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Plano de aula > Geografia > 8º ano > Formas de representação e pensamento espacial

Plano de aula - O mapa da fome

Plano de aula de Geografia com atividades para 8º ano do Fundamental sobre relacionar a situação de fome na África Subsaariana e na América Latina às situações de eventos climáticos catastróficos

Plano 05 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Fabiana Machado Leal

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08GE19 de Geografia, que consta na BNCC.

Esta habilidade diz respeito à interpretação cartogramas, mapas esquemáticos (croquis) e anamorfoses geográficas com informações geográficas acerca da África e América; em razão disso, a leitura e interpretação de dados, gráficos, mapas temáticos e outras representações cartográficas são fundamentais para o desenvolvimento da aula. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Cópia das Atividades da Ação Propositiva para cada grupo;
  • Cópia do artigo 39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas, publicado pela ONU, para cada aluno;
  • Cópia do gráfico Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico (2006 - 2016) para cada aluno;
  • Cópia do mapa Índice Global da Fome 2018 para cada grupo;
  • Cópia do mapa Zonas vulneráveis à desertificação para cada grupo;
  • Lápis preto, caneta e borracha;
  • Atlas Geográfico Escolar;
  • Equipamento multimídia para reprodução dos slides;
  • Equipamento de áudio para gravação e reprodução dos podcasts, se possível.

Os mapas e demais materiais deverão ser entregues pelo professor.

Material complementar:

  • Atividades da Ação Propositiva:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

  • Artigo 39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas, publicado pela ONU:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

  • Gráfico Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico (2006 - 2016):

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

Link para os mapas:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO8_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO8_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Para você saber mais:

39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas. Nações Unidas Brasil. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/>. Acesso em: 17 jan. 2019.

ARCHELA, Rosely Sampaio; THÉRY, Hervé. Orientação metodológica para a construção e leitura de mapas temáticos. Revista Franco-Brasileira de Geografia, n.3, 2008. Disponível em: <https://journals.openedition.org/confins/3483#tocto1n1>. Acesso em: 15 jan. 2019.

FAO, FIDA, UNICEF, PMA y OMS. 2018. El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo. Fomentando la resiliencia climática en aras de la seguridad alimentaria y la nutrición. FAO, Roma.Disponível em: <http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf>. Acesso em: 16 jan. 2019.

Fome zero e agricultura sustentável. In: 17 objetivos para transformar nosso mundo. Organização das Nações Unidas. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2/>. Acesso em: 18 jan. 2019.

Podcasting na Educação: Ensinando e Aprendendo “Anytime, Anywhere”. TV Escola. Disponível em: <https://api.tvescola.org.br/tve/post?idPost=7567>. Acesso em: 18 jan 2019.

Contextos prévios: Mapas temáticos.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Comente com os alunos que nesta aula eles irão analisar a situação da fome na África Subsaariana e na América Latina por meio da leitura e interpretação de mapas temáticos, a fim de produzir um podcast sobre o tema.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Contextualização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Apresente a imagem reproduzida no slide e pergunte para a turma qual situação ela está mostrando. Após ouvir os comentários dos alunos, comente que se trata de um grupo de mulheres recebendo alimentos de algum programa internacional de ajuda humanitária, no Quênia.

É possível que os alunos relacionem a imagem ao continente africano devido à questão da fome e da pobreza. Nesse contexto, comente que, de fato, a África (especialmente a África Subsaariana) ainda hoje é o continente com os piores indicadores socioeconômicos do mundo e com uma considerável parcela da população vivendo abaixo da linha de pobreza, em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ambiental e/ou em áreas de conflitos.

Em razão disso, o continente recebe inúmeros programas internacionais de ajuda humanitária que buscam minimizar os efeitos da escassez de água e da ausência de saneamento básico, bem como combater a fome, as doenças e epidemias que atingem, especialmente, as populações que vivem em áreas rurais.

Aproveite esse momento para comentar que segundo a Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO), mais de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo. Em 2017, uma em cada nove pessoas no mundo foi vítima de fome. Desse total, cerca de 200 milhões estão no continente africano.

Fonte da imagem: SABITOVIC, Anes. Serving the food package. Unsplash. Disponível em: <https://unsplash.com/photos/AyflGfRL9OA>. Acesso em: 19 jan. 2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Inicie a etapa da Problematização perguntando aos alunos se eles sabem quais as principais causas da fome no mundo. Ouça a respostas e, se necessário, anote as informações no quadro.

A partir dos apontamentos da turma, discuta que a fome (provocada pela carência de nutrientes no organismo por longos períodos) está relacionada a inúmeros fatores naturais e sociais. A escassez de alimentos em um determinado lugar pode ser provocada ou agravada por questões naturais, sobretudo climáticas, como secas, inundações, ciclones etc., ou outros eventos catastróficos extremos, como os terremotos. Além desses eventos, questões políticas, econômicas e sociais, como conflitos, pobreza, concentração fundiária, má distribuição de renda e má administração dos recursos também são determinantes para a baixa produtividade ou para a falta de acesso aos alimentos, contribuindo para que os indivíduos deixem de consumir os nutrientes necessários para o gasto energético diário, levando-os à desnutrição crônica.

