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A literatura na alfabetização inicial

Projetos que trabalham com crianças da pré-escola despertam o prazer da leitura ainda na fase da alfabetização

por:
FR
Flávia Ribeiro
NE
NOVA ESCOLA
DT
Daniela Talamoni

Todo mundo preparado para zarpar na Barca dos Livros, em Florianópolis: passeio com leitura convence a criançada de que ler não tem nada de chato. Foto: Eduardo Marques/Tempo Editorial

Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Uma embarcação cheia de crianças se prepara para zarpar. Mas não se trata de um passeio comum. Afinal, essa é a Barca dos Livros, uma biblioteca flutuante cuja missão, além de divertir, é incentivar a garotada a tomar gosto pela leitura. O projeto nasceu em 2000, quando a educadora Tânia Piacentini resolveu democratizar o acesso às obras literárias que recebia anualmente como leitora-votante da Federação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Vivendo numa ilha, nada mais natural do que colocar esse acervo dentro de um barco. Viabilizar essa ideia, no entanto, sairia caro demais. "A solução foi promover apenas um passeio anual", lembra Tânia. "Alugávamos um barco, enchíamos de livros e saíamos com contadores de histórias e músicos." Até que, em 2007, o projeto inaugurou uma biblioteca permanente numa casa às margens da lagoa, com 6 mil títulos. "Mantivemos o acervo itinerante, agora com passeios mensais." 

Na sede do projeto, várias atividades acontecem diariamente: saraus, oficinas, leituras compartilhadas e muito mais. Para despertar o interesse e a curiosidade pelos livros, a educadora aposta no poder das relações familiares. "Incentivamos os pais a ler para os filhos, porque o gosto pela leitura também passa pela afetividade." Outro fator que ela considera importante: a criança deve entender o livro como um brinquedo, para não se contaminar pela ideia de que "ler é chato". Livros-brinquedos, por sinal, são campeões de preferência entre pequenos de 4 a 6 anos. "Eles representam um momento de passagem e podem ser manipulados", diz Tânia. "Também é importante ler a mesma história quantas vezes a criança quiser. Quando ela pede para repetir, é sinal de que alguma necessidade dela está sendo trabalhada - o que é muito bom."

Eu gostei

TIAGO GONÇALVES RIBAS, 4 anos, frequentador dos passeios da Barca dos Livros, em Florianópolis

"Os livros de que eu mais gosto são os da coleção Cocoricó, porque eles têm galinha, cavalo, pintinho e mais um monte de outros bichos. As histórias são muito engraçadas! E têm uns desenhos bem grandes."

COCORICÓ - O LIVRO, Walkíria de Felice, 112 págs., Ed. Melhoramentos, tel. (11) 3874-0800, 53,60 reais

Agentes transformadores 

Vítor "lê" para os amigos em Atalaia, AL: projeto Encontros da Leitura garante acesso aos livros. Foto: Gianpiero Gadotti

Vítor Santos Lima tem 5 anos e ainda não sabe interpretar convencionalmente a linguagem escrita. Todos os dias, no entanto, ele aguarda ansiosamente a hora da leitura, que acontece em sua turma na EM Suzana Craveiros Costa de Medeiros, em Atalaia, a 45 quilômetros de Maceió. A atividade já o transformou num apaixonado por livros. "Gosto porque gosto", ele diz, sem conseguir explicar o encantamento.

Assim como Vítor, crianças de diferentes regiões do Brasil estão descobrindo o prazer da leitura antes mesmo de aprender a ler. São meninos e meninas atendidos por programas que acreditam no incentivo à leitura desde cedo, idealizados e liderados por gente inconformada com a situação do país no que diz respeito ao acesso aos livros. Um deles é o Encontros de Leitura, em Atalaia.

