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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Modalizadores discursivos e elementos de coesão referencial em cartas de reclamação

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Modalizadores discursivos e elementos de coesão referencial em cartas de reclamação

Plano 09 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Danuza Kryshna Da Costa Lima

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é 9ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Cartas de reclamação/apresentação de propostas orais e no campo de atuação da vida pública, podendo estender-se para o campo jornalístico-midiático. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e semiótica.

Materiais necessários: Textos escritos, lápis, borracha, caneta.

Informações sobre o gênero: Texto de caráter epistolar, as cartas de reclamação expressam a necessidade de um sujeito, inserido em uma prática de linguagem social concreta e determinada, de se comunicar com o outro, para isto, ele lança mão da escrita. Os interlocutores não estão em presença, há portanto um distanciamento espaço-temporal e, por isto, a utilização de elementos típicos dos gêneros epistolares, tais como “remetente”, “local”, “data”, “assinatura”. Neste gênero, o remetente descreve um problema ocorrido ao seu destinatário a fim de que este consiga resolvê-lo. Uma das características mais específicas da cartas de reclamação é o seu caráter persuasivo, por utilizarem-se do discurso argumentativo para convencer o outro a solucionar determinado problema, este por sua vez, de ordem individual e/ ou coletiva. Já a apresentação de propostas orais concretiza-se no âmbito da oralidade, podendo os interlocutores estarem próximos ou não. Neste gênero, de matriz também expressiva, o sujeito, enquanto ser social, dotado da compreensão e uso da linguagem como fenômeno social, lança ao outro suas petições, utilizando-se da fala.

“A carta de reclamação é um gênero de texto usado em situações de comunicação, nas quais o cidadão deseja externar alguma injustiça, insatisfação, algo que julgue ser impróprio ou errado; e, ainda, solicitar uma resolução para seu problema. Enfim, a carta de reclamação é usada quando o cidadão se sente lesado ou desrespeitado em seus direitos, ou injustiçado ou discriminado socialmente. É um gênero que leva a uma forma de exercer a cidadania, e é por esse motivo que vamos chamá-la de gênero da cidadania” (Beato-Canato, Baumgärtner e Cecílio (2006, p. 32, apud, BARROS, 2012b, p. 23).

Dificuldades antecipadas: Consolidar a identificação dos elementos de coesão referencial (pronominal e sequencial) já que alguns textos podem conter traços constitutivos que orientam o leitor a conclusões acerca de sua organização e estes traços podem ser desconhecidos pelos alunos.

Referências sobre o assunto:

  • CASTILHO, A. T.; CASTILHO, C. M. M de. Advérbios modalizadores. In: ILARI, Rodolfo (Org.). Gramática do português falado. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1993. v. II

Neste artigo, é possível encontrar a classificação dos modalizadores discursivos elaborada por Ataliba Teixeira Castilho e Cecília Maria Moraes de Castilho em uma tabela. Segundo os autores, os modalizadores discursivos são classificados de acordo com sua intenção argumentativa e vários recursos linguísticos podem ser usados para promover a ação argumentativa. Os modalizadores podem ser de ordem da: Modalização Epistêmica, modalização deôntica e modalização afetiva.

Esta pesquisa discute temas relacionados às interações cliente-empresa no contexto da cultura (relacional) brasileira, com o propósito de analisar cartas de reclamação à luz dos fenômenos da polidez e da cordialidade, refletindo sobre os rituais de interação que se estabelecem em circunstâncias nas quais as pessoas precisam solucionar problemas e reivindicar direitos na condição de consumidores (clientes e reclamantes)em suas negociações com a empresa.

“Como a reclamação é um ato de fala expressivo, porque só reclama quem está insatisfeito com alguma coisa, o contexto de reclamação, em geral, está propício a conflitos de interação.” (WILSON, p. 04, 2017).

