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Plano de aula > História > 8º ano > Configurações do mundo no século XIX

Plano de aula - Imperialismo europeu e neocolonialismo nos continentes africano e asiático

Plano de aula de História com atividades para 8º ano do EF sobre Imperialismo europeu e neocolonialismo nos continentes africano e asiático

Plano 01 de 2 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Julia Bittencourt Barbosa Correa

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08HI23, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Textos impressos para análise.
  • Caderno.
  • Canetas.
  • Lápis e borracha.

Material complementar:

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

HOBSBAWM. E. J. A era dos impérios 1875-1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 12 ed., 1998. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/2088931/mod_resource/content/2/A%20era%20dos%20Imp%C3%A9rios.pdf.
Acesso em: 8/1/2019.

NKRUMAH, Kwame. Neocolonialismo último estágio do imperialismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967. Disponível em: https://afreekasite.files.wordpress.com/2017/12/neocolonialismo-kwame-nkrumah-ilovepdf-compressed-1.pdf. Acesso em: 17/2/2019.

GOMES, Luiz Flávio. Racismo “científico”: Origens das teses racistas da modernidade. Conteúdo jurídico, novembro de 2015. Disponível em: http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,racismo-cientifico-origens-das-teses-racistas-na-modernidade,54702.html. Acesso em: 17/2/2019.

KIPLING, Rudyard. O fardo do homem branco. Disponível em: http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pi/pi06emdiante/pi200821.php. Acesso em: 17/2/2019.

RANGEL, Pollyanna Soares. Apenas uma questão de cor? As teorias raciais dos séculos XIX e XX. Revista Simbiótica, vol. 2, n. 1, jun., 2015. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/simbiotica/article/viewFile/10324/7264. Acesso em: 14/2/2019.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. As teorias raciais, uma construção histórica de finais do século XIX. In: ______; QUEIROZ, Renato da Silva (Orgs.).
O contexto brasileiro São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Estação Ciência: Edusp, 1996.

HOLANDA, Maria Auxiliadora. Contribuição da ciência na elaboração de teorias racistas no séc.XIX, e seus efeitos nas relações raciais no Brasil. Geledés Instituto da Mulher Negra, jun., 2010. Disponível em: https://www.geledes.org.br/contribuicao-da-ciencia-na-elaboracao-de-teorias-racistas-no-secxix-e-seus-efeitos-nas-relacoes-raciais-no-brasil/.
Acesso em: 17/2/2019.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Você pode projetar o slide com o objetivo da aula se dispor do recurso, senão escreva o objetivo no quadro e realize a leitura coletiva com os alunos. Certifique-se de que todos entenderam e esclareça eventuais dúvidas.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deverá introduzir o assunto e os conceitos que serão desenvolvidos neste plano de aula. Aqui, você deve atentar para os conhecimentos prévios dos alunos. Você pode projetar o conteúdo deste slide se dispor do recurso, senão escreva-o no quadro ou leia coletivamente para a sala. Link para o texto do contexto: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/NCqp37eZ8e88G9FfbKzSncaaQKr3DUNHsGCHTj3ZZ8rd5PQ3HpKVD8s2ngf7/his8-23und01-contexto.pdf

  • Questione os alunos como eles imaginam que era a vida nos continentes africano e asiático antes da chegada dos europeus.
  • Atente para as respostas que possam ser dadas, identificando possíveis estereótipos, como “Não havia civilização”, “os povos eram selvagens” ou “Não havia nada”.
  • Auxilie os alunos a entender que existia toda uma variedade de sociedades e civilizações em ambos os continentes muito antes da chegada dos europeus.
  • Problematize o conceito de “civilização” e de “progresso”, os dois estando atrelados a uma ideia eurocêntrica do que seria “progresso” e “civilização”.
  • Leia para os alunos a definição de imperialismo segundo o historiador Hobsbawm no livro A era dos impérios.
  • Relembre que a Europa já havia investido no colonialismo durante o século XVI, no continente americano. Reforce as semelhanças
    e diferenças deste primeiro processo com o processo do século XIX que será estudado. Comente, por exemplo, que no século XVI o colonialismo foi protagonizado por Portugal, Espanha e Inglaterra, que o objetivo era obter novas rotas comerciais, matérias-primas e
    mão de obra para sustentar as monarquias absolutistas europeias, dentro da lógica econômica do mercantilismo. Já o neocolonialismo é
    uma consequência do imperialismo capitalista, com algumas semelhanças com o colonialismo do século XVI, mas com diferenças fundamentais como por exemplo a divisão dos territórios entre mais países da Europa, utilização de mão de obra livre e não escrava, concentração da exploração nos continentes africano e asiático. Como semelhança, destaque o retorno do “Mito civilizatório”, já usado
    como justificativa no século XVI e retomado e reforçado no século XIX com base nas teorias do racismo “científico”.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deverá introduzir o assunto e os conceitos que serão desenvolvidos neste plano de aula. Aqui, você deve atentar para os conhecimentos prévios dos alunos. Você pode projetar o conteúdo deste slide se dispuser do recurso, senão escreva-o no quadro ou leia coletivamente para a sala. Link para o texto do contexto: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/NCqp37eZ8e88G9FfbKzSncaaQKr3DUNHsGCHTj3ZZ8rd5PQ3HpKVD8s2ngf7/his8-23und01-contexto.pdf

