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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Frase nominal ou oração?

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Frase nominal ou oração?

Plano 01 de 3 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Rosana Salvini Conrado

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a primeira aula de um conjunto de três planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é perceber a principal diferença estrutural entre frases nominais e verbais (orações). Esse conhecimento é necessário para que os alunos reconheçam a importância do verbo na constituição da oração, objeto do qual trata a sintaxe. Portanto, é importante que os alunos já saibam o que é um verbo. Também é importante que eles percebam os sentidos que se criam a partir do uso dos dois tipos de frases e que, ao se optar por uma frase verbal, pode ser necessário fazer uso de complementos verbais.

Materiais necessários: projetor para exibição das imagens e das frases (também é possível imprimir essas imagens e colocá-las no quadro, num tamanho que facilite a visualização de todos); quadro para o registro das frases criadas pelos alunos, após a socialização dos resultados; pode-se adaptar este plano fazendo uso de outras imagens e frases, desde que haja relação de semelhança entre elas.

Dificuldades antecipadas: a leitura das imagens pode ser mais difícil para alguns alunos, mas isso certamente se resolverá na apresentação dos exemplos das frases, quando fizerem o exercício de associação.

Referências sobre o assunto:

NEVES, M. H. M. Que gramática estudar na escola. Norma e uso na Língua Portuguesa. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2004.
ORLANDI, E. P. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. Campinas: Pontes, 1987.
TRAVAGLIA. L. C. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de 1 e 2 graus. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

ABREU, A. S. Gramática integral da língua portuguesa: uma visão prática e funcional. Cotia: Ateliê Editorial, 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Apresente o slide e antecipe aos alunos o tema da aula, sem definir ou conceituar esses termos. Diga aos alunos que essa pergunta será respondida por eles mesmos ao final das atividades.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente aos alunos a proposta de leitura das imagens. Diga que eles deverão pensar em frases curtas que poderiam ser ditas a respeito dessas imagens.
  • Registre no quadro as sugestões dos alunos. Essa atividade deve ser feita coletivamente, com estímulo à participação de todos.
  • Após o momento de sugestões, apresente ao grupo as frases do slide e peça que associem as imagens apresentadas a essas frases.

Obs. Essa atividade de associação é importante para que os alunos compreendam que uma simples palavra pode se tornar uma frase se carregar um sentido completo, se expressar uma informação contextualizada. Por exemplo, a palavra “fogo” só terá status de frase se considerarmos o seu contexto de uso e até a entonação do falante, representada pelo ponto de exclamação na escrita. Além disso, toda frase, em sua forma escrita, tem início com uma letra maiúscula e termina com um ponto final, de exclamação ou de interrogação. O contexto, portanto, será criado pelo que sugerirem as imagens.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Apresente aos alunos a proposta de leitura das imagens. Diga que eles deverão pensar em frases curtas que poderiam ser ditas por meio dessas imagens.
  • Registre no quadro as sugestões dos alunos. Essa atividade deve ser feita coletivamente, com estímulo à participação de todos.
  • Após o momento de sugestões, siga para o próximo slide e apresente ao grupo as frases sugeridas para o exercício de associação.

Obs.: Não descarte as contribuições dos alunos até que a atividade esteja concluída, pois elas podem ser úteis para uma retomada ao final, a fim de mostrar ao grupo que é possível ler imagens e associá-las a determinados contextos. Além disso, é importante que percebam que, se não houver um contexto definido, uma mesma imagem pode dizer muitas coisas.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois da leitura das imagens, apresente o slide com as sugestões de frases.
  • Peça que eles encontrem as frases que se encaixam nas imagens apresentadas e que, junto com elas, constroem um sentido completo. São elas: Quanto tempo; Que raiva!; Fogo!; Quanta chuva!
  • Pergunte aos alunos: “Em qual imagem se encaixa essa frase?”, “Que imagem pode ser associada a essa frase para que possamos construir um sentido completo?” ou “Que imagem constrói sentido com essa frase?”