Na sequência, apresente o slide que destaca o título e um parágrafo do artigo publicado pela ONU “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas”, disponível em https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/, acesso em 17 de janeiro de 2019.

Se preferir, você pode imprimir ou copiar o título e o parágrafo, que estão disponíveis no arquivo GEO8_19UND05 - Artigo ONU_Crise alimentar https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

Vale destacar que nesse arquivo também estão listados os 39 países indicados pela ONU. Essa lista também está disponível no tópico “Para você saber mais”.

Após a leitura do trecho selecionado, apresente o slide com o gráfico “Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico”. Faça a interpretação do gráfico, começando pelo título da representação. Comente com os alunos que ele mostra qual a representatividade do setor agrícola/pecuária no cômputo geral de todas as perdas e danos registrados na ocorrência de cada um dos eventos catastróficos citados. Com essas informações, os alunos devem ser capazes de identificar que na ocorrência de uma tempestade, por exemplo, 23% de todas as perdas e danos registrados correspondem às atividades agrícolas.

A partir daí, os alunos devem interpretar as demais informações e compreender que as perdas e danos no setor agrícola/pecuária são mais significativos na ocorrência de secas, uma vez que correspondem a 83% das perdas totais provocadas por esse evento. Na sequência, estão as erupções vulcânicas, as tempestades, as inundações, os tsunamis e os terremotos.

Se desejar, você pode fazer cópias do gráfico para os alunos. O arquivo para impressão está disponível em https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

O gráfico faz parte do relatório El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), disponível em http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf, acesso em 16 de janeiro de 2019. O relatório está disponível apenas em espanhol.

Para finalizar essa etapa, reflita com a turma sobre os impactos da ocorrência de eventos climáticos catastróficos – como as secas – na produção de alimentos. Nesse momento, você pode perguntar de que forma esses eventos impactam nas atividades agrícolas e pecuárias e também na pesca.

Discuta com a turma que, tanto as secas quanto as tempestades e inundações, por exemplo, são capazes de destruir ou reduzir as safras e prejudicar os rebanhos. Além disso, as culturas dependem de certas condições de temperatura, da sazonalidade do regime de chuvas, de oferta de água e de condições favoráveis de solo. Com as chamadas mudanças climáticas e a ocorrência mais frequente de eventos extremos e catastróficos, tais fatores sofrem alterações em suas dinâmicas naturais, deixando as atividades mais vulneráveis.

Em países periféricos (ou subdesenvolvidos), em que a população depende da agricultura de subsistência, esses eventos tendem a agravar o quadro de escassez, crises alimentares e de desnutrição/fome.

Em razão disso, nos últimos anos, a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) vem alertando sobre a necessidade de tornar os sistemas agrícolas de produção de alimentos mais resistentes aos impactos das secas, inundações e outros eventos extremos.

Por fim, aproveite para discutir que, apesar da gravidade, a fome e as crises alimentares não são exclusividade do continente africano, tal como o senso comum pode sugerir. Países da América Latina, especialmente o Caribe, o Oriente Médio e o Sudeste Asiático também são acometidos por esse problema, devido à fatores sociais e naturais, conforme o artigo “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas” destaca.

Para você saber mais:

Os 39 países mencionados na publicação da ONU e que enfrentam crise alimentar são: Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Chade, Congo, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Guiné, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malaui, Mali, Mauritânia, Moçambique, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Senegal, Serra Leoa, Somália, Suazilândia, Sudão, Sudão do Sul, Uganda e Zimbábue, na África; Afeganistão, Coreia do Norte, Iêmen, Iraque, Myanmar, Paquistão e Síria, na Ásia; e Haiti, na América Central.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Inicie a etapa da Problematização perguntando aos alunos se eles sabem quais as principais causas da fome no mundo. Ouça a respostas e, se necessário, anote as informações no quadro.

A partir dos apontamentos da turma, discuta que a fome (provocada pela carência de nutrientes no organismo por longos períodos) está relacionada a inúmeros fatores naturais e sociais. A escassez de alimentos em um determinado lugar pode ser provocada ou agravada por questões naturais, sobretudo climáticas, como secas, inundações, ciclones etc., ou outros eventos catastróficos extremos, como os terremotos. Além desses eventos, questões políticas, econômicas e sociais, como conflitos, pobreza, concentração fundiária, má distribuição de renda e má administração dos recursos também são determinantes para a baixa produtividade ou para a falta de acesso aos alimentos, contribuindo para que os indivíduos deixem de consumir os nutrientes necessários para o gasto energético diário, levando-os à desnutrição crônica.

Na sequência, apresente o slide que destaca o título e um parágrafo do artigo publicado pela ONU “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas”, disponível em https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/, acesso em 17 de janeiro de 2019.

Se preferir, você pode imprimir ou copiar o título e o parágrafo, que estão disponíveis no arquivo GEO8_19UND05 - Artigo ONU_Crise alimentar https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

Vale destacar que nesse arquivo também estão listados os 39 países indicados pela ONU. Essa lista também está disponível no tópico “Para você saber mais”.