  • Questione os alunos como eles imaginam que era a vida nos continentes africano e asiático antes da chegada dos europeus.
  • Atente para as respostas que possam ser dadas, identificando possíveis estereótipos, como “Não havia civilização”, “os povos eram selvagens” ou “Não havia nada”.
  • Auxilie os alunos a entender que existia toda uma variedade de sociedades e civilizações em ambos os continentes muito antes da chegada dos europeus.
  • Problematize o conceito de “civilização” e de “progresso”, os dois estando atrelados a uma ideia eurocêntrica do que seria “progresso” e “civilização”.
  • Leia para os alunos a definição de imperialismo segundo o historiador Hobsbawm no livro A era dos impérios.
  • Relembre que a Europa já havia investido no colonialismo durante o século XVI, no continente americano. Reforce as semelhanças e diferenças deste primeiro processo com o processo do século XIX que será estudado. Comente, por exemplo, que no século XVI o colonialismo foi protagonizado por Portugal, Espanha e Inglaterra, que o objetivo era obter novas rotas comerciais, matérias-primas e mão de obra para sustentar as monarquias absolutistas europeias, dentro da lógica econômica do mercantilismo. Já o neocolonialismo é uma consequência do Imperialismo capitalista, com algumas semelhanças com o colonialismo do século XVI, mas com diferenças fundamentais como por exemplo a divisão dos territórios entre mais países da Europa, utilização de mão de obra livre e não escrava, concentração da exploração nos continentes africano e asiáticos. Como semelhança, destaque o retorno do “Mito civilizatório”, já usado como justificativa no século XVI e retomado e reforçado no século XIX com base nas teorias do racismo “científico”.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos.

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente para que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas a primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas a primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Como adequar à sua realidade: Se necessário, acrescente aqui orientações específicas para o professor adaptar o plano à região dele. Este item não é obrigatório em todas as etapas.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas à primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 20 minutos.

Orientações: Após as discussões e a análise dos textos realizadas em sala de aula, ainda em grupo, os alunos deverão desenvolver um pequeno Mapa mental para explicar o que foi o neocolonialismo no século XIX. Ao término, os grupos devem apresentar os seus mapas para o restante da sala, compartilhando os resultados. O aluno deve criar um mapa que relacione o neocolonialismo com as teorias raciais do século XIX apresentadas e debatidas, contemplando assim o objetivo da aula.

Você pode acessar um exemplo de como este Mapa mental deve ser feito aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/jseQeX2QjeUNzK65nZWTjfYNG3TG4qYmQw8TScnSsheUZ9sBuWY227eJufDh/his8-23und01-exemplo-sistematizacao.pdf

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08HI23, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Textos impressos para análise.
  • Caderno.
  • Canetas.
  • Lápis e borracha.

Material complementar:

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

HOBSBAWM. E. J. A era dos impérios 1875-1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 12 ed., 1998. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/2088931/mod_resource/content/2/A%20era%20dos%20Imp%C3%A9rios.pdf.
Acesso em: 8/1/2019.

NKRUMAH, Kwame. Neocolonialismo último estágio do imperialismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967. Disponível em: https://afreekasite.files.wordpress.com/2017/12/neocolonialismo-kwame-nkrumah-ilovepdf-compressed-1.pdf. Acesso em: 17/2/2019.

GOMES, Luiz Flávio. Racismo “científico”: Origens das teses racistas da modernidade. Conteúdo jurídico, novembro de 2015. Disponível em: http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,racismo-cientifico-origens-das-teses-racistas-na-modernidade,54702.html. Acesso em: 17/2/2019.

KIPLING, Rudyard. O fardo do homem branco. Disponível em: http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pi/pi06emdiante/pi200821.php. Acesso em: 17/2/2019.

