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Plano de aula > Geografia > 7º ano > Mundo do trabalho

Plano de aula - O crescimento das cidades

Plano de aula de Geografia com atividades para 7º ano do Fundamental sobre compreender as principais configurações socioespaciais e socioeconômicas existentes nas cidades brasileiras a partir do modo de produção capitalista

Plano 05 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Jéssica Da Silva Rodrigues Cecim

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF07GE05 de Geografia, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes. Esta habilidade objetiva a análise de fatos e situações representativas de alterações espaciais decorrentes a partir do mercantilismo e do estabelecimento do capitalismo. Este plano em específico tem o objetivo de pensar o crescimento das cidades a partir do aumento da população urbana em detrimento da população rural no Brasil.

Materiais necessários:

  • Quadro
  • Projetor (caso não seja possível utilizar projetor, imprima as imagens ou busque por imagens semelhantes em livros didáticos e/ou apostilas)
  • Caderno
  • Lápis de escrever e borracha

Material complementar:

Imagens utilizadas no plano:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5cz89AD5Qh2KGFQHGBWa2ekq7EmCBQs8kGC5HK4Nfy6YAr9wqmcW44S3p9sF/geo7-05und05-imagens.pdf

Link para os mapas:

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2Jd7cWgtB5WTE2F2updCvV5JGkxpBGKR6zYPZ372RrnGwqNYPPZUssYFderd/geo7-05und05-mapa-distribuicao-espacial-da-industria-no-brasil.pdf

Para você saber mais:

Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88. Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

GONÇALVES, Amanda Regina. A escrita de crônicas para a Aula de Geografia e a Autoria da Aula. Fala Professor: (qual) é o fim do ensino de Geografia? In: VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia. Catalão (GO), 08 a 12 de outubro de 2015. Disponível em: <http://www.falaprofessor2015.agb.org.br/resources/anais/5/1441767243_ARQUIVO_Trabalho_AmandaGoncalves_Catalao.pdf>. Acesso em: 07 mar 2019.

MEIRELLES, Elisa. Leitura Alternativa. Revista Nova Escola, 01 de novembro de 2009. Disponível em:

<https://novaescola.org.br/conteudo/2329/leitura-alternativa>. Acesso em: 07 mar 2019.

VILARINHO, Sabrina. Crônica. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm>. Acesso em: 07 mar 2019.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente o tema da aula aos alunos e diga que nesta aula serão discutidas as transformações e crescimento das cidades ao longo do tempo a partir de suas paisagens e dados gráficos.

Como adequar à sua realidade: A depender de onde a escola se localiza, é possível realizar esta aula com maior atenção à cidade em que se encontra. Em outra aula ou com maior disponibilidade de tempo é possível fazer um paralelo entre as discussões levantadas neste plano com o histórico socioespacial da cidade onde a escola se encontra ou ainda, de uma cidade próxima e relevante no contexto municipal.

Contextualização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Peça para que os alunos descrevam uma cidade antigamente; como eles acham que eram as paisagens das cidades antigamente. Caso prefira, faça referências a períodos determinados, como o colonial, ou o início do século XX, por exemplo, para instigá-los a trazerem seus imaginários. Em seguida, levante questionamentos sobre as cidades hoje em dia, como por exemplo:

  • Quais são os elementos que compõem uma cidade? Como é a arquitetura?
  • Como são os serviços (há muita/pouca oferta)?
  • Como são os transportes? E a vida na cidade, como é?

Permita que os alunos tragam elementos de seu cotidiano elementos imaginados e/ou construídos pelos meios de comunicação ou relatos de pessoas conhecidas, caso a vida nas cidades não faça parte da realidade do aluno.

Como adequar à sua realidade: Peça para que os alunos descrevam a cidade onde a escola se localiza, ou ainda, em caso de escola em área rural, percorra suas experiências e imaginários acerca de cidades próximas a escola.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Slide Plano Aula

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: Peça para que, individualmente ou em duplas, os alunos elaborem poemas, músicas ou crônicas sobre o tema “cidade”.

Solicite que nestas produções apareçam a relação que carregam com as cidades (mesmo que a escola se encontre em área rural) e que tragam questões discutidas em aula, como o êxodo rural, a mecanização do campo, a concentração fundiária, a industrialização e etc. Questione: “Quais seriam possíveis problemas enfrentados pela população nas cidades?” discutindo, rapidamente, a existência de questões de transporte, violência, desigualdade social, poluição e assim por diante.

