editor de texto Word), mas sim o Linux (que tem o editor de texto BrOffice), mas não altera a aula em nada, visto que o desafio está na escolha das letras para escrever e não na ferramenta. A escolha do laboratório de informática é feita em virtude do repertório que naturalmente o teclado traz, e levando em consideração também a motivação que dá para as crianças este ambiente tecnológico.
  • Esclareça que o Word nos ajuda muito a escrever as palavras sem faltar ou trocar nenhuma letrinha. Quando digitamos errado uma palavra, esta fica grifada em vermelho. E deve ser ajustada.
  • Circule entre os grupos ajudando-os. Ajude-os a perceber o que está errado na palavra incentivando-os a ler o que escreveram. Muitas vezes você terá que dizer: “leia mais devagar” ou ainda “coloque o dedinho embaixo do que você está lendo”, e também “você disse bruxa, mas aqui está escrito buxa, o que pode ser feito para o bu virar bru?”.
  • Após a parlenda ter sido escrita, diga à turma que é hora de revisar o que foi escrito, isto é, ter certeza que tudo está certinho.
  • Peça que confiram o texto e verifiquem se há alguma palavra grifada em vermelho. Se houver, já sabem que esta palavra precisa de algum ajuste.
  • Oriente as crianças a ler a parlenda coletivamente bem devagar, palavra a palavra, com o dedinho embaixo de cada palavra. Assim, poderão perceber melhor se ficou faltando alguma palavrinha.
  • Circule entre os grupos e verifique se os textos estão corretos. Se precisarem de ajustes, converse com as crianças, peça que leiam aquele trecho com problema. Se não conseguirem detectar, leia como eles escreveram e então pergunte: precisa mudar alguma coisa? O quê? Como podemos fazer? Por exemplo, se a criança digitar:
  • HOJE É DOMIHO.
  • Peça que coloquem o dedinho embaixo de cada palavra e leiam devagar.
  • Neste tipo de erro, provavelmente as crianças estão escrevendo GO com H em virtude do nome da letra “AGA”.
  • Neste ou em qualquer outro caso, o seu papel é fazer refletir.
  • Pergunte: como escrevo GABRIEL, o nosso amigo da sala? Ou ainda: na parlenda “Lá na rua 24” tem a palavra GATO, como é que escrevo o GA?
  • Se para escrever GA eu uso o G e o A. Quais letras será que uso para escrever GO? Porque o GU de GUSTAVO eu sei que é o G e o U.
  • Ainda faltará uma letra na sílaba medial. Neste caso, e dependendo da intensidade da reflexão anterior, sugiro que você leia como ficou a palavra DOMIGO e pergunte o que precisa ser feito para o som do MI virar MIN. Caso as crianças não demonstrem ideia de como fazer, informe que precisa da letra N e após digitado leia devagar colocando o seu dedo embaixo da sílaba que está falando.
  • Um outro exemplo:
  • Se a criança digitar: OG OIG (HOJE DOMINGO).
  • Perceba que para: HO digitou O; JE digitou G; É não digitou; DO digitou O; MIN digitou I; GO digitou G.
  • Como mencionei acima, o seu papel é sempre o de fazê-las refletir sobre a estratégia que utilizaram ao escrever.
  • Explique às crianças que, como se trata de um painel onde muitas crianças irão ler, precisam ser escritos da maneira o mais certa possível, para que todos entendam. Pergunte a eles, se você perceber que está faltando alguma coisa, se você pode ajudá-los a perceber o que é.
  • Se você tiver alguma palavra no repertório da turma que tenha o JE, ótimo! Use-a como exemplo: Lembram-se do JEREMIAS, o tio que nos ajudou a fazer nossa horta? Vocês se lembram como escrevemos o seu nome? Isso mesmo, com JE. A palavrinha OG que vocês escreveram na verdade é com JE. Vocês conseguem me dizer o que devemos trocar pelo JE?
  • Caso não tenha uma palavra desta como repertório, um nome de alguém da turma, etc, informe às crianças que algumas palavras com som de G são escritas com G e outras com J. E quanto mais elas escreverem, mais perceberão onde se escreve com cada letra.
  • Siga desta forma com outras sílabas, porém é muito importante que você use o bom senso com a turma que tenha menos conhecimento sobre o nosso sistema de escrita (pré silábicas, silábicas sem e com valor sonoro):
  • Sugestione parlendas pequenas para construírem os seus painéis;
  • A grande maioria das palavras que irão escrever não estarão escritas de forma convencional, e sim de acordo com a hipótese de escrita das crianças, e se você quiser corrigir todas as sílabas, a atividade ficará cansativa e, por fim, improdutiva: a palavra HOJE foi usada de propósito como exemplo: Se no painel encontramos a palavra OJE, mesmo sem o H todas as pessoas entendem do que se trata. E em uma sala de alfabetização é totalmente compreensível o porquê de uma palavra escrita desta forma em um painel.
  • Inclusive, em sala de aula, muitos conflitos bons podem surgir dessas escritas, visto que crianças com compreensão mais avançada do nosso sistema de escrita podem questionar escritas não convencionais. E você deve levar essas questões para a turma refletir.