Destinado exclusivamente à faixa de 4 a 6 anos, o projeto deu ao garoto algo que ele nunca teve: acesso aos livros. Trata-se de uma parceria entre a empresa de cosméticos Natura, o Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac) e prefeituras de dez municípios brasileiros. A iniciativa inclui a doação de obras literárias para a formação de acervos permanentes e, principalmente, a capacitação de professores, coordenadores e diretores. Sob orientação do Cedac, eles simulam situações em sala de aula, são incentivados a ler e estimulados a manter registros de todas as atividades em classe, para debater em encontros regulares. A ideia é que esses professores sejam os agentes transformadores da vida de meninos e meninas em idade pré-escolar, pois os coordenadores do projeto sabem que o contato desde cedo com a literatura rende frutos agora e também na vida adulta.

"A criança começa a construir seu conhecimento sobre a escrita. A leitura tem impacto sobre todas as outras matérias escolares e também na inserção social", analisa Maria Lúcia Guardia, gerente de Educação e Sociedade da Natura. Patrícia Diaz, coordenadora pedagógica do Cedac, completa: "Contação e dramatização de histórias são atividades bastante presentes nas escolas, mas a leitura não. Quando se conta uma história, a linguagem oral se mistura à escrita. Mas quando se lê, há o contato com a linguagem escrita, fundamental no processo de formação de um leitor".

Após a implementação do projeto na EM Lúcio Fidelis de Moura, em Atalaia, a professora Fabiana Maria Gomes percebeu, logo de cara, o impacto positivo na turma. "A linguagem, a maneira de opinar e até o comportamento, tudo mudou para melhor. Agora, os pequenos têm um repertório de histórias e até de autores. Adoram Audrey e Don Wood, de A Casa Sonolenta, por causa das ilustrações. Quando leio os Contos de Grimm, que têm poucos desenhos, eles começam a imaginar o que fariam se fossem os ilustradores", diz Fabiana. Ela lê todos os dias, assim que as crianças chegam. E, mesmo que ela queira, já não há mais como escapar dessa rotina: "Quando mudo o roteiro de atividades, elas cobram a leitura na hora". O projeto, que permanece dois anos em cada município, terminará no fim de 2008. No entanto, o assessor pedagógico da Secretaria de Educação do município de Atalaia, Francisco Lourenço da Silva Filho, acredita que ele chegou para ficar. "Os professores abraçaram a idéia e darão continuidade."

Eu recomendo

TITE DE LAMARE, idealizadora do projeto Esquina do Livro, na comunidade de Campinho, Rio de Janeiro

"Acredito que o livro-brinquedo seja fundamental nessa faixa etária. Por meio dele, a criança passa da fase do brinquedo para a formação de símbolos e histórias. Entre vários bons livros do tipo, recomendo os da série Ninoca, de Lucy Cousins. Trata-se de uma coleção com a qual as crianças se identificam bastante. São vários títulos, como o Feliz Natal, Ninoca!. Os livros têm figuras divertidas, que ajudam na interação das crianças e sugerem a criação de outras histórias com os mesmos personagens."

FELIZ NATAL, NINOCA!, Lucy Cousins, 16 págs., Ed. Ática, tel. (11) 0800-115152, R$ 54,90

Espaço de prazer

Grupo de pré-escola atendido pela Esquina do Livro, no Rio de Janeiro: entre os 5 mil títulos disponíveis, os preferidos são livros-brinquedos e contos de fadas. Foto: Gilvan Barreto

No projeto Esquina do Livro, na comunidade de Campinho, no Rio de Janeiro, o principal instrumento de incentivo à leitura é um acervo com mais de 5 mil títulos. A simpática casinha de esquina está sempre aberta a meninos e meninas de todas as idades. Às sextas-feiras, porém, o espaço é dedicado apenas às crianças de Educação Infantil da EM Paraná. "Achamos que seria interessante trabalhar com quem ainda não sabe ler e, dali a dois anos, observar o resultado na alfabetização", diz a coordenadora pedagógica Eulina Cardoso Silva.

