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Plano de aula > Língua Portuguesa > 3º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Fábula e sua composição

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 3º ano do Ensino Fundamental sobre forma de composição do texto

Plano 04 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Elenir Aparecida De Oliveira Novaes

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas/provérbios e no campo de atuação Artístico-literário.
A aula faz parte do módulo de Análise linguística/semiótica.

Materiais necessários: Texto impresso ou projetado, quadro e giz, projetor, caderno, lápis, borracha, lápis de cor, cartolina ou papel color set para as peças do Tangran.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós, por meio da escrita, tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz este gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientar também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Esta informação é importante para reconstruir os modos como este gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível online.)

Dificuldades antecipadas: Alunos que não leem nem escrevem alfabeticamente.

Referências sobre o assunto: BAGNO, M. Fábulas fabulosas. In: CARVALHO, Maria Angélica Freire de, MENDONÇA, Rosa Helena (orgs). Práticas de leitura e escrita. Brasília : Ministério da Educação, 2006. 180 p. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf .

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a apresentação da proposta da aula dizendo que irão trabalhar com uma fábula, analisando suas partes e a função do narrador em uma narrativa.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Projete ou mostre aos alunos as partes que compõem o Tangran, confeccionadas em papel mais firme, no tamanho visível para todos os alunos, que deverão estar em forma de L nas próprias carteiras, para melhor visualização e troca de ideias. Se for usar as peças em papel, chame alguns alunos para segurar as partes. Coloque uma a uma no quadro usando fita crepe. Tenha um Tangran completamente montado ao lado para ajudar, pois é só uma dinâmica de introdução, não estamos requerendo acionar conhecimentos matemáticos específicos.
  • Pergunte aos alunos se eles já viram estas peças em algum lugar. Provavelmente dirão que viram em alguma aula de Matemática ou nos livros usados em sala. Aproveite para contar a história do Tangran. Diga que ele é um quebra-cabeça chinês formado por sete peças. Há várias lendas sobre sua origem: uma diz que um mensageiro partiu o espelho quadrado do imperador em sete pedaços. Quando foi juntando percebeu que podia criar várias formas variadas de pessoas, animais, plantas até conseguir refazer o quadrado.
  • Questione: As peças sozinhas formam o quadrado? Provavelmente dirão que não. Todas as partes são exatamente iguais em tamanho, número de lados ou nomes? Certamente dirão algumas características basicamente visuais. Oriente-os que, assim como o Tangran precisa ser montado com partes específicas, os textos também têm partes para ficar compreensível para os leitores. Diga aos alunos que nesta aula estudarão sobre fábulas e como elas são montadas. Dê espaço para dizerem o que acham que precisa ter numa fábula, para ela se tornar realmente uma fábula? Ouvir com atenção e seguir para o próximo passo.
  • Permita que algum aluno conte uma fábula para a sala, ou apenas diga nomes de fábulas. Interfira com perguntas sobre o que compõe a fábula:
    Tem personagens? Tem cenário? Tem assunto? O que tem no final? Provavelmente dirão que têm animais como personagens, tem moral. Acrescente mais informações como: As fábulas têm como principal objetivo criticar costumes e pensamentos, usam comparações que falam de comportamentos humanos, utilizando animais que refletem atitudes ou características de um grupo de pessoas. Caso não conheçam, você, professor, pode dizer que hoje vai apresentar algumas fábulas para eles e juntos irão descobrir algo mais sobre elas.

Materiais complementares: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

Texto sobre Tangran:

Dísponível em:http://leiturinha.com.br/blog/conheca-a-historia-do-tangram-e-confira-9-imagens-para-montar/ Acesso em: 4/9/2018.

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Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 20 minutos, slide 4.

Orientações:

