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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Oralidade

Plano de aula - Roda de histórias de suspense e terror

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do Fundamental sobre rodas de história de terror e suspense como prática da oralidade

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Joice Eloi Guimarães

Sugestão de adaptação para ensino remoto

Recursos indicados
Necessário: o uso de WhatsApp ou outra plataforma de vídeo, mensagens e áudios.

Opcionais: as aulas também poderão ser feitas pelo Google Meet (tutorial disponível aqui) ou outra plataforma digital de reuniões.

Tema
Questione os alunos, via grupo de WhatsApp da turma, se conhecem a história da “Loira do banheiro”. Explique que a história da “Loira do banheiro” é uma lenda urbana e que as lendas urbanas são narrativas, em geral, curtas e transmitidas sobretudo por meio da oralidade, de boca a ouvido. Geralmente as conhecemos por meio de outras pessoas, seja no ambiente familiar ou na escola, entre amigos. Ressalte que essa lenda urbana apresenta características que visam provocar no interlocutor sensações relacionadas ao medo. Sugira que investiguem em casa, com os familiares, se conhecem versões da lenda.

Introdução
Pelo WhatsApp, explique que há várias versões da lenda da “Loira do banheiro”, as quais podem ser encontradas no ambiente virtual. Proponha um desafio à turma! Aqueles que conhecerem a história deverão criar um áudio contando-a. Instigue-os a ser criativos. Provoque-os a se reunir por chamada de vídeo ou mensagem para criar algo juntos. Peça que eles lhe surpreendam! Os áudios deverão ser postados no grupo da turma.

Desenvolvimento
Siga desafiando a turma a partir de áudios ou mensagens no WhatsApp. Peça que, a cada trio ou quarteto, indiquem no grupo o nome de uma lenda urbana que conheçam. Quando todos os grupos tiverem postado o nome de uma lenda, sugira que escolham um dos títulos para realizar a contação da história. Oriente-os a contá-las por meio de vídeo. Uma possibilidade é cada aluno do grupo contar um trecho, sendo que um representante deverá uni-los antes de encaminhar à turma. Dê orientações para que os alunos pratiquem a expressão oral: em uma história contada, eles não devem se preocupar em decorar um texto escrito, o mais importante é que eles contem a história como se lembram. Reforce que eles devem contar com suas próprias palavras e lembre-os de que as histórias que serão contadas apresentam uma característica em comum: são lendas urbanas cuja finalidade é provocar sensações relacionadas ao medo no interlocutor. É importante que, ao contá-las, os alunos se atentem para elementos que acentuam essas características, como as pausas criadoras de suspense e outros elementos que participam desse momento, por exemplo: o olhar – na hora de contar a história, é importante olhar para os colegas; os gestos  é importante deixar as mãos soltas para que elas possam se movimentar de acordo com a vontade de quem está contando, como em uma conversa; e a voz  ao contar a lenda, eles devem utilizar uma voz forte e modulada, ou seja, que tenha altos e baixos para estimular a atenção de quem ouve. Estipule um tempo limite para todas as histórias.

Fechamento
Encaminhe aos alunos um documento (Word ou PDF), via WhatsApp, avisando que agora será o momento de fazer juntos uma síntese do que é importante na produção de um texto oral. Peça que reflitam, a partir das lendas que ouviram e do desempenho de cada um, sobre as características desse texto. Lembre que, para essa reflexão, devem ter em mente as características do gênero que foi utilizado nesta aula: a lenda urbana. Utilize perguntas orientadoras (veja no plano original). Peça que os grupos escrevam suas respostas no caderno de aula para socializá-las depois com o restante da turma. A socialização se dará de acordo com a vontade e interesse de cada aluno, por WhatsApp. Porém, procure motivá-los a socializar. (Espera-se que os alunos apontem respostas como: 1. Características do gênero lenda urbana; 2. Especificidades do texto escrito e do texto oral; 3. Aspectos como postura, entonação etc.) A partir das respostas dos alunos, ressalte, por meio de áudio, elementos como os aspectos composicionais do gênero lenda urbana: sua característica de ser transmitida pela oralidade e, recentemente, pelos meios digitais; sua finalidade comunicativa de alertar para possíveis consequências de ações que não deveriam ser realizadas; tratar-se de uma história pequena que busca autenticidade por meio de fatos, locais reais, personagens conhecidos e provas. Também chame a atenção para as especificidades do texto oral trabalhadas durante esta aula e os recursos utilizados pelos alunos na prática oral, como a entonação, os gestos, a postura corporal etc.

Convite às famílias
As famílias podem ser convidadas a relatar versões da lenda da “Loira do banheiro”, caso conheçam alguma, como solicitado na primeira parte da adaptação do plano original. Os familiares também poderão auxiliar os alunos na produção dos áudios.

Sugestão Enviada Por: Michele Batista


Código: LPO8_01SQA10

(EF69LP53) Ler em voz alta textos literários diversos – como contos de amor, de humor, de suspense, de terror; crônicas líricas, humorísticas, críticas; bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros de maior extensão, como romances, narrativas de enigma, narrativas de aventura, literatura infanto-juvenil, – contar/recontar histórias tanto da tradição oral (causos, contos de esperteza, contos de animais, contos de amor, contos de encantamento, piadas, dentre outros) quanto da tradição literária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitura ou fala expressiva e fluente, que respeite o ritmo, as pausas, as hesitações, a entonação indicados tanto pela pontuação quanto por outros recursos gráfico-editoriais, como negritos, itálicos, caixa-alta, ilustrações etc., gravando essa leitura ou esse conto/reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais e ler e/ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de forma fixa (como quadras, sonetos, liras, haicais etc.), empregando os recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos necessários aos efeitos de sentido pretendidos, como o ritmo e a entonação, o emprego de pausas e prolongamentos, o tom e o timbre vocais, bem como eventuais recursos de gestualidade e pantomima que convenham ao gênero poético e à situação de compartilhamento em questão.


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