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Plano de aula - Contando de 2 em 2 - jogando com trilhas

POR: Erika Christian Fernandes Pettersen 17/07/2018
Código: MAT1_03NUM01

1º ano / Matemática / Números

Plano de aula alinhado à BNCC:

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com sem suporte da reta numérica.

Plano de aula de Matemática com atividades para 1º ano do Fundamental sobre ordenação e sequências numéricas.

 

Objetivo select-down

Este plano de aula foi elaborado pelo Time de Autores NOVA ESCOLA

Autor: Érika Christian Fernandes Pettersen

Mentor: Maria Lydia Mello

Especialista de área: Luciana Tenuta

Habilidade da BNCC

(EF01MA05) - Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.



Objetivos específicos

Aprender a contar de 2 em 2, até o número 20.

Representar quantidades em retas numeradas (escalas de 2 em 2).

Conceito-chave

Ordenação e sequências numéricas.

Recursos necessários

  • 2 Folhas de papel A4 branca ou 1 cartolina,  para a confecção de duas trilhas - A e B - por cada grupo formado em sala;
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 0 a 6 ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá  variar de 5 a 6 grupos).
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 1 e 2 apenas  ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá variar de 5 a 6 grupos).
  • Tampinhas de refrigerante em cores variadas que servirá como marcador (uma para cada aluno da sala, sendo 4 cores diferentes por grupos formados).
  • Atividades impressas em folhas.

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Projete ou leia o objetivo para a turma, usando uma linguagem mais simples para as crianças.

Propósito: Compartilhar o objetivo da aula.

Aquecimento select-down

Tempo sugerido: 8 minutos.
Orientação: Você irá precisar de dois modelos de trilhas (A e B) para serem usados nesta aula. A turma deverá ser organizada em grupos de quatro alunos, distribuindo as trilhas de acordo com a quantidade de grupos na sala. Organize os alunos em grupos com quatro integrantes e entregue para cada grupo uma “Trilha Numérica - A” e um dado numérico (este pode ser confeccionado com caixa de leite, com os numerais de 1 a 6 em cada face). Explique a regra do jogo para os alunos e inicie as partidas (a regra poderá ser lida a partir da folha impressa, confeccionada em um cartaz ou escrita no quadro).

Regra: um jogador por vez, lança o dado e avança o número de casas da trilha de acordo com a quantidade sorteada na face do dado. Ganha quem chegar ao final da trilha primeiro. Dica: para o marcador do jogador pode ser usadas tampinhas de refrigerante em diferentes cores.

Propósito: Fazer com que os alunos mobilizem os conhecimentos que já possuem a respeito de contagem.

Aquecimento select-down

Tempo sugerido: 2 minutos.
Orientação: Professor(a), você irá precisar deste modelo de trilha (A) sendo uma trilha para cada grupo. Após explicar a regra do jogo, distribua essa trilha para os grupos formados e inicie as partidas.
Propósito: Fazer com que os alunos mobilizem os conhecimentos que já possuem a respeito de contagem, demonstrando o domínio, ou não, do senso numérico e sequência numérica regular de 1 a 20.

Atividade principal select-down

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientação: Após as crianças terem jogado por um tempo com a primeira trilha (A), entregue a próxima trilha (B) para cada grupo de alunos. Não recolha a primeira trilha, ainda. Promova com seus alunos uma reflexão comparativa entre ambas as trilhas. Somente após a discussão sobre as diferenças entre as duas trilhas, é que deverá recolher a primeira. Prossiga com a explicação sobre a regra da “Trilha Numérica - B”. Esta atividade contribuirá para que os alunos tenham oportunidades de pensarem e trabalharem com a contagem de 2 em 2.

Propósito: Perceber as diferenças entre as trilhas A e B e compreender a regra da trilha B. Realizar jogadas baseadas nas sequências e contagens de 2 em 2. Perceber que existem outros agrupamentos de contagem para além da regularidade de 1 em 1.

Discuta com a turma:

  • Essas duas trilhas são iguais?
  • O que percebem de diferenças entre elas?
  • O que tem de semelhante entre elas?
  • Quais números estão escritos e quais estão faltando?
  • Será que poderemos jogar com essa trilha numérica B?
  • Como imaginam que devemos jogar?