Após a leitura do trecho selecionado, apresente o slide com o gráfico “Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico”. Faça a interpretação do gráfico, começando pelo título da representação. Comente com os alunos que ele mostra qual a representatividade do setor agrícola/pecuária no cômputo geral de todas as perdas e danos registrados na ocorrência de cada um dos eventos catastróficos citados. Com essas informações, os alunos devem ser capazes de identificar que na ocorrência de uma tempestade, por exemplo, 23% de todas as perdas e danos registrados correspondem às atividades agrícolas.

A partir daí, os alunos devem interpretar as demais informações e compreender que as perdas e danos no setor agrícola/pecuária são mais significativos na ocorrência de secas, uma vez que correspondem a 83% das perdas totais provocadas por esse evento. Na sequência, estão as erupções vulcânicas, as tempestades, as inundações, os tsunamis e os terremotos.

Se desejar, você pode fazer cópias do gráfico para os alunos. O arquivo para impressão está disponível em https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

O gráfico faz parte do relatório El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), disponível em http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf, acesso em 16 de janeiro de 2019. O relatório está disponível apenas em espanhol.

Para finalizar essa etapa, reflita com a turma sobre os impactos da ocorrência de eventos climáticos catastróficos – como as secas – na produção de alimentos. Nesse momento, você pode perguntar de que forma esses eventos impactam nas atividades agrícolas e pecuárias e também na pesca.

Discuta com a turma que, tanto as secas quanto as tempestades e inundações, por exemplo, são capazes de destruir ou reduzir as safras e prejudicar os rebanhos. Além disso, as culturas dependem de certas condições de temperatura, da sazonalidade do regime de chuvas, de oferta de água e de condições favoráveis de solo. Com as chamadas mudanças climáticas e a ocorrência mais frequente de eventos extremos e catastróficos, tais fatores sofrem alterações em suas dinâmicas naturais, deixando as atividades mais vulneráveis.

Em países periféricos (ou subdesenvolvidos), em que a população depende da agricultura de subsistência, esses eventos tendem a agravar o quadro de escassez, crises alimentares e de desnutrição/fome.

Em razão disso, nos últimos anos, a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) vem alertando sobre a necessidade de tornar os sistemas agrícolas de produção de alimentos mais resistentes aos impactos das secas, inundações e outros eventos extremos.

Por fim, aproveite para discutir que, apesar da gravidade, a fome e as crises alimentares não são exclusividade do continente africano, tal como o senso comum pode sugerir. Países da América Latina, especialmente o Caribe, o Oriente Médio e o Sudeste Asiático também são acometidos por esse problema, devido à fatores sociais e naturais, conforme o artigo “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas” destaca.

Para você saber mais:

Os 39 países mencionados na publicação da ONU e que enfrentam crise alimentar são: Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Chade, Congo, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Guiné, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malaui, Mali, Mauritânia, Moçambique, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Senegal, Serra Leoa, Somália, Suazilândia, Sudão, Sudão do Sul, Uganda e Zimbábue, na África; Afeganistão, Coreia do Norte, Iêmen, Iraque, Myanmar, Paquistão e Síria, na Ásia; e Haiti, na América Central.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 27 minutos

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Após a realização da atividade da Ação Propositiva, utilize o momento da Sistematização para que os grupos compartilhem suas produções. Para tanto, solicite que um grupo ouça o podcast (ou leia o roteiro) de outro. Após esse momento, os grupos devem comentar as produções dos colegas, verificando se a situação analisada nos países escolhidos se assemelham.

Aproveite o encerramento da aula para perguntar à turma sobre a experiência de produzir esse material a partir das informações apreendidas nas representações cartográficas. Você também pode finalizar a aula discutindo com a turma sobre como os mapas temáticos são importantes para se compreender e relacionar fenômenos.

Nas próximas aulas, você pode dar sequência e aprofundar esse plano, pesquisando sobre outros dados, informações e representações cartográficas que evidenciem e relacionem a escassez de alimentos e a fome à ocorrência de outros eventos climáticos catastróficos.

Por fim, os áudios produzidos pelos alunos, bem como os fenômenos estudados com o auxílio dos mapas temáticos podem servir de motivação para o desenvolvimento das suas próximas aulas, ajudando a turma a compreender a temática a partir da interpretação e análise de representações cartográficas.

Vale destacar que esses podcasts podem ser transmitidos por rádios ou portais de notícias locais, de modo que as produções dos alunos sejam difundidas para a comunidade. Com essa prática, você pode incentivar a turma a ter uma produção frequente de áudios, em que podem discutir temáticas e conteúdos variados e compartilhá-los com outras turmas, ou mesmo, escolas.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08GE19 de Geografia, que consta na BNCC.

Esta habilidade diz respeito à interpretação cartogramas, mapas esquemáticos (croquis) e anamorfoses geográficas com informações geográficas acerca da África e América; em razão disso, a leitura e interpretação de dados, gráficos, mapas temáticos e outras representações cartográficas são fundamentais para o desenvolvimento da aula. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Cópia das Atividades da Ação Propositiva para cada grupo;
  • Cópia do artigo 39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas, publicado pela ONU, para cada aluno;
  • Cópia do gráfico Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico (2006 - 2016) para cada aluno;
  • Cópia do mapa Índice Global da Fome 2018 para cada grupo;
  • Cópia do mapa Zonas vulneráveis à desertificação para cada grupo;
  • Lápis preto, caneta e borracha;
  • Atlas Geográfico Escolar;
  • Equipamento multimídia para reprodução dos slides;
  • Equipamento de áudio para gravação e reprodução dos podcasts, se possível.