O dia começa com muitos livros espalhados pela biblioteca e algum tempo livre, para que a molecada explore o espaço à vontade. Em seguida, são realizadas atividades com a orientação das mediadoras. "Gostamos, por exemplo, de trabalhar com a construção de uma história coletiva com base em livros de imagens. Isso é um grande exercício de imaginação", diz Eulina. Para ela, o trabalho com crianças não alfabetizadas tem características específicas. "É importantíssimo ler histórias. Ouvir é fundamental para a formação delas, para a compreensão que têm do mundo e para que se tornem leitores", afirma a coordenadora.

Tite de Lamare, jornalista, escritora e idealizadora do projeto, destaca a predileção que a maioria dos participantes demonstra por livros-brinquedos e contos de fadas. "Algumas histórias são apavorantes, cheias de bruxas más e provações. Isso faz a criança identificar nos livros os próprios medos, algo que faz parte da vida real."

Sílvia Cristina Rodrigues, coordenadora pedagógica da escola, diz que foi nítida a mudança no comportamento dos pequenos depois que embarcaram no projeto. "Eles viraram contadores de histórias! Além disso, o relacionamento dentro do grupo melhorou. Todos passaram a respeitar mais o colega." A professora Marli Nunes Machado afirma ter aprendido muito com o Esquina do Livro. "O projeto nos trouxe algumas orientações, que incorporamos em sala: primeiro, mostrar a capa do livro; depois, criar um ambiente, fazer suspense... As crianças se divertem!"

Bons exemplos dos resultados obtidos são Rafael Grozima de Santana e Amanda Areas, ambos de 6 anos. Eles fizeram parte do primeiro grupo de pré-escola atendido pelo Esquina do Livro, em 2007. Agora, no 1º ano do Ensino Fundamental, continuam freqüentando a casa, de tanto que se apegaram às atividades. O projeto conta com o apoio do Prazer em Ler, um programa de incentivo à leitura que integra a política de responsabilidade social da empresa C&A.

Pitada Literária

Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado.
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando.
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
Nem você, dona Lebre,
Vai me pegar!

O CASO DO BOLINHO, Tatiana Belinky, Ed. Moderna

Contadores de causos 

Foto:
Livraria em São Paulo decorada por "leitores" de O Caso da Lagarta que Tomou Chá-de-Sumiço: Projeto Vitrine transforma a leitura numa brincadeira que dá asas à imaginação. Foto: Marcos Rosa

Graças a alguns projetos, regiões distantes dos grandes centros urbanos não ficam sem uma biblioteca se o único obstáculo para a chegada dos livros for a localização. A Expedição Vaga Lume, por exemplo, desde 2001 leva livros até comunidades rurais da Amazônia. O acesso da garotada à leitura é garantido com a doação de estrutura para exposição das obras e a formação de mediadores de leitura e multiplicadores - capacitados a ensinar e eleger novos voluntários para fazer a ponte entre o livro e o leitor. O diferencial é a valorização das tradições regionais e o fortalecimento dos vínculos. "Nas comunidades, todos se conhecem, e os mediadores costumam ser professores ou líderes comunitários", explica a educadora Joana Arari, integrante do projeto. Segundo ela, essa aproximação aumenta o interesse pelas histórias que são contadas. Não por acaso, os livros mais solicitados são os artesanais, produzidos com base em lendas ou causos contados pelos moradores durante as rodas de prosa e confeccionados pela comunidade com tecidos e bordados.

Em Barreirinhas, a 259 quilômetros de São Luís, quatro comunidades são atendidas pelo projeto. E o desenvolvimento proporcionado pelas ações da expedição foi notável: até o fim de 2007, quatro bibliotecas tinham sido instaladas, totalizando 1 451 livros para atender 1 483 crianças de quatro escolas. Sem contar a formação de 97 mediadores de leitura e seis multiplicadores. Houve avanços também com as novas iniciativas que surgiram na região por influência do projeto.

