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Plano de aula > Geografia > 6º ano > Unidade

Plano de aula - Pegada de Carbono

Plano de aula de Geografia com atividades para 6° ano do Fundamental sobre Compreender as consequências das atividades humanas para o clima e ações para minimizar os efeitos das emissões de dióxido de carbono na atmosfera

Plano 06 de 10 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Mariana Soares Domingues

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF06GE13 de Geografia. Esta habilidade requer a compreensão das consequências, vantagens e desvantagens das práticas humanas na dinâmica climática (ilha de calor etc.). Para tal, os alunos devem compreender que o homem sofre a influência do clima, mas também o influencia e que os diferentes tipos de clima levam a sociedade a buscar meios de se adaptar e viver sobre aquele tipo de domínio. Os alunos devem refletir sobre a dimensão social relacionada aos impactos causados pela mudança climática numa escala regional e, posteriormente, entender como isso se processa numa escala local e se percebem essa diferença. Após compreender que o homem interfere no clima através de suas ações e que as emissões de gases de efeito estufa é uma dessas atividades que altera o clima, será apresentada para a turma uma das ações encontradas para amenizar esta situação: conhecer nossa Pegada de Carbono. Eles conhecerão o conceito e critérios adotados no cálculo, a Pegada de Carbono de alguns países do mundo e o resultado do cálculo para diferentes pessoas com hábitos distintos. Após análise dos resultados eles deverão comparar os resultados e levantarem hipóteses sobre os tipos de hábitos que mais contribuem para as emissões de gases de efeito estufa. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Projetor, caderno; caneta ou lápis para anotações.

Material complementar:

Atividade da Problematização:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Atividade da Ação propositiva:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/h9kY4YXT4AVux9xKPerV23K4Nx7fGQMrwwHKUPZU2r9P4qpt7eNhW9RF2Etg/geo6-13und06-atividade-da-acao-propositiva.pdf

Atividade da Sistematização:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QYD2cKGm7QDfuHBEfrXGrWV3qjbnrC2X5VDEYWrrEPxvKKKhPcQEvrzef7NY/geo6-13und06-atividade-da-sistematizacao.pdf

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Projete o tema para os alunos, escreva no quadro ou fale para a turma que a aula trata da interferência das atividades humanas no clima. Diga para a turma que entenderão que o homem sofre a influência do clima, mas também o influencia e que, ao transformar a paisagem local, o homem pode alterar a dinâmica climática, como, por exemplo desmatamento de extensas áreas de mata nativa para cultivos agrícolas. Nesta aula os alunos compreenderão a importância da vegetação no sequestro do carbono, pois elas extraem parcialmente este gás da camada atmosférica em um ciclo fundamental para seus ciclos de vida.

Para você saber mais:

Para conhecer mais sobre o efeito estufa assista ao vídeo disponível no canal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Neste site você também poderá acessar um vídeo que trata somente das mudanças climáticas antropogênicas, ou seja, aquelas ocasionadas pelo homem, além de poder conhecer cenários futuros de mudanças do clima. Para assistir, acesse o link:

Fonte: Efeito Estufa. INPE. Disponível em: . Acesso em: 10 abr 2019.

Contextualização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Slide Plano Aula