Os mapas e demais materiais deverão ser entregues pelo professor.

Material complementar:

  • Atividades da Ação Propositiva:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

  • Artigo 39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas, publicado pela ONU:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

  • Gráfico Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico (2006 - 2016):

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

Link para os mapas:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO8_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO8_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Para você saber mais:

39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas. Nações Unidas Brasil. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/>. Acesso em: 17 jan. 2019.

ARCHELA, Rosely Sampaio; THÉRY, Hervé. Orientação metodológica para a construção e leitura de mapas temáticos. Revista Franco-Brasileira de Geografia, n.3, 2008. Disponível em: <https://journals.openedition.org/confins/3483#tocto1n1>. Acesso em: 15 jan. 2019.

FAO, FIDA, UNICEF, PMA y OMS. 2018. El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo. Fomentando la resiliencia climática en aras de la seguridad alimentaria y la nutrición. FAO, Roma.Disponível em: <http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf>. Acesso em: 16 jan. 2019.

Fome zero e agricultura sustentável. In: 17 objetivos para transformar nosso mundo. Organização das Nações Unidas. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2/>. Acesso em: 18 jan. 2019.

Podcasting na Educação: Ensinando e Aprendendo “Anytime, Anywhere”. TV Escola. Disponível em: <https://api.tvescola.org.br/tve/post?idPost=7567>. Acesso em: 18 jan 2019.

Contextos prévios: Mapas temáticos.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Comente com os alunos que nesta aula eles irão analisar a situação da fome na África Subsaariana e na América Latina por meio da leitura e interpretação de mapas temáticos, a fim de produzir um podcast sobre o tema.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Apresente a imagem reproduzida no slide e pergunte para a turma qual situação ela está mostrando. Após ouvir os comentários dos alunos, comente que se trata de um grupo de mulheres recebendo alimentos de algum programa internacional de ajuda humanitária, no Quênia.

É possível que os alunos relacionem a imagem ao continente africano devido à questão da fome e da pobreza. Nesse contexto, comente que, de fato, a África (especialmente a África Subsaariana) ainda hoje é o continente com os piores indicadores socioeconômicos do mundo e com uma considerável parcela da população vivendo abaixo da linha de pobreza, em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ambiental e/ou em áreas de conflitos.

Em razão disso, o continente recebe inúmeros programas internacionais de ajuda humanitária que buscam minimizar os efeitos da escassez de água e da ausência de saneamento básico, bem como combater a fome, as doenças e epidemias que atingem, especialmente, as populações que vivem em áreas rurais.

Aproveite esse momento para comentar que segundo a Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO), mais de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo. Em 2017, uma em cada nove pessoas no mundo foi vítima de fome. Desse total, cerca de 200 milhões estão no continente africano.

Fonte da imagem: SABITOVIC, Anes. Serving the food package. Unsplash. Disponível em: <https://unsplash.com/photos/AyflGfRL9OA>. Acesso em: 19 jan. 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Inicie a etapa da Problematização perguntando aos alunos se eles sabem quais as principais causas da fome no mundo. Ouça a respostas e, se necessário, anote as informações no quadro.

A partir dos apontamentos da turma, discuta que a fome (provocada pela carência de nutrientes no organismo por longos períodos) está relacionada a inúmeros fatores naturais e sociais. A escassez de alimentos em um determinado lugar pode ser provocada ou agravada por questões naturais, sobretudo climáticas, como secas, inundações, ciclones etc., ou outros eventos catastróficos extremos, como os terremotos. Além desses eventos, questões políticas, econômicas e sociais, como conflitos, pobreza, concentração fundiária, má distribuição de renda e má administração dos recursos também são determinantes para a baixa produtividade ou para a falta de acesso aos alimentos, contribuindo para que os indivíduos deixem de consumir os nutrientes necessários para o gasto energético diário, levando-os à desnutrição crônica.

Na sequência, apresente o slide que destaca o título e um parágrafo do artigo publicado pela ONU “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas”, disponível em https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/, acesso em 17 de janeiro de 2019.

Se preferir, você pode imprimir ou copiar o título e o parágrafo, que estão disponíveis no arquivo GEO8_19UND05 - Artigo ONU_Crise alimentar https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

Vale destacar que nesse arquivo também estão listados os 39 países indicados pela ONU. Essa lista também está disponível no tópico “Para você saber mais”.

Após a leitura do trecho selecionado, apresente o slide com o gráfico “Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico”. Faça a interpretação do gráfico, começando pelo título da representação. Comente com os alunos que ele mostra qual a representatividade do setor agrícola/pecuária no cômputo geral de todas as perdas e danos registrados na ocorrência de cada um dos eventos catastróficos citados. Com essas informações, os alunos devem ser capazes de identificar que na ocorrência de uma tempestade, por exemplo, 23% de todas as perdas e danos registrados correspondem às atividades agrícolas.

A partir daí, os alunos devem interpretar as demais informações e compreender que as perdas e danos no setor agrícola/pecuária são mais significativos na ocorrência de secas, uma vez que correspondem a 83% das perdas totais provocadas por esse evento. Na sequência, estão as erupções vulcânicas, as tempestades, as inundações, os tsunamis e os terremotos.