Nesta etapa do plano, é importante que o aluno possa conectar seu conhecimento cotidiano com as discussões suscitadas durante a aula e expressar esses conhecimentos a partir de uma produção artística.

Como adequar à sua realidade: Peça para que os alunos reflitam sobre a cidade onde a escola se localiza, ou ainda, em caso de escola em área rural, percorra suas experiências e imaginários acerca de cidades próximas a escola.

Para você saber mais:

GONÇALVES, Amanda Regina. A escrita de crônicas para a Aula de Geografia e a Autoria da Aula. Fala Professor: (qual) é o fim do ensino de Geografia? In: VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia. Catalão (GO), 08 a 12 de outubro de 2015. Disponível em: <http://www.falaprofessor2015.agb.org.br/resources/anais/5/1441767243_ARQUIVO_Trabalho_AmandaGoncalves_Catalao.pdf>. Acesso em: 07 mar 2019.

MEIRELLES, Elisa. Leitura Alternativa. Revista Nova Escola, 01 de novembro de 2009. Disponível em:

<https://novaescola.org.br/conteudo/2329/leitura-alternativa>. Acesso em: 07 mar 2019.

VILARINHO, Sabrina. Crônica. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm>. Acesso em: 07 mar 2019.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Selecione algumas produções e peça para que os alunos a apresentem para o restante da turma. Enquanto os alunos apresentam, vá retomando pontos que foram discutidos durante a aula de modo a sistematizar as discussões juntamente com os alunos.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF07GE05 de Geografia, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes. Esta habilidade objetiva a análise de fatos e situações representativas de alterações espaciais decorrentes a partir do mercantilismo e do estabelecimento do capitalismo. Este plano em específico tem o objetivo de pensar o crescimento das cidades a partir do aumento da população urbana em detrimento da população rural no Brasil.

Materiais necessários:

  • Quadro
  • Projetor (caso não seja possível utilizar projetor, imprima as imagens ou busque por imagens semelhantes em livros didáticos e/ou apostilas)
  • Caderno
  • Lápis de escrever e borracha

Material complementar:

Imagens utilizadas no plano:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5cz89AD5Qh2KGFQHGBWa2ekq7EmCBQs8kGC5HK4Nfy6YAr9wqmcW44S3p9sF/geo7-05und05-imagens.pdf

Link para os mapas:

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2Jd7cWgtB5WTE2F2updCvV5JGkxpBGKR6zYPZ372RrnGwqNYPPZUssYFderd/geo7-05und05-mapa-distribuicao-espacial-da-industria-no-brasil.pdf

Para você saber mais:

Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88. Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

GONÇALVES, Amanda Regina. A escrita de crônicas para a Aula de Geografia e a Autoria da Aula. Fala Professor: (qual) é o fim do ensino de Geografia? In: VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia. Catalão (GO), 08 a 12 de outubro de 2015. Disponível em: <http://www.falaprofessor2015.agb.org.br/resources/anais/5/1441767243_ARQUIVO_Trabalho_AmandaGoncalves_Catalao.pdf>. Acesso em: 07 mar 2019.

MEIRELLES, Elisa. Leitura Alternativa. Revista Nova Escola, 01 de novembro de 2009. Disponível em:

<https://novaescola.org.br/conteudo/2329/leitura-alternativa>. Acesso em: 07 mar 2019.

VILARINHO, Sabrina. Crônica. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm>. Acesso em: 07 mar 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente o tema da aula aos alunos e diga que nesta aula serão discutidas as transformações e crescimento das cidades ao longo do tempo a partir de suas paisagens e dados gráficos.

Como adequar à sua realidade: A depender de onde a escola se localiza, é possível realizar esta aula com maior atenção à cidade em que se encontra. Em outra aula ou com maior disponibilidade de tempo é possível fazer um paralelo entre as discussões levantadas neste plano com o histórico socioespacial da cidade onde a escola se encontra ou ainda, de uma cidade próxima e relevante no contexto municipal.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Peça para que os alunos descrevam uma cidade antigamente; como eles acham que eram as paisagens das cidades antigamente. Caso prefira, faça referências a períodos determinados, como o colonial, ou o início do século XX, por exemplo, para instigá-los a trazerem seus imaginários. Em seguida, levante questionamentos sobre as cidades hoje em dia, como por exemplo:

  • Quais são os elementos que compõem uma cidade? Como é a arquitetura?
  • Como são os serviços (há muita/pouca oferta)?
  • Como são os transportes? E a vida na cidade, como é?

