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Plano de aula > História > 5º ano > Registros da história: linguagens e culturas

Plano de aula - Contos indígenas brasileiros. Memória, história oral e formas de marcar o tempo por meio da etnoastronomia

Plano de aula de História com atividades para 5º ano do EF sobre Contos indígenas brasileiros. Memória, história oral e formas de marcar o tempo por meio da etnoastronomia

Plano 06 de 10 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Gabriela Ferreira Bustamante Fonseca

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF05HI08 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Neste plano você poderá trabalhar a etnoastronomia, que se relaciona a todo tipo de registro feito acerca da observação dos astros no céu pelos grupos indígenas. Esse estudo permitiu aos indígenas o desenvolvimento de calendários baseados na percepção dos eventos cíclicos da natureza e transmitido por meio dos mitos pela cultura oral.

Para a realização desse plano é importante ler atentamente todas as fichas para poder explicar os fenômenos aos alunos, caso necessário.

Materiais necessários: Para a realização da atividade da sistematização, serão necessários folhas de sulfite e de materiais como lápis de cor e canetas hidrográficas para o registro. Forneça também revistas, cola e tesoura, se quiser que os alunos trabalhem com colagens.

Material complementar:

Nesse plano, utilize as fichas complementares a seguir:

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: Cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: Invernos e verões https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: O homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: O sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/YrrYgeBqFnXyms2GyAYgvxJCf5pVufTNn3qnyAFw5rpyHAAxJfZvsfTrtw85/o-caso-das-constelacoes.pdf

Ficha 9: Plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 10: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Além delas, também encontrará um modelo para o Guia da Etnoastronomia: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/xSChPDXunw5wKttchKk9WX6jpCeX3suFHrUFBhBdw3gSASS43vntqFTuEkUp/his5-08und06-pagina-do-guia.pdf

E a narrativa indígena "Por que o sol anda tão devagar?": https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/83SW84VSz7KkuJHqueP5ftkBDfwecge9jbJe2PZdAvmP6gcTTZrnHVJ8HTba/his5-08und06-narrativa-indigena-porque-o-sol-anda-tao-devagar.pdf

Para você saber mais:

Alguns dos conceitos utilizados nas fichas envolvem a compreensão de eventos astronômicos. Para isso, recomenda-se a leitura completa dos dois documentos que serviram como base para o desenvolvimento das atividades. O primeiro trata da etnoastronomia entre os indígenas guaranis, e traz muitas informações interessantes além do que está nas fichas. Disponível em: https://www.mat.uc.pt/mpt2013/files/tupi_guarani_GA.pdf (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

O segundo, um artigo do site Instituto Socioambiental, traz mais detalhes sobre o grupo Tukano e como eles sistematizaram as informações observadas no céu noturno. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Astronomia_tukano (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Além disso é interessante compreender bem o conceito de etnoastronomia e seus desdobramentos sociais e econômicos.

De acordo com Mourão a definição de etnoastronomia se dá da seguinte forma: “Ciência que tem por fim estudar, por intermédio dos costumes de um povo, os seus conhecimentos astronômicos (...)” Fonte: MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. 2a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 287.

No artigo “O universo das sociedades numa perspectiva relativa: exercícios de etnoastronomia”, adiciona-se ao conceito definido por Mourão a ideia de que a etnoastronomia tem “o intuito de difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive.” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Essa perspectiva precisa estar aparente no estudo do conteúdo desse plano de aula para que os alunos compreendam a relevância e importância cultural que a observação dos astros têm para os grupos indígenas, tão válida quanto outros instrumentos e teorias utilizados na marcação do tempo de outras sociedades. O artigo explora práticas didáticas utilizadas no Planetário do Pará para a compreensão da aplicação do termo em um contexto educativo.

