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Plano de aula - Território e poder centralizado: a base para a constituição dos Estados Nacionais

Plano de aula de História com atividades para 7º ano do EF sobre Território e poder centralizado: a base para a constituição dos Estados Nacionais

Plano 03 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Paulo Henrique Silva Pacheco

 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF07HI17 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Mapa mundi.

Material complementar:

Textos

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/C6ngr28fgzPwT6G5j9weesSdQ2j75EXWfS7r2TsC6PvjBVU23MGeN9KfrZsC/his7-17und03-fontes.pdf

Dois trechos de textos que tratam especificamente da formação das monarquias nacionais durante o século XVI. O Texto I, de Michel Morineau, é apresentado o processo que fez uma a Europa feudal instituir Estados Nacionais. Já no Texto II, Fernand Braudel afirma que a afirmação dos Estados foi motivada por questões econômicas.

Mapa I

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Mapa do território europeu, entre os século XIV e XV, chamado de “A grande cisão”. Para facilitar a compreensão dos alunos optou-se por usar o termo “divisão”, que se refere a constituição das monarquias nacionais.

Mapa II

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QTKNuMRnquaszEm5H4txJsqnvsmrBRyynXmhQqUmsSffsKMX7q8w4PMN74Ft/his7-17und03-mapa-ii.pdf

Mapa produzido no final do século XVI que apresenta a delimitação geográfica das monarquias europeias.


Para você saber mais:

ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado absolutista. São Paulo : Brasiliense, 2004.

BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo na época de Felipe II. Lisboa. D. Quixote, 1983.

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

HOBSBAW, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo, Paze Terra, 1982.

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações ao professor: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. É muito importante começar com a apresentação do objetivo para que os estudantes entendam o que farão e compreendam onde se quer chegar ao fim da aula. Contudo, tome cuidado para, ao fazer isso, não antecipar respostas desde o começo. É necessário sempre garantir que os alunos construam o raciocínio por conta própria.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Projete o mapa e peça para um aluno ler primeiro a legenda. Para integrar mais os alunos, escolha sete alunos para que cada um leia e aponte a indicação do território no mapa. Se achar conveniente e disponibilizar de tempo, peça para eles responderem qual país ocupa essa região atualmente.

Na falta do recurso, imprima o mapa e faça-o circular entre a turma.

O arquivo do Mapa I para impressão está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Como adequar à sua realidade:

Você pode apresentar um mapa político da Europa e fazer a comparação, pedido para a turma identificar o que mudou e criar hipóteses referentes às razões das mudanças.

Para mais informações:

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete o mapa e peça para outro aluno ler a legenda.

Na falta do recurso, imprima o mapa e faça-o circular entre a turma.

O arquivo do Mapa I para impressão está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Para mais informações:

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos.

Orientações: Depois de terem observado os mapas, projete, leia ou escreva no quadro, as perguntas e peça para outros três alunos ler cada uma delas.

Espera-se que os alunos identifiquem que no Mapa I a região está dividida em regiões e, de acordo com o nome do mapa, percebam que não foi algo simples e sem importância, já no Mapa II, há uma nítida divisão dos territórios que não corresponde às regiões determinadas no século XV. Em seguida, que reconheçam que as linhas coloridas no Mapa II são uma espécie de fronteiras, que podem ser definidos a partir de delimitações naturais e culturais. Dessa forma, ele poderá responder que as fronteiras instituem símbolos nacionais, relações sociais, garantem proteção, independência e soberania política do país.

Cabe considerar que alguns alunos podem questionar a ausência do do Reino de Portugal no Mapa II. Vale lembrar que no período em que o mapa foi produzido, final do século XVI, foi o momento da União Ibérica, uma união dinástica que juntou o território com o Reino de ESpanha e só terminou em 1640.

Na falta de respostas que se relacionem com o esperado, volte ao Mapa II e pergunte o que poderia definir limites entre o Reino da França e o Reino de Nápoles, por exemplo. Identificando Nápoles como a atual Itália, pergunte se os dois países possuem mais semelhanças ou diferenças e peça para defini-las, tome como parâmetro o idioma, a cultura e também hábitos alimentares. Em relação à segunda pergunta, continue com este exemplo e questione se os dois hábitos tão diferentes poderiam habitar o mesmo território, dessa forma, os alunos poderão compreender que não são apenas as delimitações naturais que definem uma fronteira e que a sua instituição garante a autonomia política e econômica tanto de um município, estado e país.