Permita que os alunos tragam elementos de seu cotidiano elementos imaginados e/ou construídos pelos meios de comunicação ou relatos de pessoas conhecidas, caso a vida nas cidades não faça parte da realidade do aluno.

Como adequar à sua realidade: Peça para que os alunos descrevam a cidade onde a escola se localiza, ou ainda, em caso de escola em área rural, percorra suas experiências e imaginários acerca de cidades próximas a escola.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

Slide Plano Aula

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

Slide Plano Aula

Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Orientações: Apresente a pintura de Frans Post de Paraíba no século XVII e peça para os alunos descreverem a paisagem observada: “Como é a quantidade de casas, pessoas? Há prédios, asfalto, vegetação?”

Exponha que o estado da Paraíba apresenta uma das cidades mais antiga do Brasil - João Pessoa, sua capital, fundada em 1585. Retorne ao questionamento da etapa de Contextualização e pergunte se essa paisagem se encaixa dentro da cidade que eles descreveram anteriormente. Caso haja respostas negativas, no sentido dos alunos acreditarem que esta imagem não representa uma cidade, posto que podem estar habituados com as paisagens das cidades atuais, explique que em Geografia nós podemos considerar a urbanização como o crescimento das cidades e que este crescimento se refere a um aumento da população urbana em detrimento da população rural. A urbanização e a formação das cidades, desta forma, estão associadas a um crescimento populacional.

Na sequência, introduza a imagem de Campina Grande-PB e questione se esta paisagem é mais familiar ao que eles pensaram quando foi pedido que descrevessem uma cidade. Peça para que observem os prédios, as ruas, as luzes e explique que com o desenvolvimento do capitalismo houve grande crescimento das cidades, principalmente devido ao surgimento da industrialização.

Assim, pergunte: “No Brasil, será que a maioria das pessoas vivem no campo ou na cidade?” e discuta com os alunos que o Brasil é, atualmente, considerado um país urbano, pois a população que vive na cidade supera, em quantidade, a população que vive no campo e então questione: “Mas será que sempre foi assim?”. Pergunte aos alunos quais seriam alguns motivos que poderiam ter feito as pessoas terem saído do campo em direção a cidade (fenômeno conhecido como “êxodo rural”) e, após algumas de suas colocações, apresente a imagem do campo de plantação, introduzindo a ideia de mecanização do campo acrescida da concentração fundiária. Explique que a mecanização do campo foi se intensificando a partir do desenvolvimento das técnicas no capitalismo, que exigia uma produção cada vez maior. Desta forma, questione: “Com menor oferta de terra e de emprego no campo, para onde a população poderia se deslocar em busca de melhores condições de vida?”. Na sequência, diga a industrialização foi outro fator contribuiu para o crescimento das cidades e apresente o mapa do Atlas Geográfico Escolar do IBGE de Distribuição Espacial da Indústria.

Peça que os alunos olhem atentamente para o mapa e, a partir da observação de sua legenda, indiquem do que se trata: “A que os pontos e círculos se referem?” e construa com os alunos a leitura do mapa e a compreensão de uma concentração industrial em determinadas porções do território, como a região Nordeste e a região geoeconômica Centro-Sul. Pergunte por que eles acham que o surgimento de indústrias poderia atrair as pessoas para as cidades e construa com eles a concepção de busca por emprego nas fábricas.

Por fim, apresente a imagem da rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral no centro de São Paulo-SP e pergunte se imaginam por que há tanta gente neste lugar. Explique que esses lugares forma um grande ponto comercial na cidade, atraindo pessoas de toda a região que buscam por mercadorias a preços mais baixos. Peça que observem o gráfico do IBGE de domicílio da população brasileira; ou seja, um gráfico que mostra onde as pessoas moram dentre o campo e a cidade. Solicite que interpretem o gráfico dizendo qual população vem crescendo ao longo do tempo, se a urbana ou a rural, reiterando a grande quantidade de pessoas que vivem atualmente nas cidades brasileiras a partir de seu crescimento ao longo dos anos.

