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Plano de aula > Língua Portuguesa > 2º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Reescrita de adivinhas e anedotas pelas crianças

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 2º ano do EF sobre Reescrita de adivinhas e anedotas pelas crianças

Plano 02 de 3 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Ingrid Da Silva Ramalho

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a segunda aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é trabalhar estruturas silábicas e convenções da Língua Portuguesa já conhecidas pelas crianças (usos de letras maiúsculas e minúsculas, segmentação entre palavras e pontuação) em textos de adivinhas e anedotas.

Materiais necessários: Atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Resolução da atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Resolução da atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Resolução da atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Dificuldades antecipadas: Dificuldades de aplicar, em um texto escrito de forma incorreta, estruturas silábicas e convenções ortográficas já conhecidas como: segmentação convencional de palavras, pontuação (ponto de exclamação, ponto de interrogação e ponto final) e usos de letras maiúsculas e minúsculas e dificuldades de expressarem na oralidade os sentidos trazidos por textos escritos nesses gêneros, decorrentes da falta de sistematização dos conhecimentos prévios e/ou das especificidades dos gêneros trabalhados.

Referências sobre o assunto:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Aprender os padrões da linguagem escrita de modo reflexivo - Recuperação Língua Portuguesa. Unidade III - Palavra Dialogada. São Paulo: 2011. Disponível em: <http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Portals/1/Files/16464.pdf>. Acesso em: 06 dez 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 01 minuto

Orientações:

  • Leia ou projete o tema da aula para a turma.
  • Evidencie que na aula proposta aqui, as crianças trabalharão com a correção de adivinhas e anedotas (esses gêneros já devem ter sido apresentados anteriormente, ainda que de forma breve), utilizando seus conhecimentos prévios sobre a segmentação convencional de palavras, pontuação e usos de letras maiúsculas e minúsculas.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Tenha em mente que a habilidade da BNCC focada aqui, prevê o trabalho prévio com as crianças sobre estruturas silábicas e convenções da Língua Portuguesa, tais como, a segmentação convencional de palavras, usos de letras maiúsculas e minúsculas e pontuação. Portanto, a habilidade envolve diferentes conhecimentos gramaticais e foca no uso dessas estruturas nas produções textuais cotidianas dos/as estudantes. Para a sistematização dos conhecimentos sobre a ortografia deve haver uma progressão iniciada apenas após a compreensão da base alfabética, já a compreensão do sistema de pontuação deve acontecer pela análise da ocorrência em textos e pela reflexão sobre os sentidos provocados em textos de diferentes situações de escrita. Note que para o uso de letras maiúsculas e minúsculas, as crianças já devem então ter tido contato com diferentes tipos de letras, pois enquanto utilizam apenas a caixa alta em seus textos, distinção como essa não faz sentido.
  • Para esta aula é importante que os/as estudantes já tenham (ainda que brevemente) refletido sobre os gêneros adivinha e anedota e sobre a importância da segmentação convencional de palavras, da pontuação e dos usos adequados de letras maiúsculas e minúsculas em textos escritos.
  • Inicie a aula com a sala organizada em trios para ganhar tempo, pois a proposta do desenvolvimento está pensada para essa organização. Como os temas tratados nesta aula já devem ter sido trabalhados em etapas anteriores e você provavelmente já deve conhecer as dificuldades de seus/suas estudantes, opte por mesclar crianças com diferentes habilidades/dificuldades. Selecione para compor um mesmo trio, por exemplo, um/a estudante que ainda apresenta dificuldades para realizar a segmentação convencional de palavras; outro/a que, apesar de já ter esses conhecimentos sistematizados, ainda demonstre dificuldades para pontuar um texto e ainda uma terceira criança que confunde diversas vezes o uso de letras maiúsculas e minúsculas em suas produções, mas já esteja familiarizada com os outros conteúdos.
  • Para a etapa de introdução, visando retomar as convenções que recebem o foco neste plano e exemplificar a atividade que as crianças farão durante o desenvolvimento, insira/projete uma adivinha com algumas inadequações (como sugestão, retiramos e adaptamos um texto trazido em um material produzido pela Secretaria de Educação do Governo do Estado do Paraná, a adivinha encontra-se na página 16).
  • Solicite a ajuda de voluntários para lerem a adivinha projetada/inserida no quadro. Posteriormente pergunte: “A leitura do texto foi fácil?”; “O que poderiam sugerir para organizar melhor a adivinha e facilitar sua leitura?”; como para esta aula são necessários alguns conhecimentos prévios, espera-se que as crianças ressaltem, em um primeiro momento, que devemos segmentar as partes ‘queaLua’, ‘jáétão’ e ‘saiànoite’; quando/se os/as estudantes levantarem essa hipótese, faça no quadro as alterações sugeridas, transformando os trechos em ‘que|a|Lua’, ‘já|é|tão e ‘saia|à|noite, respectivamente. Caso os/as estudantes não sejam capazes de fazer o reconhecimento da segmentação convencional de palavras nos trechos previamente aglutinados aqui, fomente uma reflexão por meio da leitura, isto é, primeiramente, a turma deverá ler o texto assim como ele é apresentado (com as palavras aglutinadas), depois, a turma deverá fazer uma leitura mais pausada (refletindo o respeito aos espaços em branco). Se ainda assim houver dificuldades no reconhecimento das estruturas inadequadas, pergunte mostrando diretamente para o texto: “Essa parte aqui está escrita corretamente? E essa? E essa aqui? Tudo isso é apenas uma palavra (três vezes, direcionando os/as estudantes aos três contextos em análise)?”, espera-se que direcionando o foco e a pergunta, as crianças sejam capazes de sugerir a separação das palavras.
  • Após esse momento, trabalhe com a falta de pontuação na frase, retomando as falas de alguns/mas alunos/as que podem ter citado isso logo na primeira pergunta da orientação 5, se esse não for o caso e nenhum/a estudante tiver analisado em um primeiro momento essas inadequações, pergunte: “Falta mais alguma coisa nessa frase? Onde ela começa e onde ela termina? O que nos ajuda a identificar o término de uma frase quando ela está escrita?”, espera-se que com questionamentos direcionados, as crianças sejam capazes de notar a falta de pontuação. Assim que isso ocorrer, pergunte: Olhem bem para a segunda frase, ela começa com a palavra ‘resposta’, quando apresentamos uma resposta?”, espera-se que as crianças respondam que devemos elaborar uma resposta quando nos deparamos com perguntas; quando isso ocorrer, questione: “Quando queremos marcar em um texto escrito que a frase é uma pergunta, qual sinal de pontuação utilizamos?, espera-se que as crianças respondam que devemos utilizar o sinal de interrogação; após as respostas, corrija ou confirme as hipóteses levantadas e insira o ponto de interrogação no final da primeira frase. Posteriormente, evidencie: “Aqui, nós trabalhamos apenas o ponto de interrogação, o ponto de exclamação e o ponto final, mas há outros tipos de pontuação também, como, por exemplo, o dois-pontos que ocorre logo após a palavra ‘resposta’. Trabalharemos com esse e outros sinais de pontuação em outras aulas.”.

