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Plano de aula > Língua Portuguesa > 5º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Discurso direto e indireto no reconto

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 5º ano do EF sobre Discurso direto e indireto no reconto

Plano 09 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Fabiana Júlia de Araújo Tenório

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é nona aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto popular afro-brasileiro e no campo de atuação Artístico-literário / Vida cotidiana / Todos os campos. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e Semiótica e trabalha com um conto popular afro-brasileiro.

Materiais necessários: Cópia da atividade para os grupos e bloco de lembrete autoadesivo para o final da aula.

Informações sobre o gênero: Os contos populares são textos narrativos carregados do imaginário popular. Através deles, cada comunidade transmite valores, crenças e saberes. O conto, como experiência literária, mantém uma certa fidelidade aos contos populares, mas é aberto às inovações dos autores. Constitui-se como histórias curtas, tendo como característica a concisão. (MARIA, 2004) Já os contos afro-brasileiros têm, além dessas, características próprias da literatura afro-brasileira e não podem prescindir da afrodescendência através de uma voz autoral, um tema, uma linguagem, um público-alvo e um lugar de enunciação (DUARTE, 2010). Esses elementos compõem um gênero de importância ideológica, histórica e literária.

Dificuldades antecipadas: A formação de duplas pode gerar desconforto nos alunos mais tímidos que precisam de auxílio para interagir.

Referências sobre o assunto:

DUARTE, E. de A. Por um conceito de Literatura Afro-brasileira. Terceira Margem. Rio de Janeiro, n. 23, p. 113-138, julho/dezembro 2010, disponível em https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/10953/8012. Acesso em 25/10/2018.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016a, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Linguagens_Codigos_Unidade_6_Seja.pdf. Acesso em 25/10/2018.

____________________. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

MARIA, L. de. O que é conto? 1ª reimpressão. Brasiliense. São Paulo, 2004. Disponível em: http://www.netmundi.org/home/wp-content/uploads/2017/04/Cole%C3%A7%C3%A3o-Primeiros-Passos-O-Que-%C3%A9-Conto.pdf. Acesso em 05/12/2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula. Em grupo, os alunos deverão reescrever trechos do texto “O cachorro e a boa menina”, já utilizado na aula 7. Na reescrita do discurso direto para indireto, ou o inverso, os alunos deverão inserir a pontuação e os verbos dicendi que melhor se adequarem às emoções sugeridas na atividade. Caso o professor não tenha utilizado as aulas anteriores e os alunos não conheçam o texto, faz-se necessário ler com eles para que conheçam a história que irão recontar.

Materiais complementares:

Texto na íntegra, com as orientações sugeridas aqui

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações:

  • Forme grupos de quatro alunos.
  • Entregue a atividade aos grupos e oriente-os, lendo e explicando o que foi pedido. Oriente-os a realizar as duas reescritas.

Materiais complementares:

Acesse a atividade para impressão aqui

Acesse a resolução da atividade aqui

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

Esta etapa da aula deve ser desenvolvida da seguinte forma: 20 minutos para a realização da atividade orientada em grupo; 15 minutos para a socialização da reescrita.