Se desejar, você pode fazer cópias do gráfico para os alunos. O arquivo para impressão está disponível em https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

O gráfico faz parte do relatório El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), disponível em http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf, acesso em 16 de janeiro de 2019. O relatório está disponível apenas em espanhol.

Para finalizar essa etapa, reflita com a turma sobre os impactos da ocorrência de eventos climáticos catastróficos – como as secas – na produção de alimentos. Nesse momento, você pode perguntar de que forma esses eventos impactam nas atividades agrícolas e pecuárias e também na pesca.

Discuta com a turma que, tanto as secas quanto as tempestades e inundações, por exemplo, são capazes de destruir ou reduzir as safras e prejudicar os rebanhos. Além disso, as culturas dependem de certas condições de temperatura, da sazonalidade do regime de chuvas, de oferta de água e de condições favoráveis de solo. Com as chamadas mudanças climáticas e a ocorrência mais frequente de eventos extremos e catastróficos, tais fatores sofrem alterações em suas dinâmicas naturais, deixando as atividades mais vulneráveis.

Em países periféricos (ou subdesenvolvidos), em que a população depende da agricultura de subsistência, esses eventos tendem a agravar o quadro de escassez, crises alimentares e de desnutrição/fome.

Em razão disso, nos últimos anos, a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) vem alertando sobre a necessidade de tornar os sistemas agrícolas de produção de alimentos mais resistentes aos impactos das secas, inundações e outros eventos extremos.

Por fim, aproveite para discutir que, apesar da gravidade, a fome e as crises alimentares não são exclusividade do continente africano, tal como o senso comum pode sugerir. Países da América Latina, especialmente o Caribe, o Oriente Médio e o Sudeste Asiático também são acometidos por esse problema, devido à fatores sociais e naturais, conforme o artigo “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas” destaca.

Para você saber mais:

Os 39 países mencionados na publicação da ONU e que enfrentam crise alimentar são: Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Chade, Congo, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Guiné, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malaui, Mali, Mauritânia, Moçambique, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Senegal, Serra Leoa, Somália, Suazilândia, Sudão, Sudão do Sul, Uganda e Zimbábue, na África; Afeganistão, Coreia do Norte, Iêmen, Iraque, Myanmar, Paquistão e Síria, na Ásia; e Haiti, na América Central.

Slide Plano Aula

Orientações: Inicie a etapa da Problematização perguntando aos alunos se eles sabem quais as principais causas da fome no mundo. Ouça a respostas e, se necessário, anote as informações no quadro.

A partir dos apontamentos da turma, discuta que a fome (provocada pela carência de nutrientes no organismo por longos períodos) está relacionada a inúmeros fatores naturais e sociais. A escassez de alimentos em um determinado lugar pode ser provocada ou agravada por questões naturais, sobretudo climáticas, como secas, inundações, ciclones etc., ou outros eventos catastróficos extremos, como os terremotos. Além desses eventos, questões políticas, econômicas e sociais, como conflitos, pobreza, concentração fundiária, má distribuição de renda e má administração dos recursos também são determinantes para a baixa produtividade ou para a falta de acesso aos alimentos, contribuindo para que os indivíduos deixem de consumir os nutrientes necessários para o gasto energético diário, levando-os à desnutrição crônica.

Na sequência, apresente o slide que destaca o título e um parágrafo do artigo publicado pela ONU “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas”, disponível em https://nacoesunidas.org/fao-39-paises-enfrentam-crise-alimentar-em-razao-de-conflitos-e-mudancas-climaticas/, acesso em 17 de janeiro de 2019.

Se preferir, você pode imprimir ou copiar o título e o parágrafo, que estão disponíveis no arquivo GEO8_19UND05 - Artigo ONU_Crise alimentar https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/RJCdS6zp8YS8jh6NsVbfGgnDugbBP2VeFHhX6SAJ3Ta5SqTk2BPwG3CZGrkY/geo8-19und05-artigo-onu-crise-alimentar.pdf

Vale destacar que nesse arquivo também estão listados os 39 países indicados pela ONU. Essa lista também está disponível no tópico “Para você saber mais”.

Após a leitura do trecho selecionado, apresente o slide com o gráfico “Proporção de danos e perdas da agricultura em relação às perdas totais em cada evento catastrófico”. Faça a interpretação do gráfico, começando pelo título da representação. Comente com os alunos que ele mostra qual a representatividade do setor agrícola/pecuária no cômputo geral de todas as perdas e danos registrados na ocorrência de cada um dos eventos catastróficos citados. Com essas informações, os alunos devem ser capazes de identificar que na ocorrência de uma tempestade, por exemplo, 23% de todas as perdas e danos registrados correspondem às atividades agrícolas.

A partir daí, os alunos devem interpretar as demais informações e compreender que as perdas e danos no setor agrícola/pecuária são mais significativos na ocorrência de secas, uma vez que correspondem a 83% das perdas totais provocadas por esse evento. Na sequência, estão as erupções vulcânicas, as tempestades, as inundações, os tsunamis e os terremotos.