FARES, Érika Akel; Karla Pessoa MARTINS; MACIEL, Lidiane e Michel Sauma FILHO - O universo das sociedades numa perspectiva relativa: exercícios de etnoastronomia. Disponível em: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Além do artigo, você também pode assistir ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Para falar sobre os mitos indígenas, recomenda-se leitura do artigo do site Instituto Socioambiental, que diferencia o conceito de mito com o de lenda. Mito é a nomenclatura indicada pois as histórias são parte de um conjunto de crenças que influencia nas condições sociais e econômicas dos povos indígenas, sendo mais do que lendas, algo que faz parte somente do imaginário. https://pib.socioambiental.org/pt/Mitos_e_cosmologia (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minutos

Orientações: Explique para os alunos que eles irão conhecer o que é etnoastronomia e saber como os indígenas usavam a observação do céu para marcar o tempo.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientações: Inicie a aula com a pergunta: o que podemos ver no céu noturno e como acontece a noite? Verifique o que as crianças entendem sobre o movimento de rotação da Terra, e se necessário explique brevemente como esse fenômeno acontece dando origem para o dia e para a noite. A imagem do slide pode colaborar com a explicação e até mesmo para que os alunos recordem esse conteúdo.

Explique para os alunos que os fenômenos da natureza são explicados de diferentes formas por cada povo indígena. Todos eles são grandes observadores da natureza e tem explicações diversas para o surgimento do dia, da noite e o movimento dos astros no céu. Para conhecer essas diferentes visões, eles podem procurar pelas obras de Daniel Munduruku, que registou mitos de diferentes origens em seus livros.

Diga para os alunos que irá contar um mito de origem Karajá, chamado “Por que o sol anda tão devagar?” , disponível nesse link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/83SW84VSz7KkuJHqueP5ftkBDfwecge9jbJe2PZdAvmP6gcTTZrnHVJ8HTba/his5-08und06-narrativa-indigena-porque-o-sol-anda-tao-devagar.pdf

Converse sobre como os Karajás explicam através desse mito o surgimento do dia e quais as diferenças que percebem entre o dia e a noite.

Observe se os seus alunos compreendem o movimento de rotação da Terra que dá origem aos dias e às noites e as fases da lua. Se necessário, explique os conceitos. Faça isso através de vídeos. https://www.youtube.com/watch?v=CiOezkc0_nA para o movimento de rotação (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

https://www.youtube.com/watch?v=N2wTtaJEtNY para fases da lua 1’’07’ até 2’’00 (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Você pode escolher outros contos com maior ou menor complexidade, de acordo com o perfil dos alunos de sua sala.

Para você saber mais: Para saber mais sobre o autor Daniel Munduruku, acesse o blog do autor: http://danielmunduruku.blogspot.com/p/daniel-munduruku.html (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 16 minutos

Orientações: Retome o que os alunos apontaram como elementos que podem ser vistos no céu noturno e a explicação que temos para a existência da noite. Pergunte como eles acham que os cientistas começaram a pensar nessas explicações. Eles eram observadores do céu noturno? Explique que diferentes grupos humanos estudaram o céu noturno, dando origem para os estudos que existem hoje sobre astronomia. Explique que muitos grupos indígenas também observam o céu e o movimento das estrelas durante a noite há muito tempo. Essas observações deram origem à etnoastronomia, que é o resultado das investigações do céu pelos indígenas. Em grupos, os alunos devem analisar nas fichas como eles explicavam os fenômenos que aconteciam no céu, e de que forma esses fenômenos implicam na marcação do tempo nessas sociedades.

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: O ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: o homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: o sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 9: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Esse plano contém 9 fichas em anexo. É importante pensar na quantidade de alunos da sala para dividi-los no trabalho em grupo.

Na análise, os alunos devem registrar ou destacar no texto os seguintes dados:

1 - Nome do povo indígena;

2 - Astro ou fenômeno da natureza que o texto trata;

3 - Explicação para o fenômeno;

4 - Como ele é usado para marcar o tempo.

Enquanto os alunos fazem as análises, circule entre os grupos para tirar possíveis dúvidas sobre os textos. Ao final da análise, exiba a definição do conceito de etnoastronomia, fazendo comparações entre os aspecto do respeito à natureza e da presença de explicações culturais para os fenômenos do céu.