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide com a sequência de imagens. Elas podem ser associadas tanto a frases nominais como a orações, cujos exemplos estão na lista sugerida. Caso não tenha como projetar as imagens, faça cópias coloridas e transforme-as em pequenos cartões para que sejam sorteados pelo grupo de alunos. Cada um que sortear tem um tempo para encontrar as frases e quem o fizer de forma mais rápida pode ser premiado, por exemplo. Nesse caso, escreva as frases no quadro antes do sorteio.
  • Oriente um exercício de associação de uma mesma imagem a duas frases que estão presentes na lista. Os alunos escolherão uma nominal e outra verbal, sem que essa informação metalinguística já tenha sido explicitada.
  • Não é preciso registrar no quadro as escolhas dos alunos, mas é importante conduzir a uma reflexão caso haja escolhas indevidas, uma vez que é preciso manter o sentido criado pela imagem. Essa reflexão deve servir para orientar os alunos sobre a necessidade de que a frase deve construir sentido junto com a imagem, portanto, essa escolha deve ser plausível.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Leve os alunos a identificarem as diferenças estruturais existentes entre as duas frases, dando ênfase ao uso do verbo. Você pode perguntar: “As duas frases trazem a mesma informação? O que muda?” Em qual das frases aparece um verbo?
  • Apresente o conceito de frase nominal e oração (frase verbal) a partir das respostas dadas pelos alunos. Por exemplo: o que diferencia uma frase nominal de uma oração (frase verbal) é a existência de um verbo. A frase nominal não é constituída por verbo. Já na oração (frase verbal) há a presença do verbo. Tanto a frase como a oração são dotadas de sentido.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Projete o slide e promova um exercício de leitura compartilhada. Caso não consiga projetar, faça cópias para os alunos, que poderão se organizar em duplas.
  • Oriente-os a marcar no texto ou a registrar no caderno os exemplos de “frases nominais” e de “orações” que encontrarem, para que possam socializar com o grupo ao final da atividade. O texto apresenta alguns deles: “Meu filho?” ‘Eu? Nada...” como frases nominais e “A mãe estava na sala” “Está sim”, “Olha aí, mamãe” como orações.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Oriente a apresentação dos exemplos coletados do texto.
  • Registre as frases nominais e as orações no quadro em colunas distintas.
  • Apresente a atividade de reflexão e estimule a participação do grupo na resposta às duas questões do slide.
  • Pergunte ao grupo: “Se retirarmos do texto as frases nominais e as utilizarmos isoladamente elas terão o mesmo sentido? O que garantiu o sentido das frases?” Espera-se que os alunos percebam que as frases nominais só terão sentido completo em determinado contexto de uso, como no texto. O mesmo acontece numa conversa telefônica, num bate papo entre amigos, numa troca de mensagens em redes sociais, ou até mesmo numa novela e num filme. Enfim, é possível recorrer a variados exemplos de uso dessas frases para que os alunos possam construir conhecimento sobre elas e diferenciá-las das orações, objeto da sintaxe.

Obs.: a primeira questão leva a compreender que para que uma frase nominal tenha sentido ela deve estar contextualizada, o que foi conseguido por meio das imagens nas atividades anteriores e, agora, pelo texto. Para responder à segunda questão, diferentes situações de comunicação podem exigir o uso de frases mais curtas, como uma conversa informal ou um texto narrativo em discurso direto, por exemplo. O uso das orações pode estar associado aos textos que exigem mais formalidade ou detalhamento da informação, como os textos de livros didáticos, por exemplo.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a primeira aula de um conjunto de três planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é perceber a principal diferença estrutural entre frases nominais e verbais (orações). Esse conhecimento é necessário para que os alunos reconheçam a importância do verbo na constituição da oração, objeto do qual trata a sintaxe. Portanto, é importante que os alunos já saibam o que é um verbo. Também é importante que eles percebam os sentidos que se criam a partir do uso dos dois tipos de frases e que, ao se optar por uma frase verbal, pode ser necessário fazer uso de complementos verbais.

Materiais necessários: projetor para exibição das imagens e das frases (também é possível imprimir essas imagens e colocá-las no quadro, num tamanho que facilite a visualização de todos); quadro para o registro das frases criadas pelos alunos, após a socialização dos resultados; pode-se adaptar este plano fazendo uso de outras imagens e frases, desde que haja relação de semelhança entre elas.

Dificuldades antecipadas: a leitura das imagens pode ser mais difícil para alguns alunos, mas isso certamente se resolverá na apresentação dos exemplos das frases, quando fizerem o exercício de associação.

Referências sobre o assunto:

NEVES, M. H. M. Que gramática estudar na escola. Norma e uso na Língua Portuguesa. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2004.
ORLANDI, E. P. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. Campinas: Pontes, 1987.
TRAVAGLIA. L. C. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de 1 e 2 graus. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

ABREU, A. S. Gramática integral da língua portuguesa: uma visão prática e funcional. Cotia: Ateliê Editorial, 2018.

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Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Apresente o slide e antecipe aos alunos o tema da aula, sem definir ou conceituar esses termos. Diga aos alunos que essa pergunta será respondida por eles mesmos ao final das atividades.

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Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente aos alunos a proposta de leitura das imagens. Diga que eles deverão pensar em frases curtas que poderiam ser ditas a respeito dessas imagens.
  • Registre no quadro as sugestões dos alunos. Essa atividade deve ser feita coletivamente, com estímulo à participação de todos.
  • Após o momento de sugestões, apresente ao grupo as frases do slide e peça que associem as imagens apresentadas a essas frases.

Obs. Essa atividade de associação é importante para que os alunos compreendam que uma simples palavra pode se tornar uma frase se carregar um sentido completo, se expressar uma informação contextualizada. Por exemplo, a palavra “fogo” só terá status de frase se considerarmos o seu contexto de uso e até a entonação do falante, representada pelo ponto de exclamação na escrita. Além disso, toda frase, em sua forma escrita, tem início com uma letra maiúscula e termina com um ponto final, de exclamação ou de interrogação. O contexto, portanto, será criado pelo que sugerirem as imagens.

