Paula Peres Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou com Educação antes mesmo de entrar na faculdade e foi educadora voluntária do Projeto Redigir por quatro anos. Nasceu no Capão Redondo, periferia de São Paulo, é feminista, pagodeira e tem sempre uma piada na ponta da língua. Gosta do cheiro de escola, café e pipoca.

Não há sinal de trégua na Alfabetização

POR:
Paula Salas
Ilustração: Duda Oliva

Olá, 

Se você viu o vídeo dos destaques da semana que saiu no último domingo, já viu a minha cara. Se não viu, prazer, meu nome é Paula Salas. Hoje consegui ter a chance de conversar com você. 

Por coincidência, eu posso falar muito bem sobre o conteúdo que trago hoje, já que foi uma reportagem que eu mesma escrevi. Quando a Soraia, editora do site, me falou sobre essa pauta, o coração já começou a palpitar porque sabia que não seria fácil. A proposta era aprofundar o entendimento no Caderno da Política Nacional de Alfabetização (PNA). 

Se não é fácil escrever sobre Alfabetização, não consigo nem imaginar como é para você, professora, acompanhar todas as mudanças, disputas de qual é o melhor método e ainda ter que fazer isso na prática. Inclusive, uma das críticas à PNA é a falta de aprofundamento de como será a implementação ou como os conceitos e pesquisas da ciência cognitiva da leitura contribuem para a prática do professor. Os especialistas que participaram das discussões do documento me contaram que esse é o próximo passo para a política chegar à sala de aula. 

Uma das primeiras coisas que aprendi na NOVA ESCOLA é que as disputas metodológicas para Alfabetização são acaloradas e tem uma longa história. A matéria de capa da edição de junho/julho deste ano explica que as experiências com maior sucesso mostram que o método é apenas um dos desafios da Alfabetização. Mesmo assim, a maior polêmica da PNA diz respeito ao método: é fônico ou não? 

Se estivéssemos em uma ligação, com certeza, no final do mês a conta viria muito alta. Por isso, vou avançar na nossa conversa, mas não deixe de conferir o conteúdo sobre o futuro da PNA e como fica a Base diante desse  documento.

Setembro Amarelo
Pode parecer que o pior nunca vai acontecer conosco, mas ninguém está imune. Nada nos prepara totalmente para uma tragédia, mas a escola precisa saber o que fazer quando um aluno comete suicídio. Nossa colunista Ana Carolina C D'Agostini explica os efeitos e possíveis ações que podem ser tomadas. Em vídeo, ela também aponta quais são os comportamentos que podem apontar para o risco de suicídio aos quais todos temos de estar atentos. Respire fundo e leia com atenção.

Um abraço,

Paula Salas
Repórter de Nova Escola e Nova Escola Gestão

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