  • Determine 20 minutos para que os grupos montem o texto da maneira orientada. Acompanhe a reescrita dos grupos, sempre orientando-os a utilizar as características dos discursos direto e indireto estudadas nas aulas anteriores. No grupo, todos os alunos devem discutir, dar ideias e ajudar no reconto. Eles devem escolher um aluno para escrever o reconto do grupo (escriba) e outro para ler a atividade após concluída (leitor). A interação com os grupos pode seguir as seguintes orientações:
  • Para passar para o discurso direto, é preciso determinar a partir de onde a personagem vai falar. Nesse tipo de discurso, o narrador se limita a introduzir a fala da personagem, que diz, ela mesma, o que está sentindo. Na forma mais convencional, utilizamos os verbos dicendi, que são os verbos que anunciam a fala (disse, falou, perguntou, afirmou, entre outros), os dois pontos e, na outra linha, o travessão e a fala da personagem (GANCHO, 2002). Para atender à solicitação de animação, euforia e alegria na fala da menina e de colocar amorosidade na fala da tia, os alunos deverão realizar outros acréscimos. É importante orientá-los a escrever expressões, interjeições e vocativos carinhosos, seguidos das pontuações adequadas. Abaixo, há uma sugestão de reescrita para orientar o professor. A narração traz concepções e apresenta o mundo com os olhos de quem narra. Além disso, traz sentimentos, emoções, seja para demonstrar a realidade, divertir ou refletir sobre questões morais (CECIERJ, 2016a).
  • No discurso indireto, o ponto de vista é do narrador, que orienta o leitor da maneira como ele vê a história e as personagens. “A preocupação do narrador não é apresentar como o personagem disse as coisas, mas apenas o que foi dito. Nesse caso, o vocabulário próprio do personagem, suas emoções ficam de fora” (CECIERJ, 2016b, p. 109). Para essa orientação, é importante que os alunos escrevam adjetivos, como triste, desanimada, cabisbaixa ou outros, que apontem para uma menina triste - solicitação da atividade. O texto permanecerá com as mesmas características de pontuação e estrutura do texto inicial, mas ganhará outras palavras para modificar o jeito como o narrador apresenta a personagem. A ideia é que os alunos percebam que quando o discurso é indireto, temos a visão do narrador.

2. Solicite aos grupos, depois dos 20 minutos, que leiam suas versões em voz alta para partilhar com a sala toda. Nessa hora, o professor pode ajudar, interferir, se for necessário, e reforçar as diferenças entre o discurso direto e indireto.

Materiais complementares:

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016a, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Linguagens_Codigos_Unidade_6_Seja.pdf. Acesso em 25/10/2018.

____________________. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça um cartaz, com cartolina, com o título que está neste slide.
  • Entregue aos grupos três ou quatro folhas de papel lembrete (com adesivo) para que escrevam o que não podemos esquecer sobre o discurso direto e indireto. Oriente-os para elaborarem frases simples, como, por exemplo, “no discurso direto temos o uso do travessão”, e peça que colem no cartaz. É importante ressaltar que os alunos vêm construindo esses conceitos e regularidades na aula 7 e na aula 8. Caso essa aula 9 esteja sendo utilizada isoladamente, é fundamental que o professor perceba se há os aspectos essenciais dos discursos como: a) Discurso Direto é “o registro integral da fala do personagem” (GANCHO, 2002). Assim, a própria personagem é quem apresenta suas emoções e seus pensamentos. Para isso, fazemos uso dos sinais de pontuação (dois pontos e travessões) e de verbos de dizer (verbos dicendi). É importante, então, que os alunos sistematizem que o discurso direto tem dois pontos antes da fala da personagem; tem travessões antes das falas; apresenta verbos dicendi; expressa o que a personagem quer dizer sem interferências. b) Discurso indireto é “o registro indireto da fala do personagem através do narrador” (GANCHO, 2002). Assim, não há marcações com dois pontos e travessões quando a fala da personagem é apresentada. Não há uma preocupação do narrador em mostrar como foi dito e, sim, o que foi dito. (CECIERJ, 2016b). É importante, então, que os alunos sistematizem que o discurso indireto é a fala da personagem sem que seja ela que fala; não apresenta dois pontos; não apresenta travessões para indicar a fala; apresenta o ponto de vista do narrador sobre as ações da personagem.
  • Explique que os contos podem ter partes com discurso direto, partes com discurso apenas indireto e partes com discursos direto e indireto, em que ora a personagem fala e ora o narrador conta a ação que foi desenvolvida pela personagem.
  • Leia em voz alta para sistematizar o que foi exercitado na aula. Nesse momento, o professor pode perceber o que realmente foi aprendido pelos alunos e organizar outra atividade, caso perceba que os alunos ainda não sistematizaram o conteúdo. Serve, portanto, como avaliação para novas estratégias.
  • Parabenize os alunos pelo empenho, pela atividade e pela aula produtiva que eles ajudaram a fazer.

Materiais complementares:

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é nona aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto popular afro-brasileiro e no campo de atuação Artístico-literário / Vida cotidiana / Todos os campos. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e Semiótica e trabalha com um conto popular afro-brasileiro.