Para mais informações:

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete, escreva no quadro e leia o problema que condicionará as próximas atividades.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos.

Orientações: Depois de ter motivado os alunos por meio de uma conversa, proponha à turma que se organizem em grupos. Para cada um, entregue os dois Textos e sugira uma leitura em conjunto.

O link para a impressão dos Textos está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/C6ngr28fgzPwT6G5j9weesSdQ2j75EXWfS7r2TsC6PvjBVU23MGeN9KfrZsC/his7-17und03-fontes.pdf

Projete, ou escreva no quadro, a pergunta que direciona o olhar sob os dois textos. Oriente que a resposta deve constar no caderno. O objetivo é induzir o aluno a identificar as mudanças que levaram a instituição das monarquias nacionais, enfatizando aí o interesse econômico como principal motivador.

Informe aos alunos que você escolherá um aluno de cada grupo para expor considerações feitas. A medida que cada apresentar as suas ideias, caberá aos demais integrantes dos grupos fazerem anotações complementares, ou seja, anotarem no caderno tudo o que for dito de diferente da resposta que formularam. Nesse processo, caberá ao professor fazer intervenções, na forma de perguntas, caso veja que alguma resposta não esteja de acordo com o objetivo proposto.

Com a finalidade de aumentar a compreensão e oferecer uma diversidade de olhares e percepção sobre as fontes, proponha aos grupos que apresentem os seus resultados. Sugere-se que o grupo escolha um aluno para expor as suas considerações A partir disso, espera-se que as respostas dos grupos faça referência aos seguintes acontecimentos: os territórios passaram de províncias para Estados; os novos reinos estavam sob o poder centralizado de um monarca, não respondendo mais ao senhor feudal; criou-se uma estrutura política e jurídica através do parlamento; os impostos e o sistema burocrático passaram a definir o poder do Estado; a economia está centralizada no Estado e não mais na figura do senhor feudal.

Caso algum grupo não tenha alcançado o objetivo, releia você os textos e peça para que identifique neles trechos que remetam às considerações feitas pelos alunos. Se a dúvida ainda persistir, peça para um dos grupos que responderam para explicar como construíram as suas respostas.

Para saber mais:

BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo na época de Felipe II. Lisboa. D. Quixote, 1983.

HOBSBAW, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo, Paze Terra, 1982.

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações: Projete ou escreva a atividade no quadro incluindo as frases. Oriente a turma que cada grupo deverá reordena-las considerando as condições de possibilidades para os acontecimentos e que as anotações devem ser feitas no caderno.

Criada a ordem, sugira que os grupos apresentem para a turma. Espera-se que os alunos criem a seguinte ordem:

  • Poder do rei dividido entre os senhores feudais;
  • Os reis possuem poderes de direito e não de fato;
  • A burguesia mercantil estabeleceu aliança com os reis;
  • Aumento de recursos financeiros;
  • Formação de exércitos nacionais;
  • Os reis possuem poderes de direito e de fato;
  • Os reis passam a centralizar o poder;
  • O rei é visto como herói nacional, defensor e protetor da nação.

Durante as apresentações, é importante você considerar que uma crise no sistema feudal foi o ponto de partida para a formação das monarquias nacionais. Se, inicialmente, o suserano assumiu o poder que deveria partir do rei, que o exercia apenas pelo direito e não de fato, o renascimento comercial e urbano fortaleceu a burguesia mercantil que, ao se ver prejudicada pela política descentralizada, estabeleceu uma relação de aliança com o rei. O monarca viu a possibilidade de aumentar seus recursos financeiros a nível nacional em detrimento do local, tendo o auxílio de uma força armada para reintegrar aos seus domínios os feudos. Dessa forma, o rei não só amplia o poder de direito como consegue exercê-lo de fato, centralizando-o em sua figura e tornando-se o principal responsável pela autonomia, segurança e governo do território.

Se mesmo depois das considerações algum aluno ainda demonstrar dúvida na construção do processo da formação das monarquias nacionais, releia com eles o texto Texto II e peça para ele relacionar as o que é mencionado e as frases.

Caso disponha de tempo, sugere-se que proponha aos alunos a construção de um breve texto explicando o processo de formação das monarquias nacionais européias.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF07HI17 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Mapa mundi.

