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Plano de aula > História > 4º ano > Transformações e permanências nas trajetórias dos grupos humanos

Plano de aula - Pinturas rupestres e geoglifos: os registros mudando o jeito de viver dos seres humanos

Plano de aula de História com atividades para 4º ano do EF sobre Pinturas rupestres e geoglifos: os registros mudando o jeito de viver dos seres humanos

Plano 04 de 10 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Anderson Luís Gonçalves Nascimento

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF04HI02 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: quadro, pincel para quadro ou giz, apagador, lápis preto, tiras de folhas sulfites de acordo com a quantidade de alunos (cada folha tamanho A4 pode ser dobrada em 4 partes iguais e se cortadas nas dobras dispõem de 4 tiras), caixa ou recipiente para guardar e sortear as tiras, globo ou mapa-múndi grande e 1 cópia do arquivo “HIS4_02UND04 – contexto – os registros”. Se optar por projetar os slides, você precisará do arquivo desta aula com os slides e um computador conectado a um projetor.

Material complementar:

“HIS4_02UND04 – contexto – os registros”, disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ceSCmYxNyZUkprwrRsB5A9zUtajc3N5RRrt2JA9fJRuvz3PWrHY3jd4sD5Vy/his4-02und04--contexto--os-registros.pdf.

Para você saber mais:

Sobre o povo !Kung Sans e suas pinturas rupestres, leia o trabalho de mestrado “Estratégias reprodutivas e o papel da mulher na sociedade !Kung San”, por Maria Jacinta A. Ferreira d’Almeida Paiva, disponível em http://nautilus.fis.uc.pt/wwwantr/areas/etologia/estrategias/textos/html/kung%20san.htm, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia também a notícia “San - a mais velha cultura do mundo”, disponível em ttps://www.dn.pt/globo/interior/san---a-mais-velha-cultura-do-mundo-1256432.html, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia a notícia “ DNA revela que bosquímanos são descendentes de primeiros humanos”, disponível em https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/dna-revela-que-bosquimanos-sao-descendentes-de-primeiros-humanos-6157271”, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, leia o artigo “Identidade San”, disponível em http://www.afreaka.com.br/identidade-san/, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre o povo Nazca e seus geoglifos, leia “Mistério das linhas de Nazca solucionado. Será?: Linhas eram uma forma de agradecer aos deuses”, disponível em https://seuhistory.com/noticias/misterio-das-linhas-de-nazca-solucionado-sera, acesso em 14 de janeiro de 2019.

O artigo “Como são as novas figuras de Nazca descobertas no Peru”, traz informações sobre descobertas mais recentes de geoglifos anteriores aos já conhecidos, disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43746082, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também a notícia “Mais de 50 geoglifos são descobertos em deserto de Nazca, no Peru: Imagens têm mais de 2000 anos de antiguidade”, disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/mais-de-50-geoglifos-sao-descobertos-em-deserto-de-nazca-no-peru.ghtml, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Primeiramente organize os alunos em semicírculo com as carteiras dispostas no formato de “U”, de preferência antes de começar a aula com o objetivo.

Projete o slide, ou escreva o objetivo no quadro, e peça para algum aluno ler. Depois releia as expressões “pinturas rupestres” e “geoglifos” e pergunte o que os alunos acham que elas significam. Se eles não souberem exatamente o que significam, comente que “pinturas rupestres” são, em geral, desenhos feitos em paredes de cavernas ou em pedras e que “geoglifos” são, geralmente, grandes desenhos feitos no chão.

Pergunte: será que desenhos podem mudar o jeito que as pessoas vivem?

Não é necessário uma resposta para essa pergunta, pois o propósito principal dela é deixar os alunos interessados pelo objetivo da aula.