Materiais complementares para impressão:

Atividade Principal

Guia de Intervenção

Atividade principal select-down

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientação: Após a discussão sobre as diferenças entre as duas trilhas, deverá ser recolhida a primeira , trilha A, e explicar a regra da “Trilha Numérica - B”. Os alunos deverão iniciar a partida e prosseguir com o jogo. Observação: esta trilha poderá ser confeccionada em papel A4 ( sendo duas folhas ligadas entre si) ou em uma cartolina. Os marcadores para cada jogador poderão ser tampinhas de refrigerante em 4 cores diferentes. Medida da trilha: 60cm x 10cm.

Propósito: Realizar jogadas baseadas nas sequências e contagens de 2 em 2. Perceber que existem outros agrupamentos de contagem para além da regularidade de 1 em 1.
Esta atividade contribuirá para que os alunos tenham oportunidades de pensarem e trabalharem com a contagem de 2 em 2.

Discuta com a turma: Nesse momento é importante que você ande pela sala e observe como os alunos estão jogando, de onde estão partindo na trilha, se todos estão participando e quais são as discussões presentes nos grupos.

  • Para caminhar sobre a trilha o que é necessário fazer?
  • Peça para alguém do grupo explicar a regra.

Discussão da solução select-down

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a reprodução da trilha no quadro e proponha que um aluno apresente sua estratégia de jogo. Ele poderá representar desenhando o seu marcador sobre ela, demonstrando onde parou após sua primeira jogada ter saído o número 2 no dado. Peça a ele que explique como ele andou pelas casas e de ele onde partiu. Esse momento é importante para que você encoraje todas as crianças a expressarem o que pensaram.

Pergunte aos alunos se alguém contou de outra forma e de onde partiram. Peça para explicarem o que fizeram e o que pensaram. É importante também que você selecione alguns alunos cujas formas de resolver a situação apontem para acertos e erros, utilizando diferentes estratégias de pensamento. Aproveite esses exemplos para fazer intervenções positivas para a solução do problema, mesmo que de diferentes formas.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para chegarem ao final da trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre qual estratégia é mais eficiente para solucionar a situação-problema apresentada. Oportunizar o confronto de diferentes ideias para a construção do pensamento.
Discuta com a turma:

  • Alguém pensou de forma parecida ou diferente?
  • Quem concorda, ou não, com a estratégia utilizada?

Discussão da solução select-down

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Discuta com a turma:

  • A saída é considerada uma casa?
  • Poderá ser contada para caminhar com o marcador?
  • Qual a quantidade de movimentos que deverá ser feita de acordo com a regra do jogo?
  • Se o marcador já se encontra na saída, ele fez os movimentos necessários?

Discussão da solução select-down

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Discuta com a turma:

  • Neste exemplo a criança contou a saída como casa para movimentar?
  • Ela moveu de acordo com a regra do jogo, ou seja, andou duas casas?
  • Que numerais foram descobertos?
  • Escreva a sequência numérica dos números descobertos fora da trilha. Observe qual é a regra de contagem para essa sequência?

Discussão da solução select-down

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Dicusta com a turma:

  • Quantas casas ela movimentou o marcador de um número ao outro?
  • Este movimento está de acordo a regra do jogo?
  • Mover o marcador apenas sobre os numerais escritos na trilha, permite descobrir os numerais escondidos?

Sistematização do conceito select-down

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Escrever no quadro a sistematização do conceito ou trazer escrito em um cartaz e ler para os alunos.

Propósito: Apresentar o conceito trabalhado de forma clara, objetiva e direta.

Encerramento select-down

Tempo Sugerido: 2 minutos.

Orientação: Faça o fechamento da atividade principal retomando brevemente com os alunos o que foi necessário para jogar a “Trilha Numérica A” e a “Trilha Numérica B”. Enfatize que para jogar na primeira trilha foi preciso contar de 1 em 1, e na segunda, a contagem passou a ser de 2 em 2.

Propósito: Sistematizar as aprendizagens da aula.

Discuta com a turma:

  • Existe apenas uma forma de realizar contagem?
  • Contar de 2 em 2 facilita ou não chegar mais rápido ao final da trilha?