A professora e multiplicadora Cleonicy Martins de Sena Conceição, por exemplo, foi uma das idealizadoras do projeto Caixote Na Costa, Leitura Posta. "Eu e mais cinco pessoas colocamos livros nos minicaixotes que fazem parte da estante de livros e fomos expandir os ideais da Expedição Vaga Lume para mais duas comunidades", explica. Já Edileusa Vale Silva, que só aprendeu a ler aos 11 anos, aproveita os ensinamentos do projeto para enriquecer as leituras que já promovia em casa. Ela começou atendendo 15 garotas - amigas de suas filhas - que iam mal na escola. Agora, já são 40 crianças. "O esforço vale a pena. Um dia desses, um garoto que hoje tem 8 anos disse ter aprendido a ler na minha casa, e que só se esforçou porque queria ler para mim, como faço para ele."

Arte literária

Foto:

Sessão de leitura em Barreirinhas, MA: 1451 livros para 1483 crianças de quatro escolas. Foto: Rayssa Ashkar Petrilo/Projeto Vaga Lume

Na cidade de São Paulo, uma livraria usa a literatura como ponto de partida para diversas outras formas de manifestar a criatividade. É o Projeto Vitrine, iniciativa de Denize Carvalho, dona da livraria Casa de Livros. Há sete anos, quando promovia uma feira de livros, encantou-se com uma reprodução do Abaporu - o famoso quadro modernista de Tarsila do Amaral - feita por crianças e pediu a ilustração emprestada para enfeitar a vitrine de sua livraria. Nascia assim o projeto, no qual colégios particulares e públicos se inscrevem, escolhem um livro e trabalham com ele em sala de aula por um mês. Com base no que absorve da história, a garotada produz arte, que fica exposta na vitrine da Casa dos Livros durante uma semana.

Aos sábados, uma grande festa é realizada para inaugurar a vitrine nova. "Além das crianças e dos professores, participam pais, coordenadores da escola, o autor do livro trabalhado e um contador de histórias. Também fazemos atividades com música ou teatro", conta Denize. O projeto agradou tanto que, em sete anos, a vitrine já mudou mais de 300 vezes. Em março de 2008, a decoração foi feita pela garotada da escola Guilherme Tell, que leu o livro O Caso da Lagarta que Tomou Chá-de-Sumiço, de Milton Célio de Oliveira Filho (Ed. Brinque-Book). "As crianças querem muito estar ali. Até as mais tímidas acabam se soltando e curtindo a festa, inclusive fazendo perguntas muito interessantes. Dá para sentir que elas vêem o livro com encantamento", diz Milton.

Um exemplo é Manuela Oliveira, de 5 anos. Ela fez várias peças para enfeitar a vitrine, entre casulos, borboletas e lagartas. Mas a grande tarefa da menina nesse dia foi recitar o poema As Borboletas. "É do Vinicius", explicou Manuela, cheia de intimidade com o autor Vinicius de Moraes. "A leitura de um livro não precisa encerrar-se nela mesma. Se as crianças demonstram curiosidade, podemos trazer novos títulos para elas", explica a coordenadora pedagógica da Guilherme Tell, Denise Braga, lembrando que este é o quinto ano consecutivo da escola no Vitrine - prova de que, quando há compromisso e encantamento com um projeto, ele cria raízes.

Ler é importante porque...

- Contos de fadas representam conflitos universais e ajudam na formação da personalidade. A criança interpreta a simbologia contida nessas histórias de acordo com suas vivências.

- Textos com estrutura de repetição costumam ser muito apreciados pelas crianças. São fáceis de memorizar e possibilitam a identificação das palavras repetidas, o que é importante para a alfabetização.

- A leitura diária ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita.

Dicas de leitura para crianças de 4 a 6 anos

 

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA, Ana Maria Machado, 24 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 18,90 reais 

O POTE VAZIO, Demi, 36 págs., Ed. Martins Fontes, tel. (11) 3241-3677, 29,90 reais 

LÁ VEM HISTÓRIA, Heloisa Prieto, 80 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, tel. (11) 3707-3500, 32 reais

CATARINA E JOSEFINA, Eva Furnari, 16 págs., Ed. Formato, tel. 0800-011-7875, 16,80 reais

A FESTA NO CÉU, Cristina Porto, 32 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-17-2002, 22,90 reais

A BOLA E O GOLEIRO, Jorge Amado, 32 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, tel. (11) 3707-3500, 25 reais 