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Slide Plano Aula

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Slide Plano Aula

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Pergunte para a turma se já estiveram num local com diferentes características, porém muito próximos, como áreas verdes em centros urbanos, a exemplo do Parque Ibirapuera, em São Paulo (Figura 1) e Parque Flamboyant, em Goiânia (Figura 2). Se disseram que sim, pergunte se sentiram diferença da temperatura ao passar por estes locais tão próximos, mas tão distintos quanto às suas características. Pergunte se compreendem o porquê da diferença da temperatura nos diferentes ambientes. Para facilitar a compreensão dos alunos peça para eles se imaginarem saindo de casa em direção ao centro de uma grande cidade em um dia ensolarado, sem nuvens e com temperatura perto de 35?. Estas seriam as previsões do tempo daquele dia para exercitarmos essa compreensão. É importante que leve os alunos a pensar em uma cidade grande, pois seus centros costumam ser cercados de edifícios gigantescos, com ruas asfaltadas, calçadas impermeabilizadas e muitos carros circulando pela cidade, como é o caso do centro de São Paulo que aparece na imagem. Posteriormente, peça que eles se imaginem indo em direção a um parque urbano muito arborizado no centro da cidade onde permanecerão por algum tempo. Questione-os se acreditam que haja diferença de temperatura nos diferentes ambientes, ainda que os termômetros registrem temperaturas perto de 35?, e o porquê desta diferença. É possível que respondam que seja devido à sombra das árvores, mas lembre-os que os edifícios também produzem sombra. Contudo, de uma forma simples, esclareça para a turma que a diferença na temperatura ocorre por conta da absorção de radiação. Os materiais empregados na construção das áreas urbanas armazenam mais radiação que as áreas verdes, onde as temperaturas ficam mais amenas.

Para facilitar a atividade os alunos poderão receber impresso o documento com a condução da atividade:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Estudos têm mostrado que a substituição de áreas vegetadas por edifícios e o recobrimento do solo por materiais impermeáveis alteram o microclima das regiões modificadas. Estudos que visam comparar a sensação térmica de pedestres, a céu aberto e sob a sombra da copa de árvores, mostram que, a temperatura é mais amena em ambientes sombreados por árvores, o que evidencia a importância da existência de espécies arbóreas para sombreamento.

Um estudo realizado por Callejas et al. (2012), mostrou que, durante o período diurno, a temperatura do ar sob a copa de uma Mangueira e no ambiente com solo recoberto por grama, permaneceu menor do que nas superfícies a céu aberto, cobertas por concreto e asfalto. O estudo mostrou que as menores médias da temperatura mínima do ar foram registradas na superfície gramada e sob a copa da Mangueira, enquanto as maiores foram registradas nos pavimentos cobertos por concreto e asfalto.

CALLEJAS, I.J.A. et. al. Vegetação, Pavimentos Urbanos e suas implicações na sensação térmica dos pedestres. 2012. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Ivan_Callejas/publication/282516023_VEGETACAO_PAVIMENTOS_URBANOS_E_SUAS_IMPLICACOES_NA_SENSACAO_TERMICA_DOS_PEDESTRES_VEGETATION_URBAN_PAVING_AND_ITS_IMPLICATIONS_IN_THERMAL_SENSATION_OF_PEDESTRIANS/links/5611ca3908ae6b29b49e2f1b.pdf>. Acesso em: 10 abr 2019.

Para conhecer mais sobre a relação entre o ar e as mudanças climáticas, acesse a página da Agência Europeia do Ambiente. Neste site encontrará informações sobre: como as partículas podem ter um efeito de aquecimento ou de arrefecimento; se as interferências contribuem com mais ou menos chuva; a relação entre alterações climáticas e qualidade do ar; e se é possível traçar cenários benéficos para todos.

As Alterações Climáticas e o Ar. Agência Europeia do Ambiente. Disponível em: <https://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2013/artigos/as-alteracoes-climaticas-e-o-ar>. Acesso em: 10 abr 2019.

Fonte das imagens:

Imagem 1: Parque Ibirapuera, Brasil. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque#/media/File:Ibirapuera_e_Vila_Nova_C.jpg>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: Cidades brasileiras buscam soluções para preservar áreas verdes. Globo Ecologia. Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/07/cidades-brasileiras-buscam-solucoes-para-preservar-areas-verdes.html>. Acesso em: 21 abr 2019.