Raio x select-down

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações: Entregue uma cópia da trilha numérica para cada aluno.

Leia a situação problema e certifique-se que todos os alunos compreenderam. Reserve um tempo para que possam analisar e encontrar uma forma de resolvê-la sozinhos.

Caminhe nesse momento pela sala e observe como os alunos estão resolvendo a situação.

O raio X é uma atividade oportuna para verificar e avaliar se os alunos conseguiram compreenderam o conteúdo proposto e alcançar o objetivo de aprendizagem.

Procure identificar e anotar os comentários que os alunos fazem e as possíveis estratégias de pensamento utilizadas.

Propósito: Auxiliar o aluno a perceber que existe uma regularidade na contagem de uma sequência numérica de 2 em 2.

Discuta com a turma:

  • Qual a quantidade de pulos que o gatinho precisa para chegar à primeira casa vazia?
  • Se ele usar a mesma quantidade de pulos, chegará a outra casa vazia?
  • Então, quantos pulos ele precisa dar de cada vez?
  • Depois de tudo o que vimos nesta aula, vocês perceberam que existem diferentes formas de contar?
  • A contagem só pode ser feita de 1 em 1?
  • Qual seria a forma mais rápida de resolver esse problema?

Materiais complementares para impressão:

Atividade de Raio X

Resolução do Raio X

Atividade Complementar

Resolução da Atividade Complementar

Resumo da aula

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Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Projete ou leia o objetivo para a turma, usando uma linguagem mais simples para as crianças.

Propósito: Compartilhar o objetivo da aula.


Este plano de aula foi elaborado pelo Time de Autores NOVA ESCOLA

Autor: Érika Christian Fernandes Pettersen

Mentor: Maria Lydia Mello

Especialista de área: Luciana Tenuta

Habilidade da BNCC

(EF01MA05) - Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.



Objetivos específicos

Aprender a contar de 2 em 2, até o número 20.

Representar quantidades em retas numeradas (escalas de 2 em 2).

Conceito-chave

Ordenação e sequências numéricas.

Recursos necessários

  • 2 Folhas de papel A4 branca ou 1 cartolina,  para a confecção de duas trilhas - A e B - por cada grupo formado em sala;
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 0 a 6 ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá  variar de 5 a 6 grupos).
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 1 e 2 apenas  ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá variar de 5 a 6 grupos).
  • Tampinhas de refrigerante em cores variadas que servirá como marcador (uma para cada aluno da sala, sendo 4 cores diferentes por grupos formados).
  • Atividades impressas em folhas.

Tempo sugerido: 8 minutos.
Orientação: Você irá precisar de dois modelos de trilhas (A e B) para serem usados nesta aula. A turma deverá ser organizada em grupos de quatro alunos, distribuindo as trilhas de acordo com a quantidade de grupos na sala. Organize os alunos em grupos com quatro integrantes e entregue para cada grupo uma “Trilha Numérica - A” e um dado numérico (este pode ser confeccionado com caixa de leite, com os numerais de 1 a 6 em cada face). Explique a regra do jogo para os alunos e inicie as partidas (a regra poderá ser lida a partir da folha impressa, confeccionada em um cartaz ou escrita no quadro).

Regra: um jogador por vez, lança o dado e avança o número de casas da trilha de acordo com a quantidade sorteada na face do dado. Ganha quem chegar ao final da trilha primeiro. Dica: para o marcador do jogador pode ser usadas tampinhas de refrigerante em diferentes cores.

Propósito: Fazer com que os alunos mobilizem os conhecimentos que já possuem a respeito de contagem.

Tempo sugerido: 2 minutos.
Orientação: Professor(a), você irá precisar deste modelo de trilha (A) sendo uma trilha para cada grupo. Após explicar a regra do jogo, distribua essa trilha para os grupos formados e inicie as partidas.
Propósito: Fazer com que os alunos mobilizem os conhecimentos que já possuem a respeito de contagem, demonstrando o domínio, ou não, do senso numérico e sequência numérica regular de 1 a 20.