Mapa de Concentração Industrial no Brasil (IBGE):

https://drive.google.com/open?id=1jBEQiNNXaeZzcxlWgad4fdpvpihC-FOU_COoBp14zz4

Imagens utilizadas no plano:

https://drive.google.com/open?id=1w_uWsB3rVYxoaJsWfa_cuin77U6tpWpz5qzIr61qghY

Fonte das Imagens:

Para você saber mais: Segundo a professora Arlete Moysés Rodrigues, as desigualdades socioespaciais são fruto do modo de produção capitalista e seus efeitos sobre a urbanização e revela os mecanismos de apropriação e propriedade, da cidade como mercadoria, da exploração do trabalho e da terra como mercadoria. Assim, para a autora, as desigualdades socioespaciais são consequência da divisão de classes e da apropriação desigual da riqueza produzida. Desta forma, a cidade parece se dividir em duas: “Nas áreas ricas ou nobres, bairros jardins, onde trabalha, reside e transita uma determinada camada de classe, as unidades habitacionais têm ampla fachada, garagens, grades e muros, ruas, avenidas, praças com iluminação pública, ajardinamento e arborização onde se encontram vigias em cubículos e empregados que só aparecem no vai e vem do morar ao trabalhar. Os edifícios utilizados para escolas, hospitais, bancos, shopping centers, restaurantes, são amplos e “modernos”. (...) Fora do circuito da riqueza, é visível a outra face do urbano, em geral nas periferias distantes e nas áreas centrais “degradadas”. São nelas que trabalham, moram e circulam os trabalhadores, nelas se encontram favelas, ocupações coletivas de terra , cortiços, casas precárias, conjuntos habitacionais de casas/apartamentos com dimensões mínimas, edifícios precários utilizados para escolas, creches, postos de saúde, hospitais. As ruas são estreitas, sujas, esburacadas, com pouca ou nenhuma iluminação pública por onde circulam ônibus, vans, caminhões, carros velhos que colocam em risco a vida dos que neles são transportados. Nessas áreas, os trabalhadores não desaparecem após a jornada de trabalho e sua presença torna visível a desigualdade socioespacial” (2007, p. 75 e 76).

RODRIGUES, Arlete Moysés. Desigualdades socioespaciais: a luta pelo direito à cidade. Revista Cidades, v. 4, nº6, 2007. p.73-88 Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/article/view/571/602>. Acesso em: 08 mar 2019.

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Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: Peça para que, individualmente ou em duplas, os alunos elaborem poemas, músicas ou crônicas sobre o tema “cidade”.

Solicite que nestas produções apareçam a relação que carregam com as cidades (mesmo que a escola se encontre em área rural) e que tragam questões discutidas em aula, como o êxodo rural, a mecanização do campo, a concentração fundiária, a industrialização e etc. Questione: “Quais seriam possíveis problemas enfrentados pela população nas cidades?” discutindo, rapidamente, a existência de questões de transporte, violência, desigualdade social, poluição e assim por diante.

Nesta etapa do plano, é importante que o aluno possa conectar seu conhecimento cotidiano com as discussões suscitadas durante a aula e expressar esses conhecimentos a partir de uma produção artística.

Como adequar à sua realidade: Peça para que os alunos reflitam sobre a cidade onde a escola se localiza, ou ainda, em caso de escola em área rural, percorra suas experiências e imaginários acerca de cidades próximas a escola.

Para você saber mais:

GONÇALVES, Amanda Regina. A escrita de crônicas para a Aula de Geografia e a Autoria da Aula. Fala Professor: (qual) é o fim do ensino de Geografia? In: VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia. Catalão (GO), 08 a 12 de outubro de 2015. Disponível em: <http://www.falaprofessor2015.agb.org.br/resources/anais/5/1441767243_ARQUIVO_Trabalho_AmandaGoncalves_Catalao.pdf>. Acesso em: 07 mar 2019.

MEIRELLES, Elisa. Leitura Alternativa. Revista Nova Escola, 01 de novembro de 2009. Disponível em:

<https://novaescola.org.br/conteudo/2329/leitura-alternativa>. Acesso em: 07 mar 2019.

VILARINHO, Sabrina. Crônica. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm>. Acesso em: 07 mar 2019.

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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações: Selecione algumas produções e peça para que os alunos a apresentem para o restante da turma. Enquanto os alunos apresentam, vá retomando pontos que foram discutidos durante a aula de modo a sistematizar as discussões juntamente com os alunos.

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