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Plano de aula > História > 8º ano > O Brasil no século XIX

Plano de aula - A Guerra da Cisplatina e a formação do território brasileiro (1825-1828)

Plano de aula de História com atividades para 8º ano do EF sobre A Guerra da Cisplatina e a formação do território brasileiro (1825-1828)

Plano 01 de 2 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: João Carlos De Melo Silva

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08H17, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Projetor de imagens ou cópias impressas das imagens e textos.

Material complementar:

Para você saber mais:

FLORES, Mariana Flores da Cunha Thompson. Visões da Cisplatina: A criação do Estado Oriental por Lavalleja e Anônimo. Aedos, Porto Alegre, v. 2, n. 3, p.12-33, jun. 2009. Disponível em https://seer.ufrgs.br/aedos/article/view/10581/6219 Acesso em: 28/1/2019.

PRADO, Maria Lígia; PELLEGRINO, Gabriela. O horizonte republicano nos Estados nacionais em formação. In: PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2016. pp. 43-57.

Política externa joanina: Questão Cisplatina. Disponível em http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/brasil-monarquico/88-a-corte-no-rio-de-janeiro/8856-a-pol%C3%ADtica-externa-joanina-a-quest%C3%A3o-do-prata Acesso em: 28/1/2019.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Leia o objetivo junto com a turma.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 4 minutos.

Orientações:

  • Comece a aula exibindo a imagem acima.
  • Pergunte aos alunos se eles conhecem estes homens e qual a nacionalidade de cada um deles. Os alunos provavelmente vão identificar Neymar, atacante brasileiro, e os outros dois como Cavani e Suárez, dois atacantes uruguaios.
  • Pergunte aos alunos se eles sabiam que o território que hoje corresponde ao Uruguai já foi parte do Brasil. Portanto estes jogadores poderiam fazer parte da Seleção Brasileira se alguns acontecimentos do passado tivessem se dado de outra forma.
  • Em seguida explique que podemos compreender esta transformação no território brasileiro no contexto do imperialismo. Nesta época o Brasil era um império e tinha objetivos imperialistas no continente, tanto de se expandir por terras que ele considerava valiosas quanto de evitar que outras potências locais se formassem. Neste período os governantes associavam o tamanho do território ao poder da nação, e as guerras eram justificadas por esta ideologia.

Utilize este arquivo para imprimir as fotos. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/UtX3VfNPTwKpfv4DH8vkM2PMQYrsXMerv6h9ChQ6bR3HbC9cAQ28yyEHfGGf/his8-17und01-imagem-do-contexto.pdf

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente os dois mapas para os alunos.
  • Peça para eles que comparem os mapas e identifiquem quais foram as principais diferenças notadas. Espera-se que os alunos percebam que as divisões e os nomes dos estados mudaram significativamente, e que no Sul havia uma Cisplatina, que não existe mais. Além do Acre, que ainda não fazia parte do território brasileiro.
  • Assim que os alunos perceberem a ausência do Acre no primeiro mapa e a ausência da Cisplatina no segundo explique que o território do Acre foi incorporado pelo Brasil em 1908 a partir do Tratado de Petrópolis, enquanto a Cisplatina foi anexada pelo Brasil em 1821, mas declarou Independência em 1828. Hoje em dia ela corresponde ao Uruguai.
  • Sugerimos 5 minutos para analisar os mapas. Depois disso passe para a próxima atividade.

O arquivo para imprimir os mapas está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5jcrCqbhBVmBafac2SaZDJ9Jg3NcuTkeXnUkdS8Xahwb5ra6w5wnasCwXCYH/his8-17und01-fonte-1-da-problematizacao.pdf

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente os dois mapas para os alunos.
  • Peça para eles que comparem os mapas e identifiquem quais foram as principais diferenças notadas. Se espera que os alunos percebam que as divisões e os nomes dos estados mudaram significativamente, e que no Sul havia uma Cisplatina, que não existe mais. Além do Acre, que ainda não fazia parte do território brasileiro.
  • Assim que os alunos perceberem a ausência do Acre no primeiro mapa e a ausência da Cisplatina no segundo explique que o território do Acre foi incorporado pelo Brasil em 1908 a partir do Tratado de Petrópolis, enquanto a Cisplatina foi anexada pelo Brasil em 1821, mas declarou Independência em 1828. Hoje em dia ela corresponde ao Uruguai.
  • Sugerimos 5 minutos para analisar os mapas. Depois disso passe para a próxima atividade.

