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Plano de aula - Revisando o uso do E e do I em final de palavra

POR: Isabella Patrícia Oliveira Madeira Da Silva 28/11/2018
Código: LPO2_04ATS03

2º ano / Língua Portuguesa / Atividade de Sistematização

Plano de aula alinhado à BNCC:

(EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p, b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 2º ano do EF sobre Revisando o uso do E e do I em final de palavra

 

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a terceira aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é perceber as regularidades no uso das letras E e I no final de palavras, com ênfase no E átono.

Materiais necessários: Projetor multimídia para projeção dos slides da aula. Cópia, para todos os alunos, da atividade de revisão, disponível aqui. Cópia das listas de palavras A e B, para distribuir entre as duplas, disponível aqui. Lista de apoio ao professor para organização das duplas de alunos, disponível aqui. Resolução da atividade disponível aqui. Quadro do professor. Caderno de produção textual dos alunos. Lápis e borracha.

Dificuldades antecipadas: Emprego da letra I no lugar do E por apoiarem-se na oralidade, exemplo: VERDADI. Terem dificuldade em segmentar as palavras e/ou identificarem a tonicidade das sílabas.

Referências sobre o assunto: MORAIS.;A.G. (org). O aprendizado da ortografia. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações: Leia o tema da aula e fale para os alunos:

  • O objetivo desta aula é fixar as regrinhas sobre o uso da letra E e da letra I no final das palavras. Para isso, nós vamos trabalhar com a escrita errada e intencional de algumas palavras, para que possamos analisar e discutir, relembrando as regras que podem nos ajudar a escolher usar a letra E ou a letra I do modo correto.

Tempo sugerido: 8-9 minutos

Orientações:

  • Sente as crianças em duplas pré-definidas. Há uma lista que poderá ajudar na elaboração das duplas nos materiais complementares.
  • Explique para as crianças que você trouxe o trecho de uma entrevista com o autor Maurício de Souza para lerem juntos. Relembre com a turma que para marcar a fala caipira do Chico Bento e a troca do R pelo L do Cebolinha, Maurício de Souza escreve algumas palavras de modo “errado”, do modo como ambos os meninos falam, de propósito.
  • Quem aqui conhece o Chico Bento? E o Cebolinha? Quando a gente lê a fala deles, aparece alguma coisa diferente? Alguma palavra que parece estar escrita diferente? Por quê?
  • Isso mesmo, o Cebolinha troca o R pelo L e o Chico Bento tem a fala caipira.
  • É interessante, não é? O autor Maurício de Souza escreve algumas palavras erradas de propósito para que a gente entenda que esses dois meninos falam diferente. É uma troca pensada para fazer a gente pensar sobre a fala e a escrita.
  • Vamos conhecer um pouco mais sobre a história do autor e do Chico Bento?
  • Projete a imagem do trecho da entrevista que Maurício de Souza deu ao Globo Rural no slide, ou então leia o trecho para os alunos. O link da entrevista, na íntegra, está disponível também nos materiais complementares.

  • Faça perguntas sobre o que leram:
  • Vocês sabiam que o Maurício de Souza, criador do Chico Bento e de toda a Turma da Mônica, se inspirou nele mesmo quando era criança para criar o Chico Bento? Ele morava no interior, numa cidade em que muita gente falava como o Chico Bento. Não é legal?
  • O Maurício de Souza gostava de falar o caipirês, muitas vezes falando errado de propósito, para que as pessoas caipiras entendessem tudo o que ele estava falando.
  • Ele também disse, na entrevista ao Globo Rural, que faz questão de ver se nos gibis estão escrevendo o caipirês do Chico Bento. Sem esquecer de que, quando o Cebolinha fala, o autor faz questão de escrever Rato como Lato para mostrar que o menino vive trocando o R pelo L.
  • Agora, imagine se você também tivesse que escolher algumas palavras para escrever errado de propósito, trocar algumas letras, para brincar com seus amigos, ou talvez, até para criar um personagem para um livro? Vocês vão treinar isso hoje!
  • Diga que muitas vezes nós também pronunciamos as palavras de modo que pode confundir como se escreve corretamente, pois a fala nem sempre é exatamente a reprodução fiel da escrita, assim como a escrita também não é a reprodução fiel da fala, pois a fala é mais dinâmica e flexível. Relembre que em algumas palavras acontece de trocarmos o E pelo I, como quando falamos a palavra ABACATI e que tem uma explicação para o E sair com som de I, que tem a ver com as sílabas fortes e as fracas das palavras. Mas que, mesmo sendo comum, é importante saber escrever do modo correto e relembrar as regrinhas.