Como adequar à sua realidade: Observe com atenção a formação dos grupos. Para esse trabalho é interessante que os alunos discutam juntos para ampliar as percepções que têm dos textos. Escolha as fichas de acordo com o número de grupos, observando se diferentes fenômenos e astros são contemplados.

Para você saber mais: O conceito de etnoastronomia deve ser bem trabalhado, de forma a “difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Para isso tenha atenção para a forma como as crianças debatem as ideias das fichas dentro dos grupos. Para saber mais sobre práticas didáticas com a etnosatronomia acesse o artigo de Fares, Martins, Maciel e Filho no site da Universidade Federal de Santa Catarina através do link: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Ou assistir o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 16 minutos

Orientações: Retome o que os alunos apontaram como elementos que podem ser vistos no céu noturno e a explicação que temos para a existência da noite. Pergunte como eles acham que os cientistas começaram a pensar nessas explicações. Eles eram observadores do céu noturno? Explique que diferentes grupos humanos estudaram o céu noturno, dando origem para os estudos que existem hoje sobre astronomia. Explique que muitos grupos indígenas também observam o céu e o movimento das estrelas durante a noite há muito tempo. Essas observações deram origem à etnoastronomia, que é o resultado das investigações do céu pelos indígenas. Em grupos, os alunos devem analisar nas fichas como eles explicavam os fenômenos que aconteciam no céu, e de que forma esses fenômenos implicam na marcação do tempo nessas sociedades.

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: O ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: o homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: o sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 9: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Esse plano contém 9 fichas em anexo. É importante pensar na quantidade de alunos da sala para dividi-los no trabalho em grupo.

Na análise, os alunos devem registrar ou destacar no texto os seguintes dados:

1 - Nome do povo indígena;

2 - Astro ou fenômeno da natureza que o texto trata;

3 - Explicação para o fenômeno;

4 - Como ele é usado para marcar o tempo.

Enquanto os alunos fazem as análises, circule entre os grupos para tirar possíveis dúvidas sobre os textos. Ao final da análise, exiba a definição do conceito de etnoastronomia, fazendo comparações entre os aspecto do respeito à natureza e da presença de explicações culturais para os fenômenos do céu.

Como adequar à sua realidade: Observe com atenção a formação dos grupos. Para esse trabalho é interessante que os alunos discutam juntos para ampliar as percepções que têm dos textos. Escolha as fichas de acordo com o número de grupos, observando se diferentes fenômenos e astros são contemplados.

Para você saber mais: O conceito de etnoastronomia deve ser bem trabalhado, de forma a “difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Para isso tenha atenção para a forma como as crianças debatem as ideias das fichas dentro dos grupos. Para saber mais sobre práticas didáticas com a etnosatronomia acesse o artigo de Fares, Martins, Maciel e Filho no site da Universidade Federal de Santa Catarina através do link: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Ou assistir o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Explique para os alunos que a partir dos textos das fichas eles irão elaborar um guia da etnoastronomia. Antes de iniciar o trabalho, discuta com os alunos as características da etnoastronomia e a importância dos mitos dentro das explicações baseadas na observação da natureza. Para os grupos indígenas, tão importante quanto a observação da natureza são os mitos que estão relacionados com a sua história, seu modo de viver e de explicar os fenômenos no mundo. É essencial que se perceba a importância deles para esses povos, para que se possa agir com respeito à diversidade.

Por isso, no guia devem constar informações sobre a origem dos conhecimentos (povo indígena que os utiliza), qual o uso deles nos povos indígenas como marcador do tempo (passagem do dia, marcação das horas, uma época de chuva que se inicia, estação do ano etc), e como esse fenômeno é explicado tanto pela observação quanto pelos mitos.