Esta pesquisa buscou conhecer o que os alunos do 1° ano do 2° ciclo do Ensino Fundamental são capazes de revisar quando estimuladas a refletir sobre o gênero discursivo carta de reclamação a partir de uma sequência didática, e assim, contribuir para reflexão sobre o que os estudantes consideram relevante e o que são capazes de fazer no momento de revisar seus textos, o que poderá ser muito importante para fornecer informações aos docentes, que precisam auxiliar os alunos a aprender a escrever textos. (ANDRADE, 2010, p. 09)

A autora observa ainda que, por dizer respeito à conduta, a modalização deôntica é afeta a predicações abertas para a futuridade, uma vez que se projeta para um momento posterior à manifestação da necessidade deôntica. Para Ataliba Castilho e Célia Castilho (1992, p. 207)2 , os elementos linguísticos pertencentes a essa categoria indicam que o falante “considera o conteúdo de P3 como um estado de coisas que deve, precisa ocorrer obrigatoriamente”. (CORBARI, p. 196)

  • RISSO, Mercedes; SILVA, Giselle Machline de Oliveira & URBANO, Hudinílson. Marcadores discursivos: traços definidores. Em: I.G.V. Koch (Org. 1996: 21-94).

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em duplas. A atividade em duplas proporcionará maior diálogo entre os alunos, tendo em vista as novas descobertas para esta aula. Em alguns momentos, será importante a troca de ideias e o diálogo, por isto a opção por atividades em duplas. Os alunos desta faixa etária tendem a aprender melhor trocando ideias e muitas vezes, socializando suas atividades, neste caso, a opção do atividades coletivas (em duplas) auxilia no desenvolvimento também afetivo dos alunos.
  • Apresente o tema para a turma. Esta será uma aula de exercitação e consolidação do que os alunos compreendem por elementos responsáveis pela argumentação, bem como a modalização deôntica, pertencente ao eixo da conduta, que são modalizadores discursivos deste tipo textual, a polidez e a cordialidade, além dos aspectos de coesão referencial e lexical. Para isso, é preciso que os alunos já tenham desenvolvido habilidades relacionadas a estes conteúdos.

3. Levante os conhecimentos prévios dos alunos:

  • Ao escrever uma carta de reclamação, a forma de dirigir-se ao destinatário é importante? Por quê? Sim. A forma de se dirigir ao destinatário é muito importante e revela muito da personalidade de quem escreve a carta, caso contrário, o destinatário pode não criar uma relação de confiança para com o remetente e dessa forma, comprometer a resolução do problema.
  • Que aspectos são importantes para o texto nesta forma de dirigir-se ao destinatário? O texto precisa ser escrito de forma educada, utilizando-se de uma linguagem cordial, polida, além de obedecer às regras da Norma Padrão da língua.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Apresente o texto 1 para a turma.
  • Proponha a leitura e análise da carta.

Materiais complementares:

Link para o texto 1 (sem polidez e sem recursos de coesão): acesse aqui

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Apresente o texto 1 para a turma.
  • Proponha a leitura e análise da carta.

Este texto apresenta desvios tanto no que se refere a organização no uso e adequação da linguagem, com relação aos elementos da argumentação, a polidez e a cordialidade, quanto a organização da estrutura do texto, a clareza e sobretudo, o uso dos recursos de coesão, tanto referencial quanto lexical.

Busque interação com os alunos, ativando sua percepção através da leitura do texto para os seguintes questionamentos:

  • O que há de estranho neste texto?
  • O que poderia ser mudado neste texto para que o interlocutor conseguisse a resolução do problema ou ganhasse credibilidade do destinatário?

Após o levantamento desses questionamentos, espera-se que os alunos cheguem às seguintes conclusões:

  • Ele apresenta uma linguagem inadequada, apesar de manter a estrutura dos elementos composicionais do gênero carta.
  • A forma como o remetente se utiliza da linguagem, o texto precisa ser mais polido e cordial, além da retirada e substituição de algumas palavras e expressões para dar maior clareza e objetividade ao texto.

Materiais complementares:

Link para o texto 1 (sem polidez e sem recursos de coesão): acesse aqui

Desenvolvimento select-down

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Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Após as reflexões, leitura e análise da carta de reclamação, proponha aos alunos (em duplas), transformarem a carta lida anteriormente em uma carta mais cordial, polida e utilizar-se de elementos de coesão tanto referencial quanto lexical, evitando repetições desnecessárias.

No caderno, solicite aos alunos (ainda em duplas), a reescrita da carta, fazendo as alterações necessárias.

  • Circule pela sala, acompanhe a produção dos alunos.

Ative a percepção dos alunos para o uso adequado dos elementos coesivos, buscando também uma forma mais educada de dirigir-se ao interlocutor, respeitando a hierarquia social entre os interlocutores da carta de reclamação. O trato com a linguagem (modalização, cordialidade) neste gênero tem o objetivo de alcançar o que o remetente deseja, ou seja, conseguir que sua reclamação chegue ao responsável e o mobilize para uma solução.