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Slide Plano Aula

Orientações: Pergunte para a turma se já estiveram num local com diferentes características, porém muito próximos, como áreas verdes em centros urbanos, a exemplo do Parque Ibirapuera, em São Paulo (Figura 1) e Parque Flamboyant, em Goiânia (Figura 2). Se disseram que sim, pergunte se sentiram diferença da temperatura ao passar por estes locais tão próximos, mas tão distintos quanto às suas características. Pergunte se compreendem o porquê da diferença da temperatura nos diferentes ambientes. Para facilitar a compreensão dos alunos peça para eles se imaginarem saindo de casa em direção ao centro de uma grande cidade em um dia ensolarado, sem nuvens e com temperatura perto de 35?. Estas seriam as previsões do tempo daquele dia para exercitarmos essa compreensão. É importante que leve os alunos a pensar em uma cidade grande, pois seus centros costumam ser cercados de edifícios gigantescos, com ruas asfaltadas, calçadas impermeabilizadas e muitos carros circulando pela cidade, como é o caso do centro de São Paulo que aparece na imagem. Posteriormente, peça que eles se imaginem indo em direção a um parque urbano muito arborizado no centro da cidade onde permanecerão por algum tempo. Questione-os se acreditam que haja diferença de temperatura nos diferentes ambientes, ainda que os termômetros registrem temperaturas perto de 35?, e o porquê desta diferença. É possível que respondam que seja devido à sombra das árvores, mas lembre-os que os edifícios também produzem sombra. Contudo, de uma forma simples, esclareça para a turma que a diferença na temperatura ocorre por conta da absorção de radiação. Os materiais empregados na construção das áreas urbanas armazenam mais radiação que as áreas verdes, onde as temperaturas ficam mais amenas.

Para facilitar a atividade os alunos poderão receber impresso o documento com a condução da atividade:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Estudos têm mostrado que a substituição de áreas vegetadas por edifícios e o recobrimento do solo por materiais impermeáveis alteram o microclima das regiões modificadas. Estudos que visam comparar a sensação térmica de pedestres, a céu aberto e sob a sombra da copa de árvores, mostram que, a temperatura é mais amena em ambientes sombreados por árvores, o que evidencia a importância da existência de espécies arbóreas para sombreamento.

Um estudo realizado por Callejas et al. (2012), mostrou que, durante o período diurno, a temperatura do ar sob a copa de uma Mangueira e no ambiente com solo recoberto por grama, permaneceu menor do que nas superfícies a céu aberto, cobertas por concreto e asfalto. O estudo mostrou que as menores médias da temperatura mínima do ar foram registradas na superfície gramada e sob a copa da Mangueira, enquanto as maiores foram registradas nos pavimentos cobertos por concreto e asfalto.

CALLEJAS, I.J.A. et. al. Vegetação, Pavimentos Urbanos e suas implicações na sensação térmica dos pedestres. 2012. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Ivan_Callejas/publication/282516023_VEGETACAO_PAVIMENTOS_URBANOS_E_SUAS_IMPLICACOES_NA_SENSACAO_TERMICA_DOS_PEDESTRES_VEGETATION_URBAN_PAVING_AND_ITS_IMPLICATIONS_IN_THERMAL_SENSATION_OF_PEDESTRIANS/links/5611ca3908ae6b29b49e2f1b.pdf>. Acesso em: 10 abr 2019.

Para conhecer mais sobre a relação entre o ar e as mudanças climáticas, acesse a página da Agência Europeia do Ambiente. Neste site encontrará informações sobre: como as partículas podem ter um efeito de aquecimento ou de arrefecimento; se as interferências contribuem com mais ou menos chuva; a relação entre alterações climáticas e qualidade do ar; e se é possível traçar cenários benéficos para todos.

As Alterações Climáticas e o Ar. Agência Europeia do Ambiente. Disponível em: <https://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2013/artigos/as-alteracoes-climaticas-e-o-ar>. Acesso em: 10 abr 2019.

Fonte das imagens:

Imagem 1: Parque Ibirapuera, Brasil. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque#/media/File:Ibirapuera_e_Vila_Nova_C.jpg>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: Cidades brasileiras buscam soluções para preservar áreas verdes. Globo Ecologia. Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/07/cidades-brasileiras-buscam-solucoes-para-preservar-areas-verdes.html>. Acesso em: 21 abr 2019.