Aqui está um modelo para a página do guia que pode ser acessado neste link:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/xSChPDXunw5wKttchKk9WX6jpCeX3suFHrUFBhBdw3gSASS43vntqFTuEkUp/his5-08und06-pagina-do-guia.pdf, mas a turma pode definir outros modelos para a composição do guia.

Lembre os alunos que ilustrações são muito interessantes pois deixam o conteúdo mais compreensível para quem for utilizar o guia. Se possível, organize os alunos para que eles apresentem brevemente a página que compuseram para a turma.

A ilustração, além de ser atrativa e facilitar a compreensão dos leitores do guia, pode funcionar como ferramenta para a avaliação da compreensão do conteúdo das fichas. Ao transpor o que foi estudado no texto para a ilustração, é possível ter a dimensão da compreensão do conteúdo pelos alunos. É possível um concurso de capas para o guia entre os alunos da sala e compor junto com os alunos uma introdução, explicando o é etnoastronomia e como ela é usada para medir o tempo pelos indígenas.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF05HI08 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Neste plano você poderá trabalhar a etnoastronomia, que se relaciona a todo tipo de registro feito acerca da observação dos astros no céu pelos grupos indígenas. Esse estudo permitiu aos indígenas o desenvolvimento de calendários baseados na percepção dos eventos cíclicos da natureza e transmitido por meio dos mitos pela cultura oral.

Para a realização desse plano é importante ler atentamente todas as fichas para poder explicar os fenômenos aos alunos, caso necessário.

Materiais necessários: Para a realização da atividade da sistematização, serão necessários folhas de sulfite e de materiais como lápis de cor e canetas hidrográficas para o registro. Forneça também revistas, cola e tesoura, se quiser que os alunos trabalhem com colagens.

Material complementar:

Nesse plano, utilize as fichas complementares a seguir:

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: Cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: Invernos e verões https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: O homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: O sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/YrrYgeBqFnXyms2GyAYgvxJCf5pVufTNn3qnyAFw5rpyHAAxJfZvsfTrtw85/o-caso-das-constelacoes.pdf

Ficha 9: Plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 10: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Além delas, também encontrará um modelo para o Guia da Etnoastronomia: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/xSChPDXunw5wKttchKk9WX6jpCeX3suFHrUFBhBdw3gSASS43vntqFTuEkUp/his5-08und06-pagina-do-guia.pdf

E a narrativa indígena "Por que o sol anda tão devagar?": https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/83SW84VSz7KkuJHqueP5ftkBDfwecge9jbJe2PZdAvmP6gcTTZrnHVJ8HTba/his5-08und06-narrativa-indigena-porque-o-sol-anda-tao-devagar.pdf

Para você saber mais:

Alguns dos conceitos utilizados nas fichas envolvem a compreensão de eventos astronômicos. Para isso, recomenda-se a leitura completa dos dois documentos que serviram como base para o desenvolvimento das atividades. O primeiro trata da etnoastronomia entre os indígenas guaranis, e traz muitas informações interessantes além do que está nas fichas. Disponível em: https://www.mat.uc.pt/mpt2013/files/tupi_guarani_GA.pdf (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

O segundo, um artigo do site Instituto Socioambiental, traz mais detalhes sobre o grupo Tukano e como eles sistematizaram as informações observadas no céu noturno. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Astronomia_tukano (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Além disso é interessante compreender bem o conceito de etnoastronomia e seus desdobramentos sociais e econômicos.

De acordo com Mourão a definição de etnoastronomia se dá da seguinte forma: “Ciência que tem por fim estudar, por intermédio dos costumes de um povo, os seus conhecimentos astronômicos (...)” Fonte: MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. 2a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 287.

No artigo “O universo das sociedades numa perspectiva relativa: exercícios de etnoastronomia”, adiciona-se ao conceito definido por Mourão a ideia de que a etnoastronomia tem “o intuito de difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive.” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Essa perspectiva precisa estar aparente no estudo do conteúdo desse plano de aula para que os alunos compreendam a relevância e importância cultural que a observação dos astros têm para os grupos indígenas, tão válida quanto outros instrumentos e teorias utilizados na marcação do tempo de outras sociedades. O artigo explora práticas didáticas utilizadas no Planetário do Pará para a compreensão da aplicação do termo em um contexto educativo.