Se desejar, você pode fazer cópias do gráfico para os alunos. O arquivo para impressão está disponível em https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qwdsrPZeZFqMudKpCBTYkJB9stqdJvt4SVz9gzsFnJSmhdYwjdPe2Em9ZZPF/geo8-19und05-grafico-perdas-da-agricultura.pdf

O gráfico faz parte do relatório El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), disponível em http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf, acesso em 16 de janeiro de 2019. O relatório está disponível apenas em espanhol.

Para finalizar essa etapa, reflita com a turma sobre os impactos da ocorrência de eventos climáticos catastróficos – como as secas – na produção de alimentos. Nesse momento, você pode perguntar de que forma esses eventos impactam nas atividades agrícolas e pecuárias e também na pesca.

Discuta com a turma que, tanto as secas quanto as tempestades e inundações, por exemplo, são capazes de destruir ou reduzir as safras e prejudicar os rebanhos. Além disso, as culturas dependem de certas condições de temperatura, da sazonalidade do regime de chuvas, de oferta de água e de condições favoráveis de solo. Com as chamadas mudanças climáticas e a ocorrência mais frequente de eventos extremos e catastróficos, tais fatores sofrem alterações em suas dinâmicas naturais, deixando as atividades mais vulneráveis.

Em países periféricos (ou subdesenvolvidos), em que a população depende da agricultura de subsistência, esses eventos tendem a agravar o quadro de escassez, crises alimentares e de desnutrição/fome.

Em razão disso, nos últimos anos, a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) vem alertando sobre a necessidade de tornar os sistemas agrícolas de produção de alimentos mais resistentes aos impactos das secas, inundações e outros eventos extremos.

Por fim, aproveite para discutir que, apesar da gravidade, a fome e as crises alimentares não são exclusividade do continente africano, tal como o senso comum pode sugerir. Países da América Latina, especialmente o Caribe, o Oriente Médio e o Sudeste Asiático também são acometidos por esse problema, devido à fatores sociais e naturais, conforme o artigo “39 países enfrentam crise alimentar em razão de conflitos e mudanças climáticas” destaca.

Para você saber mais:

Os 39 países mencionados na publicação da ONU e que enfrentam crise alimentar são: Burkina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Chade, Congo, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Guiné, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malaui, Mali, Mauritânia, Moçambique, Níger, Nigéria, Quênia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Senegal, Serra Leoa, Somália, Suazilândia, Sudão, Sudão do Sul, Uganda e Zimbábue, na África; Afeganistão, Coreia do Norte, Iêmen, Iraque, Myanmar, Paquistão e Síria, na Ásia; e Haiti, na América Central.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 27 minutos

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Slide Plano Aula

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Slide Plano Aula

Orientações: Para iniciar a Ação Propositiva, organize a turma em grupos de 4 alunos e explique que, nesta etapa, eles irão interpretar diferentes representações cartográficas. Para tanto, irão relacionar o mapa da fome, elaborado a partir do Índice Global da Fome, ao mapa de desertificação do mundo e produzir um podcast sobre o tema.

Antes do início da atividade, é importante reservar alguns minutos para explicar (ou retomar, caso eles já conheçam) o que um é um podcast e como ele é um recurso educacional simples, porém, efetivo. Na sequência, apresente as orientações e explique a dinâmica das atividades. Você pode apresentar as informações no slide, escrever no quadro ou imprimi-las.

Vale lembrar que as orientações para essa etapa da aula estão disponíveis no arquivo: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Qypp3XKDGNvGbCna7Jt59d7bp7ddbsXYhNhu4MJndradVt9ZsUVcWMjghU9J/geo8-19und05-atividades-da-acao-propositiva.pdf

Se possível, durante as atividades, deixe alguns Atlas Escolares à disposição da turma. Se preferir, você pode imprimir, ou reproduzir o Planisfério Político elaborado pelo IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 15 de janeiro de 2019.

No primeiro momento da atividade, entregue uma cópia dos mapas Índice Global da Fome 2018 e Zonas vulneráveis à desertificação para os grupos. Em seguida, peça para que eles interpretem e comparem as informações contidas nas duas representações. Durante a atividade, oriente que os alunos anotem as reflexões do grupo no caderno.

Os mapas estão reproduzidos nos slides e disponíveis nos arquivos:

  • Mapa Índice Global da Fome 2018, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Fome:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/EEFfcDZwu6KzdHuHmXWYEgJyfdREQypZQSH2Rq4dHVf45FbHQFvX8H9hnCUd/geo8-19und05-mapa-fome.pdf

  • Mapa Zonas vulneráveis à desertificação, disponível no arquivo GEO08_19UND05_Mapa_Desertificação:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/37r3An4wDpHTyBF9K3gwEgpkTXyGCk5fKwbMVZc8FMycdWDKdNsWnSV2XQGj/geo8-19und05-mapa-desertificacao.pdf

Ao longo da Ação Propositiva, circule pela sala e observe se os grupos estão trabalhando de forma colaborativa. Tire dúvidas e retome as reflexões feitas nas etapas anteriores, caso os grupos tenham dúvidas sobre a interpretação das representações cartográficas ou algum conceito discutido até o momento.

