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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Estrutura composicional dos mitos

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Estrutura composicional dos mitos

Plano 04 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Matheus Seiji Bazaglia Kuroda

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É recomendável que os alunos já tenham conhecimento sobre o gênero mito para que consigam desenvolver e potencializar os resultados das atividades propostas neste plano de aula.

Materiais necessários:

  • Computador, projetor e tela.
  • Material para escrita (caderno, lápis, borracha etc.).
  • Cópias do texto: “A lenda do Uirapuru, o pássaro mágico que traz muita sorte”, disponível em: https://www.xapuri.info/cultura/mitoselendas/o-uirapuru/. Acesso em: 8 set. 2018.
  • Cópias dos texto: LISBOA, H. A vitória-régia. In: _______. Literatura oral para a infância e a juventude: lendas, contos e fábulas populares no Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2002. p. 65.
  • Cópias do texto: “Mani: A lenda da Mandioca”, disponível em: : http://www.xapuri.info/cultura/mitoselendas/mani-lenda-da-mandioca. Acesso em: 8 set. 2018.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldade em perceber os sentidos objetivos e subjetivos dos adjetivos, porque muitos poderão não ter conhecimento prévio sobre o assunto, bem como sensibilidade para perceber os efeitos de sentido que, muitas vezes, são sutis.

Referências sobre o assunto:

GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. São Paulo: Ática, 1991.

JESUS, L. M.; BRANDÃO, H.N. Mito e tradução indígena. In.: BRANDÃO, H.N. (coord.) Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção aprender e ensinar com textos; v.5), p.47 a 84.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 min.

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: leitura de mitos sobre “O personagem e o espaço das narrativas míticas”. Nesta aula, será feita a análise da construção dos personagens e do espaço de uma narrativa mitológica por meio da leitura de dois mitos indígenas, observando a adjetivação. Trata-se de um conjunto de atividades pensadas para que o aluno consiga perceber os adjetivos como modi?cadores, percebendo sua função na caracterização dos espaços, personagens e ações próprios do gênero mito.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. O diálogo constante, em sala de aula, ajudará na troca de informações e conhecimentos; além disso, poderá construir momentos de debates e argumentação para que os alunos, a partir da dialética, consigam chegar em uma conclusão sobre as atividades e sobre a aula.
  • Em uma discussão, proponha uma série de questionamentos aos alunos para que eles discutam em seus grupos: “Como são os personagens mitológicos da tradição indígena? Como é o lugar onde esses personagens vivem?”. Garanta o tempo necessário para que eles possam resgatar seus conhecimentos prévios sobre o assunto, buscando informações dentro de seu repertório de conhecimento.
  • Depois disso, peça que um aluno de cada grupo conte para a turma as respostas debatidas para estes questionamentos.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Anuncie que, agora, serão lidos dois mitos indígenas. Para ter acesso aos textos, clique aqui.
  • Imprima, entregue um texto para cada grupo e peça que, coletivamente, iniciem uma leitura compartilhada.
  • Após a leitura, em uma atividade oral, dentro do grupo, peça que os alunos observem as palavras grifadas no texto, apontando o que elas têm em comum dentro da narrativa, respondendo à pergunta: “Observe as palavras grifadas no texto: qual é a função delas?”.
  • Na discussão oral, os alunos deverão chegar à conclusão de que se tratam de palavras com funções de descrever os personagens, as suas ações e o espaço. Não se espera, neste momento, embora possa acontecer, que os alunos usem a palavra “adjetivos”. Circule pela sala e verifique se os grupos estão discutindo corretamente. Caso contrário, caso algum grupo não consiga desenvolver uma resposta conveniente ao questionamento oral, faça intervenções, mostrando como os adjetivos se referem a outras palavras. A ideia desta atividade é reconhecer/perceber a regularidade deste conceito gramatical dentro do gênero mito, sem trazer muitas explicações teóricas.
  • Depois da discussão, para garantir o entendimento do assunto por todos da classe, faça uma breve explicação sobre a função destas palavras: descrever personagens e o espaço. Pode citar, para facilitar o entendimento por parte dos alunos, um exemplo de cada texto. Não faça muitas explicações linguísticas sobre os adjetivos (os alunos descobrirão, durante a aula, sobre a regularidade deste tópico gramatical), bem como evite o uso do termo “adjetivo” (deixe isto para o final da aula).
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois de ter reconhecido a função das palavras grifadas dentro do texto, peça que os alunos separem as palavras grifadas no texto lido em duas atividades (a primeira para distinguir as características físicas das psicológicas; a segunda para separar as características objetivas das subjetivas) e, em seguida, analisem as escolhas dos adjetivos e seus sentidos (se são genéricas ou se seus significados são brandos ou fortes). Para isso, acesse o material disponível aqui, o qual poderá ser impresso e entregue às duplas. Caso prefira, com o auxílio do projetor, deixe este slide projetado e peça aos alunos que, consultando o texto para verificar as palavras grifadas, respondam a atividade no caderno.
  • Enquanto os alunos estiverem resolvendo as atividades, é importante que o professor circule pelos grupos, observando a interação que acontece entre alunos, podendo, quando for conveniente, tecer comentários específicos e fornecer pistas para estimular as discussões, sem dar respostas prontas.
  • Podem acontecer casos em que algum grupo não consiga diferenciar características objetivas e subjetivas. Caso julgue necessário, antes do início desta atividade, explique a diferença entre objetividade (características mais focadas à realidade e ao contexto, fazendo descrições sem criar juízos de valores) e subjetividade (características que varia de acordo com o julgamento de cada pessoa, criando juízos de valores). Para auxiliar, exemplifique a sua explicação a partir de elementos do cotidiano dos alunos (descreva a sala de aula objetiva e subjetivamente, por exemplo, fazendo anotações no quadro).
  • Quando finalizarem as atividades, peça que um aluno de cada grupo exponha as suas respostas, fazendo, também, uma breve síntese sobre o texto lido, fornecendo condições para que todos conheçam os mitos lidos por cada grupo.
  • Faça correções quando necessário. Aproveite os comentários dos próprios alunos para fornecer possibilidades para que, quando alguém trouxer uma resposta equivocada, repense a atividade e, consequentemente, a sua própria resposta (provoque uma reflexão).
  • Registre as respostas no quadro.
  • O objetivo destas atividades é fazer com que os alunos percebam a regularidade dos adjetivos no mitos. Comparando as respostas dadas por todos os grupos, eles poderão perceber a preferência do uso de características mais genéricas para descrever fisicamente os espaços e os personagens mitológicos, diferenciando da descrição de outros gêneros narrativos. Em outros gêneros, a descrição é mais detalhada (com orações subordinadas adjetivas, com locuções adjetivas extensas, fornecendo detalhes minuciosos etc.), com descrições físicas, sociais e psicológicas. Além disso, os alunos poderão perceber como o uso dos adjetivos subjetivos enaltece os personagens, idealizando-os.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 18 minutos.