Fechamento select-down

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Estimule os alunos (em duplas) a apresentarem suas respostas para a atividade 1. É natural que os alunos apresentem diversas formas de reescrita e adequação deste texto, tendo em vista o livre uso tanto dos recursos estilísticos e argumentativos propostos pelos modalizadores discursivos, bem como dos elementos de coesão. É necessário que estas variações de respostas sejam levadas em consideração no momento da socialização. O objetivo desta atividade não é a mera correção dos usos de modalizadores e elementos coesivos, mas a versatilidade expressiva em seus usos.
  • Conclua a aula apresentando uma possível resolução para a atividade 1. Nesta etapa é necessário retomar os conceitos de polidez, cordialidade, coesão textual. Ao longo da resolução, os alunos puderam perceber o uso de elementos de coesão textual (referencial e lexical), além da adequação da linguagem, tornando mais adequada a funcionalidade das cartas de reclamação. Desperte a percepção dos alunos para a forma como eles conseguiram resolver a atividade, a título de sugestão é pedir a participação deles, oralmente, através do rápido relato de resolução da atividade, sempre intercalando com a retomada destes conceitos, a fim de garantir o fechamento da aula.

Materiais complementares:

Link para resolução da atividade 1: acesse aqui

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Estimule os alunos (em duplas) a apresentarem suas respostas para a atividade 1. É natural que os alunos apresentem diversas formas de reescrita e adequação deste texto, tendo em vista o livre uso tanto dos recursos estilísticos e argumentativos propostos pelos modalizadores discursivos, bem como dos elementos de coesão. É necessário que estas variações de respostas sejam levadas em consideração no momento da socialização. O objetivo desta atividade não é a mera correção dos usos de modalizadores e elementos coesivos, mas a versatilidade expressiva em seus usos.
  • Conclua a aula apresentando uma possível resolução para a atividade 1. Nesta etapa é necessário retomar os conceitos de polidez, cordialidade, coesão textual. Ao longo da resolução, os alunos puderam perceber o uso de elementos de coesão textual (referencial e lexical), além da adequação da linguagem, tornando mais adequada a funcionalidade das cartas de reclamação. Desperte a percepção dos alunos para a forma como eles conseguiram resolver a atividade, a título de sugestão é pedir a participação deles, oralmente, através do rápido relato de resolução da atividade, sempre intercalando com a retomada destes conceitos, a fim de garantir o fechamento da aula.

Materiais complementares:

Link para resolução da atividade 1: acesse aqui

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é 9ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Cartas de reclamação/apresentação de propostas orais e no campo de atuação da vida pública, podendo estender-se para o campo jornalístico-midiático. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e semiótica.

Materiais necessários: Textos escritos, lápis, borracha, caneta.

Informações sobre o gênero: Texto de caráter epistolar, as cartas de reclamação expressam a necessidade de um sujeito, inserido em uma prática de linguagem social concreta e determinada, de se comunicar com o outro, para isto, ele lança mão da escrita. Os interlocutores não estão em presença, há portanto um distanciamento espaço-temporal e, por isto, a utilização de elementos típicos dos gêneros epistolares, tais como “remetente”, “local”, “data”, “assinatura”. Neste gênero, o remetente descreve um problema ocorrido ao seu destinatário a fim de que este consiga resolvê-lo. Uma das características mais específicas da cartas de reclamação é o seu caráter persuasivo, por utilizarem-se do discurso argumentativo para convencer o outro a solucionar determinado problema, este por sua vez, de ordem individual e/ ou coletiva. Já a apresentação de propostas orais concretiza-se no âmbito da oralidade, podendo os interlocutores estarem próximos ou não. Neste gênero, de matriz também expressiva, o sujeito, enquanto ser social, dotado da compreensão e uso da linguagem como fenômeno social, lança ao outro suas petições, utilizando-se da fala.

“A carta de reclamação é um gênero de texto usado em situações de comunicação, nas quais o cidadão deseja externar alguma injustiça, insatisfação, algo que julgue ser impróprio ou errado; e, ainda, solicitar uma resolução para seu problema. Enfim, a carta de reclamação é usada quando o cidadão se sente lesado ou desrespeitado em seus direitos, ou injustiçado ou discriminado socialmente. É um gênero que leva a uma forma de exercer a cidadania, e é por esse motivo que vamos chamá-la de gênero da cidadania” (Beato-Canato, Baumgärtner e Cecílio (2006, p. 32, apud, BARROS, 2012b, p. 23).

