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Plano de aula > Língua Portuguesa > 7º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - As diferentes vozes no conto de humor

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 7º ano do Ensino Fundamental sobre identificar, em um conto de humor, o modo como o narrador e as personagens são construídas no texto.

Plano 04 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Mariana do Nascimento Ramos

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto de humor e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica.

Materiais necessários: Computador, projetor, fotocópias do texto literário A velhinha contrabandista, de Stanislaw Ponte Preta (recomendado 1 para cada aluno).

Informações sobre o gênero: O conto é uma narrativa breve escrita em prosa e que, embora tenha os mesmos elementos de um romance ou uma novela - enredo, personagem, tempo e espaço, é mais curto e apresenta ideias concisas e precisão narrativa. Os contos de humor, especificamente, utilizam as características do que é considerado divertido e cômico para a estruturação de sua narrativa e constroem o humor por meio de mecanismos linguísticos, figuras de linguagem, quebra de expectativa e conhecimentos de mundo que são mobilizados na interação entre autor, texto e leitor.

Dificuldades antecipadas: Falta de conhecimento prévio dos elementos básicos do gênero narrativo - narrador, tempo, espaço, enredo e personagem, e dos elementos de pontuação usuais do diálogo: travessão, dois pontos, parágrafo.

Referências sobre o assunto:

BERGSON, Henri. O riso. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983.

COSTA, Flávio Moreira da. Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. Textos Humorísticos. Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/textos-humoristicos.htm>. Acesso em 3 ago. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Para preparar esta aula, leia e analise previamente o conto de humor A velha contrabandista, de Stanislaw Ponte Preta.
  • Comece a aula apresentando o tema para os alunos. Leia a expressão “Fala aí” para um aluno (você pode projetá-la ou escrevê-la no quadro) e estimule que ele responda livremente. Se possível, escolha um ou dois alunos e veja a reação de todos. O objetivo é incitar a observação da existência de vozes individuais e de que o diálogo respeita determinado padrão para acontecer: interlocutor 1, espaço de tempo, interlocutor 2, etc.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Apresente os dois personagens principais do conto A velha contrabandista: o fiscal e a velhinha que pilota lambreta.
  • Os alunos deverão pensar em características para esses personagens, para iniciar o processo de atribuição de vozes para cada um, a partir das qualidades pensadas. Caso os alunos ainda não tenham lido o conto A velha contrabandista, peça para que façam projeções a partir da imagem e do que as ideias de “fiscal” e “velhinha” trazem.
  • Caso já tenham lido o conto, peça para que listem as características a partir do que já sabem.
  • O objetivo é fazer com que os alunos, a partir das características dos personagens, pensem nas vozes correspondentes a cada um deles e no modo como essas personagens construiriam suas falas. Isso será importante para o aluno perceber que as chamadas vozes dos personagens se referem a todo seu contexto (idade, profissão, região, época etc.) e não apenas às falas.

Desenvolvimento select-down

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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Separe a turma em grupos de 3 alunos, para que cada um assuma uma “função” no grupo (cada um assumirá uma das vozes destacadas no exercício a seguir).
  • Distribua os contos para os grupos (preferivelmente uma cópia do conto por aluno).
  • Peça para que cada grupo destaque, no conto, em cores diferentes, as diferentes vozes do texto: do fiscal, da velhinha, do narrador.
  • Em seguida, peça para que:

a) grifem os verbos utilizados na fala dessas vozes e aqueles utilizados para introduzi-las;

b) circulem a pontuação utilizada para anunciar e introduzir a fala de cada personagem e do narrador.

  • Depois de terminada essa atividade, proponha uma leitura em voz alta do conto, mostrando os trechos do texto em que as vozes de cada um aparece. Para isso, escolha um grupo e peça para que cada um assuma uma das vozes no texto.
  • Depois de feita a leitura, faça as seguintes perguntas para os alunos, com o objetivo de eles percebam os recursos linguísticos dos discursos direto e indireto e os efeitos construídos para a composição das personagens:
  • Que características vocês podem observar na fala de cada personagem? Eles “falam” de forma diferente?

