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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Produção de textos

Plano de aula - A formação do grupo teatral: uma construção do trabalho em equipe

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do Ensino Fundamental sobre pensar a preparação das esquetes e conduzir as etapas de um ensaio. Proporcionar uma reflexão sobre o trabalho em equipe, o respeito, a convivência e a ética.

Plano 15 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Carolina Silva

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos; ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 15ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero textual dramático (comédias) e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte de uma sequência de atividades voltada para texto dramático, teatro e humor.

Informações sobre o Gênero: Texto dramático (comédias): produção artístico-literária que, reunindo texto e espetáculo, organiza e estrutura o humor dentro de uma apresentação, por meio dos elementos/momentos da narrativa e sequências dialogais. É irreverente, retrata o cotidiano e as pessoas comuns. Seu objetivo é entreter, provocando o riso do espectador e ampliando seu imaginário, levando-o a uma maior compreensão da realidade.

Materiais necessários: a primeira versão do texto dramático produzido pelos alunos; bloco de notas para que eles registrem o planejamento de suas esquetes e os materiais necessários à encenação, em data posterior.

Dificuldades antecipadas: os alunos podem ter pouca familiaridade com o teatro ou mesmo nunca terem assistido a uma peça. Desse modo, alguns podem apresentar limitações nas execuções das atividades, razão pela qual o professor deve respeitar a capacidade dos estudantes e evitar julgamentos positivos X negativos. No que diz respeito à construção do ensaio e à avaliação da performance nessa tarefa, os grupos podem não perceber se alcançaram ou não os objetivos previstos.

Referências no assunto:

SPOLIN, Viola. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2014/2014_unespar-curitibaii_arte_pdp_marcelo_cabarrao_santos.pdf Acesso em: 16 dez 2018.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Peça que a turma se divida em grupos (os mesmos selecionados para trabalho com as esquetes) e inicie as seguintes reflexões:
  • Vimos que o texto dramático é um gênero que serve de apoio a uma apresentação teatral. Por isso, ele costuma fornecer várias indicações para que o espetáculo se concretize. Isso, somente, basta para sustentar uma apresentação? Por quê? (Não. O texto, sozinho, não constrói a cena, já que uma peça de teatro, quando encenada, pode contar com vários outros recursos que intensificam seus sentidos e agem sobre as emoções e recepções da plateia, por ex: iluminação, sons, cenários, caracterizações etc.)
  • Pode-se afirmar que o trabalho em equipe é fundamental para a organização de um espetáculo teatral? (Sim. A peça de teatro ergue-se sob o apoio mútuo de vários profissionais com diferentes incumbências, a fim de que cada recurso seja um elemento construtor da encenação)
  • Agora, apresente o tema da aula, esclarecendo que, neste encontro, trabalharemos com a formação de grupos teatrais, cuja tarefa será a de pensar a organização das esquetes, por meio de um trabalho em equipe, e a vivência de várias etapas de um ensaio.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em grupos já formados previamente para a distribuição dos papéis que os alunos deverão desempenhar na apresentação teatral. Como cada discente pode apresentar uma habilidade diferente dos colegas e pode não haver personagens para todos encenarem, você pode sugerir que tal escolha se dê pela seguinte dinâmica, seguindo as orientações abaixo:
  • Em grupos, cada integrante deverá manifestar seu interesse em um papel da peça ou função fora da cena. (Os alunos que não vão encenar podem assumir funções de suporte à apresentação, como: figurinistas, contrarregras, sonoplastas etc.).
  • Os alunos interessados na encenação deverão improvisar uma cena envolvendo os personagens que lhes apetecem. Após isso, o grupo deverá se reunir para uma roda de conversa sobre a performance dos colegas no teste. Os interessados nos papéis colaborarão com a discussão, fazendo uma autoavaliação. (É importante que você analise esse processo, indicando os aspectos mais pertinentes para a atribuição dos papéis, com base no que foi observado sobre o desempenho dos integrantes).