Materiais complementares:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois que as correções referentes à segmentação convencional de palavras e à pontuação já tiverem sido realizadas, trabalhe com os/as estudantes os usos de letras maiúsculas e minúsculas, perguntando: “Agora, olhando para a segunda frase do texto (aponte para ela), vocês conseguem observar algum erro?”, espera-se que as crianças notem que há inadequações envolvendo os usos de letras maiúsculas e minúsculas, mas caso isso não ocorra, inicie os questionamentos sobre essa questão, fomentando a comparação entre a primeira frase que já está corrigida e a segunda, com a pergunta: “Vocês já corrigiram a primeira frase, agora observem bem como a primeira frase começa e como a segunda começa, o tipo de letra é o mesmo?”, espera-se que as crianças sejam capazes de notar que a primeira frase inicia-se com uma letra maiúscula, diferente do que ocorre na segunda frase.
  • Após esse reconhecimento, questione: “Se a primeira frase inicia-se com um tipo de letra e está correta e a segunda frase, que ainda não está totalmente corrigida, inicia-se com outro tipo de letra, ela também está correta? Devemos modificá-la em algo?”, espera-se que as crianças digam que é necessário corrigir o texto e utilizar a letra maiúscula no início da segunda frase. Corrija ou confirma as hipóteses levantadas e troque a letra que inicia a segunda frase pela forma correta. Logo depois, pergunte: “Há algum outro erro na frase envolvendo a troca de letras maiúsculas e minúsculas?”, agora, retomando seus conhecimentos prévios, espera-se que as crianças concluam que a palavra ‘Ainda’ no contexto analisado não leva letra maiúscula, confirme ou corrija as hipóteses levantadas, inclusive marcando isso no texto do quadro.
  • Depois dessas reflexões, para relembrar as regras de utilização das maiúsculas e minúsculas, pergunte: “Quando utilizamos as letras maiúsculas?”, espera-se que as crianças digam que utilizamos as letras maiúsculas em início de frase e em início de nomes próprios. Sobre os substantivos ‘Lua’ e ‘Sol’, pergunte: “E nas palavras ‘Lua’ e ‘Sol’, por que utilizamos letras maiúsculas?”; aqui talvez seja mais difícil as crianças compreenderem que no contexto analisado essas palavras são nomes próprios. Caso algum/a estudante expresse alguma hipótese, corrija ou confirme o que foi dito. Evidencie: “A palavra ‘Lua’ nessa frase é o nome próprio do satélite natural da Terra e ‘Sol’ na mesma frase é o nome próprio da estrela que é o centro do sistema solar.”.
  • Agora, com a adivinha totalmente já corrigida pelos/as estudantes, solicite: “Agora que vocês já corrigiram os erros do texto, leiam novamente prestando muita atenção.”; depois da leitura, pergunte: “E agora? Foi mais fácil a leitura? O que vocês compreenderam? Onde está escrito isso (utilize as respostas das crianças para fomentar perguntas que as façam explicitar no texto o que disseram)?”, espera-se que agora todos/as tenham compreendido plenamente o texto e justifiquem suas respostas com base em trechos da adivinha.
  • Para retomar os usos dos principais sinais de pontuação já aprendidos pelas crianças (ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação), assim como fizemos com os usos das letras maiúsculas e minúsculas, pergunte: “Se trocarmos o ponto de exclamação que fecha a segunda frase por um ponto de interrogação, o sentido da frase será o mesmo?”, espera-se que as crianças respondam de forma negativa. Depois disso, amplie o questionamento: “O que o novo sinal expressaria? Qual seria a mudança?”, espera-se que as crianças digam que o ponto de interrogação transformaria a frase em uma pergunta. Logo após, faça procedimento semelhante trocando o ponto de interrogação pelo ponto final e pergunte: “E agora, com o ponto final, qual seria o sentido da frase?”, espera-se que as crianças explicitem que essa alteração transformaria a frase em uma declaração, ainda que não utilizem essa palavra.
  • Posteriormente, questione: “Agora vamos relembrar a utilização dos sinais de pontuação que vimos aqui, para que serve o ponto final?”, espera-se que as crianças digam, por exemplo, que o ponto final marca o fim de uma frase afirmativa ou negativa em um texto escrito, pergunte ainda: “Para que serve o ponto de interrogação?”, espera-se que as crianças digam, por exemplo, que utilizamos o sinal de interrogação quando temos a intenção de marcar em um texto escrito que aquela frase é uma pergunta e por fim, questione: “Para que serve o ponto de exclamação?”, espera-se que as crianças exponham, por exemplo, que o ponto de exclamação expressa uma ordem, um desejo ou uma surpresa em um texto escrito. Confirme ou corrija as respostas obtidas e, caso necessário, traga mais exemplos de frases utilizando cada um desses pontos.