Material Complementar:

  • Para entender como funciona a descrição de personagens em textos narrativos por meio dos adjetivos, leia o artigo “A expressividade do adjetivo no conto O primeiro beijo, de Clarice Lispector: uma proposta para um ensino produtivo de língua materna”, de Bianco e Fernandes, disponível aqui. O texto mostra, a partir da Estilística, analisando um conto de Clarice Lispector, como a escolha dos adjetivos contribuem para a caracterização dos personagens e, além disso, criam uma atmosfera envolvente na narrativa. O entendimento deste assunto, por parte do professor, permitirá um maior aprofundamento sobre o tema e, também, ao comparar os gêneros (mito e conto), poderá ser analisado o contraste que existe entre os diferentes mecanismos de caracterização dos personagens desses gêneros, sendo que a adjetivação do conto é mais detalhada e apresenta maior expressividade.

Respostas esperadas/ desejáveis:

  • Para ter acesso às respostas, clique aqui.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos façam uma síntese da aula, apontando três regularidades linguísticas dos usos dos adjetivos (lembrando que, durante a aula, não é necessário o uso deste termo) observáveis a partir da leitura dos mitos.
  • Ao final, quando todos finalizarem essas atividades, peça que os alunos exponham as suas respostas, garantindo a participação de textos.
  • Ao verificar as respostas, faça correções, quando necessário. Atente-se aos casos em que houver generalizações errôneas, desconstruindo esses equívocos. Registre as respostas no quadro.
  • Diga aos alunos que essas palavras são chamadas, pela gramática tradicional, de adjetivos.

Respostas esperadas/ desejáveis:

  • Os alunos poderão elencar várias regularidades sobre as escolhas de adjetivos nos textos mitológicos, entre as quais: o recorrente uso de adjetivos fortes, algumas vezes flexionados no grau superlativo, para descrever os personagens; não há uma descrição minuciosa dos elementos físicos dos personagens e espaço nos mitos, apresentando, na maioria das vezes, informações mais genéricas; a escolha dos adjetivos psicológicos e subjetivos reforçam a grandiosidade - idealizada - dos personagens mitológicos.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É recomendável que os alunos já tenham conhecimento sobre o gênero mito para que consigam desenvolver e potencializar os resultados das atividades propostas neste plano de aula.