FARES, Érika Akel; Karla Pessoa MARTINS; MACIEL, Lidiane e Michel Sauma FILHO - O universo das sociedades numa perspectiva relativa: exercícios de etnoastronomia. Disponível em: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Além do artigo, você também pode assistir ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Para falar sobre os mitos indígenas, recomenda-se leitura do artigo do site Instituto Socioambiental, que diferencia o conceito de mito com o de lenda. Mito é a nomenclatura indicada pois as histórias são parte de um conjunto de crenças que influencia nas condições sociais e econômicas dos povos indígenas, sendo mais do que lendas, algo que faz parte somente do imaginário. https://pib.socioambiental.org/pt/Mitos_e_cosmologia (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minutos

Orientações: Explique para os alunos que eles irão conhecer o que é etnoastronomia e saber como os indígenas usavam a observação do céu para marcar o tempo.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientações: Inicie a aula com a pergunta: o que podemos ver no céu noturno e como acontece a noite? Verifique o que as crianças entendem sobre o movimento de rotação da Terra, e se necessário explique brevemente como esse fenômeno acontece dando origem para o dia e para a noite. A imagem do slide pode colaborar com a explicação e até mesmo para que os alunos recordem esse conteúdo.

Explique para os alunos que os fenômenos da natureza são explicados de diferentes formas por cada povo indígena. Todos eles são grandes observadores da natureza e tem explicações diversas para o surgimento do dia, da noite e o movimento dos astros no céu. Para conhecer essas diferentes visões, eles podem procurar pelas obras de Daniel Munduruku, que registou mitos de diferentes origens em seus livros.

Diga para os alunos que irá contar um mito de origem Karajá, chamado “Por que o sol anda tão devagar?” , disponível nesse link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/83SW84VSz7KkuJHqueP5ftkBDfwecge9jbJe2PZdAvmP6gcTTZrnHVJ8HTba/his5-08und06-narrativa-indigena-porque-o-sol-anda-tao-devagar.pdf

Converse sobre como os Karajás explicam através desse mito o surgimento do dia e quais as diferenças que percebem entre o dia e a noite.

Observe se os seus alunos compreendem o movimento de rotação da Terra que dá origem aos dias e às noites e as fases da lua. Se necessário, explique os conceitos. Faça isso através de vídeos. https://www.youtube.com/watch?v=CiOezkc0_nA para o movimento de rotação (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

https://www.youtube.com/watch?v=N2wTtaJEtNY para fases da lua 1’’07’ até 2’’00 (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Você pode escolher outros contos com maior ou menor complexidade, de acordo com o perfil dos alunos de sua sala.

Para você saber mais: Para saber mais sobre o autor Daniel Munduruku, acesse o blog do autor: http://danielmunduruku.blogspot.com/p/daniel-munduruku.html (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 16 minutos

Orientações: Retome o que os alunos apontaram como elementos que podem ser vistos no céu noturno e a explicação que temos para a existência da noite. Pergunte como eles acham que os cientistas começaram a pensar nessas explicações. Eles eram observadores do céu noturno? Explique que diferentes grupos humanos estudaram o céu noturno, dando origem para os estudos que existem hoje sobre astronomia. Explique que muitos grupos indígenas também observam o céu e o movimento das estrelas durante a noite há muito tempo. Essas observações deram origem à etnoastronomia, que é o resultado das investigações do céu pelos indígenas. Em grupos, os alunos devem analisar nas fichas como eles explicavam os fenômenos que aconteciam no céu, e de que forma esses fenômenos implicam na marcação do tempo nessas sociedades.

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: O ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: o homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: o sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 9: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Esse plano contém 9 fichas em anexo. É importante pensar na quantidade de alunos da sala para dividi-los no trabalho em grupo.