Para você saber mais: Sobre pinturas rupestres, leia o artigo “Registros Rupestres”, disponível em http://www.fumdham.org.br/home/registros-rupestres, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia o artigo “"Hashtag" da pré-história? Pintura rupestre mais antiga do mundo é encontrada”, por iG São Paulo, disponível em <https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2018-09-13/pintura-rupestre-mais-antiga-mundo.html>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também assista o vídeo sobre arte rupestre na Amazônia, “Pinturas Rupestres - Repórter ECO - 08/01/2012”, Canal “TV Cultura Digital”, disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=oQFkXGpWLP4>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre geoglifos, leia o verbete “Geoglifo”, disponível em <http://sigep.cprm.gov.br/glossario/verbete/geoglifo.htm>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, leia a notícia “O misterioso geoglifo de 2 mil anos que deve se tornar patrimônio brasileiro”, por Edison Veiga, disponível em <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46115252>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Com os alunos nas suas carteiras, pergunte se eles já brincaram de “telefone sem fio”. Independente da resposta, explique que você cochichará uma frase ao ouvido de um aluno de uma das pontas da disposição das carteiras, e que ele, que ouviu o cochicho, deverá sussurrar também a frase que escutou para o colega ao seu lado e assim consecutivamente até chegar no último aluno. Explique também que a frase só poderá ser dita uma única vez pelo locutor e deverá ser dita vagarosamente. Escolha uma frase com palavras polissílabas ou com palavras desconhecidas pela maioria dos alunos, por exemplo, “pinturas rupestres e geoglifos são registros da humanidade”. No final da brincadeira, peça para o último aluno falar a todos a frase que lhe foi cochichada.

Fale que farão uma segunda rodada, mas que terão um auxílio. Imprima o arquivo “HIS4_02UND04 – contexto – os registros”, disponível em <https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ceSCmYxNyZUkprwrRsB5A9zUtajc3N5RRrt2JA9fJRuvz3PWrHY3jd4sD5Vy/his4-02und04--contexto--os-registros.pdf>, que servirá como ajuda na brincadeira. Entregue a folha com as imagens e sussurre uma frase no ouvido do aluno do canto da disposição de “U”. Cochiche a frase “O cavalo é uma pintura rupestre e a aranha é um geoglifo”. Esse primeiro aluno deve fazer o mesmo procedimento: entregar a folha e sussurrar a frase. Todos, depois que ouvirem o sussurro, devem transmitir ao próximo. Reforce a regra de que o aluno deve dizer vagarosamente e não poderá repetir a frase mais de uma vez. A brincadeira encerra no último aluno que deve falar em voz alta o que entendeu da frase.

Pergunte aos alunos: a frase que chegou mais próximo da primeira foi a de qual brincadeira? Os registros ajudaram a passar a frase do início e ela não ser mudada? E esses registros da folha (pintura rupestre e geoglifo), quem os fizeram? Quando? Onde? Como? Para quê? Como seria viver sem esses registros?

Se os alunos souberem as respostas, peça que compartilhem esse conhecimento. Se não, estimule suas curiosidades com essas perguntas.

Tanto na primeira forma de brincar quanto na segunda, a frase inicial pode ser modificada pelos alunos. Se isso acontecer, não tem problema: na parte da problematização você terá mais orientações sobre isso, mas por hora, continue com as questões, para estimular a curiosidade, de quem fez, quando, onde, para quê e como seria viver sem esses registros.

Como adequar à sua realidade: Se na sua região tiver sítios arqueológicos com pinturas rupestres, acrescente imagens dessas pinturas na brincadeira, juntamente às imagens do arquivo a ser impresso. Modifique também a frase a ser sussurrada.

Para você saber mais: sobre como estimular a curiosidade de seus alunos, leia a reportagem “Como estimular a curiosidade científica nos alunos”, por Mara Mansani, disponível em <https://novaescola.org.br/conteudo/12604/blog-de-alfabetizacao-como-estimular-a-curiosidade-cientifica-nas-criancas>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, artigo “4 Estratégias Para Despertar A Curiosidade Nas Crianças”, por Deborah Calácia, disponível em <http://naescola.eduqa.me/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-cognitivo/4-estrategias-para-despertar-a-curiosidade-nas-criancas/>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos.

Orientações: Os alunos ainda devem estar organizados em semicírculo, para que todos possam participar das conversas e discussões que serão propostas, e, que consigam ver um ao outro.

Comente que a pintura rupestre, usada na brincadeira, foi encontrada em Clocolan, Município do Distrito de Dihlabeng, Estado Livre, na África do Sul, continente africano. É conhecida por ser de pessoas chamadas “!Kung Sans”. Elas têm uma ascendência bem antiga, e isso pode ser provado pela pintura, usada na brincadeira e que arqueólogos afirmam ser desse povo, que tem uma idade de 10.000 anos aproximadamente. Até a atualidade, muitas pessoas desse povo têm costumes parecidos com os de seus ancestrais. Muitas ainda são caçadoras-coletoras e nômades.

