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Plano de aula - Alfabeto: letras e ordem

POR: Michele Rabelo 26/11/2018
Código: LPO1_03ATS01

1º ano / Língua Portuguesa / Atividade de Sistematização

Plano de aula alinhado à BNCC:

(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação por letras.

(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem das letras.

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 1º ano do Ensino Fundamental sobre como aprender as letras do alfabeto, sua ordem e ainda identificar símbolos que não pertencem ao alfabeto da nossa Língua Portuguesa.

 

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a 1ª aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é aprender as letras do alfabeto, sua ordem e ainda identificar símbolos que não pertencem ao alfabeto da nossa Língua Portuguesa.

Materiais necessários:

  • Equipamentos para a reprodução de um vídeo que está disponível na internet.
  • Impressão de palavras a serem utilizadas na brincadeira de forca ou reprodução a mão das mesmas (nesse caso, papel e caneta).
  • Impressão de atividade para registro e fechamento da aula ou reprodução a mão das mesmas (nesse caso, papel e caneta).

Dificuldades antecipadas:

  • As crianças que se encontram em hipóteses de escrita menos avançadas, como a hipótese pré-silábica, podem apresentar maiores dificuldades para participar (como por exemplo, não indicar letra alguma ou ainda não saber o nome das letras), nesses casos, em suas vezes, você pode pedir que a criança aponte a ficha com a letra ou símbolo que ela quer inserir na palavra e então fale o nome da letra (se for essa sua escolha) e peça para que ela repita, e também, inserir mais pistas como uma letra que formará uma sílaba. Assim se já foi descoberto o IA você diz que dará mais uma dica e acrescente o L. É possível também utilizar alfabeto móvel ou o alfabeto exposto na sala para que os alunos com hipóteses pré silábicas, silábicas sem valor sonoro, silábicas com valor sonoro, e todos os outros que julgarem necessário, possam consultá-lo.
  • Leia para aqueles que não leem convencionalmente. Ou ainda, solicite às crianças mais experientes que leiam aquilo que a turma já conseguiu descobrir.

Referências sobre o assunto:

  • Livro: Psicogênese da língua escrita - Emília Ferreiro e Ana Teberosky.
  • Livro: Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário - Delia Lerner.
  • Livro: O diálogo entre o ensino e aprendizagem - Telma Weisz.
  • Livro: Como eu ensino Sistema de escrita alfabética - Artur Gomes de Morais.
  • Livro: Guia prático de alfabetização - Leonor Scliar-Cabral.

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Comece a aula dizendo aos estudantes que sabe que muitas crianças conhecem muitas letras. Porém, você está com uma dúvida: O nosso alfabeto tem vinte e seis letras e são muitas letras. Por isso a aula de hoje será...
  • Provoque-as lendo o tema da aula entonando a palavra “realmente” (Certamente as crianças já conhecem muitas das letras e a intenção é desafiá-las a pensar se realmente conhecem todas as letras para que comecem os estudos com essa dúvida e motivados a descobrir).

Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Inicie a aula dizendo que você conhece uma música e quer compartilhar.
  • Clique aqui para acessar o vídeo (1min26seg). Trata-se de um vídeo do canal Gugudada com uma música sobre o alfabeto.
  • Após o vídeo estabeleça conversa sobre as impressões das crianças:
  • O que vocês acharam do vídeo?
  • Por quê?
  • Do que se trata a música?
  • Por que na música diz “A de avião e B de bola?
  • Quais outras palavras poderíamos usar nesta música? A de ...
  • Proponha ouvir novamente a música e cada letra dita você anotará no quadro.
  • Para ampliar e aprofundar o conhecimento das crianças acerca do alfabeto, registre no quadro as letras da música em letra bastão (A) e em letra cursiva (A).
  • Solicite que as crianças leiam o alfabeto.
  • Se tiver outro alfabeto na sala, peça que as crianças comparem os dois e verifiquem se as letras são as mesmas (a intenção é que as crianças percebam que estão faltando as letras k, w e y).
  • Se na sala tiver alunos que iniciem os nomes com essas letras aproveite para explorar a situação perguntando:
  • Tem alguém na sala que tem essas letras no nome?(pergunta pessoal)
  • Anote os nomes na lousa.
  • Se você tiver Kevin e Anny por exemplo, enfatize o fato de que em um nome está no início da palavra e em outro nome está no final.
  • Também pergunte às crianças qual é o som do “y” na palavra(som do i). Assim: Anny termina com qual som (R: som de i)? Quando chegarem à conclusão que é “i” diga que o “y” tem som de “i”. Que não é comum na nossa língua, mas alguns nomes são escritos com “y” para o som de “i”.
  • Informe às crianças que essas três letras não faziam parte de nosso alfabeto, mas como eram usadas em algumas situações, foram incorporadas e isso ocorreu há mais ou menos dez anos. Se quiser saber mais clique aqui e acesse um texto sobre o alfabeto oficial em português.
  • Disponibilize o cartaz com a letra da música que você pode fazê-lo com caneta ou imprimindo a partir do arquivo anexo clique aqui.
  • Mais uma vez coloque a música para ser tocada e as crianças acompanharem, mas desta vez acompanhe com o seu dedo ou uma régua apontando para cada palavra do painel.
  • Repita o procedimento, mas agora quem apontará para as palavras no painel serão as crianças.
  • A cada dois versos da música você para a música e troca a criança. Pergunte à próxima criança paramos na letra B e agora qual será a próxima (resposta :Letra C)? Para que quando você recomece a música ela já esteja posicionada e a partir daí procure ajustar aquilo que está ouvindo e cantando com aquilo que está escrito. Clique aqui para saber mais a respeito desta estratégia de leitura quando ainda não se sabe ler convencionalmente.
  • Provoque-as para a próxima etapa dizendo que tem um grande desafio e proponha uma nova brincadeira: forca.

Atenção professor: Sugestão de outros vídeos que auxiliarão nesta aula: Vídeo PAlavra Cantada. Clique aqui

Materiais complementares:

  • Equipamento para reprodução de vídeo.

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Inicie a proposta explicando as regras da brincadeira:
  • Você escolherá uma palavra que apareceu na música que ouviram.
  • As letras desta palavra serão colocadas no quadro.
  • Mas o desafio será grande, pois além das letras estarem embaralhadas também terão intrusos junto a elas.
  • Atenção: Há um documento complementar com a forca (clique aqui), as letras e símbolos intrusos a serem impressos, caso seja possível. Se não for, apenas reproduza-os e cole com fita crepe no quadro.
  • Determine a ordem em que as crianças falarão garantindo que todos tenham a oportunidade de participar.
  • Cada criança falará uma letra e a colará onde acredita que seja o seu lugar na palavra.
  • Somente quem está com a vez de falar pode “chutar” a palavra.
  • Cada vez que errar é desenhada uma parte do corpo na forca.
  • Se adivinharem a palavra antes de serem enforcados, ganham.
  • Se forem enforcados, a professora ganha.
  • Por exemplo a palavra FAMÍLIA. Cole as letras no quadro fora de ordem e com símbolos intrusos:
  • M Í 8 I F A L 1 A
  • Desenhe no quadro um tracinho para cada letra da palavra FAMÍLIA, ou seja, sete tracinhos. As crianças deverão colar as plaquinhas sobre esses tracinhos.
  • Desenhe ou cole a forca na lousa.
  • Antes de iniciar a brincadeira conte o número de tracinhos com as crianças e informe a elas que a palavra misteriosa tem aquela quantidade de letras.
  • Siga a ordem das crianças estabelecida e comece a brincadeira.
  • A primeira criança vai até o quadro, seleciona uma das plaquinhas (com letra ou símbolo) e cola onde acredita ser o seu lugar na palavra.
  • Se acertar, a plaquinha fica em seu lugar. Converse com as crianças a respeito da letra que foi acertadamente colada. Complemente dizendo: a palavra misteriosa tem A no final (se foi esta a letra colada). Ou ainda, esta palavra começa com F. E agora, que já foram colados o L, I e A, como ficou o final desta palavra?
  • Se errar, a plaquinha volta para o banco de plaquinhas e você desenha uma parte do corpo no boneco que será enforcado.
  • Caso a brincadeira esteja muito difícil com determinadas crianças, em suas vezes, você pode inserir mais pistas como uma letra que formará uma sílaba. Assim se já foi descoberto o IA você diz que dará mais uma dica e acrescente o L.
  • Auxilie aqueles que não lêem convencionalmente lendo para eles. Ou ainda, solicite que crianças mais experientes leiam aquilo que a turma já conseguiu descobrir.
  • Repita a atividade com diferentes palavras (no documento anexo há sugestão de palavras). Até que se mantenha o interesse da turma.

