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Plano de aula > Geografia > 8º ano > Unidade

Plano de aula - Habitações em zonas de risco: alagamentos e deslizamentos

Plano de aula de Geografia com atividades para 8º ano do Fundamental sobre compreender as áreas de habitações irregulares como zonas de risco para alagamentos, enchentes, desmoronamentos e deslizamentos.

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Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Mariana Soares Domingues

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08GE17 que busca analisar a segregação socioespacial em ambientes urbanos da América Latina, com atenção especial ao estudo de favelas, alagados e zona de riscos. Como esta habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes. A longo prazo você poderá contemplar a habilidade EF08GE16 que pretende analisar as principais problemáticas comuns às grandes cidades latino-americanas, particularmente aquelas relacionadas à distribuição, estrutura e dinâmica da população e às condições de vida e trabalho.

Materiais necessários: imagens de acidentes em áreas de risco (deslizamentos: Angra dos Reis - RJ e Niterói -RJ; alagamentos: Paraty - RJ e Itapecuru Mirim - MA): papel; caneta.

Material complementar:

Imagens da Contextualização: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/uu7Y9dYxHXw8D7AuvKeNUpVhUQAvxGtnN4b6bwagz2yyuGpnAmZMsbDRaeJJ/geo08-17und03-contextualizacao-imagens.pdf

Para você saber mais:

As imagens apresentadas nessa aula estão disponíveis em:

Artigo: “Mapeamento em áreas de risco”, aborda o problema da ocupação em áreas de risco e as principais medidas de correção e prevenção de deslizamentos nessas áreas. Disponível em: http://www.unicamp.br/fea/ortega/temas530/ricardo.htm. Acesso em 27/03/2019.

Artigo: “Ocupação urbana em áreas de risco de deslizamento: a "Suíça brasileira" e as favelas” de Rosa Filho, Arthur e Cortez, Ana Tereza Caceres traz o Registros de acidentes associados a escorregamentos: 1928-2005, além de contexto histórico de ocupação em áreas de risco. Disponível em: http://www.filo.uba.ar/contenidos/investigacion/institutos/geo_bkp/geocritica2010/361.htm. Acesso em 27/03/2019.

Reportagem: “A questão da ocupação humana” aborda o assunto de enchentes e deslizamentos com influência antrópica. Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/aguas_abril/parte-03.asp. Acesso em 27/03/2019.

Contextos prévios: Para o desenvolvimento desse plano, seria interessante que os alunos tivessem conhecimento dos conceitos de urbanização, crescimento desordenado das cidades suas consequências, principalmente acerca de ocupação em áreas irregulares e habitações precárias.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Esse plano de aula busca a compreensão dos problemas das ocupações em zonas de risco, ou seja, as consequências das habitações em áreas precárias, principalmente enchentes e deslizamentos, associados com os aspectos naturais do ambiente, como o relevo íngreme ou plano e as chuvas intensas. A ideia é a aprendizagem a partir de um jogo de perguntas. Inicialmente os alunos irão analisar 4 imagens de problemas comuns das ocupações em áreas de risco, que demonstram deslizamentos/desmoronamentos e enchentes/alagamentos. Na sequência, a sala deve ser dividida em dois grupos: um deve representar as enchentes e alagamentos em áreas de várzeas de rios e baixadas; e outro representar os deslizamentos e desmoronamentos em áreas de encostas e escorregadias. Eles devem elaborar perguntas para o outro grupo responder acerca desse assunto, com respostas que sejam Verdadeiras ou Falsas. Dessa forma, o grupo que mais acertar as questões acerca do assunto alheio, vence a partida.

Como adequar à sua realidade: A reportagem: “Com quase metade da população em áreas com risco de desabamento e alagamento, Salvador lidera índice nacional do IBGE “ aborda sobre áreas de risco potenciais no país. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/com-quase-metade-da-populacao-em-areas-com-risco-de-desabamento-e-alagamento-salvador-lidera-indice-nacional-do-ibge.ghtml. Acesso em 27/03/2019.