RANGEL, Pollyanna Soares. Apenas uma questão de cor? As teorias raciais dos séculos XIX e XX. Revista Simbiótica, vol. 2, n. 1, jun., 2015. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/simbiotica/article/viewFile/10324/7264. Acesso em: 14/2/2019.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. As teorias raciais, uma construção histórica de finais do século XIX. In: ______; QUEIROZ, Renato da Silva (Orgs.).
O contexto brasileiro São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Estação Ciência: Edusp, 1996.

HOLANDA, Maria Auxiliadora. Contribuição da ciência na elaboração de teorias racistas no séc.XIX, e seus efeitos nas relações raciais no Brasil. Geledés Instituto da Mulher Negra, jun., 2010. Disponível em: https://www.geledes.org.br/contribuicao-da-ciencia-na-elaboracao-de-teorias-racistas-no-secxix-e-seus-efeitos-nas-relacoes-raciais-no-brasil/.
Acesso em: 17/2/2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Você pode projetar o slide com o objetivo da aula se dispor do recurso, senão escreva o objetivo no quadro e realize a leitura coletiva com os alunos. Certifique-se de que todos entenderam e esclareça eventuais dúvidas.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deverá introduzir o assunto e os conceitos que serão desenvolvidos neste plano de aula. Aqui, você deve atentar para os conhecimentos prévios dos alunos. Você pode projetar o conteúdo deste slide se dispor do recurso, senão escreva-o no quadro ou leia coletivamente para a sala. Link para o texto do contexto: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/NCqp37eZ8e88G9FfbKzSncaaQKr3DUNHsGCHTj3ZZ8rd5PQ3HpKVD8s2ngf7/his8-23und01-contexto.pdf

  • Questione os alunos como eles imaginam que era a vida nos continentes africano e asiático antes da chegada dos europeus.
  • Atente para as respostas que possam ser dadas, identificando possíveis estereótipos, como “Não havia civilização”, “os povos eram selvagens” ou “Não havia nada”.
  • Auxilie os alunos a entender que existia toda uma variedade de sociedades e civilizações em ambos os continentes muito antes da chegada dos europeus.
  • Problematize o conceito de “civilização” e de “progresso”, os dois estando atrelados a uma ideia eurocêntrica do que seria “progresso” e “civilização”.
  • Leia para os alunos a definição de imperialismo segundo o historiador Hobsbawm no livro A era dos impérios.
  • Relembre que a Europa já havia investido no colonialismo durante o século XVI, no continente americano. Reforce as semelhanças
    e diferenças deste primeiro processo com o processo do século XIX que será estudado. Comente, por exemplo, que no século XVI o colonialismo foi protagonizado por Portugal, Espanha e Inglaterra, que o objetivo era obter novas rotas comerciais, matérias-primas e
    mão de obra para sustentar as monarquias absolutistas europeias, dentro da lógica econômica do mercantilismo. Já o neocolonialismo é
    uma consequência do imperialismo capitalista, com algumas semelhanças com o colonialismo do século XVI, mas com diferenças fundamentais como por exemplo a divisão dos territórios entre mais países da Europa, utilização de mão de obra livre e não escrava, concentração da exploração nos continentes africano e asiático. Como semelhança, destaque o retorno do “Mito civilizatório”, já usado
    como justificativa no século XVI e retomado e reforçado no século XIX com base nas teorias do racismo “científico”.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deverá introduzir o assunto e os conceitos que serão desenvolvidos neste plano de aula. Aqui, você deve atentar para os conhecimentos prévios dos alunos. Você pode projetar o conteúdo deste slide se dispuser do recurso, senão escreva-o no quadro ou leia coletivamente para a sala. Link para o texto do contexto: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/NCqp37eZ8e88G9FfbKzSncaaQKr3DUNHsGCHTj3ZZ8rd5PQ3HpKVD8s2ngf7/his8-23und01-contexto.pdf