Materiais complementares:

  • Material impresso (palavras da forca) - caso não haja a possibilidade de impressão, pode ser reproduzido à mão. Clique aqui
  • Fita adesiva.

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Agrupe os alunos em duplas de acordo com a hipótese de escrita. Devem trabalhar juntas crianças que possuam hipóteses próximas para que não se corra o risco de que a mais experiente faça a atividade sozinha.
  • Lembrando que as hipóteses são: pré-silábica, silábica sem valor sonoro, silábica com valor sonoro, silábica alfabética e alfabética. Exemplos de duplas: uma criança com a hipótese pré-silábica com uma silábica sem valor sonoro. Uma silábica sem valor sonoro com uma com hipótese silábica com valor sonoro. Uma silábica com valor sonoro com outra silábica alfabética. Uma criança com hipótese silábica alfabética com uma com hipótese alfabética. Clique aqui para saber mais.
  • Explique a elas que serão desafiadas a colocar em prática o que aprenderam sobre o nosso alfabeto.
  • Distribua a atividade de registro. Professor no documento anexo (clique aqui), há seis palavras diferentes para que aumente o desafio entre a turma. Porém, entregue apenas uma folha para cada criança.
  • Diga que terão que localizar e riscar quais são os símbolos intrusos na palavra. Depois escrevê-la sem tais símbolos.
  • Circule pela sala e observe crianças que tenham resolvido de formas diferentes.
  • Peça que vão até o quadro e escrevam a palavra sem os símbolos intrusos.
  • Peça a cada uma das crianças que leiam a palavra que escreveram acompanhando com o dedinho no quadro. Relacionando os sons às grafias.
  • Permita que outras crianças opinem a respeito da posição do amigo. Se está correto ou não. Ou de que forma pensaram.
  • Realize a mediação da conversa dando a oportunidade para que as crianças falem.
  • Caso as crianças não cheguem à escrita convencional correta neste momento, há as fichas da forca utilizada anteriormente que podem servir como fonte de consulta para que as crianças possam comparar a grafia empregada nesta atividade e a que de fato corresponde à palavra.
  • Na segunda atividade, oriente as crianças a escolherem uma das palavras escritas na forca.
  • Utilizando-se ainda das formações em duplas, peças que as crianças construam uma lista com cinco palavras que apareceram na música. Neste momento, guarde o painel da música para que não seja cópia. Ao contrário queremos que neste momento, as crianças coloquem em jogo tudo aquilo que aprenderam até o momento. Clique aqui se quiser saber mais sobre “o escrever mesmo sem saber escrever convencionalmente”.
  • Oriente quem deve escrever e quem deve ajudar dizendo as letrinhas.
  • Deve escrever àquela criança que tenha menos conhecimento a respeito do nosso sistema de escrita, para que não se corra o risco de que aquele que sabe mais faça sozinho a atividade. Assim, por exemplo, na dupla em que estiver uma criança com hipótese silábica alfabética com uma alfabética, a que tem hipótese silábica alfabética escreve e a alfabética dita as letrinhas. Assim, há maior possibilidade de discussão sobre a melhor letra de se escrever.
  • Circule entre as duplas provocando reflexões. Por exemplo:
  • O que vocês querem escrever?
  • O que já conseguiram escrever até agora?
  • Coloque o dedinho embaixo e leia
  • Tem algum nome na sala que tem o JA que você precisa?
  • Procure no painel como escreve o JA de Jamerson.
  • Promova a autonomia das crianças fazendo-as perceber que no painel de nomes e no alfabeto tem uma rica fonte de informações que eles podem buscar sozinhos.
  • Observe, professor, se as crianças compreenderam as letras que fazem parte do nosso alfabeto e se são capazes de identificar símbolos que não fazem parte dele. Se julgar necessário, repita a atividade quantas vezes forem necessárias alternando as palavras da forca ate que todos avancem.
  • Observe também se estão conseguindo recitar e identificar a ordem das letras do alfabeto. Disponibilize o alfabeto em sala de aula de forma fixa (esse alfabeto pode ter a letra em diferentes formatos. Além da letra bastão maiúscula, pode ter a letra bastão minúscula, a letra cursiva maiúscula e minúscula).
  • Disponibilize também enquanto julgar necessário (enquanto as crianças não aprenderem relacionar os fonemas com as letras e também a ordem alfabética) a letra da música utilizada no início da aula para que possam ler mesmo sem saber ler convencionalmente.
  • Organize a fila na ordem alfabética também é uma estratégia valiosa visto que, fazer fila, é uma dinâmica presente na rotina das crianças. Para ser justo, os primeiros das filas (menino e menina) podem ser os ajudantes do dia. Amanhã eles irão para o final da fila e os primeiros serão aqueles que têm os nomes depois dos deles na ordem alfabética. Por exemplo, a fila dos meninos será: Cauã, David, Fellipe e Gabriel. O Cauã é o ajudante hoje. Amanhã o Cauã será o último da fila e o primeiro será o David. Então a fila ficará assim: David, Fellipe, Gabriel e Cauã. E assim por diante.