Contextualização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se os acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

Materiais complementares

Imagens para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/uu7Y9dYxHXw8D7AuvKeNUpVhUQAvxGtnN4b6bwagz2yyuGpnAmZMsbDRaeJJ/geo08-17und03-contextualizacao-imagens.pdf

Como adequar à sua realidade: Se os estados (RJ e MA) que foram apresentados também coincidirem com o estado em que vocês moram ou se a cidade que vocês moram for suscetível a esses fenômenos apresentados, dê exemplos aos alunos. Relembre possíveis acidentes que possam ter presenciado ou noticiado, traga a ideia para o próprio cotidiano.

A reportagem: “Com quase metade da população em áreas com risco de desabamento e alagamento, Salvador lidera índice nacional do IBGE “ aborda sobre áreas de risco potenciais no país. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/com-quase-metade-da-populacao-em-areas-com-risco-de-desabamento-e-alagamento-salvador-lidera-indice-nacional-do-ibge.ghtml. Acesso em 27/03/2019.

Para você saber mais:

Reportagem: “A questão da ocupação humana” aborda o assunto de enchentes e deslizamentos com influência antrópica. Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/aguas_abril/parte-03.asp. Acesso em 27/03/2019.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

Contextualização select-down

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Os alunos devem associar o impacto observado com a ocupação irregular, clima e relevo. Nas áreas de encostas observa-se relevo íngreme e declividade acentuada que, associado com a ocupação responsável pela a retirada da cobertura vegetal, ou seja, a impermeabilização dos solos, e com as chuvas intensas favorecem escoamento de água e não sua infiltração, tendo como consequência os escorregamentos de terras, deslizamentos e desmoronamentos de habitações.

Já as áreas ocupadas em regiões de baixadas ou várzeas dos rios, ou seja, em ambientes planos, favorecem a ocorrência de enchentes e alagamentos que também estão associados à retirada da cobertura vegetal, impermeabilização dos solos e chuvas intensas.

Como adequar à sua realidade: Se possível, retome possíveis acidentes que os alunos possam ter presenciado ou noticiado, traga a ideia para o próprio cotidiano. Relacione os acidentes que lembrarem aos aspectos do relevo e clima levantados.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: Nesse momento, a sala deve ser dividida em dois grupos. Cada um representando um fenômeno observado: enchentes e alagamentos em áreas de várzeas de rios e baixadas; e outro os deslizamentos e desmoronamentos em áreas de encostas e escorregadias. Se achar necessário, diferencie os termos: enchente ocorre quando temos o aumento do nível da água é causada sobretudo pela elevada vazão da chuva, geralmente está associado ao transbordamento de rios e canais, atingindo grandes áreas; alagamento ocorre pelo acúmulo de água e sistema de drenagem sem eficácia ou até mesmo em falta, ou seja, está associado ao acúmulo de água na ruas e no perímetro urbano, por problemas de drenagem.

Os grupos devem elaborar questões a respeito desse assunto que tenham como resposta V (verdadeiro) ou F (falso). Solicite que cada grupo elabore ao menos 10 questões.

Você pode sugerir ao alunos assuntos para embasar a elaboração das questões como: causas do fenômeno, consequências, medidas preventivas ou corretivas, que órgão são responsáveis pelo acidente, política adequadas diante o cenário, medidas a serem tomada pela população diante a situação, etc. Você pode permitir que eles usem seus livros didáticos ou seus aparelhos celulares para pesquisar sobre a temática e aprimorar a elaboração das questões.

Cheque a viabilidade das perguntas, revise as questões e respostas dos alunos para que não haja conceitos incorretos.

Logo após esse momento, haverá uma dinâmica de perguntas e respostas entre os grupos. Os alunos irão questionar o grupo oposto. Você pode estabelecer regras como: uma pessoa deve perguntar diretamente a outra; ou que haja sorteio dos alunos que devem responder no grupo; ou todos do grupo podem combinar a resposta e depois responder por meio de um orador final. A cada resposta correta o grupo ganha um ponto. A cada resposta errada, o ponto deve ir para o grupo que elaborou a questão. Vence quem ao final tiver mais pontos.