Materiais complementares:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Para a etapa de desenvolvimento, cada integrante do trio receberá uma adivinha ou anedota para corrigir. Cada criança trabalhará com um aspecto durante a correção:

a) segmentação convencional de palavras;

b) uso de letras maiúsculas e minúsculas ou

c) pontuação.

  • A ideia é que, embora cada estudante foque na correção de um aspecto importante do texto escrito, ele/a possa antes de recorrer ao/à professor/a para tirar dúvidas, recorrer aos membros do seu trio. Depois de realizadas as correções, cada estudante deverá ler para o seu trio o texto que trabalhou. A atividade será semelhante ao que foi realizado no momento de introdução; entretanto, cada estudante do trio receberá um texto com um tipo de inadequação diferente.
  • Oriente: “Agora que vocês relembraram algumas regras da Língua Portuguesa, farão em trios, uma atividade de correção de texto que entregarei (modelos disponibilizados). Cada integrante do trio focará em corrigir algum aspecto que trabalhamos na adivinha inserida no quadro; quando eu entregar a atividade, vocês analisarão qual aspecto devem corrigir. Em cada folha haverá primeiramente o texto de uma adivinha ou anedota escrito com algumas inadequações. Logo embaixo, as frases desse texto serão separadas para que vocês possam analisar uma por uma. Caso a frase esteja incorreta, vocês deverão marcar com um X o(s) erro(s) e reescrevê-la na linha abaixo. Caso a frase esteja correta, vocês farão um sinal de correto. Quando necessário, vocês poderão consultar os membros do trio e depois que todos terminarem suas correções, deverão ler a adivinha ou anedota para os/as outros/as.”.
  • Entregue para cada criança a atividade que ela ficará responsável, de modo que cada trio receba 1 dos modelos disponibilizados. O modelo 1 tratará da segmentação convencional de palavras; o modelo 2 tratará de pontuação e o 3, dos usos de letras maiúsculas e minúsculas. Durante a realização da atividade, passe pelos grupos, mas evite interferir nos trabalhos das crianças, pois primeiramente elas deverão compartilhar conhecimentos entre elas mesmas. Ainda durante esse momento, reproduza no quadro as anedotas e adivinhas trazidas nas atividades (aqui, o ideal é que você separe o quadro em três colunas, para que durante a correção da atividade na etapa de fechamento, cada coluna seja ocupada por uma criança diferente); para que no momento de correção as crianças possam demarcar no quadro as inadequações que descobriram em suas atividades; para isso deverão levar suas folhas.
  • Depois que as crianças realizarem a atividade, oriente: “Agora que todos/as já corrigiram a atividade, as crianças dos trios deverão ler sua adivinha ou anedota para a sua equipe. Prestem bem atenção no momento da leitura para que os/as colegas possam compreender os sentidos trazidos pelos textos humorísticos que vocês corrigiram, verificando, ainda, se há a necessidade de alguma outra correção.

Materiais complementares:

Atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 11 minutos

Orientações:

  • Para o fechamento da aula a proposta será corrigir no grande grupo os textos trabalhados pelas crianças durante a etapa de desenvolvimento. Solicite 3 voluntários/as para irem até o quadro e marcarem nos textos as correções que fizeram em suas folhas (ou seja, como na etapa de desenvolvimento você foi orientado/a fazer 3 colunas no quadro, cada uma trazendo um texto diferente; agora cada criança deverá ocupar um desses espaços e, ao mesmo tempo, cada uma demarcará no texto do quadro o que fez em sua folha).
  • Para o/a estudante que trabalhou com o texto que necessita segmentar palavras, exponha: “Você não precisará reescrever o texto, apenas marcar com um traço (|) como ocorreu a separação das palavras em sua atividade.”; para o/a estudante que trabalhou com pontuação, diga: “Você não precisará reescrever o texto, apenas apague os pontos inseridos de forma inadequada e escreva os pontos corretos.”; para o/a estudante que trabalhou com os usos de letras maiúsculas e minúsculas, evidencie: “Você não precisará reescrever o texto, apenas apagar as letras inseridas de forma incorreta e colocar as formas corretas.”.
  • Focando no texto 1, pergunte ao grande grupo: “Quais estudantes corrigiram o texto que precisava separar as palavras?”; “Vocês chegaram às mesmas conclusões que o/a colega que escreveu no quadro suas respostas?”, espera-se que a correção da criança que expôs no quadro suas hipóteses tenha desvendado os trechos: ‘Como|é|que|se|faz|para|calar|o|mundo’ e Ninguém|na|classe|sabia|e|ele|diz; também é esperado que as demais crianças que trabalharam com esses trechos tenham chegado às mesmas conclusões. Caso haja divergências nas respostas, questione: “Por que você colocou essa resposta?” e corrija os erros levando em consideração as dúvidas específicas que surgirem. Ao grande grupo, pergunte: “Quando deixamos espaços em branco em um texto? Para que fazemos isso?”, espera-se que as crianças evidenciem que esses espaços aparecem quando separamos as palavras e que eles facilitam a leitura.
  • Depois, focando no texto 2, pergunte ao grande grupo: “As crianças que em suas folhas precisaram adequar os sinais de pontuação, concordam com o que o/a colega fez? Por qual motivo?”, nesse caso, é possível duas respostas: ‘Por que o peixe está chateado? Resposta: porque vive numa maré de azar.’ e ‘Por que o peixe está chateado? Resposta: porque vive numa maré de azar!’. No caso de os/as estudantes terem optado por essas duas respostas, peça para justificarem os usos do ponto final e do ponto de exclamação, corrija ou confirma as respostas levantadas, considerando os contextos de usos desses sinais e as justificativas das crianças. Logo após, pergunte ao grande grupo: “Como utilizamos o ponto de interrogação, o ponto de exclamação e o ponto final em um texto escrito?”; espera-se que os/as estudantes digam que o ponto de interrogação é usado para trazer aos textos escritos o tom de pergunta; que o ponto de exclamação serve para marcar alegria, susto, admiração e outras emoções no texto escrito e que o ponto final serve para fechar uma frase declarativa em um texto. Logo após, evidencie que no contexto em análise, é possível utilizar tanto o ponto final, quanto o ponto de exclamação, mas que isso modifica os sentidos expressos. Novamente, para ressaltar a existência de outros sinais de pontuação, pergunte: “Observando os textos que estão no quadro, além do ponto final, do ponto de interrogação e do ponto de exclamação há mais dois sinais de pontuação que ainda não aprendemos, vocês conseguem identificar quais são eles?”, é possível que as crianças identifiquem o dois-pontos por já ter sido mencionado por você durante a análise da adivinha e consigam identificar o travessão, ainda que não nomeie esse sinal; quando isso ocorrer, diga que o ponto que abre as falas dos personagens nos textos é chamado de travessão e que também trabalharão com esse sinal em outras aulas.
  • Para corrigir o texto que trabalha os usos de letras maiúsculas e minúsculas, pergunte ao grande grupo: “Os/as estudantes que também corrigiram esse texto, concordam ou não com as respostas do/a colega que corrigiu as letras no quadro?”, espera-se que a correção da criança que realizou as modificações necessárias tenha originado o texto: ‘Joãozinho, fanático por futebol, estava jogando bola com os coleguinhas, quando sua mãe chega correndo: — João, corre rápido lá em casa que o teu pai caiu na área. E o Joãozinho: — Espera aí, mãe! Na área é pênalti.’; espera-se também que essa seja a mesma resposta das outras crianças que trabalharam essa questão. Caso haja divergência, peça para os/as estudantes justificarem suas respostas e corrija-as de acordo com a situação. Logo após, pergunte ao grande grupo: “Quando utilizamos letras maiúsculas?”, espera-se que as crianças respondam que devemos utilizar letra maiúscula em início de frase ou em nomes próprios, quando isso ocorrer, peça para que olhando para o texto corrigido no quadro, as crianças procurem exemplos dessas duas regras; espera-se que as crianças digam que o nome ‘João/Joãozinho’ inicia-se com letra maiúscula porque é um nome próprio e ‘E’ e ‘Espera’ no texto em análise aparecem dessa maneira por estarem no início de frase.
  • Após as correções das convenções da Língua Portuguesa trabalhadas aqui, foque em questões sobre os gêneros, perguntando: Algum desses textos é uma adivinha? Por que vocês acham isso?”, espera-se que as crianças identifiquem que o texto 2 é uma adivinha e justifiquem suas respostas dizendo que nele é feita uma pergunta para desafiar outra pessoa e que a pergunta exige uma resposta. Corrija ou confirme as hipóteses levantadas. Repita o mesmo procedimento para as anedotas, perguntando: Já que vocês responderam que apenas o textos 2 é uma adivinha, os textos 1 e 3 são anedotas, por que vocês acham isso?”, espera-se que as crianças respondam que nesses dois textos são contadas brevemente duas histórias e que embora os dois apresentem perguntas, esses questionamentos são direcionados aos personagens das histórias. Corrija ou confirme as hipóteses levantadas.
  • Recolha as atividades para uma correção mais minuciosa.