  • Saliente que o objetivo da aula é refletir sobre essas trocas, sobre como podemos pensar na escrita das palavras a partir dos erros e lembrar das regrinhas que nos ajudam a saber se no final da palavra usamos E ou I.

  • Explique que você vai escrever duas palavras no quadro e espera que eles ajudem você a identificar se há erro, pois terão de fazer isso na atividade seguinte e explicar o porquê acreditam que aquela palavra está errada.
  • Escreva SABONETI e ABACAXE no quadro. Peça que as crianças tentem identificar se há erro. Relembre com eles o que já aprenderam sobre o uso do E e do I. Caso esteja usando o conjunto de 3 aulas, peça para que olhem no caderno e resgatem o que aprenderam nas atividades anteriores, pois fizeram o registro.
  • Caso vá trabalhar com essa aula isolada, explique para as crianças que, quando o E não está na sílaba mais forte da palavra ele pode sair com o som mais fraco e fica parecido com o som do i. Escreva PENTE no quadro e, com a ajuda das crianças, separe a palavra em sílabas (PEN-TE), descubra qual sílaba é a mais forte (PEN), fale a palavra para que as crianças percebam que a sílaba TE, que é a mais fraca, quando falamos fica com som de TI.

  • Volte para as palavras escritas no quadro e pergunte:
  • E aí, conseguiram identificar o erro? Isso mesmo, é sabonete e abacaxi. E como nós poderíamos explicar para alguém que não sabe?
    Ouça as crianças, elogie-as e vá escrevendo no quadro as dicas acertadas que forem levantando.
  • Exemplifique também como você daria a explicação do erro:
  • Olha, eu acredito que a palavra Sabonete está escrita errada. Acho que ela não termina com I, termina com E, por causa da sílaba forte. A sílaba forte dela é o NE. (Chame a palavra e encontre a sílaba forte, circulando-a). Quando a penúltima sílaba é a mais forte o som do E da última sílaba sai mais fraco mesmo. Quando a sílaba mais forte não é a última, quase sempre se escreve com E no final.
  • ABACAXE também está errado. Vou achar a sílaba mais forte dela. Tá vendo, é o XI. Se a sílaba com som de I tem o som mais forte, ela é escrita com I e não com o E, pois o E com som de I é assim porque ele está na sílaba mais fraca e não na mais forte. Se é a mais forte, é a letra I mesmo.
  • Muito bem, agora que vocês pegaram o espírito da coisa, eu tenho um desafio para vocês.

Materiais complementares: Entrevista completa, disponível aqui, no site do Globo Rural (último acesso em 24 de setembro de 2018). Lista para a formação das duplas disponível aqui.

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações: 1º parte 25 minutos

  • Explique para a turma que nas próximas atividades, eles devem exercitar bastante a reflexão, pensando bem antes de tomar decisões, buscando fazer boas escolhas, procurar argumentar bem e saber pedir ajuda quando sentir que é necessário. Entregue para cada aluno uma folha da atividade, disponível nos materiais complementares.

  • Entregue, em seguida, para um aluno da dupla, a lista A de palavras; para o outro aluno, entregue a lista B, em cada uma dessas listas há 5 palavras, todas terminadas em E ou I. As palavras da lista A são diferentes da lista B, porém, elas são semelhantes em sua composição silábica e isso será explorado durante a atividade para exercitarem também a consciência fonológica, tão importante nos primeiros anos.