Como adequar à sua realidade: Se a cidade em que moram houver ocorrência dos fenômenos levantados, os alunos podem se inspirar para a elaboração de questões, tais como, o ano da última ocorrência do fenômeno; o local (bairro) mais comum de acontecer tal evento, medidas tomadas pela prefeitura ou defesa civil acerca do acidente.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Após a dinâmica das questões, converse com os alunos a respeito dos temas levantados. Além de retomar os conceitos, você pode sugerir que busquem soluções aos problemas levantados, tais como: melhoria no sistema de drenagens por meio de filtros subterrâneos, plantio de vegetação nas áreas de risco (encostas ou beira de rios) para ampliar a infiltração de água e evitar escoamento superficial ou por meio da construção da pavimentação com concreto mais poroso, desocupação de áreas de risco por meio da relocação de populações para moradias populares, entre outras.

Alguns engenheiros atualmente usam técnicas de “biogeotecnia”, termo que traduz a utilização de elementos geossintéticos associados aos elementos vegetais (agronomia) para os problemas de deslizamentos. Para enchentes sugere-se também a construção de piscinões para armazenar o excesso de água, limpeza de bueiros constantemente para que não haja obstrução nas entradas da água das chuvas, construção de tubulações de aço que retiram, por meio da gravidade, a água das rodovias, construção de estruturas arenosas para ampliar a infiltração e até o uso de grama em espaços públicos como estacionamentos, etc.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08GE17 que busca analisar a segregação socioespacial em ambientes urbanos da América Latina, com atenção especial ao estudo de favelas, alagados e zona de riscos. Como esta habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes. A longo prazo você poderá contemplar a habilidade EF08GE16 que pretende analisar as principais problemáticas comuns às grandes cidades latino-americanas, particularmente aquelas relacionadas à distribuição, estrutura e dinâmica da população e às condições de vida e trabalho.

Materiais necessários: imagens de acidentes em áreas de risco (deslizamentos: Angra dos Reis - RJ e Niterói -RJ; alagamentos: Paraty - RJ e Itapecuru Mirim - MA): papel; caneta.

Material complementar:

Imagens da Contextualização: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/uu7Y9dYxHXw8D7AuvKeNUpVhUQAvxGtnN4b6bwagz2yyuGpnAmZMsbDRaeJJ/geo08-17und03-contextualizacao-imagens.pdf

Para você saber mais:

As imagens apresentadas nessa aula estão disponíveis em:

Artigo: “Mapeamento em áreas de risco”, aborda o problema da ocupação em áreas de risco e as principais medidas de correção e prevenção de deslizamentos nessas áreas. Disponível em: http://www.unicamp.br/fea/ortega/temas530/ricardo.htm. Acesso em 27/03/2019.

Artigo: “Ocupação urbana em áreas de risco de deslizamento: a "Suíça brasileira" e as favelas” de Rosa Filho, Arthur e Cortez, Ana Tereza Caceres traz o Registros de acidentes associados a escorregamentos: 1928-2005, além de contexto histórico de ocupação em áreas de risco. Disponível em: http://www.filo.uba.ar/contenidos/investigacion/institutos/geo_bkp/geocritica2010/361.htm. Acesso em 27/03/2019.

Reportagem: “A questão da ocupação humana” aborda o assunto de enchentes e deslizamentos com influência antrópica. Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/aguas_abril/parte-03.asp. Acesso em 27/03/2019.