  • Entregue uma cópia do texto para cada aluno e você, professor, faça a leitura em voz alta. Leia primeiramente o título e pergunte aos alunos se eles sabem quem serão os personagens do texto, onde acontecerão as ações e algumas características dos animais que aparecem no título. Poderão dizer que lobo é feroz, burro fica pastando e as ações poderão ser numa fazenda. Prossiga a leitura do primeiro parágrafo, e, no final, instigue os alunos sobre o motivo do burro pensar em um plano. Questione também se eles fossem o burro que plano iriam criar. Os alunos poderão dizer que o lobo que eles conhecem é feroz, talvez o comparem com contos ouvidos, e leve-os a descobrir que, se o narrador escreveu sobre perigo, algo ruim poderia ocorrer.
  • Prossiga a leitura até o final.
  • Ao terminar, proponha uma conversa sobre o que os alunos entenderam da fábula lida por você. Abra espaço para que eles comentem se o que pensaram se confirmou.
  • Pergunte se, em algum momento, eles acharam que o burro estava sendo ingênuo em seu plano. Peça que encontrem e grifem no texto o momento em que se inicia o conflito. Espera-se que respondam que foi o momento em que o lobo aparece escondido. Como este conflito se resolve? Em que momento percebemos que há um ensinamento para o leitor? Espera-se que que respondam que o burro pensou numa saída bem original e se livrou das garras do lobo. Os alunos poderão dizer que o último parágrafo traz um ensinamento, alertando para desconfiar de favores inesperados.
  • Pergunte aos alunos se já vivenciaram ou souberam de alguém que já vivenciou uma situação em que essa moral foi aplicada.
  • Oriente para que falem sobre o cenário, provavelmente dirão que o primeiro parágrafo tem a informação, já que ele oferece pistas ao falar que o burro está comendo, no entanto deixe que os alunos justifiquem suas respostas. Peça que falem quem são os personagens principais, se eles acham que a escolha destes personagens foi adequada, e também justifiquem a resposta. Espera-se que compreendam que os personagens têm características humanas e comportamentos humanos, isto é comum nas fábulas, e também que o lobo realmente pode atacar o burro para se alimentar.
  • Proponha que marquem no texto as seguintes partes: de vermelho a expressão que demonstra o tempo e o lugar; de amarelo uma frase que demonstra a participação do narrador em terceira pessoa; de azul onde inicia o conflito; de verde os personagens e palavras ou expressões que mostrem suas características; marrom a fala da personagem; laranja onde aparece a resolução do problema ou conflito. Como tudo foi discutido oralmente,os alunos provavelmente encontrarão mais facilmente as respostas. Espera-se que percebam que o tempo nem o lugar foram detalhados, apenas oferece-se uma pista de que o burro estava comendo, provavelmente era dia porque o lobo foi visto com facilidade, concluindo não usariam a cor vermelha. De amarelo poderiam pintar o quarto parágrafo, narrador em terceira pessoa. O conflito se inicia já na segunda parte do primeiro parágrafo. Os personagens podem ser encontrados no segundo parágrafo e pintados de verde. A fala do personagem está no terceiro parágrafo, e, finalmente no quinto parágrafo, a expressão final depois da vírgula mostra o burro galopando para longe dali, sendo a resolução do conflito.
  • Pinte a parte que demonstra o ensinamento desta fábula na sua cor preferida.

Materiais complementares: Texto O lobo e o burro para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.).O lobo e o burro. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.98.

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Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Escreva no quadro ou projete a seguinte questão: Se o burro estivesse contando esta fábula para nós, como seria escrito o primeiro parágrafo? Deixe que pensem como ficaria a parte escolhida para análise e encontrem no texto o que mudaria na parte escrita. Assim os alunos poderão refletir sobre o ponto de vista do narrador, sendo primeira ou terceira pessoa. Deixem que descubram quais palavras mudariam e o porquê da mudança.
  • Explique que, quando o narrador participa da história, dizemos que esta narrativa foi contada em primeira pessoa. Quando o narrador conta, mas não participa da história, dizemos que esta narrativa foi contada em terceira pessoa.
  • Ouça uma resposta, e se for necessário para que todos compreendam, registre no quadro a versão dada. Pergunte aos demais alunos se eles acham que algo ainda deveria ser mudado ou acrescentado à sugestão do colega.
  • Faça as alterações necessárias, mas não ofereça respostas prontas, faça perguntas que levem às descobertas e finalize a atividade. É importante os alunos perceberem que se a história foi narrada em primeira pessoa só será possível relatar o que foi vivido pelos personagens. Diferentemente do que ocorreria se houvesse um narrador em terceira pessoa, que é como um personagem onisciente, onipresente, capaz de saber de toda a trama e acontecimentos vividos por cada um dos personagens.
  • Escreva no quadro as palavras que mudaram da narrativa em terceira pessoa para primeira pessoa. Observe se nas discussões surgiram estas substituições: Um burro viu por eu vi, ele fazia por eu fazia, percebendo que ele estava por percebendo que eu estava, o burro imaginou por eu imaginei, sua pele por minha pele. Caso os alunos estejam com a versão impressa, poderão fazer marcações no próprio texto. Se for projetar marque de outra cor na própria projeção, usando os recursos do teclado.
  • Escolha uma situação comum ocorrida com eles em sala naquele dia, onde possam narrá-la nas duas pessoas. Entre num acordo e escolha uma única situação, pois será mais tranquilo a intervenção, pois esta questão é nova para eles, ainda precisam de orientação.
  • Faça no quadro, coletivamente, a escrita da narração em primeira pessoa.
  • Peça que eles escrevam no caderno a mesma situação, só que em terceira pessoa. Antes de iniciar seria importante confirmar se eles conseguem perceber a diferença de uma história contada com base em pontos de vista diferentes, já que cada um tem um modo de “enxergar” uma situação. Eles precisam perceber a importância da escolha do narrador.