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientação: Após as crianças terem jogado por um tempo com a primeira trilha (A), entregue a próxima trilha (B) para cada grupo de alunos. Não recolha a primeira trilha, ainda. Promova com seus alunos uma reflexão comparativa entre ambas as trilhas. Somente após a discussão sobre as diferenças entre as duas trilhas, é que deverá recolher a primeira. Prossiga com a explicação sobre a regra da “Trilha Numérica - B”. Esta atividade contribuirá para que os alunos tenham oportunidades de pensarem e trabalharem com a contagem de 2 em 2.

Propósito: Perceber as diferenças entre as trilhas A e B e compreender a regra da trilha B. Realizar jogadas baseadas nas sequências e contagens de 2 em 2. Perceber que existem outros agrupamentos de contagem para além da regularidade de 1 em 1.

Discuta com a turma:

  • Essas duas trilhas são iguais?
  • O que percebem de diferenças entre elas?
  • O que tem de semelhante entre elas?
  • Quais números estão escritos e quais estão faltando?
  • Será que poderemos jogar com essa trilha numérica B?
  • Como imaginam que devemos jogar?

Materiais complementares para impressão:

Atividade Principal

Guia de Intervenção

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientação: Após a discussão sobre as diferenças entre as duas trilhas, deverá ser recolhida a primeira , trilha A, e explicar a regra da “Trilha Numérica - B”. Os alunos deverão iniciar a partida e prosseguir com o jogo. Observação: esta trilha poderá ser confeccionada em papel A4 ( sendo duas folhas ligadas entre si) ou em uma cartolina. Os marcadores para cada jogador poderão ser tampinhas de refrigerante em 4 cores diferentes. Medida da trilha: 60cm x 10cm.

Propósito: Realizar jogadas baseadas nas sequências e contagens de 2 em 2. Perceber que existem outros agrupamentos de contagem para além da regularidade de 1 em 1.
Esta atividade contribuirá para que os alunos tenham oportunidades de pensarem e trabalharem com a contagem de 2 em 2.

Discuta com a turma: Nesse momento é importante que você ande pela sala e observe como os alunos estão jogando, de onde estão partindo na trilha, se todos estão participando e quais são as discussões presentes nos grupos.

  • Para caminhar sobre a trilha o que é necessário fazer?
  • Peça para alguém do grupo explicar a regra.

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a reprodução da trilha no quadro e proponha que um aluno apresente sua estratégia de jogo. Ele poderá representar desenhando o seu marcador sobre ela, demonstrando onde parou após sua primeira jogada ter saído o número 2 no dado. Peça a ele que explique como ele andou pelas casas e de ele onde partiu. Esse momento é importante para que você encoraje todas as crianças a expressarem o que pensaram.

Pergunte aos alunos se alguém contou de outra forma e de onde partiram. Peça para explicarem o que fizeram e o que pensaram. É importante também que você selecione alguns alunos cujas formas de resolver a situação apontem para acertos e erros, utilizando diferentes estratégias de pensamento. Aproveite esses exemplos para fazer intervenções positivas para a solução do problema, mesmo que de diferentes formas.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para chegarem ao final da trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre qual estratégia é mais eficiente para solucionar a situação-problema apresentada. Oportunizar o confronto de diferentes ideias para a construção do pensamento.
Discuta com a turma:

  • Alguém pensou de forma parecida ou diferente?
  • Quem concorda, ou não, com a estratégia utilizada?

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Discuta com a turma:

  • A saída é considerada uma casa?
  • Poderá ser contada para caminhar com o marcador?
  • Qual a quantidade de movimentos que deverá ser feita de acordo com a regra do jogo?
  • Se o marcador já se encontra na saída, ele fez os movimentos necessários?

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Discuta com a turma:

  • Neste exemplo a criança contou a saída como casa para movimentar?
  • Ela moveu de acordo com a regra do jogo, ou seja, andou duas casas?
  • Que numerais foram descobertos?
  • Escreva a sequência numérica dos números descobertos fora da trilha. Observe qual é a regra de contagem para essa sequência?

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Convide algumas crianças para apresentarem a sua solução para o restante do grupo. Tente escolher diferentes formas de resolução com acertos ou erros, de forma a estimular a participação e a troca de diferentes pontos de vista. Peça para explicarem como cada cada um deles pensou para resolver o problema. Caso algum aluno da turma tenha proposto uma explicação diferente, peça a ele que vá até o quadro e a explique para os colegas.