Espera-se que eles respondam que cada personagem tem sua individualidade incorporada a essa parte do texto, como se cada personalidade refletisse na maneira como os personagens falam. A velhinha, por exemplo, utiliza “uai”, gíria típica de uma pessoa do interior e com grau de instrução provavelmente baixo. A fala do fiscal, por exemplo, é mais assertiva, mais “dura” (uso da gíria “diabos”, por exemplo), aliando a ideia de que as vozes incorporam e refletem seus próprios personagens, não podendo ser dissociadas deles. A velhinha também utiliza a forma “espáia”, distanciando-se da norma culta, enquanto o fiscal, que representa a “lei”, utiliza as formas gramaticalmente aceitas pela norma padrão. Essa diferença incorporada ao plano lexical do texto reforça ainda mais o conflito entre eles.

  • Como as vozes das personagens são construídas?

Induza seu aluno a pensar tanto na parte linguística, da pontuação, dos verbos e das escolhas lexicais, quanto na parte semântica, voltada para a construção do contexto que cada personagem requer - uma velhinha, por exemplo, tem uma fala diferente de um policial fiscal.

  • Essas vozes são introduzidas de maneiras diferentes no texto? Que recursos de pontuação cada uma utiliza?

Induza o aluno a pensar na pontuação típica de cada discurso: no discurso direto, os dois pontos utilizados para introduzir a voz de um personagem, seguido do travessão; no discurso indireto, a utilização recorrente de uma oração subordinada introduzida pela conjunção que. Nesse momento, é importante mostrar aos alunos que a fala de cada personagem nem sempre vem introduzida pelo discurso direto, mas pode estar “camuflada” por meio do discurso indireto, por exemplo no trecho: Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! (linhas 20, 21, 22)

  • Que tempos verbais cada uma utiliza?

Chame a atenção para a predominância do tempo verbal em cada discurso no texto. No direto, por exemplo, as personagens falam no presente; no indireto, o pretérito perfeito seguido do imperfeito indicando ações que já estão terminadas.

  • Como essas vozes contribuem para o efeito cômico do texto?

Induza o aluno a pensar nessas falas que destacou: a velhinha, por exemplo, utiliza uai, tem a fala “mansa”, enquanto o fiscal tem a fala mais dura. Esse contraste é proposital e contribui para o efeito cômico do texto, sobretudo, pelo contraste entre a imagem que temos de uma “velhinha” e de “contrabandista”.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois de finalizada a atividade anterior de descoberta das regularidades de construção das vozes, pergunte à turma se eles sabem os nomes dos dois recursos utilizados para dar voz aos personagens do texto.
  • Atribua a nomenclatura da regularidade estudada - discurso direto e indireto - e peça para os alunos indicarem, nos trechos destacados na atividade que fizeram, as respectivas classificações. Utilize a contribuição da turma para construir os conceitos em questão. Fique atento se os alunos entenderam que o discurso direto é caracterizado por ser uma transcrição exata da fala das personagens, sem participação do narrador. O discurso indireto é caracterizado por ser uma intervenção do narrador no discurso ao utilizar as suas próprias palavras para reproduzir as falas das personagens.

Material complementar: Você pode encontrar mais material sobre discurso direto e indireto em:

CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

RIGONATTO, Mariana. O que é discurso direto, indireto e indireto livre?. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-e-discurso-direto-indireto-indireto-livre.htm>. Acesso em: 28 set. 2018.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Conclua, junto à turma, a atividade com as nomenclaturas próprias dos dois discursos: direto e indireto.
  • Procure organizar, nessa parte final, o conteúdo visto ao longo da aula, ressaltando as nomenclaturas próprias aos processos gramaticais vistos pelos alunos. É importante, neste etapa final da aula, sintetizar o que foi aprendido, sistematizando o conteúdo e estabelecendo uma relação lógica entre as classificações e o objeto de estudo (nome e conteúdo).