Materiais complementares: Texto O lobo e o burro para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.). O lobo e o burro. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.98.

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Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Oriente a seguinte discussão: De tudo que discutimos nesta aula sobre fábula o que aprendemos?
  • Ouça as falas dos alunos, as opiniões, as complementações dos colegas às ideias faladas onde eles poderão dizer que numa fábula, existem situação inicial, problema, clímax e situação final que são importantes, bem como a moral, a escolha dos personagens, cenário, um narrador. Poderão dizer que tem detalhes que ajudam na compreensão sobre os personagens, alguns poderão citar a pontuação como facilitadora da organização textual.
  • Questione sobre o papel do narrador, o que eles aprenderam. Seria interessante que a discussão levasse os alunos à descoberta de que, quando o narrador conta mas não participa da história, dizemos que a narrativa está em terceira pessoa. Este narrador conhece toda a narrativa, detalhes e personagens, mas não participa dela. Enquanto que, se o narrador participa como algum personagem, torna a narrativa em primeira pessoa. Neste caso, ele não tem mais a visão ampliada como na terceira pessoa.
  • Peça que registrem no caderno as descobertas que poderão ser as seguintes: Uma fábula pode ser contada (narrada) de pontos de vista diferentes.

Primeira pessoa:

  • O narrador participa e conta os fatos.
  • Os pronomes verbos e estão na primeira pessoa.

Terceira pessoa:

  • O narrador fica de fora da história e é onisciente e onipresente.
  • Os pronomes e verbos estão na terceira pessoa.

  • Permita que compartilhem com os colegas e peça que registrem as dicas que complementarem as suas.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas/provérbios e no campo de atuação Artístico-literário.
A aula faz parte do módulo de Análise linguística/semiótica.

Materiais necessários: Texto impresso ou projetado, quadro e giz, projetor, caderno, lápis, borracha, lápis de cor, cartolina ou papel color set para as peças do Tangran.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós, por meio da escrita, tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz este gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientar também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Esta informação é importante para reconstruir os modos como este gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível online.)

Dificuldades antecipadas: Alunos que não leem nem escrevem alfabeticamente.

Referências sobre o assunto: BAGNO, M. Fábulas fabulosas. In: CARVALHO, Maria Angélica Freire de, MENDONÇA, Rosa Helena (orgs). Práticas de leitura e escrita. Brasília : Ministério da Educação, 2006. 180 p. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf .

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Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a apresentação da proposta da aula dizendo que irão trabalhar com uma fábula, analisando suas partes e a função do narrador em uma narrativa.

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Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Projete ou mostre aos alunos as partes que compõem o Tangran, confeccionadas em papel mais firme, no tamanho visível para todos os alunos, que deverão estar em forma de L nas próprias carteiras, para melhor visualização e troca de ideias. Se for usar as peças em papel, chame alguns alunos para segurar as partes. Coloque uma a uma no quadro usando fita crepe. Tenha um Tangran completamente montado ao lado para ajudar, pois é só uma dinâmica de introdução, não estamos requerendo acionar conhecimentos matemáticos específicos.
  • Pergunte aos alunos se eles já viram estas peças em algum lugar. Provavelmente dirão que viram em alguma aula de Matemática ou nos livros usados em sala. Aproveite para contar a história do Tangran. Diga que ele é um quebra-cabeça chinês formado por sete peças. Há várias lendas sobre sua origem: uma diz que um mensageiro partiu o espelho quadrado do imperador em sete pedaços. Quando foi juntando percebeu que podia criar várias formas variadas de pessoas, animais, plantas até conseguir refazer o quadrado.
  • Questione: As peças sozinhas formam o quadrado? Provavelmente dirão que não. Todas as partes são exatamente iguais em tamanho, número de lados ou nomes? Certamente dirão algumas características basicamente visuais. Oriente-os que, assim como o Tangran precisa ser montado com partes específicas, os textos também têm partes para ficar compreensível para os leitores. Diga aos alunos que nesta aula estudarão sobre fábulas e como elas são montadas. Dê espaço para dizerem o que acham que precisa ter numa fábula, para ela se tornar realmente uma fábula? Ouvir com atenção e seguir para o próximo passo.
  • Permita que algum aluno conte uma fábula para a sala, ou apenas diga nomes de fábulas. Interfira com perguntas sobre o que compõe a fábula:
    Tem personagens? Tem cenário? Tem assunto? O que tem no final? Provavelmente dirão que têm animais como personagens, tem moral. Acrescente mais informações como: As fábulas têm como principal objetivo criticar costumes e pensamentos, usam comparações que falam de comportamentos humanos, utilizando animais que refletem atitudes ou características de um grupo de pessoas. Caso não conheçam, você, professor, pode dizer que hoje vai apresentar algumas fábulas para eles e juntos irão descobrir algo mais sobre elas.