Contextos prévios: Para o desenvolvimento desse plano, seria interessante que os alunos tivessem conhecimento dos conceitos de urbanização, crescimento desordenado das cidades suas consequências, principalmente acerca de ocupação em áreas irregulares e habitações precárias.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Esse plano de aula busca a compreensão dos problemas das ocupações em zonas de risco, ou seja, as consequências das habitações em áreas precárias, principalmente enchentes e deslizamentos, associados com os aspectos naturais do ambiente, como o relevo íngreme ou plano e as chuvas intensas. A ideia é a aprendizagem a partir de um jogo de perguntas. Inicialmente os alunos irão analisar 4 imagens de problemas comuns das ocupações em áreas de risco, que demonstram deslizamentos/desmoronamentos e enchentes/alagamentos. Na sequência, a sala deve ser dividida em dois grupos: um deve representar as enchentes e alagamentos em áreas de várzeas de rios e baixadas; e outro representar os deslizamentos e desmoronamentos em áreas de encostas e escorregadias. Eles devem elaborar perguntas para o outro grupo responder acerca desse assunto, com respostas que sejam Verdadeiras ou Falsas. Dessa forma, o grupo que mais acertar as questões acerca do assunto alheio, vence a partida.

Como adequar à sua realidade: A reportagem: “Com quase metade da população em áreas com risco de desabamento e alagamento, Salvador lidera índice nacional do IBGE “ aborda sobre áreas de risco potenciais no país. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/com-quase-metade-da-populacao-em-areas-com-risco-de-desabamento-e-alagamento-salvador-lidera-indice-nacional-do-ibge.ghtml. Acesso em 27/03/2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se os acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

Materiais complementares

Imagens para impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/uu7Y9dYxHXw8D7AuvKeNUpVhUQAvxGtnN4b6bwagz2yyuGpnAmZMsbDRaeJJ/geo08-17und03-contextualizacao-imagens.pdf

Como adequar à sua realidade: Se os estados (RJ e MA) que foram apresentados também coincidirem com o estado em que vocês moram ou se a cidade que vocês moram for suscetível a esses fenômenos apresentados, dê exemplos aos alunos. Relembre possíveis acidentes que possam ter presenciado ou noticiado, traga a ideia para o próprio cotidiano.

A reportagem: “Com quase metade da população em áreas com risco de desabamento e alagamento, Salvador lidera índice nacional do IBGE “ aborda sobre áreas de risco potenciais no país. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/com-quase-metade-da-populacao-em-areas-com-risco-de-desabamento-e-alagamento-salvador-lidera-indice-nacional-do-ibge.ghtml. Acesso em 27/03/2019.

Para você saber mais:

Reportagem: “A questão da ocupação humana” aborda o assunto de enchentes e deslizamentos com influência antrópica. Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/aguas_abril/parte-03.asp. Acesso em 27/03/2019.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Orientações: Serão apresentadas imagens de ocupações em áreas de risco como encostas e regiões de várzeas e baixada. Em todas verifica-se o acidentes por consequência dessas ocupações. As duas primeiras imagens tratam de deslizamentos ou desmoronamentos em áreas de encosta no estado do RJ. As duas últimas apresentam áreas de enchentes e alagamentos no RJ e MA. Os alunos devem identificar os fenômenos apresentados e discutir a ocupação irregular que ocorre nessas áreas.

Se necessário retome o conceito: áreas de risco são áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica. Por exemplo, lagoas sujeitas a inundação, florestas sujeitas a incêndios, áreas de alta declividade (encostas ou topos de morros) com risco de desmoronamento ou deslizamento de terra, áreas contaminadas por resíduos tóxicos, etc.

Nas imagens apresentadas, os alunos devem associar as encostas como áreas de risco por serem suscetíveis aos deslizamentos em função, entre outras questões, da retirada da cobertura vegetal; e as áreas de várzea e baixada suscetíveis a alagamentos e enchentes promovida pela, entre outros fatores, impermeabilização do solo.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Os alunos devem associar o impacto observado com a ocupação irregular, clima e relevo. Nas áreas de encostas observa-se relevo íngreme e declividade acentuada que, associado com a ocupação responsável pela a retirada da cobertura vegetal, ou seja, a impermeabilização dos solos, e com as chuvas intensas favorecem escoamento de água e não sua infiltração, tendo como consequência os escorregamentos de terras, deslizamentos e desmoronamentos de habitações.

