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Plano de aula > História > 8º ano > O Brasil no século XIX

Plano de aula - Políticas dirigidas aos indígenas no Império: as leis durante o período imperial

Plano de aula de História com atividades para 8º ano do EF sobre Políticas dirigidas aos indígenas no Império: as leis durante o período imperial

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Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Julia Bittencourt Barbosa Correa

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Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08HI21, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Lápis.
  • Caderno.
  • Canetas.
  • Borracha.
  • Canetas coloridas.
  • Folha sulfite A4.

Material complementar: Aqui estão os links para acessar as fontes que devem ser impressas para esta aula:

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete o objetivo da aula para os alunos, se não dispuser do recurso, escreva-o no quadro e realize a leitura coletiva com a sala. Certifique-se de que todos compreenderam e esclareça as eventuais dúvidas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019.
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você irá introduzir o assunto a ser discutido em sala de aula. Para isso, você deve ler a definição de José Bonifácio sobre o “bom selvagem”, referindo-se aos indígenas brasileiros no período do Império. O objetivo é que os alunos compreendam como esta visão acerca dos povos originários foi determinante para as políticas públicas indigenistas que iriam ser tomadas por parte do governo imperial no século XIX. Você pode fazer uma breve biografia de José Bonifácio explicando como as obras do intelectual foram importantes na definição das políticas da época.
É importante ressaltar que, mesmo defendendo que o indígena “não é mau”, Bonifácio defende a visão supremacista da elite branca. Você pode encontrar uma pequena biografia do estadista aqui: http://www.obrabonifacio.com.br/bibliografia/.

É importante ressaltar que, mesmo defendendo que o indígena “não é mau”, Bonifácio defende a visão supremacista da elite branca.

O link para acessar o documento para impressão caso ache necessário: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/tXEDeRYzkwuTPXqRAHTtnEcFQJWbcKSdet7A6XAHXjsPA7pANxJgG7B8hDe4/his8-21und01-fonte-contexto.pdf. Ressaltando que nesta etapa você não precisa necessariamente imprimir o documento, pode somente ler a definição, escrever no quadro ou projetar o slide para a sala.

Como adequar à sua realidade: Caso você viva numa reserva indígena ou num local sabido anteriormente pertencentes aos indígenas da sua região, você pode realizar uma pesquisa com os alunos para descobrir como este local se inseriu nas políticas imperiais de terras indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019.
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 23 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como essa política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual dessa população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como essa política
foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como esta política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto nas fontes secundárias. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como esta política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações: Para finalizar, os grupos deverão elaborar uma atividade que sintetize os conhecimentos que adquiriram durante a aula.

Após a leitura e o debate, os alunos deverão criar uma frase de até cinco linhas, que deve ser construída de maneira colaborativa entre os membros dos grupos, que sintetize o que eles compreenderam sobre as políticas dirigidas aos povos indígenas durante o período imperial. Peça para que os alunos escrevam as frases em folhas sulfites e no fim, monte com eles um mural onde estejam expostas todas as frases escritas pelos grupos.

Como adequar à sua realidade: Caso você viva numa comunidade indígena você pode adequar a linha do tempo à História da sua comunidade.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08HI21, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários:

  • Lápis.
  • Caderno.
  • Canetas.
  • Borracha.
  • Canetas coloridas.
  • Folha sulfite A4.

Material complementar: Aqui estão os links para acessar as fontes que devem ser impressas para esta aula:

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.
Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Projete o objetivo da aula para os alunos, se não dispuser do recurso, escreva-o no quadro e realize a leitura coletiva com a sala. Certifique-se de que todos compreenderam e esclareça as eventuais dúvidas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019.
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.
Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Nesta etapa você irá introduzir o assunto a ser discutido em sala de aula. Para isso, você deve ler a definição de José Bonifácio sobre o “bom selvagem”, referindo-se aos indígenas brasileiros no período do Império. O objetivo é que os alunos compreendam como esta visão acerca dos povos originários foi determinante para as políticas públicas indigenistas que iriam ser tomadas por parte do governo imperial no século XIX. Você pode fazer uma breve biografia de José Bonifácio explicando como as obras do intelectual foram importantes na definição das políticas da época.
É importante ressaltar que, mesmo defendendo que o indígena “não é mau”, Bonifácio defende a visão supremacista da elite branca. Você pode encontrar uma pequena biografia do estadista aqui: http://www.obrabonifacio.com.br/bibliografia/.

É importante ressaltar que, mesmo defendendo que o indígena “não é mau”, Bonifácio defende a visão supremacista da elite branca.