Dificuldades antecipadas: Consolidar a identificação dos elementos de coesão referencial (pronominal e sequencial) já que alguns textos podem conter traços constitutivos que orientam o leitor a conclusões acerca de sua organização e estes traços podem ser desconhecidos pelos alunos.

Referências sobre o assunto:

  • CASTILHO, A. T.; CASTILHO, C. M. M de. Advérbios modalizadores. In: ILARI, Rodolfo (Org.). Gramática do português falado. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1993. v. II

Neste artigo, é possível encontrar a classificação dos modalizadores discursivos elaborada por Ataliba Teixeira Castilho e Cecília Maria Moraes de Castilho em uma tabela. Segundo os autores, os modalizadores discursivos são classificados de acordo com sua intenção argumentativa e vários recursos linguísticos podem ser usados para promover a ação argumentativa. Os modalizadores podem ser de ordem da: Modalização Epistêmica, modalização deôntica e modalização afetiva.

Esta pesquisa discute temas relacionados às interações cliente-empresa no contexto da cultura (relacional) brasileira, com o propósito de analisar cartas de reclamação à luz dos fenômenos da polidez e da cordialidade, refletindo sobre os rituais de interação que se estabelecem em circunstâncias nas quais as pessoas precisam solucionar problemas e reivindicar direitos na condição de consumidores (clientes e reclamantes)em suas negociações com a empresa.

“Como a reclamação é um ato de fala expressivo, porque só reclama quem está insatisfeito com alguma coisa, o contexto de reclamação, em geral, está propício a conflitos de interação.” (WILSON, p. 04, 2017).

Esta pesquisa buscou conhecer o que os alunos do 1° ano do 2° ciclo do Ensino Fundamental são capazes de revisar quando estimuladas a refletir sobre o gênero discursivo carta de reclamação a partir de uma sequência didática, e assim, contribuir para reflexão sobre o que os estudantes consideram relevante e o que são capazes de fazer no momento de revisar seus textos, o que poderá ser muito importante para fornecer informações aos docentes, que precisam auxiliar os alunos a aprender a escrever textos. (ANDRADE, 2010, p. 09)

A autora observa ainda que, por dizer respeito à conduta, a modalização deôntica é afeta a predicações abertas para a futuridade, uma vez que se projeta para um momento posterior à manifestação da necessidade deôntica. Para Ataliba Castilho e Célia Castilho (1992, p. 207)2 , os elementos linguísticos pertencentes a essa categoria indicam que o falante “considera o conteúdo de P3 como um estado de coisas que deve, precisa ocorrer obrigatoriamente”. (CORBARI, p. 196)

  • RISSO, Mercedes; SILVA, Giselle Machline de Oliveira & URBANO, Hudinílson. Marcadores discursivos: traços definidores. Em: I.G.V. Koch (Org. 1996: 21-94).

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em duplas. A atividade em duplas proporcionará maior diálogo entre os alunos, tendo em vista as novas descobertas para esta aula. Em alguns momentos, será importante a troca de ideias e o diálogo, por isto a opção por atividades em duplas. Os alunos desta faixa etária tendem a aprender melhor trocando ideias e muitas vezes, socializando suas atividades, neste caso, a opção do atividades coletivas (em duplas) auxilia no desenvolvimento também afetivo dos alunos.
  • Apresente o tema para a turma. Esta será uma aula de exercitação e consolidação do que os alunos compreendem por elementos responsáveis pela argumentação, bem como a modalização deôntica, pertencente ao eixo da conduta, que são modalizadores discursivos deste tipo textual, a polidez e a cordialidade, além dos aspectos de coesão referencial e lexical. Para isso, é preciso que os alunos já tenham desenvolvido habilidades relacionadas a estes conteúdos.

3. Levante os conhecimentos prévios dos alunos:

  • Ao escrever uma carta de reclamação, a forma de dirigir-se ao destinatário é importante? Por quê? Sim. A forma de se dirigir ao destinatário é muito importante e revela muito da personalidade de quem escreve a carta, caso contrário, o destinatário pode não criar uma relação de confiança para com o remetente e dessa forma, comprometer a resolução do problema.
  • Que aspectos são importantes para o texto nesta forma de dirigir-se ao destinatário? O texto precisa ser escrito de forma educada, utilizando-se de uma linguagem cordial, polida, além de obedecer às regras da Norma Padrão da língua.