O arquivo para imprimir os mapas está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5jcrCqbhBVmBafac2SaZDJ9Jg3NcuTkeXnUkdS8Xahwb5ra6w5wnasCwXCYH/his8-17und01-fonte-1-da-problematizacao.pdf

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Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente o esquema acima para os alunos.
  • Pergunte aos alunos se eles têm conhecimento de alguma guerra que o Brasil já tenha participado. Normalmente os alunos não têm conhecimento do passado imperialista do Brasil, idealizando uma imagem pacifista ou neutra que mais condiz com o passado recente da diplomacia brasileira. É interessante desconstruir isso para entender como o Brasil estava inserido nas disputas continentais que são estudadas ao longo de todo o ano.
  • Logo em seguida ressalte que a Cisplatina foi uma região bastante disputada desde os tempos coloniais entre Portugal e Espanha. O Brasil começou a intervir na região desde o reinado de D. João VI, quando ainda era uma colônia portuguêsa elevada a reino unido. Com a Independência o filho de D. João VI, D. Pedro I, continuou os planos de dominar a região. A Argentina também tinha interesse em anexar a Cisplatina ao seu território, pois queria manter toda a área que pertencia ao Vice-Reino Do Rio de Prata.
  • Relate que o conflito que foi deflagrado em 1826 e mantido até 1828 custou bastante para as partes envolvidas. Além da perda humana na violência da guerra, os cofres públicos brasileiros sentiram o impacto dos custos bélicos. Posteriormente esta guerra agravou a crise do governo de D. Pedro I.
  • Relate que a conclusão do conflito foi mediada pela Inglaterra, que estava preocupada com a interdição dos portos e a diminuição das importações de produtos ingleses decorrentes da guerra. O acordo de paz declarou a Cisplatina como país independente. Este documento será apresentado logo em seguida.
  • Sugerimos 10 minutos para a atividade com este diagrama. Logo em seguida passe para a análise da fonte.

.

O arquivo para imprimir o diagrama está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Nx9Dmm3c4Hk9YgbkkukKdygxhyNa7TbNvGm6pfHCNzJsV83JzMqCtu6J9Sz7/his8-17und01-diagrama-da-cronologia-da-guerra.pdf

Para você saber mais:

O texto abaixo contém um resumo didático da Questão da Cispatina desde o período joanino até Primeiro Reinado http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/brasil-monarquico/88-a-corte-no-rio-de-janeiro/8856-a-pol%C3%ADtica-externa-joanina-a-quest%C3%A3o-do-prata

Este artigo traz uma análise de duas fontes importantes para entender a Questão da Cisplatina, além de trazer um detalhamento mais aprofundado das relações entre as Provincias Unidas e a Banda Oriental https://seer.ufrgs.br/aedos/article/view/10581/6219

O texto analisa as relações entre o discurso republicano dos países latinos e a participação popular na política. Traz um apanhado factual da tensão entre o Brasil e a Cisplatina de D. João VI até o Segundo Reinado.

PRADO, Maria Lígia; PELLEGRINO, Gabriela. O horizonte republicano nos Estados nacionais em formação. In: PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2016. pp. 43-57.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente a fonte para os alunos. Explique que esta fonte é um tratado de paz assinado entre o Império brasileiro e a província Cisplatina concordando com a sua Independência.
  • Pergunte aos alunos qual foi a declaração da parte do Império brasileiro. No Artigo 1 o imperador declara a Província de Montevidéu como território livre e independente.
  • Pergunte aos alunos qual foi a reação da República das Províncias Unidas do Rio de Prata. Os alunos deverão identificar no Artigo 2 que as Províncias Unidas acompanharam o Império brasileiro na decisão.
  • Pergunte aos alunos quem parece ter saído em situação vantajosa deste tratado. Eles devem inferir que a Província de Montevideo, atual Uruguai, obteve a vantagem de ser reconhecida como território independente.
  • Pergunte como ficou resolvida a questão dos prisioneiros de guerra. No artigo 16 está explicado que os prisioneiros de guerra poderão voltar para os seus países depois de quitar eventuais dívidas.
  • Sugerimos 10 minutos para analisar esta fonte. Logo em seguida passe para a Sistematização.

A transcrição completa dos trechos selecionados da fonte está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/v7V7M3qm7kzSR5ZYXgrGG3BJmkfAdEZkF3ER4tnjPeCEwHKSFbGKHydRPm6R/his8-17und01-fonte-2-da-problematizacao.pdf

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Oriente os alunos a escrever um texto curto e descontraído como se fosse um pedido para que os jogadores uruguaios venham reforçar a Seleção Brasileira.
  • Exija que os alunos usem argumentos referentes à Guerra da Cisplatina. Eles devem usar dados históricos para convencer os jogadores de que eles poderiam fazer parte do Brasil se não fosse o resultado de uma guerra que ocorreu no século XIX.
  • O objetivo da tarefa é fazer um exercício contrafactual. Os alunos deverão construir a argumentação mencionando o que poderia ter acontecido caso algum evento do conflito da Cisplatina tivesse acontecido diferente. Neste ponto eles são livres para usar a imaginação, como por exemplo “Se o Brasil tivesse vencido a guerra” ou “Se as Províncias Unidas não tivessem aceitado o tratado”, “Se a Inglaterra não tivesse intervido”.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08H17, de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Projetor de imagens ou cópias impressas das imagens e textos.