Ação Propositiva select-down

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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Exponha para a turma que uma das ações encontradas para amenizar o problema ocasionado pelas emissões de dióxido de carbono é a compensação realizada com o plantio de árvores. Para saber a quantidade de árvores necessárias para compensar as emissões individuais, é necessário conhecer nossa Pegada de Carbono. Para iniciar, explique o conceito de Pegada de Carbono (no item “Para saber mais”) e inicie a atividade apresentando os critérios adotados para o cálculo.

A folha de atividade está disponível no link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/h9kY4YXT4AVux9xKPerV23K4Nx7fGQMrwwHKUPZU2r9P4qpt7eNhW9RF2Etg/geo6-13und06-atividade-da-acao-propositiva.pdf.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Pegada de Carbono é o quanto uma pessoa emite de gases de efeito estufa em decorrência de suas atividades diárias. Ela expressa um valor, geralmente, um total mensal ou anual de emissão de CO2 medido em toneladas. Existem sites com calculadoras de carbono que transformam informações fáceis de fornecer, como a quilometragem anual e o uso mensal de energia, em uma tonelagem de carbono mensurável. O resultado final é a quantidade de árvores a serem plantadas para compensar nossas emissões.

Fonte: Calcule sua pegada de carbono pessoal. Iniciativa Verde. Disponível em: <http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php#resultado>. Acesso em: 10 abr 2019.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 17 minutos

Orientações: Para uma melhor compreensão é importante que seja feito um cálculo em sala de aula para visualizarem todos os critérios adotados, ou peça que visitem a página do site e calculem sua pegada de carbono para comparar com a Atividade da Sistematização. A calculadora está disponível no link: http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php. Para realizar esta atividade, divida a turma em equipes. Apresente para os alunos a Pegada de Carbono de João, Pedro, Elisa e Ana.

A tabela com os resultados está disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QYD2cKGm7QDfuHBEfrXGrWV3qjbnrC2X5VDEYWrrEPxvKKKhPcQEvrzef7NY/geo6-13und06-atividade-da-sistematizacao.pdf .

Destaque que estas pessoas apresentam diferentes hábitos, portanto, os resultados também são diferentes. Os critérios utilizados são os mesmos apresentados na Atividade da Ação Propositiva. O cálculo foi feito utilizando a calculadora do site Iniciativa Verde, indicado em ‘Para você saber mais’. Após observarem e analisarem a tabela peça que comparem os resultados e levantem hipóteses sobre os tipos de hábitos que mais contribuem para as emissões de efeito estufa. Uma alternativa para conhecer os tipos de emissões que implicam numa maior emissão de gases de efeito estufa é alterando apenas um tipo de emissão e mantendo os demais. Assim, é possível identificar o que for mais impactante.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Fonte: Calcule sua pegada de carbono pessoal. Iniciativa Verde. Disponível em: <http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php#resultado>. Acesso em: 10 abr 2019.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF06GE13 de Geografia. Esta habilidade requer a compreensão das consequências, vantagens e desvantagens das práticas humanas na dinâmica climática (ilha de calor etc.). Para tal, os alunos devem compreender que o homem sofre a influência do clima, mas também o influencia e que os diferentes tipos de clima levam a sociedade a buscar meios de se adaptar e viver sobre aquele tipo de domínio. Os alunos devem refletir sobre a dimensão social relacionada aos impactos causados pela mudança climática numa escala regional e, posteriormente, entender como isso se processa numa escala local e se percebem essa diferença. Após compreender que o homem interfere no clima através de suas ações e que as emissões de gases de efeito estufa é uma dessas atividades que altera o clima, será apresentada para a turma uma das ações encontradas para amenizar esta situação: conhecer nossa Pegada de Carbono. Eles conhecerão o conceito e critérios adotados no cálculo, a Pegada de Carbono de alguns países do mundo e o resultado do cálculo para diferentes pessoas com hábitos distintos. Após análise dos resultados eles deverão comparar os resultados e levantarem hipóteses sobre os tipos de hábitos que mais contribuem para as emissões de gases de efeito estufa. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Projetor, caderno; caneta ou lápis para anotações.