A VACA REBECA, Regina Siguemoto Martinez, 16 págs., Ed. Scipione, tel. 0800-161-700, 20,90 reais 

A FLAUTA MÁGICA, Ruth Rocha, 48 págs., Ed. Callis, tel. (11) 3068-5600, 26,90 reais 

TEM DE TUDO NESTA RUA..., Marcelo Moreira Xavier, 16 págs., Ed. Formato, tel. 0800-011-7875, 21,90 reais 

MACAQUINHO, Ronaldo Coelho, 20 págs., Ed. Lê, tel. (31) 3423-3200, 19,80 reais 

CONTOS DE ANDERSEN, Hans Christian Andersen, recontado por Mary e Eliardo França, 120 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 51,90 reais

O REI BIGODEIRA E SUA BANHEIRA, Audrey e Don Wood, 32 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 20,90 reais 

CONTOS DE GRIMM, Wilhelm e Jacob Grimm, 96 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, tel. (11) 3707-3500, 38 reais 

A TORTO E A DIREITO, Braz Uzuelle, 32 págs., Ed. Paulinas, tel. (11) 5081-9333, 18,90 reais 

FLICTS, Ziraldo, 48 págs., Ed. Melhoramentos, tel. (11) 3874-0800, 7,70 reais 

BRUXA, BRUXA, VENHA À MINHA FESTA, Arden Druce, 32 págs., Ed. Brinque-Book, tel. (11) 3032-6436, 27,50 reais 

A VELHOTA CAMBALHOTA, Sylvia Orthof, 132 págs., Ed. Lê, tel. (31) 3423-3200, 18,50 reais

O CASO DO BOLINHO, Tatiana Belinky, 32 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-17-2002, 22,50 reais 

O CASO DAS BANANAS, Milton Célio de Oliveira Filho, 32 págs., Ed. Brinque-Book, tel. (11) 3032-6436, 28,50 reais 

VIVIANA - RAINHA DO PIJAMA, Steve Webb, 34 págs., Ed. Salamandra, tel. 0800-17-2002, 31,80 reais 

EU QUERIA TER UM URSO, Marcelo Bicalho, 16 págs., Ed. Paulinas, tel. (11) 5081-9333, 11 reais 

BOM DIA, TODAS AS CORES!, Ruth Rocha, 35 págs., Ed. Quinteto, tel. (11) 3611-3055, 23,30 reais 

HISTÓRIAS DA COLEÇÃO GATO E RATO, Mary e Eliardo França, 72 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 43,50 reais

A LIBÉLULA ABILOLADA, Bia Hetzel, 24 págs., Ed. Manati, tel. (21) 2512-4810, 7 reais

OU ISTO OU AQUILO, Cecília Meireles, 96 págs., Ed. Nova Fronteira, tel. (21) 2131-1111, 32,90 reais

CHAPEUZINHO AMARELO, Chico Buarque, 36 págs., Ed. José Olympio, tel. (21) 2585-2000, 22 reais

Quer saber mais?

EXPEDIÇÃO VAGA LUME BARREIRINHAS
Secretaria de Educação
, R. Inácio Neves, s/nº, 65590-000, Barreirinhas, MA, tel. (98) 3349-0510
Expedição Vaga Lume

ESQUINA DO LIVRO
Instituto C&A

BARCA DOS LIVROS
R. Senador Ivo d?Aquino, 103, 88062-050, Florianópolis, SC, tel. (48) 3879-3208

ENCONTROS DE LEITURA
EM Suzana Craveiros Costa de Medeiros
, R. Floriano Peixoto, s/nº, 57690-000, Atalaia, AL, tel. (82) 3264-1837
Escola Lúcio Fidelis de Moura, Povoado Porangaba, s/nº, 57690-000, Atalaia, AL, tel. (82) 3299-2001
Natura
Cedac

VITRINE DA LEITURA
Casa de Livros
, R. Capitão Otávio Machado, 259, 04718-000, São Paulo, SP, tel. (11) 5182-4227

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