Material complementar:

Textos

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/C6ngr28fgzPwT6G5j9weesSdQ2j75EXWfS7r2TsC6PvjBVU23MGeN9KfrZsC/his7-17und03-fontes.pdf

Dois trechos de textos que tratam especificamente da formação das monarquias nacionais durante o século XVI. O Texto I, de Michel Morineau, é apresentado o processo que fez uma a Europa feudal instituir Estados Nacionais. Já no Texto II, Fernand Braudel afirma que a afirmação dos Estados foi motivada por questões econômicas.

Mapa I

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Mapa do território europeu, entre os século XIV e XV, chamado de “A grande cisão”. Para facilitar a compreensão dos alunos optou-se por usar o termo “divisão”, que se refere a constituição das monarquias nacionais.

Mapa II

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QTKNuMRnquaszEm5H4txJsqnvsmrBRyynXmhQqUmsSffsKMX7q8w4PMN74Ft/his7-17und03-mapa-ii.pdf

Mapa produzido no final do século XVI que apresenta a delimitação geográfica das monarquias europeias.


Para você saber mais:

ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado absolutista. São Paulo : Brasiliense, 2004.

BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo na época de Felipe II. Lisboa. D. Quixote, 1983.

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

HOBSBAW, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo, Paze Terra, 1982.

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações ao professor: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. É muito importante começar com a apresentação do objetivo para que os estudantes entendam o que farão e compreendam onde se quer chegar ao fim da aula. Contudo, tome cuidado para, ao fazer isso, não antecipar respostas desde o começo. É necessário sempre garantir que os alunos construam o raciocínio por conta própria.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Projete o mapa e peça para um aluno ler primeiro a legenda. Para integrar mais os alunos, escolha sete alunos para que cada um leia e aponte a indicação do território no mapa. Se achar conveniente e disponibilizar de tempo, peça para eles responderem qual país ocupa essa região atualmente.

Na falta do recurso, imprima o mapa e faça-o circular entre a turma.

O arquivo do Mapa I para impressão está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Como adequar à sua realidade:

Você pode apresentar um mapa político da Europa e fazer a comparação, pedido para a turma identificar o que mudou e criar hipóteses referentes às razões das mudanças.

Para mais informações:

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete o mapa e peça para outro aluno ler a legenda.

Na falta do recurso, imprima o mapa e faça-o circular entre a turma.

O arquivo do Mapa I para impressão está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/nvFWY34xybR4xaAkpCdJwhK5YqkDQEvkc92eyR4va9fywPNhhMDUcVjMhYjQ/his7-17und03-mapa-i.pdf

Para mais informações:

CESAR, Júlio. A evolução do Mapa Mundi. In: Magnus Mundi. 7 set. 2016. Disponível em: https://www.magnusmundi.com/a-evolucao-do-mapa-mundi/. Acessado em: 21 abr. 2016.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos.

Orientações: Depois de terem observado os mapas, projete, leia ou escreva no quadro, as perguntas e peça para outros três alunos ler cada uma delas.

Espera-se que os alunos identifiquem que no Mapa I a região está dividida em regiões e, de acordo com o nome do mapa, percebam que não foi algo simples e sem importância, já no Mapa II, há uma nítida divisão dos territórios que não corresponde às regiões determinadas no século XV. Em seguida, que reconheçam que as linhas coloridas no Mapa II são uma espécie de fronteiras, que podem ser definidos a partir de delimitações naturais e culturais. Dessa forma, ele poderá responder que as fronteiras instituem símbolos nacionais, relações sociais, garantem proteção, independência e soberania política do país.

Cabe considerar que alguns alunos podem questionar a ausência do do Reino de Portugal no Mapa II. Vale lembrar que no período em que o mapa foi produzido, final do século XVI, foi o momento da União Ibérica, uma união dinástica que juntou o território com o Reino de ESpanha e só terminou em 1640.

Na falta de respostas que se relacionem com o esperado, volte ao Mapa II e pergunte o que poderia definir limites entre o Reino da França e o Reino de Nápoles, por exemplo. Identificando Nápoles como a atual Itália, pergunte se os dois países possuem mais semelhanças ou diferenças e peça para defini-las, tome como parâmetro o idioma, a cultura e também hábitos alimentares. Em relação à segunda pergunta, continue com este exemplo e questione se os dois hábitos tão diferentes poderiam habitar o mesmo território, dessa forma, os alunos poderão compreender que não são apenas as delimitações naturais que definem uma fronteira e que a sua instituição garante a autonomia política e econômica tanto de um município, estado e país.