Material complementar:

Atividade da Problematização:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Atividade da Ação propositiva:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/h9kY4YXT4AVux9xKPerV23K4Nx7fGQMrwwHKUPZU2r9P4qpt7eNhW9RF2Etg/geo6-13und06-atividade-da-acao-propositiva.pdf

Atividade da Sistematização:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QYD2cKGm7QDfuHBEfrXGrWV3qjbnrC2X5VDEYWrrEPxvKKKhPcQEvrzef7NY/geo6-13und06-atividade-da-sistematizacao.pdf

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Projete o tema para os alunos, escreva no quadro ou fale para a turma que a aula trata da interferência das atividades humanas no clima. Diga para a turma que entenderão que o homem sofre a influência do clima, mas também o influencia e que, ao transformar a paisagem local, o homem pode alterar a dinâmica climática, como, por exemplo desmatamento de extensas áreas de mata nativa para cultivos agrícolas. Nesta aula os alunos compreenderão a importância da vegetação no sequestro do carbono, pois elas extraem parcialmente este gás da camada atmosférica em um ciclo fundamental para seus ciclos de vida.

Para você saber mais:

Para conhecer mais sobre o efeito estufa assista ao vídeo disponível no canal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Neste site você também poderá acessar um vídeo que trata somente das mudanças climáticas antropogênicas, ou seja, aquelas ocasionadas pelo homem, além de poder conhecer cenários futuros de mudanças do clima. Para assistir, acesse o link:

Fonte: Efeito Estufa. INPE. Disponível em: . Acesso em: 10 abr 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

Slide Plano Aula

Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Orientações: Ao longo da história geológica da Terra o planeta passou por períodos muito quentes e muito frios, ocasionando cataclismos e extinções de milhares de organismos. Se pensarmos numa escala geológica, da ordem de milhões de anos, pode ficar difícil imaginarmos eventos de tamanha magnitude, mas, talvez, fique mais fácil deduzir como o aumento ou a queda da temperatura média global possa impactar nas nossas vidas, como é o caso da pequena Idade do Gelo ocorrida na Idade Média.

A Figura 1 apresenta uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634). O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665, onde o pintor viveu. Outra consequência das mudanças climáticas apontadas pelos cientistas é a elevação do nível do mar, representada na Figura 2, que pode causar grandes prejuízos nas cidades litorâneas densamente povoadas.

Além dessas consequências, há ainda o aumento da frequência extremos climáticos, como tempestades tropicais, inundações, ondas de frio e calor, seca e furacões. A Figura 3 apresenta inundação causada pelo Furacão Sandy, nos EUA e a Figura 4 apresenta uma região de Criciúma, Santa Catarina, atingida pela Furacão Catarina.

Pergunte aos alunos se têm conhecimento de registros de furacões no Brasil além do Catarina e se este poderia ser uma evidência que as mudanças em curso estão atingindo o país. Após responderem, afirme que não há registros anteriores no país e que alguns cientistas acreditam que este evento possa estar relacionado com as mudanças climáticas em curso.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Fonte dos slides (3 a 6):

