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Atividade - Brincadeiras de Palmas - Dom Frederico

Nesta proposta, veja como introduzir uma nova brincadeira típica da região Sudeste ao repertório das crianças.

Plano 01 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Atividade alinhada à BNCC: • POR: Clarice Albertina Fernandes

O que fazer antes?

Contextos prévios: Para vivenciar esta proposta, primeiramente é necessário que você esteja bem familiarizado com a melodia, a letra e com os gestos que são representados na brincadeira, garantindo a fluidez que se pede no momento de brincar. Caso não conheça a brincadeira sugerida nesta proposta, você pode acessá-la aqui. É importante que as crianças de seu grupo já tenha vivenciado algumas brincadeiras que as convidem e traçar estratégias de participação e de interação em duplas e em grandes grupos. Nesta proposta é essencial que elas sejam capazes de expor oralmente ideias e se de relacionar com os colegas, buscando sincronia entre movimentos e canções, para cumprir os desafios que a brincadeira propõe.

Materiais:

Aparelho de som, o áudio da brincadeira, que pode ser acessado aqui, e a letra da canção exposta em um cartaz.

Espaços:

Preveja um espaço aberto para o contexto da proposta. Considere a necessidade de movimentação livre das crianças, que pode mudar conforme o envolvimento e o interesse ao longo da vivência. Observe ainda a necessidade de um local para a realização da roda de conversa, que acontecerá no início da vivência, em que você levantará com as crianças as brincadeiras que já conhecem, detalhará a sequência de gestos e a música que compõe a brincadeira .

Tempo sugerido:

Aproximadamente 40 minutos.

Perguntas para guiar suas observações:

1. Como aconteceu a percepção das crianças no reconhecimento do próprio corpo como instrumento de expressão, comunicação e ação?

2. Qual foi a reação das crianças ao perceberem que a brincadeira exigia movimentos sincronizados e que deles dependia o sucesso do desempenho da dupla? Apoiaram-se na execução dos gestos?

3. Quais indicações revelaram que a marcação de palavras com gestos e movimentos colaborou para que o grupo realizasse suas próprias investigações sonoras?


Para incluir todos:

Identifique barreiras físicas, comunicacionais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou o grupo participe e aprenda. Reflita e proponha apoios para atender às necessidades e às diferenças de cada criança ou do grupo. Proponha alternativas para a qualidade das interações, traçando estratégias para que uma criança ajude a outra. Lembrando que algumas delas irão preferir brincar com seu colega preferido. Caso aconteça de algumas crianças preferirem apenas observar, respeite e receba positivamente as escolhas e as expressões delas. Se no grupo houver crianças com necessidades físicas ou limitações, sugira movimentos diferenciados que acolham suas particularidades com naturalidade e qualidade relacional.

O que fazer durante?

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Convide o grupo para se reunir em roda com você. Conte que recentemente você assistiu a vídeos de brincadeiras que envolvem palmas e outros gestos e que ficou pensando se eles também conheciam essas brincadeiras. Você pode comentar que na sua infância brincava muito com os amigos desse tipo de brincadeira e até citar alguma mais popular, como a adoleta, e dar o exemplo de como funciona, apenas para as crianças entenderem de que tipo de brincadeira está falando. A partir disso, organize as falas e demonstrações das crianças sobre as ideias que trazem, fazendo desse momento lúdico e divertido.

Depois de as crianças terem demonstrado oralmente e corporalmente suas brincadeiras conhecidas, comente que você pensou para um dos momentos do dia de hoje em uma brincadeira nova (caso ninguém tenha trazido a brincadeira Dom Frederico). Diga o nome da brincadeira e envolva-as, brincando com o momento, transforme a proposta em um desafio. Utilize frases positivas que enaltecem o brincar dessa maneira para despertar o interesse das crianças quanto ao convite para brincar.

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Após o convite ser aceito, diga novamente o nome da brincadeira e questione se alguém a conhece ou já brincou dela. Compartilhe com o grupo que é uma brincadeira cantada, na qual também se faz uso de gestos. Por isso, comente que primeiramente as crianças terão que treinar os movimentos, bem como aprender a letra da canção, que é muito divertida também. Caso algumas delas se recusem a brincar, aproveite o momento para estimular o envolvimento delas, convidando-as para participar ou permitindo que observem e entrem na brincadeira mesmo que já iniciada.