Materiais necessários:

  • Computador, projetor e tela.
  • Material para escrita (caderno, lápis, borracha etc.).
  • Cópias do texto: “A lenda do Uirapuru, o pássaro mágico que traz muita sorte”, disponível em: https://www.xapuri.info/cultura/mitoselendas/o-uirapuru/. Acesso em: 8 set. 2018.
  • Cópias dos texto: LISBOA, H. A vitória-régia. In: _______. Literatura oral para a infância e a juventude: lendas, contos e fábulas populares no Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2002. p. 65.
  • Cópias do texto: “Mani: A lenda da Mandioca”, disponível em: : http://www.xapuri.info/cultura/mitoselendas/mani-lenda-da-mandioca. Acesso em: 8 set. 2018.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldade em perceber os sentidos objetivos e subjetivos dos adjetivos, porque muitos poderão não ter conhecimento prévio sobre o assunto, bem como sensibilidade para perceber os efeitos de sentido que, muitas vezes, são sutis.

Referências sobre o assunto:

GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. São Paulo: Ática, 1991.

JESUS, L. M.; BRANDÃO, H.N. Mito e tradução indígena. In.: BRANDÃO, H.N. (coord.) Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção aprender e ensinar com textos; v.5), p.47 a 84.

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Tempo sugerido: 2 min.

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: leitura de mitos sobre “O personagem e o espaço das narrativas míticas”. Nesta aula, será feita a análise da construção dos personagens e do espaço de uma narrativa mitológica por meio da leitura de dois mitos indígenas, observando a adjetivação. Trata-se de um conjunto de atividades pensadas para que o aluno consiga perceber os adjetivos como modi?cadores, percebendo sua função na caracterização dos espaços, personagens e ações próprios do gênero mito.
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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. O diálogo constante, em sala de aula, ajudará na troca de informações e conhecimentos; além disso, poderá construir momentos de debates e argumentação para que os alunos, a partir da dialética, consigam chegar em uma conclusão sobre as atividades e sobre a aula.
  • Em uma discussão, proponha uma série de questionamentos aos alunos para que eles discutam em seus grupos: “Como são os personagens mitológicos da tradição indígena? Como é o lugar onde esses personagens vivem?”. Garanta o tempo necessário para que eles possam resgatar seus conhecimentos prévios sobre o assunto, buscando informações dentro de seu repertório de conhecimento.
  • Depois disso, peça que um aluno de cada grupo conte para a turma as respostas debatidas para estes questionamentos.

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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Anuncie que, agora, serão lidos dois mitos indígenas. Para ter acesso aos textos, clique aqui.
  • Imprima, entregue um texto para cada grupo e peça que, coletivamente, iniciem uma leitura compartilhada.
  • Após a leitura, em uma atividade oral, dentro do grupo, peça que os alunos observem as palavras grifadas no texto, apontando o que elas têm em comum dentro da narrativa, respondendo à pergunta: “Observe as palavras grifadas no texto: qual é a função delas?”.
  • Na discussão oral, os alunos deverão chegar à conclusão de que se tratam de palavras com funções de descrever os personagens, as suas ações e o espaço. Não se espera, neste momento, embora possa acontecer, que os alunos usem a palavra “adjetivos”. Circule pela sala e verifique se os grupos estão discutindo corretamente. Caso contrário, caso algum grupo não consiga desenvolver uma resposta conveniente ao questionamento oral, faça intervenções, mostrando como os adjetivos se referem a outras palavras. A ideia desta atividade é reconhecer/perceber a regularidade deste conceito gramatical dentro do gênero mito, sem trazer muitas explicações teóricas.
  • Depois da discussão, para garantir o entendimento do assunto por todos da classe, faça uma breve explicação sobre a função destas palavras: descrever personagens e o espaço. Pode citar, para facilitar o entendimento por parte dos alunos, um exemplo de cada texto. Não faça muitas explicações linguísticas sobre os adjetivos (os alunos descobrirão, durante a aula, sobre a regularidade deste tópico gramatical), bem como evite o uso do termo “adjetivo” (deixe isto para o final da aula).
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

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Orientações:

  • Depois de ter reconhecido a função das palavras grifadas dentro do texto, peça que os alunos separem as palavras grifadas no texto lido em duas atividades (a primeira para distinguir as características físicas das psicológicas; a segunda para separar as características objetivas das subjetivas) e, em seguida, analisem as escolhas dos adjetivos e seus sentidos (se são genéricas ou se seus significados são brandos ou fortes). Para isso, acesse o material disponível aqui, o qual poderá ser impresso e entregue às duplas. Caso prefira, com o auxílio do projetor, deixe este slide projetado e peça aos alunos que, consultando o texto para verificar as palavras grifadas, respondam a atividade no caderno.
  • Enquanto os alunos estiverem resolvendo as atividades, é importante que o professor circule pelos grupos, observando a interação que acontece entre alunos, podendo, quando for conveniente, tecer comentários específicos e fornecer pistas para estimular as discussões, sem dar respostas prontas.
  • Podem acontecer casos em que algum grupo não consiga diferenciar características objetivas e subjetivas. Caso julgue necessário, antes do início desta atividade, explique a diferença entre objetividade (características mais focadas à realidade e ao contexto, fazendo descrições sem criar juízos de valores) e subjetividade (características que varia de acordo com o julgamento de cada pessoa, criando juízos de valores). Para auxiliar, exemplifique a sua explicação a partir de elementos do cotidiano dos alunos (descreva a sala de aula objetiva e subjetivamente, por exemplo, fazendo anotações no quadro).
  • Quando finalizarem as atividades, peça que um aluno de cada grupo exponha as suas respostas, fazendo, também, uma breve síntese sobre o texto lido, fornecendo condições para que todos conheçam os mitos lidos por cada grupo.
  • Faça correções quando necessário. Aproveite os comentários dos próprios alunos para fornecer possibilidades para que, quando alguém trouxer uma resposta equivocada, repense a atividade e, consequentemente, a sua própria resposta (provoque uma reflexão).
  • Registre as respostas no quadro.
  • O objetivo destas atividades é fazer com que os alunos percebam a regularidade dos adjetivos no mitos. Comparando as respostas dadas por todos os grupos, eles poderão perceber a preferência do uso de características mais genéricas para descrever fisicamente os espaços e os personagens mitológicos, diferenciando da descrição de outros gêneros narrativos. Em outros gêneros, a descrição é mais detalhada (com orações subordinadas adjetivas, com locuções adjetivas extensas, fornecendo detalhes minuciosos etc.), com descrições físicas, sociais e psicológicas. Além disso, os alunos poderão perceber como o uso dos adjetivos subjetivos enaltece os personagens, idealizando-os.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 18 minutos.

Material Complementar:

  • Para entender como funciona a descrição de personagens em textos narrativos por meio dos adjetivos, leia o artigo “A expressividade do adjetivo no conto O primeiro beijo, de Clarice Lispector: uma proposta para um ensino produtivo de língua materna”, de Bianco e Fernandes, disponível aqui. O texto mostra, a partir da Estilística, analisando um conto de Clarice Lispector, como a escolha dos adjetivos contribuem para a caracterização dos personagens e, além disso, criam uma atmosfera envolvente na narrativa. O entendimento deste assunto, por parte do professor, permitirá um maior aprofundamento sobre o tema e, também, ao comparar os gêneros (mito e conto), poderá ser analisado o contraste que existe entre os diferentes mecanismos de caracterização dos personagens desses gêneros, sendo que a adjetivação do conto é mais detalhada e apresenta maior expressividade.

Respostas esperadas/ desejáveis:

  • Para ter acesso às respostas, clique aqui.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos façam uma síntese da aula, apontando três regularidades linguísticas dos usos dos adjetivos (lembrando que, durante a aula, não é necessário o uso deste termo) observáveis a partir da leitura dos mitos.
  • Ao final, quando todos finalizarem essas atividades, peça que os alunos exponham as suas respostas, garantindo a participação de textos.
  • Ao verificar as respostas, faça correções, quando necessário. Atente-se aos casos em que houver generalizações errôneas, desconstruindo esses equívocos. Registre as respostas no quadro.
  • Diga aos alunos que essas palavras são chamadas, pela gramática tradicional, de adjetivos.

Respostas esperadas/ desejáveis:

  • Os alunos poderão elencar várias regularidades sobre as escolhas de adjetivos nos textos mitológicos, entre as quais: o recorrente uso de adjetivos fortes, algumas vezes flexionados no grau superlativo, para descrever os personagens; não há uma descrição minuciosa dos elementos físicos dos personagens e espaço nos mitos, apresentando, na maioria das vezes, informações mais genéricas; a escolha dos adjetivos psicológicos e subjetivos reforçam a grandiosidade - idealizada - dos personagens mitológicos.
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