Durante a interpretação dos mapas temáticos, você pode questionar os grupos sobre quais informações eles podem extrair das representações cartográficas trabalhadas. Para tanto, oriente-os a ler os títulos e discutir sobre como esse elemento pode auxiliar na interpretação, bem como dar pistas sobre os fenômenos representados. Da mesma forma, questione-os sobre a importância da legenda para a interpretação dos mapas temáticos, uma vez que se trata do elemento que facilita e instrumentaliza a comunicação das informações que se pretende divulgar.

Para interpretar as informações contidas no mapa da fome e de desertificação, os alunos devem se atentar à variação das cores expressas na legenda. Neste caso, as duas representações são consideradas mapas temáticos coropléticos, pois representam a variação zonal dos fenômenos entre as localidades, por meio de cores distintas. Essa variação, geralmente, é percebida pela tonalidade das cores, ou seja, uso de tons mais claros a mais escuros. Contudo, nos dois mapas, os agrupamentos não foram representados por meio da variação de tonalidade de uma única cor; por isso, a legenda é essencial para interpretação das informações, uma vez que ela revela quais são as cores de cada classe das legendas e quais representam os valores do índice global da fome e dos graus de desertificação.

A partir da interpretação das informações do mapa Índice Global da Fome 2018, os alunos devem perceber que as áreas mais alarmantes em relação à fome estão nas África Subsaariana, no Sudeste Asiático, Oriente Médio e em alguns países da América Central e Caribe, a saber, Haiti e Guatemala.

As informações do mapa Zonas vulneráveis à desertificação mostram que as áreas mais vulneráveis ao fenômeno estão no Oriente Médio e na África. O oeste dos Estados Unidos, o interior da Austrália e o interior da Ásia também apresentam certa vulnerabilidade devido às condições climáticas dessas áreas.

Ao comparar os dois mapas, os alunos devem perceber que, em certa medida, algumas áreas de desertificação e de índices globais de fome preocupantes coincidem. Nesse sentido, a turma deve refletir que a fome tende a ser maior em áreas onde os sistemas agrícolas são mais precários e suscetíveis às secas e estiagens e onde a grande maioria da população depende da agricultura de subsistência, como é o caso dos países africanos.

A etapa 1 da atividade deve durar cerca de 7 minutos.

Feita a primeira etapa da atividade, os grupos devem escolher um país da África Subsaariana ou da América Latina (de preferência da América Central) e explicar a situação do índice global da fome e de desertificação, relacionando as duas informações, a fim de elaborar um podcast sobre essa temática.

Você pode sugerir que eles escolham um dos 31 países da África mencionados no artigo da ONU (que foi trabalhado na etapa da Problematização), ou o Haiti, que também é citado na publicação. Na América, eles também podem escolher a Guatemala que, apesar de não estar na lista da ONU, apresenta situação de fome grave e eventos de desertificação.

Feita a escolha dos países, os grupos devem elaborar um roteiro de aproximadamente 4 minutos, que servirá de base para a gravação do podcast. É importante explicar para a turma que apenas um integrante dos grupos pode narrar o texto; entretanto, os podcasts têm por característica favorecer o diálogo e, por isso, é interessante que o roteiro seja elaborado considerando uma conversa entre os alunos, em que eles vão comentar a temática, tal como se estivessem sendo entrevistados.

Se possível, após a finalização dos roteiros, os grupos devem gravar os arquivos de áudio utilizando equipamentos da escola que possuam software compatível para a gravação. Vale lembrar que os microfones melhoram a qualidade da captação do som, todavia, não são imprescindíveis para a gravação.

Na ausência desses equipamentos, você pode sugerir o uso dos celulares pessoais dos alunos, uma vez que a maioria dos smartphones contam com aplicativos gratuitos para gravação.

É importante lembrar que, para esse momento, os alunos devem estar em um ambiente que permita a gravação nos computadores, como um laboratório de informática. Caso haja a possibilidade deles usarem os celulares pessoais na sala de aula, sua mediação nesse trabalho é fundamental para que o som não atrapalhe as demais atividades que estejam ocorrendo na escola.

Na impossibilidade de gravar os podcasts na escola, os grupos devem usar o tempo da atividade para elaborar os roteiros que deverão ser lidos na aula. Nesse caso, como todos os grupos vão compartilhar os roteiros, sugerimos que você suprima parte do tempo da Ação Propositiva e acrescente alguns minutos na etapa de Sistematização.

Vale lembrar que gravar os roteiros em casa também é uma alternativa. Nesse caso, os alunos podem usar computadores ou celulares disponíveis na casa dos familiares para finalizar a atividade. Contudo, é importante ressaltar que a etapa de elaboração e leitura dos roteiros devem permanecer inalteradas, assim como a Sistematização, onde eles vão compartilhar as produções. Assim, em uma outra aula, os alunos apenas compartilharão a gravação finalizada, uma vez que as discussões entre os grupos serão feitas pautadas na leitura dos roteiros.

As etapas 2 e 3 da atividade devem durar cerca de 20 minutos.

Para você saber mais:

O mapa é uma representação gráfica reduzida da realidade e possui alguns elementos que facilitam a sua leitura e análise: título, fonte, orientação, escala e legenda. Todos os elementos são importantes para a correta interpretação dos fenômenos realizados, todavia, é a legenda que decodifica os recursos visuais representados no mapa.