Imagem 1: Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: MATSUURA, S.; GRANDELLE, R. ONU dá último alerta para evitar a catástrofe climática. O Globo. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/onu-da-ultimo-alerta-para-evitar-catastrofe-climatica-23139274>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 3: Furacão Sandy (2012). Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Sandy_(2012) >. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 4: MARCELINO, E.V.; MARCELINO, I.P.V.O.; RUDORFF, F.M. Cyclone Catarina: Damage and Vulnerability assessment. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33/doc/cyclone%20catarina.pdf?metadatarepository=sid.inpe.br/iris@1912/2006/01.13.11.33.28&mirror=sid.inpe.br/banon/2001/04.06.10.52.39>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Pergunte para a turma se já estiveram num local com diferentes características, porém muito próximos, como áreas verdes em centros urbanos, a exemplo do Parque Ibirapuera, em São Paulo (Figura 1) e Parque Flamboyant, em Goiânia (Figura 2). Se disseram que sim, pergunte se sentiram diferença da temperatura ao passar por estes locais tão próximos, mas tão distintos quanto às suas características. Pergunte se compreendem o porquê da diferença da temperatura nos diferentes ambientes. Para facilitar a compreensão dos alunos peça para eles se imaginarem saindo de casa em direção ao centro de uma grande cidade em um dia ensolarado, sem nuvens e com temperatura perto de 35?. Estas seriam as previsões do tempo daquele dia para exercitarmos essa compreensão. É importante que leve os alunos a pensar em uma cidade grande, pois seus centros costumam ser cercados de edifícios gigantescos, com ruas asfaltadas, calçadas impermeabilizadas e muitos carros circulando pela cidade, como é o caso do centro de São Paulo que aparece na imagem. Posteriormente, peça que eles se imaginem indo em direção a um parque urbano muito arborizado no centro da cidade onde permanecerão por algum tempo. Questione-os se acreditam que haja diferença de temperatura nos diferentes ambientes, ainda que os termômetros registrem temperaturas perto de 35?, e o porquê desta diferença. É possível que respondam que seja devido à sombra das árvores, mas lembre-os que os edifícios também produzem sombra. Contudo, de uma forma simples, esclareça para a turma que a diferença na temperatura ocorre por conta da absorção de radiação. Os materiais empregados na construção das áreas urbanas armazenam mais radiação que as áreas verdes, onde as temperaturas ficam mais amenas.

Para facilitar a atividade os alunos poderão receber impresso o documento com a condução da atividade:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Estudos têm mostrado que a substituição de áreas vegetadas por edifícios e o recobrimento do solo por materiais impermeáveis alteram o microclima das regiões modificadas. Estudos que visam comparar a sensação térmica de pedestres, a céu aberto e sob a sombra da copa de árvores, mostram que, a temperatura é mais amena em ambientes sombreados por árvores, o que evidencia a importância da existência de espécies arbóreas para sombreamento.

Um estudo realizado por Callejas et al. (2012), mostrou que, durante o período diurno, a temperatura do ar sob a copa de uma Mangueira e no ambiente com solo recoberto por grama, permaneceu menor do que nas superfícies a céu aberto, cobertas por concreto e asfalto. O estudo mostrou que as menores médias da temperatura mínima do ar foram registradas na superfície gramada e sob a copa da Mangueira, enquanto as maiores foram registradas nos pavimentos cobertos por concreto e asfalto.

CALLEJAS, I.J.A. et. al. Vegetação, Pavimentos Urbanos e suas implicações na sensação térmica dos pedestres. 2012. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Ivan_Callejas/publication/282516023_VEGETACAO_PAVIMENTOS_URBANOS_E_SUAS_IMPLICACOES_NA_SENSACAO_TERMICA_DOS_PEDESTRES_VEGETATION_URBAN_PAVING_AND_ITS_IMPLICATIONS_IN_THERMAL_SENSATION_OF_PEDESTRIANS/links/5611ca3908ae6b29b49e2f1b.pdf>. Acesso em: 10 abr 2019.

Para conhecer mais sobre a relação entre o ar e as mudanças climáticas, acesse a página da Agência Europeia do Ambiente. Neste site encontrará informações sobre: como as partículas podem ter um efeito de aquecimento ou de arrefecimento; se as interferências contribuem com mais ou menos chuva; a relação entre alterações climáticas e qualidade do ar; e se é possível traçar cenários benéficos para todos.

As Alterações Climáticas e o Ar. Agência Europeia do Ambiente. Disponível em: <https://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2013/artigos/as-alteracoes-climaticas-e-o-ar>. Acesso em: 10 abr 2019.

Fonte das imagens:

Imagem 1: Parque Ibirapuera, Brasil. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque#/media/File:Ibirapuera_e_Vila_Nova_C.jpg>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: Cidades brasileiras buscam soluções para preservar áreas verdes. Globo Ecologia. Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/07/cidades-brasileiras-buscam-solucoes-para-preservar-areas-verdes.html>. Acesso em: 21 abr 2019.