Materiais necessários: Cópia da atividade para os grupos e bloco de lembrete autoadesivo para o final da aula.

Informações sobre o gênero: Os contos populares são textos narrativos carregados do imaginário popular. Através deles, cada comunidade transmite valores, crenças e saberes. O conto, como experiência literária, mantém uma certa fidelidade aos contos populares, mas é aberto às inovações dos autores. Constitui-se como histórias curtas, tendo como característica a concisão. (MARIA, 2004) Já os contos afro-brasileiros têm, além dessas, características próprias da literatura afro-brasileira e não podem prescindir da afrodescendência através de uma voz autoral, um tema, uma linguagem, um público-alvo e um lugar de enunciação (DUARTE, 2010). Esses elementos compõem um gênero de importância ideológica, histórica e literária.

Dificuldades antecipadas: A formação de duplas pode gerar desconforto nos alunos mais tímidos que precisam de auxílio para interagir.

Referências sobre o assunto:

DUARTE, E. de A. Por um conceito de Literatura Afro-brasileira. Terceira Margem. Rio de Janeiro, n. 23, p. 113-138, julho/dezembro 2010, disponível em https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/10953/8012. Acesso em 25/10/2018.

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016a, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Linguagens_Codigos_Unidade_6_Seja.pdf. Acesso em 25/10/2018.

____________________. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

MARIA, L. de. O que é conto? 1ª reimpressão. Brasiliense. São Paulo, 2004. Disponível em: http://www.netmundi.org/home/wp-content/uploads/2017/04/Cole%C3%A7%C3%A3o-Primeiros-Passos-O-Que-%C3%A9-Conto.pdf. Acesso em 05/12/2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula. Em grupo, os alunos deverão reescrever trechos do texto “O cachorro e a boa menina”, já utilizado na aula 7. Na reescrita do discurso direto para indireto, ou o inverso, os alunos deverão inserir a pontuação e os verbos dicendi que melhor se adequarem às emoções sugeridas na atividade. Caso o professor não tenha utilizado as aulas anteriores e os alunos não conheçam o texto, faz-se necessário ler com eles para que conheçam a história que irão recontar.

Materiais complementares:

Texto na íntegra, com as orientações sugeridas aqui

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações:

  • Forme grupos de quatro alunos.
  • Entregue a atividade aos grupos e oriente-os, lendo e explicando o que foi pedido. Oriente-os a realizar as duas reescritas.

Materiais complementares:

Acesse a atividade para impressão aqui

Acesse a resolução da atividade aqui

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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

Esta etapa da aula deve ser desenvolvida da seguinte forma: 20 minutos para a realização da atividade orientada em grupo; 15 minutos para a socialização da reescrita.

  • Determine 20 minutos para que os grupos montem o texto da maneira orientada. Acompanhe a reescrita dos grupos, sempre orientando-os a utilizar as características dos discursos direto e indireto estudadas nas aulas anteriores. No grupo, todos os alunos devem discutir, dar ideias e ajudar no reconto. Eles devem escolher um aluno para escrever o reconto do grupo (escriba) e outro para ler a atividade após concluída (leitor). A interação com os grupos pode seguir as seguintes orientações:
  • Para passar para o discurso direto, é preciso determinar a partir de onde a personagem vai falar. Nesse tipo de discurso, o narrador se limita a introduzir a fala da personagem, que diz, ela mesma, o que está sentindo. Na forma mais convencional, utilizamos os verbos dicendi, que são os verbos que anunciam a fala (disse, falou, perguntou, afirmou, entre outros), os dois pontos e, na outra linha, o travessão e a fala da personagem (GANCHO, 2002). Para atender à solicitação de animação, euforia e alegria na fala da menina e de colocar amorosidade na fala da tia, os alunos deverão realizar outros acréscimos. É importante orientá-los a escrever expressões, interjeições e vocativos carinhosos, seguidos das pontuações adequadas. Abaixo, há uma sugestão de reescrita para orientar o professor. A narração traz concepções e apresenta o mundo com os olhos de quem narra. Além disso, traz sentimentos, emoções, seja para demonstrar a realidade, divertir ou refletir sobre questões morais (CECIERJ, 2016a).
  • No discurso indireto, o ponto de vista é do narrador, que orienta o leitor da maneira como ele vê a história e as personagens. “A preocupação do narrador não é apresentar como o personagem disse as coisas, mas apenas o que foi dito. Nesse caso, o vocabulário próprio do personagem, suas emoções ficam de fora” (CECIERJ, 2016b, p. 109). Para essa orientação, é importante que os alunos escrevam adjetivos, como triste, desanimada, cabisbaixa ou outros, que apontem para uma menina triste - solicitação da atividade. O texto permanecerá com as mesmas características de pontuação e estrutura do texto inicial, mas ganhará outras palavras para modificar o jeito como o narrador apresenta a personagem. A ideia é que os alunos percebam que quando o discurso é indireto, temos a visão do narrador.