  • Desta forma, não se preocupe em ter todas as palavras escritas convencionalmente, mas que o painel esteja compreensível, que ao ler se consiga perceber de qual parlenda estamos falando, em especial neste grupo de crianças. Na alfabetização, a correção ela é gradativa e depende da hipótese de escrita da criança, isto é, o quanto ela será capaz de compreender. Por exemplo, se a criança escreve KXO para CACHORRO, eu creio que não seja o momento oportuno para dizer a ela que CACHORRO se escreve com CH e não com X. Há questões mais urgentes na frente, como por exemplo ela entender que as sílabas são escritas com mais de uma letra. Clique aqui e acesse um texto com entrevista com a professora Magda Soares em que ela nos esclarece a respeito da correção na alfabetização (questão 7).
  • Uma outra questão é que você precisa criar em uma sala de alfabetização um ambiente de respeito e crítico ao mesmo tempo. Ou seja, todos têm o direito de ter dúvidas e perguntar sobre elas, mas ninguém pode tentar diminuir ou humilhar a escrita do amigo, pois todos nós começamos escrevendo, trocando e faltando letras. É o tempo e a prática que nos ajudam a aperfeiçoar. E todos chegaremos lá com a ajuda mútua.
  • Utilize-se das pistas auditivas quando as palavras são ditas de forma mais devagar, sílaba a sílaba, para que as crianças percebam os sons pronunciados. No entanto, é importante ressaltar que uma criança com hipótese pré silábica não escreve a letra correspondente ao som, não porque não tenha percebido o som, mas porque não entende que aquilo que escrevo representam letras. Clique aqui e acesse um texto que trata das duas hipóteses desse grupo de crianças mencionado (pré silábica e silábica).
  • Se ainda assim permanecerem palavras erradas, escreva em um quadro ou em uma folha grande que todos possam ver “Hospital de palavras”:
  • Explique que algumas palavrinhas estão precisando de ajuda.
  • Brinque dizendo que algumas palavras tiveram que ir ao hospital consertar uma letrinha que está errada ou trocada.
  • Escreva no painel as palavras que você encontrou nos textos das crianças que estão erradas e as escreva de maneira correta.
  • Oriente as crianças a verificarem se em seu texto tem alguma dessas palavras e que as tratem, pois agora eles são os “Doutores das palavras”.
  • Circule novamente entre os grupos e verifique se todas as palavras foram reescritas corretamente.
  • As palavras que foram escritas corretamente podem receber “alta” do hospital.
  • Se ainda ficaram palavras sem correção, você as reescreve em uma nova coluna dizendo que estas estão em caso grave e precisam de ajuda imediatamente.
  • Quando todos os textos estiverem escritos e revisados, passe para a impressão.
  • Para finalizar o processo de verificação, circule pelos grupos e peça para que as crianças recitem a parlenda colocando o dedinho embaixo do que escreveram, para que confiram juntos se faltou algum trecho.
  • Peça que as crianças escrevam seus nomes no painel no momento da digitação, ou após, no momento da ilustração.
  • Realize a impressão dos textos de preferência em folha tamanho A3, para que os painéis fiquem grandes.
  • Clique aqui e acesse um texto da Nova Escola que nos leva a refletir sobre a importância da ferramenta Word (editor de texto) no processo de alfabetização.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações:

  • Em sala de aula, peça para que cada grupo fixe o sulfite A3 com as parlendas em um papel mais firme, como papel cartão ou dupla face, tornando-o mais resistente a apresentável, já que ficarão com a borda colorida.
  • Peça às crianças que ilustrem as parlendas com desenhos ou recortes de revistas.
  • Aqueles grupos que forem terminando a ilustração já podem começar os ensaios para o recital.
  • Separe diferentes momentos da sua rotina para as crianças ensaiarem as parlendas para o recital. Cuide para que:
  • As crianças falem com tom de voz alto, mas sem gritar.
  • A postura à frente da sala seja adequada: sem encostar na parede ou se esconder atrás de um amigo, que o olhar seja direcionado para a plateia.
  • Adequem a entonação da voz e a expressão corporal para cada verso de acordo com o que está se dizendo. Por exemplo: Meio dia, macaca Sofia, panela no fogo, barriga vazia - o aspecto é de alguém que está com fome - por exemplo, passando a mão na barriga em círculo.
  • Quando perceber que estão recitando de memória, com entonação na voz, postura corporal (guardada as considerações quanto à faixa etária e disponibilidade de cada criança em se expor ao público) agende com as outras turmas horários para que as crianças possam se apresentar.
  • Atenção: este tipo de atividade é um momento feliz, que as crianças adoram por sentirem-se valorizadas. Respeite a limitação de cada criança, e seja capaz de perceber o que cada uma tem de melhor e potencialize-o (às vezes, vai ser a capacidade de segurar um cartaz com um sorriso encantador!). É o primeiro ano de muitos… É um processo. Eles estão começando e precisam ser motivados e incentivados a sempre continuar tentando.
  • Clique aqui e assista a um vídeo de uma apresentação de um recitar de parlendas.

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