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Apresente aos alunos a proposta de leitura das imagens. Diga que eles deverão pensar em frases curtas que poderiam ser ditas por meio dessas imagens.
  • Registre no quadro as sugestões dos alunos. Essa atividade deve ser feita coletivamente, com estímulo à participação de todos.
  • Após o momento de sugestões, siga para o próximo slide e apresente ao grupo as frases sugeridas para o exercício de associação.

Obs.: Não descarte as contribuições dos alunos até que a atividade esteja concluída, pois elas podem ser úteis para uma retomada ao final, a fim de mostrar ao grupo que é possível ler imagens e associá-las a determinados contextos. Além disso, é importante que percebam que, se não houver um contexto definido, uma mesma imagem pode dizer muitas coisas.

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Orientações:

  • Depois da leitura das imagens, apresente o slide com as sugestões de frases.
  • Peça que eles encontrem as frases que se encaixam nas imagens apresentadas e que, junto com elas, constroem um sentido completo. São elas: Quanto tempo; Que raiva!; Fogo!; Quanta chuva!
  • Pergunte aos alunos: “Em qual imagem se encaixa essa frase?”, “Que imagem pode ser associada a essa frase para que possamos construir um sentido completo?” ou “Que imagem constrói sentido com essa frase?”

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide com a sequência de imagens. Elas podem ser associadas tanto a frases nominais como a orações, cujos exemplos estão na lista sugerida. Caso não tenha como projetar as imagens, faça cópias coloridas e transforme-as em pequenos cartões para que sejam sorteados pelo grupo de alunos. Cada um que sortear tem um tempo para encontrar as frases e quem o fizer de forma mais rápida pode ser premiado, por exemplo. Nesse caso, escreva as frases no quadro antes do sorteio.
  • Oriente um exercício de associação de uma mesma imagem a duas frases que estão presentes na lista. Os alunos escolherão uma nominal e outra verbal, sem que essa informação metalinguística já tenha sido explicitada.
  • Não é preciso registrar no quadro as escolhas dos alunos, mas é importante conduzir a uma reflexão caso haja escolhas indevidas, uma vez que é preciso manter o sentido criado pela imagem. Essa reflexão deve servir para orientar os alunos sobre a necessidade de que a frase deve construir sentido junto com a imagem, portanto, essa escolha deve ser plausível.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Leve os alunos a identificarem as diferenças estruturais existentes entre as duas frases, dando ênfase ao uso do verbo. Você pode perguntar: “As duas frases trazem a mesma informação? O que muda?” Em qual das frases aparece um verbo?
  • Apresente o conceito de frase nominal e oração (frase verbal) a partir das respostas dadas pelos alunos. Por exemplo: o que diferencia uma frase nominal de uma oração (frase verbal) é a existência de um verbo. A frase nominal não é constituída por verbo. Já na oração (frase verbal) há a presença do verbo. Tanto a frase como a oração são dotadas de sentido.
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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Projete o slide e promova um exercício de leitura compartilhada. Caso não consiga projetar, faça cópias para os alunos, que poderão se organizar em duplas.
  • Oriente-os a marcar no texto ou a registrar no caderno os exemplos de “frases nominais” e de “orações” que encontrarem, para que possam socializar com o grupo ao final da atividade. O texto apresenta alguns deles: “Meu filho?” ‘Eu? Nada...” como frases nominais e “A mãe estava na sala” “Está sim”, “Olha aí, mamãe” como orações.
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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Oriente a apresentação dos exemplos coletados do texto.
  • Registre as frases nominais e as orações no quadro em colunas distintas.
  • Apresente a atividade de reflexão e estimule a participação do grupo na resposta às duas questões do slide.
  • Pergunte ao grupo: “Se retirarmos do texto as frases nominais e as utilizarmos isoladamente elas terão o mesmo sentido? O que garantiu o sentido das frases?” Espera-se que os alunos percebam que as frases nominais só terão sentido completo em determinado contexto de uso, como no texto. O mesmo acontece numa conversa telefônica, num bate papo entre amigos, numa troca de mensagens em redes sociais, ou até mesmo numa novela e num filme. Enfim, é possível recorrer a variados exemplos de uso dessas frases para que os alunos possam construir conhecimento sobre elas e diferenciá-las das orações, objeto da sintaxe.

Obs.: a primeira questão leva a compreender que para que uma frase nominal tenha sentido ela deve estar contextualizada, o que foi conseguido por meio das imagens nas atividades anteriores e, agora, pelo texto. Para responder à segunda questão, diferentes situações de comunicação podem exigir o uso de frases mais curtas, como uma conversa informal ou um texto narrativo em discurso direto, por exemplo. O uso das orações pode estar associado aos textos que exigem mais formalidade ou detalhamento da informação, como os textos de livros didáticos, por exemplo.

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