Material complementar:

Para você saber mais:

FLORES, Mariana Flores da Cunha Thompson. Visões da Cisplatina: A criação do Estado Oriental por Lavalleja e Anônimo. Aedos, Porto Alegre, v. 2, n. 3, p.12-33, jun. 2009. Disponível em https://seer.ufrgs.br/aedos/article/view/10581/6219 Acesso em: 28/1/2019.

PRADO, Maria Lígia; PELLEGRINO, Gabriela. O horizonte republicano nos Estados nacionais em formação. In: PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2016. pp. 43-57.

Política externa joanina: Questão Cisplatina. Disponível em http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/brasil-monarquico/88-a-corte-no-rio-de-janeiro/8856-a-pol%C3%ADtica-externa-joanina-a-quest%C3%A3o-do-prata Acesso em: 28/1/2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Leia o objetivo junto com a turma.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 4 minutos.

Orientações:

  • Comece a aula exibindo a imagem acima.
  • Pergunte aos alunos se eles conhecem estes homens e qual a nacionalidade de cada um deles. Os alunos provavelmente vão identificar Neymar, atacante brasileiro, e os outros dois como Cavani e Suárez, dois atacantes uruguaios.
  • Pergunte aos alunos se eles sabiam que o território que hoje corresponde ao Uruguai já foi parte do Brasil. Portanto estes jogadores poderiam fazer parte da Seleção Brasileira se alguns acontecimentos do passado tivessem se dado de outra forma.
  • Em seguida explique que podemos compreender esta transformação no território brasileiro no contexto do imperialismo. Nesta época o Brasil era um império e tinha objetivos imperialistas no continente, tanto de se expandir por terras que ele considerava valiosas quanto de evitar que outras potências locais se formassem. Neste período os governantes associavam o tamanho do território ao poder da nação, e as guerras eram justificadas por esta ideologia.

Utilize este arquivo para imprimir as fotos. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/UtX3VfNPTwKpfv4DH8vkM2PMQYrsXMerv6h9ChQ6bR3HbC9cAQ28yyEHfGGf/his8-17und01-imagem-do-contexto.pdf

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Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente os dois mapas para os alunos.
  • Peça para eles que comparem os mapas e identifiquem quais foram as principais diferenças notadas. Espera-se que os alunos percebam que as divisões e os nomes dos estados mudaram significativamente, e que no Sul havia uma Cisplatina, que não existe mais. Além do Acre, que ainda não fazia parte do território brasileiro.
  • Assim que os alunos perceberem a ausência do Acre no primeiro mapa e a ausência da Cisplatina no segundo explique que o território do Acre foi incorporado pelo Brasil em 1908 a partir do Tratado de Petrópolis, enquanto a Cisplatina foi anexada pelo Brasil em 1821, mas declarou Independência em 1828. Hoje em dia ela corresponde ao Uruguai.
  • Sugerimos 5 minutos para analisar os mapas. Depois disso passe para a próxima atividade.

O arquivo para imprimir os mapas está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5jcrCqbhBVmBafac2SaZDJ9Jg3NcuTkeXnUkdS8Xahwb5ra6w5wnasCwXCYH/his8-17und01-fonte-1-da-problematizacao.pdf

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Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente os dois mapas para os alunos.
  • Peça para eles que comparem os mapas e identifiquem quais foram as principais diferenças notadas. Se espera que os alunos percebam que as divisões e os nomes dos estados mudaram significativamente, e que no Sul havia uma Cisplatina, que não existe mais. Além do Acre, que ainda não fazia parte do território brasileiro.
  • Assim que os alunos perceberem a ausência do Acre no primeiro mapa e a ausência da Cisplatina no segundo explique que o território do Acre foi incorporado pelo Brasil em 1908 a partir do Tratado de Petrópolis, enquanto a Cisplatina foi anexada pelo Brasil em 1821, mas declarou Independência em 1828. Hoje em dia ela corresponde ao Uruguai.
  • Sugerimos 5 minutos para analisar os mapas. Depois disso passe para a próxima atividade.