Materiais complementares:

Resolução da atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Resolução da atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Resolução da atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a segunda aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é trabalhar estruturas silábicas e convenções da Língua Portuguesa já conhecidas pelas crianças (usos de letras maiúsculas e minúsculas, segmentação entre palavras e pontuação) em textos de adivinhas e anedotas.

Materiais necessários: Atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Resolução da atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Resolução da atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Resolução da atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Dificuldades antecipadas: Dificuldades de aplicar, em um texto escrito de forma incorreta, estruturas silábicas e convenções ortográficas já conhecidas como: segmentação convencional de palavras, pontuação (ponto de exclamação, ponto de interrogação e ponto final) e usos de letras maiúsculas e minúsculas e dificuldades de expressarem na oralidade os sentidos trazidos por textos escritos nesses gêneros, decorrentes da falta de sistematização dos conhecimentos prévios e/ou das especificidades dos gêneros trabalhados.

Referências sobre o assunto:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Aprender os padrões da linguagem escrita de modo reflexivo - Recuperação Língua Portuguesa. Unidade III - Palavra Dialogada. São Paulo: 2011. Disponível em: <http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Portals/1/Files/16464.pdf>. Acesso em: 06 dez 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 01 minuto

Orientações:

  • Leia ou projete o tema da aula para a turma.
  • Evidencie que na aula proposta aqui, as crianças trabalharão com a correção de adivinhas e anedotas (esses gêneros já devem ter sido apresentados anteriormente, ainda que de forma breve), utilizando seus conhecimentos prévios sobre a segmentação convencional de palavras, pontuação e usos de letras maiúsculas e minúsculas.
Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Tenha em mente que a habilidade da BNCC focada aqui, prevê o trabalho prévio com as crianças sobre estruturas silábicas e convenções da Língua Portuguesa, tais como, a segmentação convencional de palavras, usos de letras maiúsculas e minúsculas e pontuação. Portanto, a habilidade envolve diferentes conhecimentos gramaticais e foca no uso dessas estruturas nas produções textuais cotidianas dos/as estudantes. Para a sistematização dos conhecimentos sobre a ortografia deve haver uma progressão iniciada apenas após a compreensão da base alfabética, já a compreensão do sistema de pontuação deve acontecer pela análise da ocorrência em textos e pela reflexão sobre os sentidos provocados em textos de diferentes situações de escrita. Note que para o uso de letras maiúsculas e minúsculas, as crianças já devem então ter tido contato com diferentes tipos de letras, pois enquanto utilizam apenas a caixa alta em seus textos, distinção como essa não faz sentido.
  • Para esta aula é importante que os/as estudantes já tenham (ainda que brevemente) refletido sobre os gêneros adivinha e anedota e sobre a importância da segmentação convencional de palavras, da pontuação e dos usos adequados de letras maiúsculas e minúsculas em textos escritos.
  • Inicie a aula com a sala organizada em trios para ganhar tempo, pois a proposta do desenvolvimento está pensada para essa organização. Como os temas tratados nesta aula já devem ter sido trabalhados em etapas anteriores e você provavelmente já deve conhecer as dificuldades de seus/suas estudantes, opte por mesclar crianças com diferentes habilidades/dificuldades. Selecione para compor um mesmo trio, por exemplo, um/a estudante que ainda apresenta dificuldades para realizar a segmentação convencional de palavras; outro/a que, apesar de já ter esses conhecimentos sistematizados, ainda demonstre dificuldades para pontuar um texto e ainda uma terceira criança que confunde diversas vezes o uso de letras maiúsculas e minúsculas em suas produções, mas já esteja familiarizada com os outros conteúdos.
  • Para a etapa de introdução, visando retomar as convenções que recebem o foco neste plano e exemplificar a atividade que as crianças farão durante o desenvolvimento, insira/projete uma adivinha com algumas inadequações (como sugestão, retiramos e adaptamos um texto trazido em um material produzido pela Secretaria de Educação do Governo do Estado do Paraná, a adivinha encontra-se na página 16).
  • Solicite a ajuda de voluntários para lerem a adivinha projetada/inserida no quadro. Posteriormente pergunte: “A leitura do texto foi fácil?”; “O que poderiam sugerir para organizar melhor a adivinha e facilitar sua leitura?”; como para esta aula são necessários alguns conhecimentos prévios, espera-se que as crianças ressaltem, em um primeiro momento, que devemos segmentar as partes ‘queaLua’, ‘jáétão’ e ‘saiànoite’; quando/se os/as estudantes levantarem essa hipótese, faça no quadro as alterações sugeridas, transformando os trechos em ‘que|a|Lua’, ‘já|é|tão e ‘saia|à|noite, respectivamente. Caso os/as estudantes não sejam capazes de fazer o reconhecimento da segmentação convencional de palavras nos trechos previamente aglutinados aqui, fomente uma reflexão por meio da leitura, isto é, primeiramente, a turma deverá ler o texto assim como ele é apresentado (com as palavras aglutinadas), depois, a turma deverá fazer uma leitura mais pausada (refletindo o respeito aos espaços em branco). Se ainda assim houver dificuldades no reconhecimento das estruturas inadequadas, pergunte mostrando diretamente para o texto: “Essa parte aqui está escrita corretamente? E essa? E essa aqui? Tudo isso é apenas uma palavra (três vezes, direcionando os/as estudantes aos três contextos em análise)?”, espera-se que direcionando o foco e a pergunta, as crianças sejam capazes de sugerir a separação das palavras.
  • Após esse momento, trabalhe com a falta de pontuação na frase, retomando as falas de alguns/mas alunos/as que podem ter citado isso logo na primeira pergunta da orientação 5, se esse não for o caso e nenhum/a estudante tiver analisado em um primeiro momento essas inadequações, pergunte: “Falta mais alguma coisa nessa frase? Onde ela começa e onde ela termina? O que nos ajuda a identificar o término de uma frase quando ela está escrita?”, espera-se que com questionamentos direcionados, as crianças sejam capazes de notar a falta de pontuação. Assim que isso ocorrer, pergunte: Olhem bem para a segunda frase, ela começa com a palavra ‘resposta’, quando apresentamos uma resposta?”, espera-se que as crianças respondam que devemos elaborar uma resposta quando nos deparamos com perguntas; quando isso ocorrer, questione: “Quando queremos marcar em um texto escrito que a frase é uma pergunta, qual sinal de pontuação utilizamos?, espera-se que as crianças respondam que devemos utilizar o sinal de interrogação; após as respostas, corrija ou confirme as hipóteses levantadas e insira o ponto de interrogação no final da primeira frase. Posteriormente, evidencie: “Aqui, nós trabalhamos apenas o ponto de interrogação, o ponto de exclamação e o ponto final, mas há outros tipos de pontuação também, como, por exemplo, o dois-pontos que ocorre logo após a palavra ‘resposta’. Trabalharemos com esse e outros sinais de pontuação em outras aulas.”.