  • Após a escolha dos alunos que representarão os personagens, o grupo deverá eleger os integrantes que se responsabilizarão pelas tarefas de suporte à peça, como contrarregras, figurinistas, cenógrafos, sonoplastas, etc.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Definidos os papéis de cada aluno para a execução do trabalho, é a vez de planejarem as ações, de acordo com suas atribuições.
  • Os atores deverão estudar o perfil dos personagens a fim de compreender a importância destes no contexto geral da peça. A partir disso, pensar sobre como sua voz, atitudes, trejeitos e outros aspectos poderão comunicar sentimentos e emoções durante a encenação. (Os alunos poderão se apoiar no texto a ser encenado para identificar as indicações das características dos personagens).
  • Os integrantes da equipe de suporte à peça deverão planejar as suas ações, considerando a realidade de suas esquetes. Assim, as atividades irão variar de acordo com cada colaboração, por ex.: o sonoplasta pensará em música, sons e ruídos para intensificar as sensações do público e servir às cenas; o iluminador criará atmosferas e destaques utilizando-se de luz e cores; o maquiador caracterizará os atores; o figurinista pensará em dados como tempo e contexto histórico, idade, sexo e classe social dos personagens para caracterizá-los com roupas, sapatos e/ou adereços; o cenógrafo ficará responsável por planejar os elementos que caracterizarão o lugar onde se passa a esquete, criando, assim, os cenários, enquanto os contrarregras trabalharão em conjunto com o cenógrafo para a troca de cenários e/ou objetos em cena.
  • Você poderá sugerir que os grupos indiquem um líder para assumir o papel de direção da esquete e, assim, coordenar, com olhar atento e mais geral, as atividades que serão desenvolvidas, ajudando a construí-las.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • As ações, nesta etapa, estarão planejadas com cada aluno consciente de seu papel tanto na encenação quanto no suporte. Assim, peça que os grupos se posicionem em espaços diferentes da sala e deem início ao ensaio. (Se for possível, realize essa atividade num auditório vazio ou num ambiente mais espaçoso e de boa acústica. Você pode também desdobrar esses ensaios em outros encontros porque, assim, será possível revezar os grupos para que cada treino aconteça por vez, contando com mais tempo para seu exercício).
  • Com cada integrante consciente de suas tarefas para a execução da encenação, a esquete deverá ser marcada por ações, com entradas e saídas de cena (se existirem). A marcação poderá ser guiada pelo roteiro, sonoplastia ou iluminação. Com isso, os alunos passarão ao ensaio, a fim de memorizar, reforçar e naturalizar as ações e marcações que vão compor a encenação.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Nesta etapa de conclusão, convide os alunos às seguintes reflexões:
  • Viola Spolin foi uma autora e diretora de teatro norte-americana, considerada fundadora do teatro improvisacional. Peça aos grupos para lerem seu fragmento, disposto no presente slide. Em seguida, pergunte aos alunos se o trecho pode ser associado à atividade desenvolvida na aula e peça-lhes para justificarem as respostas. (A resposta é pessoal e nem todos podem ter as mesmas impressões. É bem possível que os estudantes percebam a relação entre a declaração e a atividade proposta porque, nesta, cada integrante dependeu de outro para completar uma encenação construída às bases da participação individual e da contribuição pessoal, de modo que o grupo ficasse unido pela amizade e noção do cumprimento de um objetivo em comum. Você pode suscitar essa discussão com os alunos).
  • Pergunte aos grupos se, na avaliação deles, os objetivos foram cumpridos pela equipe e quais foram os valores que podem ter contribuído para isso. (Resposta pessoal. Se os alunos não souberem falar dos valores, você pode citar exemplos como compreensão, solidariedade, respeito, etc., mas permitindo, no entanto, que eles se manifestem).