  • Questione os alunos como eles imaginam que era a vida nos continentes africano e asiático antes da chegada dos europeus.
  • Atente para as respostas que possam ser dadas, identificando possíveis estereótipos, como “Não havia civilização”, “os povos eram selvagens” ou “Não havia nada”.
  • Auxilie os alunos a entender que existia toda uma variedade de sociedades e civilizações em ambos os continentes muito antes da chegada dos europeus.
  • Problematize o conceito de “civilização” e de “progresso”, os dois estando atrelados a uma ideia eurocêntrica do que seria “progresso” e “civilização”.
  • Leia para os alunos a definição de imperialismo segundo o historiador Hobsbawm no livro A era dos impérios.
  • Relembre que a Europa já havia investido no colonialismo durante o século XVI, no continente americano. Reforce as semelhanças e diferenças deste primeiro processo com o processo do século XIX que será estudado. Comente, por exemplo, que no século XVI o colonialismo foi protagonizado por Portugal, Espanha e Inglaterra, que o objetivo era obter novas rotas comerciais, matérias-primas e mão de obra para sustentar as monarquias absolutistas europeias, dentro da lógica econômica do mercantilismo. Já o neocolonialismo é uma consequência do Imperialismo capitalista, com algumas semelhanças com o colonialismo do século XVI, mas com diferenças fundamentais como por exemplo a divisão dos territórios entre mais países da Europa, utilização de mão de obra livre e não escrava, concentração da exploração nos continentes africano e asiáticos. Como semelhança, destaque o retorno do “Mito civilizatório”, já usado como justificativa no século XVI e retomado e reforçado no século XIX com base nas teorias do racismo “científico”.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos.

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente para que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas a primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas a primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Como adequar à sua realidade: Se necessário, acrescente aqui orientações específicas para o professor adaptar o plano à região dele. Este item não é obrigatório em todas as etapas.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você irá aprofundar com os alunos a discussão proposta para a aula. Para isso, os alunos divididos em grupos de até quatro membros deverão realizar a leitura de três textos para análise em grupo. Acesse o link para o arquivo de impressão dos textos: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/aNNCsdgeck5JpbDjS2xydW5DUHtzfeN9r3w4ECSE7WPbJ6t47RTQ8HkBfE7a/his8-23und01-problematizacao.pdf

  • Entregue os textos para os alunos e oriente que realizem a leitura das fontes.
  • Oriente os alunos a perceber as semelhanças nos discursos das duas primeiras fontes, ambas do século XIX, escritas por defensores das teorias de superioridade racial branca, e como o terceiro texto se relaciona com os dois primeiros.
  • Questione os alunos como esta visão da superioridade branca europeia ainda é presente no imaginário da população. Relembre as respostas dadas à primeira pergunta da aula, se eles tiverem sido neste sentido.
  • Pergunte aos alunos se eles reconhecem nos textos do século XIX um traço do discurso do “mito civilizatório” e por que.
  • Auxilie os alunos a refletir como a construção da ideia de superioridade branca ainda é perene na nossa sociedade, e relacione as teorias raciais do século XIX com a perpetuação do racismo.
  • É importante que você reforce que as teorias raciais do século XIX obtinham respaldo numa corrente de pensamento científico, o darwinismo social, que teorizava sobre a inferioridade das raças não brancas, e que este fator foi determinante para que o racismo fosse ainda mais institucionalizado nas sociedades racializadas.
  • É importante reforçar com os alunos que este racismo não estava restrito às populações negras, mas também aos asiáticos, árabes, indianos, latinos. Ou seja, todos os não brancos. Mas, aqui no Brasil, estas teorias são amplamente adotadas pelas elites intelectuais e também pelas instituições estatais e utilizadas para reforçar o racismo estrutural e a segregação entre negros e brancos no país.
  • Comente com os alunos que estas teorias também eram utilizadas para segregar e inferiorizar portadores de deficiência física e pessoas mentalmente atípicas.
  • É importante reiterar com os alunos que estas teorias, inclusive, deram base para as ideologias nazifascistas que irão vigorar na Europa no
    pós-Primeira Guerra Mundial.

O objetivo é que os alunos consigam relacionar as teorias “científicas” que institucionalizam o racismo no século XIX servem de pano de fundo para a ação imperialista da Europa nos continentes africano e asiático e deixam como legado um racismo estrutural que se perpetua nas sociedades coloniais até os dias de hoje.

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

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Tempo sugerido: 20 minutos.

Orientações: Após as discussões e a análise dos textos realizadas em sala de aula, ainda em grupo, os alunos deverão desenvolver um pequeno Mapa mental para explicar o que foi o neocolonialismo no século XIX. Ao término, os grupos devem apresentar os seus mapas para o restante da sala, compartilhando os resultados. O aluno deve criar um mapa que relacione o neocolonialismo com as teorias raciais do século XIX apresentadas e debatidas, contemplando assim o objetivo da aula.

Você pode acessar um exemplo de como este Mapa mental deve ser feito aqui: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/jseQeX2QjeUNzK65nZWTjfYNG3TG4qYmQw8TScnSsheUZ9sBuWY227eJufDh/his8-23und01-exemplo-sistematizacao.pdf

Para você saber mais: Indicamos algumas leituras caso tenha interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto:

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