2. Solicite aos grupos, depois dos 20 minutos, que leiam suas versões em voz alta para partilhar com a sala toda. Nessa hora, o professor pode ajudar, interferir, se for necessário, e reforçar as diferenças entre o discurso direto e indireto.

Materiais complementares:

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016a, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Linguagens_Codigos_Unidade_6_Seja.pdf. Acesso em 25/10/2018.

____________________. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça um cartaz, com cartolina, com o título que está neste slide.
  • Entregue aos grupos três ou quatro folhas de papel lembrete (com adesivo) para que escrevam o que não podemos esquecer sobre o discurso direto e indireto. Oriente-os para elaborarem frases simples, como, por exemplo, “no discurso direto temos o uso do travessão”, e peça que colem no cartaz. É importante ressaltar que os alunos vêm construindo esses conceitos e regularidades na aula 7 e na aula 8. Caso essa aula 9 esteja sendo utilizada isoladamente, é fundamental que o professor perceba se há os aspectos essenciais dos discursos como: a) Discurso Direto é “o registro integral da fala do personagem” (GANCHO, 2002). Assim, a própria personagem é quem apresenta suas emoções e seus pensamentos. Para isso, fazemos uso dos sinais de pontuação (dois pontos e travessões) e de verbos de dizer (verbos dicendi). É importante, então, que os alunos sistematizem que o discurso direto tem dois pontos antes da fala da personagem; tem travessões antes das falas; apresenta verbos dicendi; expressa o que a personagem quer dizer sem interferências. b) Discurso indireto é “o registro indireto da fala do personagem através do narrador” (GANCHO, 2002). Assim, não há marcações com dois pontos e travessões quando a fala da personagem é apresentada. Não há uma preocupação do narrador em mostrar como foi dito e, sim, o que foi dito. (CECIERJ, 2016b). É importante, então, que os alunos sistematizem que o discurso indireto é a fala da personagem sem que seja ela que fala; não apresenta dois pontos; não apresenta travessões para indicar a fala; apresenta o ponto de vista do narrador sobre as ações da personagem.
  • Explique que os contos podem ter partes com discurso direto, partes com discurso apenas indireto e partes com discursos direto e indireto, em que ora a personagem fala e ora o narrador conta a ação que foi desenvolvida pela personagem.
  • Leia em voz alta para sistematizar o que foi exercitado na aula. Nesse momento, o professor pode perceber o que realmente foi aprendido pelos alunos e organizar outra atividade, caso perceba que os alunos ainda não sistematizaram o conteúdo. Serve, portanto, como avaliação para novas estratégias.
  • Parabenize os alunos pelo empenho, pela atividade e pela aula produtiva que eles ajudaram a fazer.

Materiais complementares:

FUNDAÇÃO CECIERJ. A narração: os elementos linguísticos e os tipos de discurso. Módulo 1. Unidade 7. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, 2016b, disponível em: https://cejarj.cecierj.edu.br/pdf/Unidade7_LC.pdf. Acesso em 25/10/2018.

GANCHO, C. V. Como analisar narrativas. Ed. Ática. São Paulo, 2002. Disponível em: http://files.letrasunip2010.webnode.com.br/200000008-989c398f4e/Como%20Analisar%20Narrativas.pdf. Acesso em 05/12/2018.

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