  • O desafio agora é que essas duplas se separem por um momento, pois cada um deverá reescrever essas palavras da listinha, mas escolher 2 dessas palavras para estarem escritas de modo errado, propositadamente, enquanto as outras estejam certas, na atividade 1 da folha, na primeira coluna. Mostre para as crianças a coluna que deve ser usada neste primeiro momento, saliente que a 2º coluna da mesma atividade só será utilizada depois e, quando chegar o momento, você avisará.

  • Explique que todas essas palavras terminam em E ou I e é isso que pode ser alterado, pois é isso que estão estudando nesta aula. Então, eles podem escolher 2 dessas palavras para alterar a letra final: se for terminada em E, ele deve escrever com I; se for terminada em I, deve escrever com E, como no exemplo dado e escrito no quadro (ABACAXE e SABONETI). Peça para que pensem bem quais palavras seriam mais difíceis de se descobrir o erro, das que estão na lista que recebeu, e coloque-as misturadas às palavras escritas certas na lista em branco, na primeira coluna. Dê aproximadamente 5 minutos para que escrevam.

  • Quando terminarem, as duplas devem voltar a se sentarem juntas. As crianças devem mostrar para seus pares a lista que escreveram na folha da atividade, sem deixar que olhem para a lista certa do papelzinho, e, com base no que aprenderam, seus pares devem tentar identificar quais palavras foram escritas de modo errado. Essa identificação pode ser feita assim:
  • Peça para que apontem para as palavras ou marque-as com o lápis, e demonstrem por que a escrita está errada, criando uma explicação real e convincente. A correção nesse momento será somente oral e explicativa entre as duplas.
  • Relembre com eles a sua explicação inicial sobre ABACAXE e SABONETI e diga que você espera que façam o mesmo.
  • O aluno que fez a lista pode argumentar e questionar e, caso a escolha da correção do amigo esteja errada, ele pode mostrar o papel inicial e também explicar, sempre com o intuito de aprimorar o conhecimento do colega e sua própria habilidade de reflexão e argumentação.
  • Peça para que falem, como se lembrarem, das regrinhas que aprenderam sobre o uso do E e do I, a relação com a sílaba forte, para que circulem a sílaba forte durante a discussão, etc., que se valham de diversos recursos para enriquecer o momento da análise.

  • Preste atenção na interação das crianças, circule entre elas para garantir que estão realmente discutindo sobre a escrita das palavras, intervenha se necessário.

  • Se preciso, dê mais exemplos para as crianças de como formularem um bom argumento, relembrando o que já viram no início da aula / ou nas aulas anteriores.

  • Peça exemplos, de modo que duplas aleatórias falem quais foram suas escolhas. Você pode escrevê-las no quadro e perguntar ao par dessa criança se foi fácil descobrir, que argumentos usou, etc. Ou, caso ache mais interessante, pode pedir para que sejam os alunos a irem até o quadro escrever a palavra errada, e então outros apontem o erro e expliquem por que acham que está errado. Encoraje-os e os elogie a cada participação.

  • Corrija com eles a escrita de todas as palavras para que elas estejam todas escritas corretamente para a próxima atividade.

Materiais complementares: Cópias com as atividades para todos os alunos disponível aqui. Cópia das listas de palavras A e B para serem distribuídas entre as duplas disponível aqui. Resolução da atividade disponível aqui.

Orientações:

  • Agora, peça para que comparem a sua lista com a lista do seu par. Neste primeiro momento, peça que peguem a lista inicial que receberam (lista A e lista B, com as palavras impressas de forma correta). Explique que são palavras diferentes, mas que têm algumas semelhanças. Desafie-os:
  • Pessoal, se vocês analisarem as duas listas, a lista A e a lista B, descobrirão que as palavras, mesmo sendo diferentes, têm algumas semelhanças. Pode ser que elas rimem, ou tenham a mesma quantidade de sílabas e pode ser que terminem ou comecem com a mesma sílaba. Vamos descobrir que semelhanças são essas?