Apresente os três tipos de ideias para os alunos, como possíveis respostas que poderiam aparecer para o jogo da trilha numérica B. Faça uma análise coletiva com a turma, marcando, conforme cada ideia, um marcador na trilha que poderá ter sido desenhada no quadro ou feita em tamanho maior para que a turma acompanhe as exemplificações.

Propósito: Incentivar os alunos a tentarem explicar o raciocínio utilizado para jogar a trilha. Espera-se que os estudantes sejam capazes de refletir sobre a melhor estratégia. Fazer análise coletiva sobre possíveis estratégias de raciocínio utilizadas na hora do jogo.

Dicusta com a turma:

  • Quantas casas ela movimentou o marcador de um número ao outro?
  • Este movimento está de acordo a regra do jogo?
  • Mover o marcador apenas sobre os numerais escritos na trilha, permite descobrir os numerais escondidos?

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Escrever no quadro a sistematização do conceito ou trazer escrito em um cartaz e ler para os alunos.

Propósito: Apresentar o conceito trabalhado de forma clara, objetiva e direta.

Tempo Sugerido: 2 minutos.

Orientação: Faça o fechamento da atividade principal retomando brevemente com os alunos o que foi necessário para jogar a “Trilha Numérica A” e a “Trilha Numérica B”. Enfatize que para jogar na primeira trilha foi preciso contar de 1 em 1, e na segunda, a contagem passou a ser de 2 em 2.

Propósito: Sistematizar as aprendizagens da aula.

Discuta com a turma:

  • Existe apenas uma forma de realizar contagem?
  • Contar de 2 em 2 facilita ou não chegar mais rápido ao final da trilha?

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações: Entregue uma cópia da trilha numérica para cada aluno.

Leia a situação problema e certifique-se que todos os alunos compreenderam. Reserve um tempo para que possam analisar e encontrar uma forma de resolvê-la sozinhos.

Caminhe nesse momento pela sala e observe como os alunos estão resolvendo a situação.

O raio X é uma atividade oportuna para verificar e avaliar se os alunos conseguiram compreenderam o conteúdo proposto e alcançar o objetivo de aprendizagem.

Procure identificar e anotar os comentários que os alunos fazem e as possíveis estratégias de pensamento utilizadas.

Propósito: Auxiliar o aluno a perceber que existe uma regularidade na contagem de uma sequência numérica de 2 em 2.

Discuta com a turma:

  • Qual a quantidade de pulos que o gatinho precisa para chegar à primeira casa vazia?
  • Se ele usar a mesma quantidade de pulos, chegará a outra casa vazia?
  • Então, quantos pulos ele precisa dar de cada vez?
  • Depois de tudo o que vimos nesta aula, vocês perceberam que existem diferentes formas de contar?
  • A contagem só pode ser feita de 1 em 1?
  • Qual seria a forma mais rápida de resolver esse problema?

Materiais complementares para impressão:

Atividade de Raio X

Resolução do Raio X

Atividade Complementar

Resolução da Atividade Complementar

Este plano de aula foi elaborado pelo Time de Autores NOVA ESCOLA

Autor: Érika Christian Fernandes Pettersen

Mentor: Maria Lydia Mello

Especialista de área: Luciana Tenuta

Habilidade da BNCC

(EF01MA05) - Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.



Objetivos específicos

Aprender a contar de 2 em 2, até o número 20.

Representar quantidades em retas numeradas (escalas de 2 em 2).

Conceito-chave

Ordenação e sequências numéricas.

Recursos necessários

  • 2 Folhas de papel A4 branca ou 1 cartolina,  para a confecção de duas trilhas - A e B - por cada grupo formado em sala;
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 0 a 6 ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá  variar de 5 a 6 grupos).
  • Dados confeccionados de caixas de leite vazias, limpas e secas com a numeração de 1 e 2 apenas  ( sendo um dado para cada grupo formado em sala, que poderá variar de 5 a 6 grupos).
  • Tampinhas de refrigerante em cores variadas que servirá como marcador (uma para cada aluno da sala, sendo 4 cores diferentes por grupos formados).
  • Atividades impressas em folhas.

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