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto de humor e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica.

Materiais necessários: Computador, projetor, fotocópias do texto literário A velhinha contrabandista, de Stanislaw Ponte Preta (recomendado 1 para cada aluno).

Informações sobre o gênero: O conto é uma narrativa breve escrita em prosa e que, embora tenha os mesmos elementos de um romance ou uma novela - enredo, personagem, tempo e espaço, é mais curto e apresenta ideias concisas e precisão narrativa. Os contos de humor, especificamente, utilizam as características do que é considerado divertido e cômico para a estruturação de sua narrativa e constroem o humor por meio de mecanismos linguísticos, figuras de linguagem, quebra de expectativa e conhecimentos de mundo que são mobilizados na interação entre autor, texto e leitor.

Dificuldades antecipadas: Falta de conhecimento prévio dos elementos básicos do gênero narrativo - narrador, tempo, espaço, enredo e personagem, e dos elementos de pontuação usuais do diálogo: travessão, dois pontos, parágrafo.

Referências sobre o assunto:

BERGSON, Henri. O riso. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983.

COSTA, Flávio Moreira da. Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. Textos Humorísticos. Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/textos-humoristicos.htm>. Acesso em 3 ago. 2018.

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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Para preparar esta aula, leia e analise previamente o conto de humor A velha contrabandista, de Stanislaw Ponte Preta.
  • Comece a aula apresentando o tema para os alunos. Leia a expressão “Fala aí” para um aluno (você pode projetá-la ou escrevê-la no quadro) e estimule que ele responda livremente. Se possível, escolha um ou dois alunos e veja a reação de todos. O objetivo é incitar a observação da existência de vozes individuais e de que o diálogo respeita determinado padrão para acontecer: interlocutor 1, espaço de tempo, interlocutor 2, etc.

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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Apresente os dois personagens principais do conto A velha contrabandista: o fiscal e a velhinha que pilota lambreta.
  • Os alunos deverão pensar em características para esses personagens, para iniciar o processo de atribuição de vozes para cada um, a partir das qualidades pensadas. Caso os alunos ainda não tenham lido o conto A velha contrabandista, peça para que façam projeções a partir da imagem e do que as ideias de “fiscal” e “velhinha” trazem.
  • Caso já tenham lido o conto, peça para que listem as características a partir do que já sabem.
  • O objetivo é fazer com que os alunos, a partir das características dos personagens, pensem nas vozes correspondentes a cada um deles e no modo como essas personagens construiriam suas falas. Isso será importante para o aluno perceber que as chamadas vozes dos personagens se referem a todo seu contexto (idade, profissão, região, época etc.) e não apenas às falas.

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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Separe a turma em grupos de 3 alunos, para que cada um assuma uma “função” no grupo (cada um assumirá uma das vozes destacadas no exercício a seguir).
  • Distribua os contos para os grupos (preferivelmente uma cópia do conto por aluno).
  • Peça para que cada grupo destaque, no conto, em cores diferentes, as diferentes vozes do texto: do fiscal, da velhinha, do narrador.
  • Em seguida, peça para que:

a) grifem os verbos utilizados na fala dessas vozes e aqueles utilizados para introduzi-las;

b) circulem a pontuação utilizada para anunciar e introduzir a fala de cada personagem e do narrador.

  • Depois de terminada essa atividade, proponha uma leitura em voz alta do conto, mostrando os trechos do texto em que as vozes de cada um aparece. Para isso, escolha um grupo e peça para que cada um assuma uma das vozes no texto.
  • Depois de feita a leitura, faça as seguintes perguntas para os alunos, com o objetivo de eles percebam os recursos linguísticos dos discursos direto e indireto e os efeitos construídos para a composição das personagens:
  • Que características vocês podem observar na fala de cada personagem? Eles “falam” de forma diferente?