Slide Plano Aula

Orientações: Pergunte para a turma se já estiveram num local com diferentes características, porém muito próximos, como áreas verdes em centros urbanos, a exemplo do Parque Ibirapuera, em São Paulo (Figura 1) e Parque Flamboyant, em Goiânia (Figura 2). Se disseram que sim, pergunte se sentiram diferença da temperatura ao passar por estes locais tão próximos, mas tão distintos quanto às suas características. Pergunte se compreendem o porquê da diferença da temperatura nos diferentes ambientes. Para facilitar a compreensão dos alunos peça para eles se imaginarem saindo de casa em direção ao centro de uma grande cidade em um dia ensolarado, sem nuvens e com temperatura perto de 35?. Estas seriam as previsões do tempo daquele dia para exercitarmos essa compreensão. É importante que leve os alunos a pensar em uma cidade grande, pois seus centros costumam ser cercados de edifícios gigantescos, com ruas asfaltadas, calçadas impermeabilizadas e muitos carros circulando pela cidade, como é o caso do centro de São Paulo que aparece na imagem. Posteriormente, peça que eles se imaginem indo em direção a um parque urbano muito arborizado no centro da cidade onde permanecerão por algum tempo. Questione-os se acreditam que haja diferença de temperatura nos diferentes ambientes, ainda que os termômetros registrem temperaturas perto de 35?, e o porquê desta diferença. É possível que respondam que seja devido à sombra das árvores, mas lembre-os que os edifícios também produzem sombra. Contudo, de uma forma simples, esclareça para a turma que a diferença na temperatura ocorre por conta da absorção de radiação. Os materiais empregados na construção das áreas urbanas armazenam mais radiação que as áreas verdes, onde as temperaturas ficam mais amenas.

Para facilitar a atividade os alunos poderão receber impresso o documento com a condução da atividade:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/umjGtFPTpbpBEECHSCdCmYRZmF7xpxJtCFjEwzTHQeFzTmgJc4gJDn4Jd5Mx/geo6-13und06-atividade-da-problematizacao.pdf

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Estudos têm mostrado que a substituição de áreas vegetadas por edifícios e o recobrimento do solo por materiais impermeáveis alteram o microclima das regiões modificadas. Estudos que visam comparar a sensação térmica de pedestres, a céu aberto e sob a sombra da copa de árvores, mostram que, a temperatura é mais amena em ambientes sombreados por árvores, o que evidencia a importância da existência de espécies arbóreas para sombreamento.

Um estudo realizado por Callejas et al. (2012), mostrou que, durante o período diurno, a temperatura do ar sob a copa de uma Mangueira e no ambiente com solo recoberto por grama, permaneceu menor do que nas superfícies a céu aberto, cobertas por concreto e asfalto. O estudo mostrou que as menores médias da temperatura mínima do ar foram registradas na superfície gramada e sob a copa da Mangueira, enquanto as maiores foram registradas nos pavimentos cobertos por concreto e asfalto.

CALLEJAS, I.J.A. et. al. Vegetação, Pavimentos Urbanos e suas implicações na sensação térmica dos pedestres. 2012. Disponível em: <https://www.researchgate.net/profile/Ivan_Callejas/publication/282516023_VEGETACAO_PAVIMENTOS_URBANOS_E_SUAS_IMPLICACOES_NA_SENSACAO_TERMICA_DOS_PEDESTRES_VEGETATION_URBAN_PAVING_AND_ITS_IMPLICATIONS_IN_THERMAL_SENSATION_OF_PEDESTRIANS/links/5611ca3908ae6b29b49e2f1b.pdf>. Acesso em: 10 abr 2019.

Para conhecer mais sobre a relação entre o ar e as mudanças climáticas, acesse a página da Agência Europeia do Ambiente. Neste site encontrará informações sobre: como as partículas podem ter um efeito de aquecimento ou de arrefecimento; se as interferências contribuem com mais ou menos chuva; a relação entre alterações climáticas e qualidade do ar; e se é possível traçar cenários benéficos para todos.