A correta leitura da legenda é de fundamental importância para o entendimento dos fenômenos representados pelos mapas temáticos e cartogramas, uma vez que a Cartografia Temática faz uso de uma série de símbolos, cores, códigos, linhas e formas (de diversos tamanhos) para mostrar a variação visual das informações acerca do fenômeno que se deseja representar.

Podcasting é uma forma de transmissão de um áudio digital transmitido via web, com conteúdos variados e que possibilita que o usuário receba novos conteúdos automaticamente. Os podcasts são arquivos de áudios, semelhantes aos programas de rádio, mas com a vantagem de serem transmitidos via internet e acessados a qualquer momento.

Existem três formas principais para se ouvir um podcast: via site onde o arquivo de áudio está disponível; baixando o arquivo para um computador ou smartphone; ou ainda, através de aplicativos ou softwares conhecidos como “agregadores de podcasts”. Esses agregadores funcionam como uma rede social, organizando e atualizando todos os podcasts à medida em que são disponibilizados.

Na escola, os podcasts facilitam o compartilhamento de ideias e conteúdos, além de contribuírem para o engajamento dos alunos, com o uso da tecnologia.

Educação e Tecnologia: o poder do podcast. Estadão. Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santi/educacao-e-tecnologia-o-poder-do-podcast-2/>. Acesso em: 19 jan. 2019.

O vídeo Podcast na sala de aula, do canal “Merenda Mental”, mostra o que é e como os podcasts podem ser usados na sala de aula. O vídeo também apresenta alguns trechos de podcasts renomados que podem servir de exemplo para você apresentar aos alunos:

Merenda Mental: Podcast na sala de aula | Ep.16. 2017. (16min39seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=hKyZtxcpjLU&list=PLTLg7WZBQbG9WfGIpyZsWnLi-B6ofaLXt>. Acesso em: 19 jan 2019.

O Índice Global da Fome é um indicador anual que descreve a situação a fome nos países. O indicador é calculado a partir de diferentes dados que consideram, por exemplo, a situação da subnutrição, mortalidade infantil e caquexia, que é o grau de enfraquecimento extremo.

O indicador varia de 0 (sem fome) a 100 pontos, sendo que, a partir de 1, os valores são divididos nas categorias “baixo”, “moderado”, “grave”, “alarmante” e “extremamente alarmante”.

Por ser um indicador anual, é possível verificar os avanços e os retrocessos no combate à fome em cada país. Os resultados do Índice Global da Fome são reunidos no chamado “Mapa da Fome”.

Em 2014, pela primeira vez, o Brasil saiu do mapa da fome. Na ocasião, o país foi destaque nos relatórios internacionais, uma vez que entre os anos de 2002 e 2013, reduziu em mais de 80% o número de brasileiros em situação de desnutrição crônica. A saída do mapa da fome, em 2014, indicava que o país tinha menos de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável; no entanto, desde 2016, devido às crises econômicas, ao aumento do desemprego e aos cortes nos programas sociais ameaçam o retorno do país ao mapa.

A desertificação é um fenômeno provocado por mudanças nos clima, pela escassez hídrica e, principalmente, pela retirada da cobertura vegetal. Trata-se de um processo mais comum em áreas áridas e semiáridas, onde a pluviosidade é baixa. Nessas áreas, a perda de água do solo para o ambiente provoca seu empobrecimento, trazendo danos diretos para esse recurso natural fundamental para as atividades agrícolas.

A retirada da cobertura vegetal intensifica o déficit hídrico e, consequentemente, a desertificação. Nas áreas onde há risco de desertificação, o uso moderado dos recursos hídricos e o manejo agrícola contribuem para evitar ou amenizar os processos de degradação dos solos.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Após a realização da atividade da Ação Propositiva, utilize o momento da Sistematização para que os grupos compartilhem suas produções. Para tanto, solicite que um grupo ouça o podcast (ou leia o roteiro) de outro. Após esse momento, os grupos devem comentar as produções dos colegas, verificando se a situação analisada nos países escolhidos se assemelham.

Aproveite o encerramento da aula para perguntar à turma sobre a experiência de produzir esse material a partir das informações apreendidas nas representações cartográficas. Você também pode finalizar a aula discutindo com a turma sobre como os mapas temáticos são importantes para se compreender e relacionar fenômenos.

Nas próximas aulas, você pode dar sequência e aprofundar esse plano, pesquisando sobre outros dados, informações e representações cartográficas que evidenciem e relacionem a escassez de alimentos e a fome à ocorrência de outros eventos climáticos catastróficos.

Por fim, os áudios produzidos pelos alunos, bem como os fenômenos estudados com o auxílio dos mapas temáticos podem servir de motivação para o desenvolvimento das suas próximas aulas, ajudando a turma a compreender a temática a partir da interpretação e análise de representações cartográficas.

Vale destacar que esses podcasts podem ser transmitidos por rádios ou portais de notícias locais, de modo que as produções dos alunos sejam difundidas para a comunidade. Com essa prática, você pode incentivar a turma a ter uma produção frequente de áudios, em que podem discutir temáticas e conteúdos variados e compartilhá-los com outras turmas, ou mesmo, escolas.

Slide Plano Aula

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