  • Se necessário, dê uma dica inicial:
  • Olhe a palavra ALEGRE da lista A. Vamos tentar identificar quantas sílabas ela tem? Vamos falar pausadamente e ver quantas vezes mexemos os lábios e abrimos a boca. Podemos contar nos dedos também. Vamos lá: A-LE-GRE, isso mesmo, tem 3 sílabas.
  • Ela termina com que sílaba? Há alguma palavra da lista B que termina com a mesma sílaba? Isso mesmo, é MILAGRE. Vamos contar as sílabas? Olha, a palavra milagre tem 3 sílabas também.
  • Na folha da atividade que receberam, tem uma outra coluna ao lado da que vocês preencheram, não tem? O que acham de escrevermos as palavras que têm alguma semelhança na frente da outra para termos as palavras de ambas as listas registradas na atividade? Quem está com a lista em que já está escrito ALEGRE, escreva na coluna em branco, do lado direito e na mesma linha da palavra ALEGRE, a palavra MILAGRE. Se a palavra ALEGRE for a palavra nº1 da sua lista 1, a palavra MILAGRE também deve ficar na linha nº1 da 2º coluna, ok? Quem está com a lista com a palavra MILAGRE deve escrever na coluna ao lado a palavra ALEGRE. Qual é a sílaba mais forte nas duas? Isso mesmo, a penúltima. Qual é? LE em ALEGRE e LA em MILAGRE. Vamos passar um traço embaixo da sílaba mais forte de cada palavra?
  • Exemplifique o que está explicando, no quadro, faça rapidamente a tabela e coloque no item 1 das colunas 1 e 2 as palavras ALEGRE e MILAGRE, para garantir que todas as crianças entendam o que se está pedindo. Essa tabela poderá ser usada para a correção da atividade descrita no item 3, abaixo.
  • Vou dar 5 minutos e deixar vocês tentarem sozinhos as outras palavras.
  • Quando terminarem, nós vamos compartilhar e ver se todo mundo conseguiu identificar, além de conferir todas as descobertas sobre essas palavras.

3. Ao compartilharem as palavras que ficaram em pares, peça para que expliquem o porquê. Pergunte quantas sílabas, qual é a sílaba mais forte, etc. Vá registrando tudo no quadro e explorando todas as descobertas. Relembre com a turma que as palavras terminadas em I tem o I na sílaba mais forte, que é quase sempre assim. Relembre que o E com som de I nunca está na sílaba mais forte, que é sempre assim também. Peça para que se atentem a isso para identificar mais facilmente os erros na próxima atividade. Nos materiais complementares, há a resolução da atividade com todas as palavras escritas na lista, já com a sílaba tônica destacada também. A seguir, algumas sugestões para trabalhar com todas essas palavras, levando as crianças a fazerem uma análise minuciosa:

  • GENTE tem alguma semelhança com qual palavra da outra lista? Isso mesmo, com a palavra DENTE. Quantas sílabas elas têm? Muito bem, ambas têm duas sílabas. Qual a sílaba mais forte de GENTE? GEEEEEN-TE… é GEN. E de Dente? DEEEEN-TE? Isso, é DEN. A última sílaba não é a mais forte, por isso o E sai com som fraco, parecendo de I. E vocês notaram mais alguma coisa nessas duas palavras? Elas têm quantas letras iguais? Isso mesmo, 4 letras iguais, só muda a primeira letra.
  • ALEGRE e MILAGRE já estão exemplificadas acima.
  • AMBIENTE tem alguma semelhança com qual palavra? Exato, com ALIMENTE. Vamos contar as sílabas? AM-BI-EN-TE. 4 sílabas. Qual a mais forte? AMBIEEENTE… é a sílaba EN. E ALIMENTE? A-LI-MEN-TE. Também tem 4 sílabas. Qual a mais forte? MEN. O que mais essas palavras têm em comum? Elas rimam, não é mesmo? Ambas terminam com ENTE.
  • JABUTI tem semelhanças com alguma palavra? Isso mesmo com JAVALI. Por quê? Quantas sílabas elas têm? Muito bem, têm 3 sílabas em cada. E o que mais? Ambas começam com JA. E qual a sílaba mais forte? A última nas duas palavras! Não é à toa que elas terminam com I, não é mesmo? Se lembram da regrinha? Quando a sílaba mais forte for a última, com som de I, é sempre escrita com I.
  • CAQUI combina com DAQUI por quê? Quantas sílabas elas têm? Muito bem, 2 sílabas. Qual a sílaba mais forte? QUI, isso mesmo. Ambas as palavras têm a última sílaba igual. E na primeira sílaba das duas, tem alguma semelhança? As duas têm a letra A, só muda a letra inicial. Assim como em DENTE e GENTE, não é mesmo?