As Alterações Climáticas e o Ar. Agência Europeia do Ambiente. Disponível em: <https://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2013/artigos/as-alteracoes-climaticas-e-o-ar>. Acesso em: 10 abr 2019.

Fonte das imagens:

Imagem 1: Parque Ibirapuera, Brasil. Wikipedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque#/media/File:Ibirapuera_e_Vila_Nova_C.jpg>. Acesso em: 10 abr 2019.

Imagem 2: Cidades brasileiras buscam soluções para preservar áreas verdes. Globo Ecologia. Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/07/cidades-brasileiras-buscam-solucoes-para-preservar-areas-verdes.html>. Acesso em: 21 abr 2019.

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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Exponha para a turma que uma das ações encontradas para amenizar o problema ocasionado pelas emissões de dióxido de carbono é a compensação realizada com o plantio de árvores. Para saber a quantidade de árvores necessárias para compensar as emissões individuais, é necessário conhecer nossa Pegada de Carbono. Para iniciar, explique o conceito de Pegada de Carbono (no item “Para saber mais”) e inicie a atividade apresentando os critérios adotados para o cálculo.

A folha de atividade está disponível no link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/h9kY4YXT4AVux9xKPerV23K4Nx7fGQMrwwHKUPZU2r9P4qpt7eNhW9RF2Etg/geo6-13und06-atividade-da-acao-propositiva.pdf.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Pegada de Carbono é o quanto uma pessoa emite de gases de efeito estufa em decorrência de suas atividades diárias. Ela expressa um valor, geralmente, um total mensal ou anual de emissão de CO2 medido em toneladas. Existem sites com calculadoras de carbono que transformam informações fáceis de fornecer, como a quilometragem anual e o uso mensal de energia, em uma tonelagem de carbono mensurável. O resultado final é a quantidade de árvores a serem plantadas para compensar nossas emissões.

Fonte: Calcule sua pegada de carbono pessoal. Iniciativa Verde. Disponível em: <http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php#resultado>. Acesso em: 10 abr 2019.

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Tempo sugerido: 17 minutos

Orientações: Para uma melhor compreensão é importante que seja feito um cálculo em sala de aula para visualizarem todos os critérios adotados, ou peça que visitem a página do site e calculem sua pegada de carbono para comparar com a Atividade da Sistematização. A calculadora está disponível no link: http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php. Para realizar esta atividade, divida a turma em equipes. Apresente para os alunos a Pegada de Carbono de João, Pedro, Elisa e Ana.

A tabela com os resultados está disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/QYD2cKGm7QDfuHBEfrXGrWV3qjbnrC2X5VDEYWrrEPxvKKKhPcQEvrzef7NY/geo6-13und06-atividade-da-sistematizacao.pdf .

Destaque que estas pessoas apresentam diferentes hábitos, portanto, os resultados também são diferentes. Os critérios utilizados são os mesmos apresentados na Atividade da Ação Propositiva. O cálculo foi feito utilizando a calculadora do site Iniciativa Verde, indicado em ‘Para você saber mais’. Após observarem e analisarem a tabela peça que comparem os resultados e levantem hipóteses sobre os tipos de hábitos que mais contribuem para as emissões de efeito estufa. Uma alternativa para conhecer os tipos de emissões que implicam numa maior emissão de gases de efeito estufa é alterando apenas um tipo de emissão e mantendo os demais. Assim, é possível identificar o que for mais impactante.

Como adequar à sua realidade: Utilize imagens que reportem à catástrofes climáticas que atingiram ou atingem sua localidade. Certifique se elas são consequências da atividade humana na sua região ou não, explorando isso com os alunos.

Para você saber mais:

Fonte: Calcule sua pegada de carbono pessoal. Iniciativa Verde. Disponível em: <http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php#resultado>. Acesso em: 10 abr 2019.

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