Para mais informações:

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete, escreva no quadro e leia o problema que condicionará as próximas atividades.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos.

Orientações: Depois de ter motivado os alunos por meio de uma conversa, proponha à turma que se organizem em grupos. Para cada um, entregue os dois Textos e sugira uma leitura em conjunto.

O link para a impressão dos Textos está disponível aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/C6ngr28fgzPwT6G5j9weesSdQ2j75EXWfS7r2TsC6PvjBVU23MGeN9KfrZsC/his7-17und03-fontes.pdf

Projete, ou escreva no quadro, a pergunta que direciona o olhar sob os dois textos. Oriente que a resposta deve constar no caderno. O objetivo é induzir o aluno a identificar as mudanças que levaram a instituição das monarquias nacionais, enfatizando aí o interesse econômico como principal motivador.

Informe aos alunos que você escolherá um aluno de cada grupo para expor considerações feitas. A medida que cada apresentar as suas ideias, caberá aos demais integrantes dos grupos fazerem anotações complementares, ou seja, anotarem no caderno tudo o que for dito de diferente da resposta que formularam. Nesse processo, caberá ao professor fazer intervenções, na forma de perguntas, caso veja que alguma resposta não esteja de acordo com o objetivo proposto.

Com a finalidade de aumentar a compreensão e oferecer uma diversidade de olhares e percepção sobre as fontes, proponha aos grupos que apresentem os seus resultados. Sugere-se que o grupo escolha um aluno para expor as suas considerações A partir disso, espera-se que as respostas dos grupos faça referência aos seguintes acontecimentos: os territórios passaram de províncias para Estados; os novos reinos estavam sob o poder centralizado de um monarca, não respondendo mais ao senhor feudal; criou-se uma estrutura política e jurídica através do parlamento; os impostos e o sistema burocrático passaram a definir o poder do Estado; a economia está centralizada no Estado e não mais na figura do senhor feudal.

Caso algum grupo não tenha alcançado o objetivo, releia você os textos e peça para que identifique neles trechos que remetam às considerações feitas pelos alunos. Se a dúvida ainda persistir, peça para um dos grupos que responderam para explicar como construíram as suas respostas.

Para saber mais:

BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo na época de Felipe II. Lisboa. D. Quixote, 1983.

HOBSBAW, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo, Paze Terra, 1982.

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro. Guanabara, 1996.

MORINEAU, Michel. O século XVI: 1492-1610. Lisboa. Dom Quixote, 1980.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações: Projete ou escreva a atividade no quadro incluindo as frases. Oriente a turma que cada grupo deverá reordena-las considerando as condições de possibilidades para os acontecimentos e que as anotações devem ser feitas no caderno.

Criada a ordem, sugira que os grupos apresentem para a turma. Espera-se que os alunos criem a seguinte ordem:

  • Poder do rei dividido entre os senhores feudais;
  • Os reis possuem poderes de direito e não de fato;
  • A burguesia mercantil estabeleceu aliança com os reis;
  • Aumento de recursos financeiros;
  • Formação de exércitos nacionais;
  • Os reis possuem poderes de direito e de fato;
  • Os reis passam a centralizar o poder;
  • O rei é visto como herói nacional, defensor e protetor da nação.

Durante as apresentações, é importante você considerar que uma crise no sistema feudal foi o ponto de partida para a formação das monarquias nacionais. Se, inicialmente, o suserano assumiu o poder que deveria partir do rei, que o exercia apenas pelo direito e não de fato, o renascimento comercial e urbano fortaleceu a burguesia mercantil que, ao se ver prejudicada pela política descentralizada, estabeleceu uma relação de aliança com o rei. O monarca viu a possibilidade de aumentar seus recursos financeiros a nível nacional em detrimento do local, tendo o auxílio de uma força armada para reintegrar aos seus domínios os feudos. Dessa forma, o rei não só amplia o poder de direito como consegue exercê-lo de fato, centralizando-o em sua figura e tornando-se o principal responsável pela autonomia, segurança e governo do território.

Se mesmo depois das considerações algum aluno ainda demonstrar dúvida na construção do processo da formação das monarquias nacionais, releia com eles o texto Texto II e peça para ele relacionar as o que é mencionado e as frases.

Caso disponha de tempo, sugere-se que proponha aos alunos a construção de um breve texto explicando o processo de formação das monarquias nacionais européias.

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