Possíveis falas e ações do professor: Então, pessoal a brincadeira nova que eu aprendi se chama Dom Frederico. É engraçado o nome dela, né? Alguém conhece? Alguém já brincou de Dom Frederico? Como vocês acham que se brinca? Ela é uma brincadeira cantada e para representar o que estamos dizendo, fazemos gestos e movimentos . Se brinca em duplas, mas primeiro, vamos treinar, individualmente. Vamos lá? É muito legal, vocês vão adorar essa brincadeira…"

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Inicie a explicação da brincadeira. Primeiro, apresente o áudio da música que embala o jogar. Depois, revele que escreveu a letra num cartaz e cante-a pausadamente, indicando com o dedo o que está lendo. Em seguida, convide o grupo para cantar com você. Após esse momento, considere inserir os gestos que compõem o brincar. Faça a representação dos movimentos vagarosamente, verso a verso. Depois, comente que a brincadeirase inicia batendo as palmas e fazendo os gestos devagar e que a velocidade, tanto da canção como dos gestos, vai aumentando a cada repetição da brincadeira.

Convide uma criança para ser sua dupla e façam a demonstração para o grupo, cantando e fazendo os gestos da brincadeira.

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Observe que é importante que condução seja algo lúdico, com ênfase no ensinar uma nova brincadeira e que observações sobre as palavras e suas relações com os gestos devem vir no contexto, por exemplo: quando o Dom frederico diz que sim, quem lembra qual o gesto que temos que fazer e como?

Atente-se ainda para a apropriação da canção pelas crianças. Sendo assim, caso perceba a necessidade, considere um momento inicial em que elas brinquem algumas vezes apoiadas pela canção reproduzida em áudio, de modo que o momento de aprendizagem da nova brincadeira não seja algo marcado e pautado no ensinamento apenas do professor, todavia, que seja oportuno às crianças aprender de acordo com seus seus ritmos e formas diversas que encontram para construir significados, por meio dos contextos vivenciados.

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Após todos terem se apropriado minimamente da brincadeira, proponha o desafio de brincarem sem o apoio do áudio. Solicite que formem duplas e brinquem livremente. Desafie as crianças a encontrar a melhor maneira de fazer os gestos, lembrando que algumas palavras indicam o que deverá ser feito. Acorde com elas que neste momento da brincadeira vocês ainda não aumentarão a velocidade da canção e dos movimentos. Engaje-as a partir da ideia de que farão alguns treinos, para então, partirem para o maior desafio da brincadeira, que é cantar e gesticular, de maneira correta em velocidades diferentes.

Atente-se às ações das crianças, se houver necessidade, medie as situações e os desafios que surgirem na busca de sincronia entre as duplas. Interaja de modo a garantir que a vivência seja positiva para todos

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Após brincarem em duplas, seguindo apenas uma velocidade, convide as crianças para vivenciar o maior desafio da brincadeira. Você pode engajar o grupo, trazendo níveis para as velocidades. Utilize números em ordem crescente ou animais que se locomovem em níveis diferentes de velocidades.

Então, convide o grupo para que num primeiro momento todas as duplas iniciem juntas o desafio, acordando que você indicará o nível de velocidade que irão seguir. Inicie pela velocidade zero ou pela lesma, convidando as crianças a brincarem lentamente. Depois, envolva-as numa nova velocidade, indicando o número 1 (ou a tartaruga) e vá aumentando a velocidade de acordo com a estratégia de marcação escolhida por você. Após chegarem, todos juntos, na velocidade máxima da brincadeira, proponha que cada dupla realize seu próprio desafio, brincando e acordando as velocidades livremente. Neste momento, observe como estão construindo estratégias para vivenciar o desafio.


Para finalizar:

Quando perceber que o interesse do grupo pela brincadeira está diminuindo, convide as crianças para formar uma grande roda e dialoguem sobre a vivência de aprendizagem da brincadeira. Inicialmente, convide-as a contar sobre suas percepções, comentando o que quiserem dizer acerca do vivenciado. Depois, paute-se nas impressões reveladas pelo grupo e nas observações que fez enquanto as observava brincar para lançar bons questionamentos e apoiar a construção desse momento de diálogo e partilha. Investigue quais foram os sentimentos, as impressões e os desafios vivenciados pelo grupo nesse contexto. Em seguida, convide as crianças para a próxima proposta do dia.

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Desdobramentos

Você pode dar continuidade a essa atividade convidando as crianças do grupo, ou pessoas da comunidade que conhecem outras brincadeiras parecidas como essa, para compartilhar e ensinar novas formas de brincar. Traga também outras brincadeiras de palmas, ensine-as aos pequenos grupos, com o intuito de que eles construam estratégias de como podem ensiná-las aos colegas. A ideia é que brincadeiras assim façam parte do cotidiano do grupo, para que as crianças possam brincar e fazer investigações sonoras por meio de diferentes linguagens.

Engajando as famílias

Convide as famílias para uma roda de conversa e peça que tragam sugestões de brincadeiras de palmas que os responsáveis faziam quando eram crianças. Assim você promoverá um momento de compartilhamento de experiências entre pais e filhos. Em seguida, permita que familiares e crianças brinquem juntos.

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