Espera-se que eles respondam que cada personagem tem sua individualidade incorporada a essa parte do texto, como se cada personalidade refletisse na maneira como os personagens falam. A velhinha, por exemplo, utiliza “uai”, gíria típica de uma pessoa do interior e com grau de instrução provavelmente baixo. A fala do fiscal, por exemplo, é mais assertiva, mais “dura” (uso da gíria “diabos”, por exemplo), aliando a ideia de que as vozes incorporam e refletem seus próprios personagens, não podendo ser dissociadas deles. A velhinha também utiliza a forma “espáia”, distanciando-se da norma culta, enquanto o fiscal, que representa a “lei”, utiliza as formas gramaticalmente aceitas pela norma padrão. Essa diferença incorporada ao plano lexical do texto reforça ainda mais o conflito entre eles.

  • Como as vozes das personagens são construídas?

Induza seu aluno a pensar tanto na parte linguística, da pontuação, dos verbos e das escolhas lexicais, quanto na parte semântica, voltada para a construção do contexto que cada personagem requer - uma velhinha, por exemplo, tem uma fala diferente de um policial fiscal.

  • Essas vozes são introduzidas de maneiras diferentes no texto? Que recursos de pontuação cada uma utiliza?

Induza o aluno a pensar na pontuação típica de cada discurso: no discurso direto, os dois pontos utilizados para introduzir a voz de um personagem, seguido do travessão; no discurso indireto, a utilização recorrente de uma oração subordinada introduzida pela conjunção que. Nesse momento, é importante mostrar aos alunos que a fala de cada personagem nem sempre vem introduzida pelo discurso direto, mas pode estar “camuflada” por meio do discurso indireto, por exemplo no trecho: Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! (linhas 20, 21, 22)

  • Que tempos verbais cada uma utiliza?

Chame a atenção para a predominância do tempo verbal em cada discurso no texto. No direto, por exemplo, as personagens falam no presente; no indireto, o pretérito perfeito seguido do imperfeito indicando ações que já estão terminadas.

  • Como essas vozes contribuem para o efeito cômico do texto?

Induza o aluno a pensar nessas falas que destacou: a velhinha, por exemplo, utiliza uai, tem a fala “mansa”, enquanto o fiscal tem a fala mais dura. Esse contraste é proposital e contribui para o efeito cômico do texto, sobretudo, pelo contraste entre a imagem que temos de uma “velhinha” e de “contrabandista”.

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Orientações:

  • Depois de finalizada a atividade anterior de descoberta das regularidades de construção das vozes, pergunte à turma se eles sabem os nomes dos dois recursos utilizados para dar voz aos personagens do texto.
  • Atribua a nomenclatura da regularidade estudada - discurso direto e indireto - e peça para os alunos indicarem, nos trechos destacados na atividade que fizeram, as respectivas classificações. Utilize a contribuição da turma para construir os conceitos em questão. Fique atento se os alunos entenderam que o discurso direto é caracterizado por ser uma transcrição exata da fala das personagens, sem participação do narrador. O discurso indireto é caracterizado por ser uma intervenção do narrador no discurso ao utilizar as suas próprias palavras para reproduzir as falas das personagens.

Material complementar: Você pode encontrar mais material sobre discurso direto e indireto em:

CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

RIGONATTO, Mariana. O que é discurso direto, indireto e indireto livre?. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-e-discurso-direto-indireto-indireto-livre.htm>. Acesso em: 28 set. 2018.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Conclua, junto à turma, a atividade com as nomenclaturas próprias dos dois discursos: direto e indireto.
  • Procure organizar, nessa parte final, o conteúdo visto ao longo da aula, ressaltando as nomenclaturas próprias aos processos gramaticais vistos pelos alunos. É importante, neste etapa final da aula, sintetizar o que foi aprendido, sistematizando o conteúdo e estabelecendo uma relação lógica entre as classificações e o objeto de estudo (nome e conteúdo).

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