Materiais complementares: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

Texto sobre Tangran:

Dísponível em:http://leiturinha.com.br/blog/conheca-a-historia-do-tangram-e-confira-9-imagens-para-montar/ Acesso em: 4/9/2018.

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Tempo sugerido: 20 minutos, slide 4.

Orientações:

  • Entregue uma cópia do texto para cada aluno e você, professor, faça a leitura em voz alta. Leia primeiramente o título e pergunte aos alunos se eles sabem quem serão os personagens do texto, onde acontecerão as ações e algumas características dos animais que aparecem no título. Poderão dizer que lobo é feroz, burro fica pastando e as ações poderão ser numa fazenda. Prossiga a leitura do primeiro parágrafo, e, no final, instigue os alunos sobre o motivo do burro pensar em um plano. Questione também se eles fossem o burro que plano iriam criar. Os alunos poderão dizer que o lobo que eles conhecem é feroz, talvez o comparem com contos ouvidos, e leve-os a descobrir que, se o narrador escreveu sobre perigo, algo ruim poderia ocorrer.
  • Prossiga a leitura até o final.
  • Ao terminar, proponha uma conversa sobre o que os alunos entenderam da fábula lida por você. Abra espaço para que eles comentem se o que pensaram se confirmou.
  • Pergunte se, em algum momento, eles acharam que o burro estava sendo ingênuo em seu plano. Peça que encontrem e grifem no texto o momento em que se inicia o conflito. Espera-se que respondam que foi o momento em que o lobo aparece escondido. Como este conflito se resolve? Em que momento percebemos que há um ensinamento para o leitor? Espera-se que que respondam que o burro pensou numa saída bem original e se livrou das garras do lobo. Os alunos poderão dizer que o último parágrafo traz um ensinamento, alertando para desconfiar de favores inesperados.
  • Pergunte aos alunos se já vivenciaram ou souberam de alguém que já vivenciou uma situação em que essa moral foi aplicada.
  • Oriente para que falem sobre o cenário, provavelmente dirão que o primeiro parágrafo tem a informação, já que ele oferece pistas ao falar que o burro está comendo, no entanto deixe que os alunos justifiquem suas respostas. Peça que falem quem são os personagens principais, se eles acham que a escolha destes personagens foi adequada, e também justifiquem a resposta. Espera-se que compreendam que os personagens têm características humanas e comportamentos humanos, isto é comum nas fábulas, e também que o lobo realmente pode atacar o burro para se alimentar.
  • Proponha que marquem no texto as seguintes partes: de vermelho a expressão que demonstra o tempo e o lugar; de amarelo uma frase que demonstra a participação do narrador em terceira pessoa; de azul onde inicia o conflito; de verde os personagens e palavras ou expressões que mostrem suas características; marrom a fala da personagem; laranja onde aparece a resolução do problema ou conflito. Como tudo foi discutido oralmente,os alunos provavelmente encontrarão mais facilmente as respostas. Espera-se que percebam que o tempo nem o lugar foram detalhados, apenas oferece-se uma pista de que o burro estava comendo, provavelmente era dia porque o lobo foi visto com facilidade, concluindo não usariam a cor vermelha. De amarelo poderiam pintar o quarto parágrafo, narrador em terceira pessoa. O conflito se inicia já na segunda parte do primeiro parágrafo. Os personagens podem ser encontrados no segundo parágrafo e pintados de verde. A fala do personagem está no terceiro parágrafo, e, finalmente no quinto parágrafo, a expressão final depois da vírgula mostra o burro galopando para longe dali, sendo a resolução do conflito.
  • Pinte a parte que demonstra o ensinamento desta fábula na sua cor preferida.