Já as áreas ocupadas em regiões de baixadas ou várzeas dos rios, ou seja, em ambientes planos, favorecem a ocorrência de enchentes e alagamentos que também estão associados à retirada da cobertura vegetal, impermeabilização dos solos e chuvas intensas.

Como adequar à sua realidade: Se possível, retome possíveis acidentes que os alunos possam ter presenciado ou noticiado, traga a ideia para o próprio cotidiano. Relacione os acidentes que lembrarem aos aspectos do relevo e clima levantados.

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Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: Nesse momento, a sala deve ser dividida em dois grupos. Cada um representando um fenômeno observado: enchentes e alagamentos em áreas de várzeas de rios e baixadas; e outro os deslizamentos e desmoronamentos em áreas de encostas e escorregadias. Se achar necessário, diferencie os termos: enchente ocorre quando temos o aumento do nível da água é causada sobretudo pela elevada vazão da chuva, geralmente está associado ao transbordamento de rios e canais, atingindo grandes áreas; alagamento ocorre pelo acúmulo de água e sistema de drenagem sem eficácia ou até mesmo em falta, ou seja, está associado ao acúmulo de água na ruas e no perímetro urbano, por problemas de drenagem.

Os grupos devem elaborar questões a respeito desse assunto que tenham como resposta V (verdadeiro) ou F (falso). Solicite que cada grupo elabore ao menos 10 questões.

Você pode sugerir ao alunos assuntos para embasar a elaboração das questões como: causas do fenômeno, consequências, medidas preventivas ou corretivas, que órgão são responsáveis pelo acidente, política adequadas diante o cenário, medidas a serem tomada pela população diante a situação, etc. Você pode permitir que eles usem seus livros didáticos ou seus aparelhos celulares para pesquisar sobre a temática e aprimorar a elaboração das questões.

Cheque a viabilidade das perguntas, revise as questões e respostas dos alunos para que não haja conceitos incorretos.

Logo após esse momento, haverá uma dinâmica de perguntas e respostas entre os grupos. Os alunos irão questionar o grupo oposto. Você pode estabelecer regras como: uma pessoa deve perguntar diretamente a outra; ou que haja sorteio dos alunos que devem responder no grupo; ou todos do grupo podem combinar a resposta e depois responder por meio de um orador final. A cada resposta correta o grupo ganha um ponto. A cada resposta errada, o ponto deve ir para o grupo que elaborou a questão. Vence quem ao final tiver mais pontos.

Como adequar à sua realidade: Se a cidade em que moram houver ocorrência dos fenômenos levantados, os alunos podem se inspirar para a elaboração de questões, tais como, o ano da última ocorrência do fenômeno; o local (bairro) mais comum de acontecer tal evento, medidas tomadas pela prefeitura ou defesa civil acerca do acidente.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Após a dinâmica das questões, converse com os alunos a respeito dos temas levantados. Além de retomar os conceitos, você pode sugerir que busquem soluções aos problemas levantados, tais como: melhoria no sistema de drenagens por meio de filtros subterrâneos, plantio de vegetação nas áreas de risco (encostas ou beira de rios) para ampliar a infiltração de água e evitar escoamento superficial ou por meio da construção da pavimentação com concreto mais poroso, desocupação de áreas de risco por meio da relocação de populações para moradias populares, entre outras.

Alguns engenheiros atualmente usam técnicas de “biogeotecnia”, termo que traduz a utilização de elementos geossintéticos associados aos elementos vegetais (agronomia) para os problemas de deslizamentos. Para enchentes sugere-se também a construção de piscinões para armazenar o excesso de água, limpeza de bueiros constantemente para que não haja obstrução nas entradas da água das chuvas, construção de tubulações de aço que retiram, por meio da gravidade, a água das rodovias, construção de estruturas arenosas para ampliar a infiltração e até o uso de grama em espaços públicos como estacionamentos, etc.

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