Materiais complementares:

  • Material impresso (atividade de registro) - caso não haja a possibilidade de impressão pode ser reproduzido a mão. Clique aqui

Este plano de aula foi produzido pelo Time de Autores NOVA ESCOLA
Professor-autor: Michele Rabelo
Mentor: Priscila Medeiros
Especialista: Tania Rios

Título da aula: Alfabeto: letras e ordem

Finalidade da aula: Aprender as letras do alfabeto, sua ordem e ainda identificar símbolos que não pertencem ao alfabeto da nossa Língua Portuguesa.

Ano:1º ano do Ensino Fundamental

Objeto(s) do conhecimento: Construção do sistema alfabético e da ortografia / Conhecimento do alfabeto do português do Brasil

Prática de linguagem:Análise linguística e semiótica

Habilidade(s) da BNCC: EF01LP04, EF01LP07, EF01LP10

Sobre esta aula: Esta é a 1ª aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é aprender as letras do alfabeto, sua ordem e ainda identificar símbolos que não pertencem ao alfabeto da nossa Língua Portuguesa.

Materiais necessários:

  1. Equipamentos para a reprodução de um vídeo que está disponível na internet.
  2. Impressão de palavras a serem utilizadas na brincadeira de forca ou reprodução a mão das mesmas (nesse caso, papel e caneta).
  3. Impressão de atividade para registro e fechamento da aula ou reprodução a mão das mesmas (nesse caso, papel e caneta).

 

Dificuldades antecipadas:

  1. As crianças que se encontram em hipóteses de escrita  menos avançadas, como a hipótese pré-silábica, podem apresentar maiores dificuldades para participar (como por exemplo, não indicar letra alguma ou ainda não saber o nome das letras), nesses casos, em suas vezes, você pode pedir que a criança aponte a ficha com a letra ou símbolo que ela quer inserir na palavra e então fale o nome da letra (se for essa sua escolha) e peça para que ela repita, e também, inserir mais pistas como uma letra que formará uma sílaba. Assim se já foi descoberto o IA você diz que dará mais uma dica e acrescente o L. É possível também utilizar alfabeto móvel ou o alfabeto exposto na sala para que os alunos com hipóteses pré silábicas, silábicas sem valor sonoro, silábicas com valor sonoro, e todos os outros que julgarem necessário, possam consultá-lo.
  2. Leia para aqueles que não leem convencionalmente. Ou ainda, solicite às crianças mais experientes que leiam aquilo que a turma já conseguiu descobrir.

 

Referências sobre o assunto:

  1. Livro: Psicogênese da língua escrita - Emília Ferreiro e Ana Teberosky.
  2. Livro: Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário - Delia Lerner.
  3. Livro: O diálogo entre o ensino e aprendizagem - Telma Weisz.
  4. Livro: Como eu ensino Sistema de escrita alfabética - Artur Gomes de Morais.
  5. Livro: Guia prático de alfabetização - Leonor Scliar-Cabral.

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