Orientações: Esta 2º parte deve durar aproximadamente 10 minutos

  • Leia com as crianças a atividade 2 da folha.

  • Faça o ditado do recado. Nos materiais complementares há a resolução com o texto completo para ser ditado. Quando terminar, dê um a dois minutos para as crianças e peça para que elas aproveitem este momento para ler e revisar as palavras escritas por elas.

  • Tenha o texto lacunado no quadro, seja escrito ou impresso. Peça para que ditem as palavras que escreveram no espaço lacunado, dizendo como devem ser escritas corretamente.

  • Vá escrevendo no quadro conforme as crianças forem ditando, fazendo perguntas.
  • Essa palavra se escreve como? Papai ou Papae? Isso mesmo, é papai. Alguém colocou diferente? Quantas sílabas essa palavra tem? Isso mesmo, tem duas. Qual é a mais forte? Vamos chamá-la?
  • Como eu escrevo parque? Com e ou com i? Qual é a sílaba mais forte de parque? Vamos chamar a palavra e descobrir? Isso mesmo, é PAR. Conforme for escrevendo, pause e pergunte se todos concordam que aquela palavra é com E ou com I, se alguém escreveu diferente, ouça o que as crianças tenham a dizer, faça a explicação com base na sílaba tônica, peça para que as crianças façam o mesmo no seu texto reescrito, marcando a sílaba mais forte da palavra.

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Repasse com as crianças todos os conceitos que aprenderam durante as aulas.
  • Bom, pessoal, o que vocês acharam? Foi fácil ou difícil identificar os erros?
  • Algumas dessas palavras vocês não conheciam?
  • Vocês acham que se saíram bem quando tiveram que argumentar com o colega? Foi uma conversa produtiva?
  • E a análise das semelhanças das palavras? É interessante analisar as partes das palavras desse modo?
  • E no momento do ditado das palavras do recado? Algumas dúvidas surgiram sobre o uso do E e do I? Vocês tentaram aplicar as regrinhas que aprenderam? Erraram a escrita de algumas palavras?
  • Acreditam que é possível aprender analisando os erros?

  • Estimule as crianças a compartilharem o que mais gostaram e suas maiores dificuldades.

  • Recolha a atividade e se atente aos registros das duplas, relembre como foi a interação e faça seu próprio registro da percepção que teve sobre cada interação entre as duplas, o desempenho de cada aluno e analise se é necessário alguma intervenção geral ou individualizada.

  • Uma outra opção é não fazer a correção com a sala da atividade 2 e utilizá-la para analisar se as crianças compreenderam bem os conceitos, perceber se há algum erro mais comum, etc.

Materiais complementares: Caderno de produção textual, lápis, borracha. Quadro.

Este plano de aula foi produzido pelo Time de Autores NOVA ESCOLA
Professor-autor: Isabella Patrícia Oliveira Madeira da Silva
Mentor: Gislaine Magnabosco
Especialista: Tânia Rios
Título da aula: Revisando o uso do E e do I em final de palavra
Finalidade da aula: Resgatar e fixar os conceitos aprendidos sobre as regularidades contextuais do uso do E e do I em final de palavras, utilizando-se da análise da transgressão ortográfica intencional
Ano: 2º ano do Ensino Fundamental
Objeto(s) do conhecimento: Construção do sistema alfabético
Prática de linguagem: Análise linguística e semiótica
Habilidade(s) da BNCC: EF02LP03
Esta é a terceira  aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. Recomendamos o uso desse plano em sequência.  

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