Materiais complementares: Texto O lobo e o burro para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.).O lobo e o burro. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.98.

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Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Escreva no quadro ou projete a seguinte questão: Se o burro estivesse contando esta fábula para nós, como seria escrito o primeiro parágrafo? Deixe que pensem como ficaria a parte escolhida para análise e encontrem no texto o que mudaria na parte escrita. Assim os alunos poderão refletir sobre o ponto de vista do narrador, sendo primeira ou terceira pessoa. Deixem que descubram quais palavras mudariam e o porquê da mudança.
  • Explique que, quando o narrador participa da história, dizemos que esta narrativa foi contada em primeira pessoa. Quando o narrador conta, mas não participa da história, dizemos que esta narrativa foi contada em terceira pessoa.
  • Ouça uma resposta, e se for necessário para que todos compreendam, registre no quadro a versão dada. Pergunte aos demais alunos se eles acham que algo ainda deveria ser mudado ou acrescentado à sugestão do colega.
  • Faça as alterações necessárias, mas não ofereça respostas prontas, faça perguntas que levem às descobertas e finalize a atividade. É importante os alunos perceberem que se a história foi narrada em primeira pessoa só será possível relatar o que foi vivido pelos personagens. Diferentemente do que ocorreria se houvesse um narrador em terceira pessoa, que é como um personagem onisciente, onipresente, capaz de saber de toda a trama e acontecimentos vividos por cada um dos personagens.
  • Escreva no quadro as palavras que mudaram da narrativa em terceira pessoa para primeira pessoa. Observe se nas discussões surgiram estas substituições: Um burro viu por eu vi, ele fazia por eu fazia, percebendo que ele estava por percebendo que eu estava, o burro imaginou por eu imaginei, sua pele por minha pele. Caso os alunos estejam com a versão impressa, poderão fazer marcações no próprio texto. Se for projetar marque de outra cor na própria projeção, usando os recursos do teclado.
  • Escolha uma situação comum ocorrida com eles em sala naquele dia, onde possam narrá-la nas duas pessoas. Entre num acordo e escolha uma única situação, pois será mais tranquilo a intervenção, pois esta questão é nova para eles, ainda precisam de orientação.
  • Faça no quadro, coletivamente, a escrita da narração em primeira pessoa.
  • Peça que eles escrevam no caderno a mesma situação, só que em terceira pessoa. Antes de iniciar seria importante confirmar se eles conseguem perceber a diferença de uma história contada com base em pontos de vista diferentes, já que cada um tem um modo de “enxergar” uma situação. Eles precisam perceber a importância da escolha do narrador.

Materiais complementares: Texto O lobo e o burro para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/cj5cWwUd7Ef3EB7Zme9Z24tEDZstSCGnwG3cf2WngvZgRrmxqewRSYNWUew5/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.). O lobo e o burro. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.98.

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Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Oriente a seguinte discussão: De tudo que discutimos nesta aula sobre fábula o que aprendemos?
  • Ouça as falas dos alunos, as opiniões, as complementações dos colegas às ideias faladas onde eles poderão dizer que numa fábula, existem situação inicial, problema, clímax e situação final que são importantes, bem como a moral, a escolha dos personagens, cenário, um narrador. Poderão dizer que tem detalhes que ajudam na compreensão sobre os personagens, alguns poderão citar a pontuação como facilitadora da organização textual.
  • Questione sobre o papel do narrador, o que eles aprenderam. Seria interessante que a discussão levasse os alunos à descoberta de que, quando o narrador conta mas não participa da história, dizemos que a narrativa está em terceira pessoa. Este narrador conhece toda a narrativa, detalhes e personagens, mas não participa dela. Enquanto que, se o narrador participa como algum personagem, torna a narrativa em primeira pessoa. Neste caso, ele não tem mais a visão ampliada como na terceira pessoa.
  • Peça que registrem no caderno as descobertas que poderão ser as seguintes: Uma fábula pode ser contada (narrada) de pontos de vista diferentes.

Primeira pessoa:

  • O narrador participa e conta os fatos.
  • Os pronomes verbos e estão na primeira pessoa.

Terceira pessoa:

  • O narrador fica de fora da história e é onisciente e onipresente.
  • Os pronomes e verbos estão na terceira pessoa.

  • Permita que compartilhem com os colegas e peça que registrem as dicas que complementarem as suas.

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