O link para acessar o documento para impressão caso ache necessário: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/tXEDeRYzkwuTPXqRAHTtnEcFQJWbcKSdet7A6XAHXjsPA7pANxJgG7B8hDe4/his8-21und01-fonte-contexto.pdf. Ressaltando que nesta etapa você não precisa necessariamente imprimir o documento, pode somente ler a definição, escrever no quadro ou projetar o slide para a sala.

Como adequar à sua realidade: Caso você viva numa reserva indígena ou num local sabido anteriormente pertencentes aos indígenas da sua região, você pode realizar uma pesquisa com os alunos para descobrir como este local se inseriu nas políticas imperiais de terras indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

  • Lei nº 601, 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L0601-1850.htm. Acesso em: 22/2/2019.
  • BEOZZO, José Oscar. Leis e regimentos das missões: política indigenista no Brasil. São Paulo, Loyola, 1983, p.79-80. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/UFESUPEM/article/viewFile/18157/12248. Acesso em: 22/2/2019.
  • MOREIRA, Vânia Maria Losada. Os índios e Império: História, direitos sociais e agenciamento indígena. Trabalho Apresentado no XXV Simpósio Nacional de História, Simpósio Temático 36: Os Índios na História, 13-17 de julho de 2009. Disponível em: http://mukamukaupataxo.art.br/IMG/pdf/indios_direitos.pdf. Acesso em: 22/2/2019.
  • José Bonifácio de Andrada e Silva, op. cit., p. 186-187. Sobre os índios do Brasil no repertório das idéias iluministas cf. Afonso Arinos de Melo Franco, O índio brasileiro e a Revolução Francesa – As origens brasileiras da teoria da bondade natural, 3. ed., Rio de Janeiro, Topbooks, sd.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 23 minutos.

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como essa política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

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Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual dessa população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como essa política
foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Slide Plano Aula

Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto na fonte secundária. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como esta política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

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Orientações: Nesta etapa você deve aprofundar o debate proposto pela aula.

  • Separe a sala em grupos de até cinco participantes e entregue os documentos da aula impressos para os grupos.

Link para acessar o documento de impressão: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/FmmWxsvvb7SqRgsessKPPJVgzcy4seYZQFqvtWJ226c3r3wHbRkCq27BBpKv/his8-21und01-fontes-problematizacao.pdf

  • Peça para que os grupos realizem a leitura e análise das fontes.
  • Comente com os grupos sobre a grafia dos documentos, explicando que é uma fonte primária, ou seja, um documento de época, por isso escrito conforme era o português naquele momento.
  • Oriente que os alunos percebam as semelhanças e diferenças presentes nas fontes, tanto nas duas fontes primárias quanto nas fontes secundárias. Aponte, por exemplo, a diferença na escrita, comentando que a versão da lei analisada está em português arcaico. Diga aos alunos que prestem atenção nas datas dos decretos de lei e quais elementos dos decretos eles reconhecem no texto de José Oscar Beozzo.
  • Questione os alunos se eles conseguem relacionar a análise da primeira fonte, a do Contexto, onde há a definição de “bom selvagem” por
    José Bonifácio, com o conteúdo presente nas leis criadas pelo Império.
  • Auxilie que os alunos compreendam os objetivos finais da criação destas legislações para os povos indígenas, relacionando com o contexto histórico imperial e o objetivo do governo de ocupar as terras indígenas e transformá-las em propriedade privada.

É importante que reforce que a política imperial se baseava no extermínio indígena, seja este o físico, praticando o genocídio das populações nativas, e também a partir do seu apagamento cultural, anulando sua cultura, modo de vida, linguagem, religião. Esta política se concretizava na catequização compulsória dos indígenas e também na transformação gradual desta população em trabalhadora rural, justificando esta transformação como forma de “inserção” do indígena na sociedade imperial branca. Também enfatize com os alunos como esta política foi fundamental na abertura para a entrada da migração branca no Brasil, ocupando as terras antes indígenas.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos.

Orientações: Para finalizar, os grupos deverão elaborar uma atividade que sintetize os conhecimentos que adquiriram durante a aula.

Após a leitura e o debate, os alunos deverão criar uma frase de até cinco linhas, que deve ser construída de maneira colaborativa entre os membros dos grupos, que sintetize o que eles compreenderam sobre as políticas dirigidas aos povos indígenas durante o período imperial. Peça para que os alunos escrevam as frases em folhas sulfites e no fim, monte com eles um mural onde estejam expostas todas as frases escritas pelos grupos.

Como adequar à sua realidade: Caso você viva numa comunidade indígena você pode adequar a linha do tempo à História da sua comunidade.

Para você saber mais: Caso ache necessário aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, sugerimos as seguintes leituras:

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