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos; ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 15ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero textual dramático (comédias) e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte de uma sequência de atividades voltada para texto dramático, teatro e humor.

Informações sobre o Gênero: Texto dramático (comédias): produção artístico-literária que, reunindo texto e espetáculo, organiza e estrutura o humor dentro de uma apresentação, por meio dos elementos/momentos da narrativa e sequências dialogais. É irreverente, retrata o cotidiano e as pessoas comuns. Seu objetivo é entreter, provocando o riso do espectador e ampliando seu imaginário, levando-o a uma maior compreensão da realidade.

Materiais necessários: a primeira versão do texto dramático produzido pelos alunos; bloco de notas para que eles registrem o planejamento de suas esquetes e os materiais necessários à encenação, em data posterior.

Dificuldades antecipadas: os alunos podem ter pouca familiaridade com o teatro ou mesmo nunca terem assistido a uma peça. Desse modo, alguns podem apresentar limitações nas execuções das atividades, razão pela qual o professor deve respeitar a capacidade dos estudantes e evitar julgamentos positivos X negativos. No que diz respeito à construção do ensaio e à avaliação da performance nessa tarefa, os grupos podem não perceber se alcançaram ou não os objetivos previstos.

Referências no assunto:

SPOLIN, Viola. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2014/2014_unespar-curitibaii_arte_pdp_marcelo_cabarrao_santos.pdf Acesso em: 16 dez 2018.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Peça que a turma se divida em grupos (os mesmos selecionados para trabalho com as esquetes) e inicie as seguintes reflexões:
  • Vimos que o texto dramático é um gênero que serve de apoio a uma apresentação teatral. Por isso, ele costuma fornecer várias indicações para que o espetáculo se concretize. Isso, somente, basta para sustentar uma apresentação? Por quê? (Não. O texto, sozinho, não constrói a cena, já que uma peça de teatro, quando encenada, pode contar com vários outros recursos que intensificam seus sentidos e agem sobre as emoções e recepções da plateia, por ex: iluminação, sons, cenários, caracterizações etc.)
  • Pode-se afirmar que o trabalho em equipe é fundamental para a organização de um espetáculo teatral? (Sim. A peça de teatro ergue-se sob o apoio mútuo de vários profissionais com diferentes incumbências, a fim de que cada recurso seja um elemento construtor da encenação)
  • Agora, apresente o tema da aula, esclarecendo que, neste encontro, trabalharemos com a formação de grupos teatrais, cuja tarefa será a de pensar a organização das esquetes, por meio de um trabalho em equipe, e a vivência de várias etapas de um ensaio.
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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em grupos já formados previamente para a distribuição dos papéis que os alunos deverão desempenhar na apresentação teatral. Como cada discente pode apresentar uma habilidade diferente dos colegas e pode não haver personagens para todos encenarem, você pode sugerir que tal escolha se dê pela seguinte dinâmica, seguindo as orientações abaixo:
  • Em grupos, cada integrante deverá manifestar seu interesse em um papel da peça ou função fora da cena. (Os alunos que não vão encenar podem assumir funções de suporte à apresentação, como: figurinistas, contrarregras, sonoplastas etc.).
  • Os alunos interessados na encenação deverão improvisar uma cena envolvendo os personagens que lhes apetecem. Após isso, o grupo deverá se reunir para uma roda de conversa sobre a performance dos colegas no teste. Os interessados nos papéis colaborarão com a discussão, fazendo uma autoavaliação. (É importante que você analise esse processo, indicando os aspectos mais pertinentes para a atribuição dos papéis, com base no que foi observado sobre o desempenho dos integrantes).
  • Após a escolha dos alunos que representarão os personagens, o grupo deverá eleger os integrantes que se responsabilizarão pelas tarefas de suporte à peça, como contrarregras, figurinistas, cenógrafos, sonoplastas, etc.
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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Definidos os papéis de cada aluno para a execução do trabalho, é a vez de planejarem as ações, de acordo com suas atribuições.
  • Os atores deverão estudar o perfil dos personagens a fim de compreender a importância destes no contexto geral da peça. A partir disso, pensar sobre como sua voz, atitudes, trejeitos e outros aspectos poderão comunicar sentimentos e emoções durante a encenação. (Os alunos poderão se apoiar no texto a ser encenado para identificar as indicações das características dos personagens).
  • Os integrantes da equipe de suporte à peça deverão planejar as suas ações, considerando a realidade de suas esquetes. Assim, as atividades irão variar de acordo com cada colaboração, por ex.: o sonoplasta pensará em música, sons e ruídos para intensificar as sensações do público e servir às cenas; o iluminador criará atmosferas e destaques utilizando-se de luz e cores; o maquiador caracterizará os atores; o figurinista pensará em dados como tempo e contexto histórico, idade, sexo e classe social dos personagens para caracterizá-los com roupas, sapatos e/ou adereços; o cenógrafo ficará responsável por planejar os elementos que caracterizarão o lugar onde se passa a esquete, criando, assim, os cenários, enquanto os contrarregras trabalharão em conjunto com o cenógrafo para a troca de cenários e/ou objetos em cena.
  • Você poderá sugerir que os grupos indiquem um líder para assumir o papel de direção da esquete e, assim, coordenar, com olhar atento e mais geral, as atividades que serão desenvolvidas, ajudando a construí-las.
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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • As ações, nesta etapa, estarão planejadas com cada aluno consciente de seu papel tanto na encenação quanto no suporte. Assim, peça que os grupos se posicionem em espaços diferentes da sala e deem início ao ensaio. (Se for possível, realize essa atividade num auditório vazio ou num ambiente mais espaçoso e de boa acústica. Você pode também desdobrar esses ensaios em outros encontros porque, assim, será possível revezar os grupos para que cada treino aconteça por vez, contando com mais tempo para seu exercício).
  • Com cada integrante consciente de suas tarefas para a execução da encenação, a esquete deverá ser marcada por ações, com entradas e saídas de cena (se existirem). A marcação poderá ser guiada pelo roteiro, sonoplastia ou iluminação. Com isso, os alunos passarão ao ensaio, a fim de memorizar, reforçar e naturalizar as ações e marcações que vão compor a encenação.
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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Nesta etapa de conclusão, convide os alunos às seguintes reflexões:
  • Viola Spolin foi uma autora e diretora de teatro norte-americana, considerada fundadora do teatro improvisacional. Peça aos grupos para lerem seu fragmento, disposto no presente slide. Em seguida, pergunte aos alunos se o trecho pode ser associado à atividade desenvolvida na aula e peça-lhes para justificarem as respostas. (A resposta é pessoal e nem todos podem ter as mesmas impressões. É bem possível que os estudantes percebam a relação entre a declaração e a atividade proposta porque, nesta, cada integrante dependeu de outro para completar uma encenação construída às bases da participação individual e da contribuição pessoal, de modo que o grupo ficasse unido pela amizade e noção do cumprimento de um objetivo em comum. Você pode suscitar essa discussão com os alunos).
  • Pergunte aos grupos se, na avaliação deles, os objetivos foram cumpridos pela equipe e quais foram os valores que podem ter contribuído para isso. (Resposta pessoal. Se os alunos não souberem falar dos valores, você pode citar exemplos como compreensão, solidariedade, respeito, etc., mas permitindo, no entanto, que eles se manifestem).
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