O arquivo para imprimir os mapas está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/5jcrCqbhBVmBafac2SaZDJ9Jg3NcuTkeXnUkdS8Xahwb5ra6w5wnasCwXCYH/his8-17und01-fonte-1-da-problematizacao.pdf

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Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente o esquema acima para os alunos.
  • Pergunte aos alunos se eles têm conhecimento de alguma guerra que o Brasil já tenha participado. Normalmente os alunos não têm conhecimento do passado imperialista do Brasil, idealizando uma imagem pacifista ou neutra que mais condiz com o passado recente da diplomacia brasileira. É interessante desconstruir isso para entender como o Brasil estava inserido nas disputas continentais que são estudadas ao longo de todo o ano.
  • Logo em seguida ressalte que a Cisplatina foi uma região bastante disputada desde os tempos coloniais entre Portugal e Espanha. O Brasil começou a intervir na região desde o reinado de D. João VI, quando ainda era uma colônia portuguêsa elevada a reino unido. Com a Independência o filho de D. João VI, D. Pedro I, continuou os planos de dominar a região. A Argentina também tinha interesse em anexar a Cisplatina ao seu território, pois queria manter toda a área que pertencia ao Vice-Reino Do Rio de Prata.
  • Relate que o conflito que foi deflagrado em 1826 e mantido até 1828 custou bastante para as partes envolvidas. Além da perda humana na violência da guerra, os cofres públicos brasileiros sentiram o impacto dos custos bélicos. Posteriormente esta guerra agravou a crise do governo de D. Pedro I.
  • Relate que a conclusão do conflito foi mediada pela Inglaterra, que estava preocupada com a interdição dos portos e a diminuição das importações de produtos ingleses decorrentes da guerra. O acordo de paz declarou a Cisplatina como país independente. Este documento será apresentado logo em seguida.
  • Sugerimos 10 minutos para a atividade com este diagrama. Logo em seguida passe para a análise da fonte.

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O arquivo para imprimir o diagrama está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Nx9Dmm3c4Hk9YgbkkukKdygxhyNa7TbNvGm6pfHCNzJsV83JzMqCtu6J9Sz7/his8-17und01-diagrama-da-cronologia-da-guerra.pdf

Para você saber mais:

O texto abaixo contém um resumo didático da Questão da Cispatina desde o período joanino até Primeiro Reinado http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/brasil-monarquico/88-a-corte-no-rio-de-janeiro/8856-a-pol%C3%ADtica-externa-joanina-a-quest%C3%A3o-do-prata

Este artigo traz uma análise de duas fontes importantes para entender a Questão da Cisplatina, além de trazer um detalhamento mais aprofundado das relações entre as Provincias Unidas e a Banda Oriental https://seer.ufrgs.br/aedos/article/view/10581/6219

O texto analisa as relações entre o discurso republicano dos países latinos e a participação popular na política. Traz um apanhado factual da tensão entre o Brasil e a Cisplatina de D. João VI até o Segundo Reinado.

PRADO, Maria Lígia; PELLEGRINO, Gabriela. O horizonte republicano nos Estados nacionais em formação. In: PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2016. pp. 43-57.

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Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Apresente a fonte para os alunos. Explique que esta fonte é um tratado de paz assinado entre o Império brasileiro e a província Cisplatina concordando com a sua Independência.
  • Pergunte aos alunos qual foi a declaração da parte do Império brasileiro. No Artigo 1 o imperador declara a Província de Montevidéu como território livre e independente.
  • Pergunte aos alunos qual foi a reação da República das Províncias Unidas do Rio de Prata. Os alunos deverão identificar no Artigo 2 que as Províncias Unidas acompanharam o Império brasileiro na decisão.
  • Pergunte aos alunos quem parece ter saído em situação vantajosa deste tratado. Eles devem inferir que a Província de Montevideo, atual Uruguai, obteve a vantagem de ser reconhecida como território independente.
  • Pergunte como ficou resolvida a questão dos prisioneiros de guerra. No artigo 16 está explicado que os prisioneiros de guerra poderão voltar para os seus países depois de quitar eventuais dívidas.
  • Sugerimos 10 minutos para analisar esta fonte. Logo em seguida passe para a Sistematização.

A transcrição completa dos trechos selecionados da fonte está aqui. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/v7V7M3qm7kzSR5ZYXgrGG3BJmkfAdEZkF3ER4tnjPeCEwHKSFbGKHydRPm6R/his8-17und01-fonte-2-da-problematizacao.pdf

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Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Oriente os alunos a escrever um texto curto e descontraído como se fosse um pedido para que os jogadores uruguaios venham reforçar a Seleção Brasileira.
  • Exija que os alunos usem argumentos referentes à Guerra da Cisplatina. Eles devem usar dados históricos para convencer os jogadores de que eles poderiam fazer parte do Brasil se não fosse o resultado de uma guerra que ocorreu no século XIX.
  • O objetivo da tarefa é fazer um exercício contrafactual. Os alunos deverão construir a argumentação mencionando o que poderia ter acontecido caso algum evento do conflito da Cisplatina tivesse acontecido diferente. Neste ponto eles são livres para usar a imaginação, como por exemplo “Se o Brasil tivesse vencido a guerra” ou “Se as Províncias Unidas não tivessem aceitado o tratado”, “Se a Inglaterra não tivesse intervido”.
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