Na análise, os alunos devem registrar ou destacar no texto os seguintes dados:

1 - Nome do povo indígena;

2 - Astro ou fenômeno da natureza que o texto trata;

3 - Explicação para o fenômeno;

4 - Como ele é usado para marcar o tempo.

Enquanto os alunos fazem as análises, circule entre os grupos para tirar possíveis dúvidas sobre os textos. Ao final da análise, exiba a definição do conceito de etnoastronomia, fazendo comparações entre os aspecto do respeito à natureza e da presença de explicações culturais para os fenômenos do céu.

Como adequar à sua realidade: Observe com atenção a formação dos grupos. Para esse trabalho é interessante que os alunos discutam juntos para ampliar as percepções que têm dos textos. Escolha as fichas de acordo com o número de grupos, observando se diferentes fenômenos e astros são contemplados.

Para você saber mais: O conceito de etnoastronomia deve ser bem trabalhado, de forma a “difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Para isso tenha atenção para a forma como as crianças debatem as ideias das fichas dentro dos grupos. Para saber mais sobre práticas didáticas com a etnosatronomia acesse o artigo de Fares, Martins, Maciel e Filho no site da Universidade Federal de Santa Catarina através do link: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Ou assistir o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 16 minutos

Orientações: Retome o que os alunos apontaram como elementos que podem ser vistos no céu noturno e a explicação que temos para a existência da noite. Pergunte como eles acham que os cientistas começaram a pensar nessas explicações. Eles eram observadores do céu noturno? Explique que diferentes grupos humanos estudaram o céu noturno, dando origem para os estudos que existem hoje sobre astronomia. Explique que muitos grupos indígenas também observam o céu e o movimento das estrelas durante a noite há muito tempo. Essas observações deram origem à etnoastronomia, que é o resultado das investigações do céu pelos indígenas. Em grupos, os alunos devem analisar nas fichas como eles explicavam os fenômenos que aconteciam no céu, e de que forma esses fenômenos implicam na marcação do tempo nessas sociedades.

Ficha 1: A ema https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/x9mU3cNGnMDUSzHsxgyFG7XUeBsHGJj7dENJCfsnVTtQ6v5zEbAzRQxHqxub/his5-08und06-ficha-1-a-ema.pdf

Ficha 2: As plêiades e a chuva https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Y49EGg9Ne2FAzBZfkVjV9xxD9fv9zGGGZHGd66GdAGSMZSxHZAbK9QHNHCjF/his5-08und06-ficha-2-as-pleiades-e-a-chuva.pdf

Ficha 3: Constelações segmentadas https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/dFAUmxhHf3xNeabJGpjt9kGkFdbwhYTbD8wE6r4qd6fgFFHTqGSmeZcbZH97/his5-08und06-ficha-3-constelacoes-segmentadas.pdf

Ficha 4: cruzeiro do sul https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ggJFGaxWFTd63fGC83qtErRMUDQbBfcwEfD6WQ4wnAG72wkfYxyw945jnMaC/his5-08und06-ficha-4-cruzeiro-do-sul.pdf

Ficha 5: O ocaso das constelações https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/fUfbA5qqK54td7Xz69VzDvfUT2pUcH6NJDHUmK5rArGb2U45wSFKQZtmRugw/his5-08und06-ficha-5-ocaso-das-constelacoes.pdf

Ficha 6: o homem velho https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2mKqkqBUYTcJTSSfe49y8Umfen5fPamVBZjYPxMQMya6QZ6Y45e4F9tDXNjT/his5-08und06-ficha-6-o-homem-velho.pdf

Ficha 7: o sol e os pontos cardeais https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/2CxVmD7peqfdK9Jfdx38C7bECgGBUETXetDu56wfkrTYUUk2aRnmmKY2vCAm/his5-08und06-ficha-7-o-sol-e-os-pontos-cardeais.pdf

Ficha 8: plêiades https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Rtymv3cVZanAZxMH6Mh3N8JfNkfhpdbpxmQNSH8e4zTReKejshD9cfp84hks/his5-08und06-ficha-8-pleiades.pdf

Ficha 9: Siõkhã https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PBnVT2VjPF5BmjckSghwCVX4HyRY42WXqbsKUvVV8QQcUGfFWhjzdSWkNhNP/his5-08und06-ficha-9-siokha.pdf

Esse plano contém 9 fichas em anexo. É importante pensar na quantidade de alunos da sala para dividi-los no trabalho em grupo.