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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Apresente o texto 1 para a turma.
  • Proponha a leitura e análise da carta.

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  • Apresente o texto 1 para a turma.
  • Proponha a leitura e análise da carta.

Este texto apresenta desvios tanto no que se refere a organização no uso e adequação da linguagem, com relação aos elementos da argumentação, a polidez e a cordialidade, quanto a organização da estrutura do texto, a clareza e sobretudo, o uso dos recursos de coesão, tanto referencial quanto lexical.

Busque interação com os alunos, ativando sua percepção através da leitura do texto para os seguintes questionamentos:

  • O que há de estranho neste texto?
  • O que poderia ser mudado neste texto para que o interlocutor conseguisse a resolução do problema ou ganhasse credibilidade do destinatário?

Após o levantamento desses questionamentos, espera-se que os alunos cheguem às seguintes conclusões:

  • Ele apresenta uma linguagem inadequada, apesar de manter a estrutura dos elementos composicionais do gênero carta.
  • A forma como o remetente se utiliza da linguagem, o texto precisa ser mais polido e cordial, além da retirada e substituição de algumas palavras e expressões para dar maior clareza e objetividade ao texto.

Materiais complementares:

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Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Após as reflexões, leitura e análise da carta de reclamação, proponha aos alunos (em duplas), transformarem a carta lida anteriormente em uma carta mais cordial, polida e utilizar-se de elementos de coesão tanto referencial quanto lexical, evitando repetições desnecessárias.

No caderno, solicite aos alunos (ainda em duplas), a reescrita da carta, fazendo as alterações necessárias.

  • Circule pela sala, acompanhe a produção dos alunos.

Ative a percepção dos alunos para o uso adequado dos elementos coesivos, buscando também uma forma mais educada de dirigir-se ao interlocutor, respeitando a hierarquia social entre os interlocutores da carta de reclamação. O trato com a linguagem (modalização, cordialidade) neste gênero tem o objetivo de alcançar o que o remetente deseja, ou seja, conseguir que sua reclamação chegue ao responsável e o mobilize para uma solução.

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  • Estimule os alunos (em duplas) a apresentarem suas respostas para a atividade 1. É natural que os alunos apresentem diversas formas de reescrita e adequação deste texto, tendo em vista o livre uso tanto dos recursos estilísticos e argumentativos propostos pelos modalizadores discursivos, bem como dos elementos de coesão. É necessário que estas variações de respostas sejam levadas em consideração no momento da socialização. O objetivo desta atividade não é a mera correção dos usos de modalizadores e elementos coesivos, mas a versatilidade expressiva em seus usos.
  • Conclua a aula apresentando uma possível resolução para a atividade 1. Nesta etapa é necessário retomar os conceitos de polidez, cordialidade, coesão textual. Ao longo da resolução, os alunos puderam perceber o uso de elementos de coesão textual (referencial e lexical), além da adequação da linguagem, tornando mais adequada a funcionalidade das cartas de reclamação. Desperte a percepção dos alunos para a forma como eles conseguiram resolver a atividade, a título de sugestão é pedir a participação deles, oralmente, através do rápido relato de resolução da atividade, sempre intercalando com a retomada destes conceitos, a fim de garantir o fechamento da aula.

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  • Estimule os alunos (em duplas) a apresentarem suas respostas para a atividade 1. É natural que os alunos apresentem diversas formas de reescrita e adequação deste texto, tendo em vista o livre uso tanto dos recursos estilísticos e argumentativos propostos pelos modalizadores discursivos, bem como dos elementos de coesão. É necessário que estas variações de respostas sejam levadas em consideração no momento da socialização. O objetivo desta atividade não é a mera correção dos usos de modalizadores e elementos coesivos, mas a versatilidade expressiva em seus usos.
  • Conclua a aula apresentando uma possível resolução para a atividade 1. Nesta etapa é necessário retomar os conceitos de polidez, cordialidade, coesão textual. Ao longo da resolução, os alunos puderam perceber o uso de elementos de coesão textual (referencial e lexical), além da adequação da linguagem, tornando mais adequada a funcionalidade das cartas de reclamação. Desperte a percepção dos alunos para a forma como eles conseguiram resolver a atividade, a título de sugestão é pedir a participação deles, oralmente, através do rápido relato de resolução da atividade, sempre intercalando com a retomada destes conceitos, a fim de garantir o fechamento da aula.

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