Materiais complementares:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

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Orientações:

  • Depois que as correções referentes à segmentação convencional de palavras e à pontuação já tiverem sido realizadas, trabalhe com os/as estudantes os usos de letras maiúsculas e minúsculas, perguntando: “Agora, olhando para a segunda frase do texto (aponte para ela), vocês conseguem observar algum erro?”, espera-se que as crianças notem que há inadequações envolvendo os usos de letras maiúsculas e minúsculas, mas caso isso não ocorra, inicie os questionamentos sobre essa questão, fomentando a comparação entre a primeira frase que já está corrigida e a segunda, com a pergunta: “Vocês já corrigiram a primeira frase, agora observem bem como a primeira frase começa e como a segunda começa, o tipo de letra é o mesmo?”, espera-se que as crianças sejam capazes de notar que a primeira frase inicia-se com uma letra maiúscula, diferente do que ocorre na segunda frase.
  • Após esse reconhecimento, questione: “Se a primeira frase inicia-se com um tipo de letra e está correta e a segunda frase, que ainda não está totalmente corrigida, inicia-se com outro tipo de letra, ela também está correta? Devemos modificá-la em algo?”, espera-se que as crianças digam que é necessário corrigir o texto e utilizar a letra maiúscula no início da segunda frase. Corrija ou confirma as hipóteses levantadas e troque a letra que inicia a segunda frase pela forma correta. Logo depois, pergunte: “Há algum outro erro na frase envolvendo a troca de letras maiúsculas e minúsculas?”, agora, retomando seus conhecimentos prévios, espera-se que as crianças concluam que a palavra ‘Ainda’ no contexto analisado não leva letra maiúscula, confirme ou corrija as hipóteses levantadas, inclusive marcando isso no texto do quadro.
  • Depois dessas reflexões, para relembrar as regras de utilização das maiúsculas e minúsculas, pergunte: “Quando utilizamos as letras maiúsculas?”, espera-se que as crianças digam que utilizamos as letras maiúsculas em início de frase e em início de nomes próprios. Sobre os substantivos ‘Lua’ e ‘Sol’, pergunte: “E nas palavras ‘Lua’ e ‘Sol’, por que utilizamos letras maiúsculas?”; aqui talvez seja mais difícil as crianças compreenderem que no contexto analisado essas palavras são nomes próprios. Caso algum/a estudante expresse alguma hipótese, corrija ou confirme o que foi dito. Evidencie: “A palavra ‘Lua’ nessa frase é o nome próprio do satélite natural da Terra e ‘Sol’ na mesma frase é o nome próprio da estrela que é o centro do sistema solar.”.
  • Agora, com a adivinha totalmente já corrigida pelos/as estudantes, solicite: “Agora que vocês já corrigiram os erros do texto, leiam novamente prestando muita atenção.”; depois da leitura, pergunte: “E agora? Foi mais fácil a leitura? O que vocês compreenderam? Onde está escrito isso (utilize as respostas das crianças para fomentar perguntas que as façam explicitar no texto o que disseram)?”, espera-se que agora todos/as tenham compreendido plenamente o texto e justifiquem suas respostas com base em trechos da adivinha.
  • Para retomar os usos dos principais sinais de pontuação já aprendidos pelas crianças (ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação), assim como fizemos com os usos das letras maiúsculas e minúsculas, pergunte: “Se trocarmos o ponto de exclamação que fecha a segunda frase por um ponto de interrogação, o sentido da frase será o mesmo?”, espera-se que as crianças respondam de forma negativa. Depois disso, amplie o questionamento: “O que o novo sinal expressaria? Qual seria a mudança?”, espera-se que as crianças digam que o ponto de interrogação transformaria a frase em uma pergunta. Logo após, faça procedimento semelhante trocando o ponto de interrogação pelo ponto final e pergunte: “E agora, com o ponto final, qual seria o sentido da frase?”, espera-se que as crianças explicitem que essa alteração transformaria a frase em uma declaração, ainda que não utilizem essa palavra.
  • Posteriormente, questione: “Agora vamos relembrar a utilização dos sinais de pontuação que vimos aqui, para que serve o ponto final?”, espera-se que as crianças digam, por exemplo, que o ponto final marca o fim de uma frase afirmativa ou negativa em um texto escrito, pergunte ainda: “Para que serve o ponto de interrogação?”, espera-se que as crianças digam, por exemplo, que utilizamos o sinal de interrogação quando temos a intenção de marcar em um texto escrito que aquela frase é uma pergunta e por fim, questione: “Para que serve o ponto de exclamação?”, espera-se que as crianças exponham, por exemplo, que o ponto de exclamação expressa uma ordem, um desejo ou uma surpresa em um texto escrito. Confirme ou corrija as respostas obtidas e, caso necessário, traga mais exemplos de frases utilizando cada um desses pontos.