Na análise, os alunos devem registrar ou destacar no texto os seguintes dados:

1 - Nome do povo indígena;

2 - Astro ou fenômeno da natureza que o texto trata;

3 - Explicação para o fenômeno;

4 - Como ele é usado para marcar o tempo.

Enquanto os alunos fazem as análises, circule entre os grupos para tirar possíveis dúvidas sobre os textos. Ao final da análise, exiba a definição do conceito de etnoastronomia, fazendo comparações entre os aspecto do respeito à natureza e da presença de explicações culturais para os fenômenos do céu.

Como adequar à sua realidade: Observe com atenção a formação dos grupos. Para esse trabalho é interessante que os alunos discutam juntos para ampliar as percepções que têm dos textos. Escolha as fichas de acordo com o número de grupos, observando se diferentes fenômenos e astros são contemplados.

Para você saber mais: O conceito de etnoastronomia deve ser bem trabalhado, de forma a “difundir valores pautados na tolerância à diversidade cultural e na necessidade da convivência harmônica entre o ser humano e o meio onde vive” (FARES, MARTINS, MACIEL, FILHO). Para isso tenha atenção para a forma como as crianças debatem as ideias das fichas dentro dos grupos. Para saber mais sobre práticas didáticas com a etnosatronomia acesse o artigo de Fares, Martins, Maciel e Filho no site da Universidade Federal de Santa Catarina através do link: http://planetario.ufsc.br/etnoastronomia/ (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

Ou assistir o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iANzY4Hb4Oc (Acesso em 27 de fevereiro de 2019)

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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Explique para os alunos que a partir dos textos das fichas eles irão elaborar um guia da etnoastronomia. Antes de iniciar o trabalho, discuta com os alunos as características da etnoastronomia e a importância dos mitos dentro das explicações baseadas na observação da natureza. Para os grupos indígenas, tão importante quanto a observação da natureza são os mitos que estão relacionados com a sua história, seu modo de viver e de explicar os fenômenos no mundo. É essencial que se perceba a importância deles para esses povos, para que se possa agir com respeito à diversidade.

Por isso, no guia devem constar informações sobre a origem dos conhecimentos (povo indígena que os utiliza), qual o uso deles nos povos indígenas como marcador do tempo (passagem do dia, marcação das horas, uma época de chuva que se inicia, estação do ano etc), e como esse fenômeno é explicado tanto pela observação quanto pelos mitos.

Aqui está um modelo para a página do guia que pode ser acessado neste link:

https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/xSChPDXunw5wKttchKk9WX6jpCeX3suFHrUFBhBdw3gSASS43vntqFTuEkUp/his5-08und06-pagina-do-guia.pdf, mas a turma pode definir outros modelos para a composição do guia.

Lembre os alunos que ilustrações são muito interessantes pois deixam o conteúdo mais compreensível para quem for utilizar o guia. Se possível, organize os alunos para que eles apresentem brevemente a página que compuseram para a turma.

A ilustração, além de ser atrativa e facilitar a compreensão dos leitores do guia, pode funcionar como ferramenta para a avaliação da compreensão do conteúdo das fichas. Ao transpor o que foi estudado no texto para a ilustração, é possível ter a dimensão da compreensão do conteúdo pelos alunos. É possível um concurso de capas para o guia entre os alunos da sala e compor junto com os alunos uma introdução, explicando o é etnoastronomia e como ela é usada para medir o tempo pelos indígenas.

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