Excluir alunos com NEE da Educação sexual

Assim não dá!

POR:
NOVA ESCOLA

Heloisa responde

Heloisa Ramos é formadora de professores
e responde dúvidas sobre sala de aula.

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As manifestações da sexualidade afloram em todos os estudantes, de diferentes faixas etárias, e cabe à escola oferecer a eles orientações sobre como lidar com mudanças no corpo, desejos, conflitos etc. Na hora de conversar sobre o assunto, no entanto, muitos educadores deixam de lado os alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) acreditando que o tema não diz respeito a eles. Grande engano! Assim como ocorre com os demais, eles precisam de apoio e orientação. A Educação sexual na escola não pode ser eventual nem excludente. Precisa ser desenvolvida de maneira sistemática e atender às diferentes questões da turma. Pode acontecer, por exemplo, de um aluno com NEE ter dificuldade de comunicar e expressar suas inquietações. Nesse caso, é preciso que o professor se aproxime dele, ajudando-o a perceber e verbalizar seus conflitos. Outra medida importante é adaptar conteúdos e abordagens para que esses estudantes tenham o mesmo direito dos demais. Pode haver situações que exijam atenção e intervenção individuais. Em casos como esses, reserve um horário para falar só com ele.

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