Materiais complementares:

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Para a etapa de desenvolvimento, cada integrante do trio receberá uma adivinha ou anedota para corrigir. Cada criança trabalhará com um aspecto durante a correção:

a) segmentação convencional de palavras;

b) uso de letras maiúsculas e minúsculas ou

c) pontuação.

  • A ideia é que, embora cada estudante foque na correção de um aspecto importante do texto escrito, ele/a possa antes de recorrer ao/à professor/a para tirar dúvidas, recorrer aos membros do seu trio. Depois de realizadas as correções, cada estudante deverá ler para o seu trio o texto que trabalhou. A atividade será semelhante ao que foi realizado no momento de introdução; entretanto, cada estudante do trio receberá um texto com um tipo de inadequação diferente.
  • Oriente: “Agora que vocês relembraram algumas regras da Língua Portuguesa, farão em trios, uma atividade de correção de texto que entregarei (modelos disponibilizados). Cada integrante do trio focará em corrigir algum aspecto que trabalhamos na adivinha inserida no quadro; quando eu entregar a atividade, vocês analisarão qual aspecto devem corrigir. Em cada folha haverá primeiramente o texto de uma adivinha ou anedota escrito com algumas inadequações. Logo embaixo, as frases desse texto serão separadas para que vocês possam analisar uma por uma. Caso a frase esteja incorreta, vocês deverão marcar com um X o(s) erro(s) e reescrevê-la na linha abaixo. Caso a frase esteja correta, vocês farão um sinal de correto. Quando necessário, vocês poderão consultar os membros do trio e depois que todos terminarem suas correções, deverão ler a adivinha ou anedota para os/as outros/as.”.
  • Entregue para cada criança a atividade que ela ficará responsável, de modo que cada trio receba 1 dos modelos disponibilizados. O modelo 1 tratará da segmentação convencional de palavras; o modelo 2 tratará de pontuação e o 3, dos usos de letras maiúsculas e minúsculas. Durante a realização da atividade, passe pelos grupos, mas evite interferir nos trabalhos das crianças, pois primeiramente elas deverão compartilhar conhecimentos entre elas mesmas. Ainda durante esse momento, reproduza no quadro as anedotas e adivinhas trazidas nas atividades (aqui, o ideal é que você separe o quadro em três colunas, para que durante a correção da atividade na etapa de fechamento, cada coluna seja ocupada por uma criança diferente); para que no momento de correção as crianças possam demarcar no quadro as inadequações que descobriram em suas atividades; para isso deverão levar suas folhas.
  • Depois que as crianças realizarem a atividade, oriente: “Agora que todos/as já corrigiram a atividade, as crianças dos trios deverão ler sua adivinha ou anedota para a sua equipe. Prestem bem atenção no momento da leitura para que os/as colegas possam compreender os sentidos trazidos pelos textos humorísticos que vocês corrigiram, verificando, ainda, se há a necessidade de alguma outra correção.

Materiais complementares:

Atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 11 minutos

Orientações:

  • Para o fechamento da aula a proposta será corrigir no grande grupo os textos trabalhados pelas crianças durante a etapa de desenvolvimento. Solicite 3 voluntários/as para irem até o quadro e marcarem nos textos as correções que fizeram em suas folhas (ou seja, como na etapa de desenvolvimento você foi orientado/a fazer 3 colunas no quadro, cada uma trazendo um texto diferente; agora cada criança deverá ocupar um desses espaços e, ao mesmo tempo, cada uma demarcará no texto do quadro o que fez em sua folha).
  • Para o/a estudante que trabalhou com o texto que necessita segmentar palavras, exponha: “Você não precisará reescrever o texto, apenas marcar com um traço (|) como ocorreu a separação das palavras em sua atividade.”; para o/a estudante que trabalhou com pontuação, diga: “Você não precisará reescrever o texto, apenas apague os pontos inseridos de forma inadequada e escreva os pontos corretos.”; para o/a estudante que trabalhou com os usos de letras maiúsculas e minúsculas, evidencie: “Você não precisará reescrever o texto, apenas apagar as letras inseridas de forma incorreta e colocar as formas corretas.”.
  • Focando no texto 1, pergunte ao grande grupo: “Quais estudantes corrigiram o texto que precisava separar as palavras?”; “Vocês chegaram às mesmas conclusões que o/a colega que escreveu no quadro suas respostas?”, espera-se que a correção da criança que expôs no quadro suas hipóteses tenha desvendado os trechos: ‘Como|é|que|se|faz|para|calar|o|mundo’ e Ninguém|na|classe|sabia|e|ele|diz; também é esperado que as demais crianças que trabalharam com esses trechos tenham chegado às mesmas conclusões. Caso haja divergências nas respostas, questione: “Por que você colocou essa resposta?” e corrija os erros levando em consideração as dúvidas específicas que surgirem. Ao grande grupo, pergunte: “Quando deixamos espaços em branco em um texto? Para que fazemos isso?”, espera-se que as crianças evidenciem que esses espaços aparecem quando separamos as palavras e que eles facilitam a leitura.
  • Depois, focando no texto 2, pergunte ao grande grupo: “As crianças que em suas folhas precisaram adequar os sinais de pontuação, concordam com o que o/a colega fez? Por qual motivo?”, nesse caso, é possível duas respostas: ‘Por que o peixe está chateado? Resposta: porque vive numa maré de azar.’ e ‘Por que o peixe está chateado? Resposta: porque vive numa maré de azar!’. No caso de os/as estudantes terem optado por essas duas respostas, peça para justificarem os usos do ponto final e do ponto de exclamação, corrija ou confirma as respostas levantadas, considerando os contextos de usos desses sinais e as justificativas das crianças. Logo após, pergunte ao grande grupo: “Como utilizamos o ponto de interrogação, o ponto de exclamação e o ponto final em um texto escrito?”; espera-se que os/as estudantes digam que o ponto de interrogação é usado para trazer aos textos escritos o tom de pergunta; que o ponto de exclamação serve para marcar alegria, susto, admiração e outras emoções no texto escrito e que o ponto final serve para fechar uma frase declarativa em um texto. Logo após, evidencie que no contexto em análise, é possível utilizar tanto o ponto final, quanto o ponto de exclamação, mas que isso modifica os sentidos expressos. Novamente, para ressaltar a existência de outros sinais de pontuação, pergunte: “Observando os textos que estão no quadro, além do ponto final, do ponto de interrogação e do ponto de exclamação há mais dois sinais de pontuação que ainda não aprendemos, vocês conseguem identificar quais são eles?”, é possível que as crianças identifiquem o dois-pontos por já ter sido mencionado por você durante a análise da adivinha e consigam identificar o travessão, ainda que não nomeie esse sinal; quando isso ocorrer, diga que o ponto que abre as falas dos personagens nos textos é chamado de travessão e que também trabalharão com esse sinal em outras aulas.
  • Para corrigir o texto que trabalha os usos de letras maiúsculas e minúsculas, pergunte ao grande grupo: “Os/as estudantes que também corrigiram esse texto, concordam ou não com as respostas do/a colega que corrigiu as letras no quadro?”, espera-se que a correção da criança que realizou as modificações necessárias tenha originado o texto: ‘Joãozinho, fanático por futebol, estava jogando bola com os coleguinhas, quando sua mãe chega correndo: — João, corre rápido lá em casa que o teu pai caiu na área. E o Joãozinho: — Espera aí, mãe! Na área é pênalti.’; espera-se também que essa seja a mesma resposta das outras crianças que trabalharam essa questão. Caso haja divergência, peça para os/as estudantes justificarem suas respostas e corrija-as de acordo com a situação. Logo após, pergunte ao grande grupo: “Quando utilizamos letras maiúsculas?”, espera-se que as crianças respondam que devemos utilizar letra maiúscula em início de frase ou em nomes próprios, quando isso ocorrer, peça para que olhando para o texto corrigido no quadro, as crianças procurem exemplos dessas duas regras; espera-se que as crianças digam que o nome ‘João/Joãozinho’ inicia-se com letra maiúscula porque é um nome próprio e ‘E’ e ‘Espera’ no texto em análise aparecem dessa maneira por estarem no início de frase.
  • Após as correções das convenções da Língua Portuguesa trabalhadas aqui, foque em questões sobre os gêneros, perguntando: Algum desses textos é uma adivinha? Por que vocês acham isso?”, espera-se que as crianças identifiquem que o texto 2 é uma adivinha e justifiquem suas respostas dizendo que nele é feita uma pergunta para desafiar outra pessoa e que a pergunta exige uma resposta. Corrija ou confirme as hipóteses levantadas. Repita o mesmo procedimento para as anedotas, perguntando: Já que vocês responderam que apenas o textos 2 é uma adivinha, os textos 1 e 3 são anedotas, por que vocês acham isso?”, espera-se que as crianças respondam que nesses dois textos são contadas brevemente duas histórias e que embora os dois apresentem perguntas, esses questionamentos são direcionados aos personagens das histórias. Corrija ou confirme as hipóteses levantadas.
  • Recolha as atividades para uma correção mais minuciosa.

Materiais complementares:

Resolução da atividade (modelo 1 - segmentação de palavras): aqui

Resolução da atividade (modelo 2 - pontuação): aqui

Resolução da atividade (modelo 3 - uso de letras maiúsculas e minúsculas): aqui

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Secretaria de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense - Produção Didático-Pedagógica. Volume II. 2012. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2012/2012_ufpr_port_pdp_roselis_rita_dybas.pdf>. Acesso em: 02 dez 2018.

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