Leve um globo ou mapa-múndi e mostre a localização de onde foi encontrada a pintura citada. Ou, se for possível, projete um mapa digital, como o do IBGE, disponível em <https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf>, acesso em 25 de janeiro de 2019.Pergunte aos alunos: sabendo dessas informações, que história ou frase vocês imaginam que essa pintura poderia registrar?

Depois que os alunos derem suas hipóteses, diga que na descrição do site tem a informação de que os Sans acreditavam que o animal pintado é conhecido por “animal de chuva”, pois se um xamã (uma pessoa que, pela crença desse povo, tem espiritualidade mais desenvolvida) caçasse e abatesse esse animal, viria chuva sobre a região onde estavam.

Proponha a questão: e se não tivesse essa pintura, qual seria outra maneira de saber essa informação?

Se os alunos não conseguirem dar hipóteses, relembre a brincadeira que fizeram na etapa do Contexto: uma pessoa contando a outra sobre uma frase. Diga que isso pode ser estudado pela “história oral”: uma parte da história que pesquisa e grava entrevistas com pessoas que têm história para contar. No entanto, fale que a diferença, da história oral para a brincadeira feita, é que as pessoas que contam suas histórias não contam para brincar, contam para que sua narrativa seja conhecida e repassada por outras pessoas.

Relembre a atividade que fizeram na etapa do Contexto e faça a relação com a “história oral”, de acordo como terminaram as brincadeiras:

  • se, quando brincaram de “Telefone sem fio” na primeira vez, não houve alteração da frase inicial, pergunte por que eles acham que ela não foi modificada. Uma possível resposta será de que os alunos fizeram com seriedade. Nesse caso, fale que existiram e existem povos que sobreviveram, e alguns sobrevivem, sem a necessidade de registro, passando suas histórias de geração em geração, com seriedade (com o propósito de perpetuar suas histórias).
  • Mas, se houve alteração, pergunte aos alunos porque acham que a frase foi mudada. Eles podem chegar à mesma conclusão, só que negando: não houve seriedade. Assim, fale também povos de tradição oral que sobreviveram e sobrevivem sem necessidade de registro. Fale também que esses povos, para perpetuar suas histórias de modo que fossem conhecidas, usaram técnicas de repetição, diferente da brincadeira na qual os sussurros não podiam ser falados mais de uma vez.
  • Porém, se quando brincaram de “Telefone sem fio” na segunda vez com o auxílio dos registros, não houve diferenças entre as frases, também pergunte aos alunos por que acham que isso aconteceu. Se concluírem que os registros ajudaram, desafie-os a pensar se poderia acontecer de um aluno mudar a frase e por que ele mudaria. Então, informe que, independente da ajuda dos registros, uma pessoa pode mudar o sentido de uma frase e ideia, por diversas justificativas e propósitos. Aproveite para perguntar: “sendo assim, ter registro garante que as histórias sejam passadas como elas foram? Será que existem povos que têm histórias sem registros?”. Fale sobre povos de tradições orais que sobreviveram e sobrevivem sem necessidade de registro.
  • No entanto, se houve mudanças entre as frases, faça a mesma relação que deveria fazer com o resultado da primeira brincadeira que teve a frase final mudada.

Depois pergunte: o que vocês acham que modificou na vida das pessoas quando começaram a registrar suas histórias em pinturas?

Anote as hipóteses no quadro em forma de lista, sob título “Registros modificam a vida das pessoas porque…”. Direcione os alunos, estimulando-os com mais perguntas, às ideias de que com o registro as pessoas passaram a pensar sobre seu cotidiano, a planejar sua rotina, a transmitir histórias e também a marcar sua existência na história da humanidade, entre outras.

Fonte da imagem: Pintura em Pedra S00927, Clocolan, Município do Distrito de Dihlabeng, Estado Livre. Biblioteca Digital Mundial. Disponível em: <https://www.wdl.org/pt/item/3009/>. Acesso em: 10 de janeiro de 2019.

Para você saber mais: Sobre a importância das pinturas para os primeiros humanos, leia novamente o artigo “Registros Rupestres”, disponível em <http://www.fumdham.org.br/home/registros-rupestres>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, o artigo “"Hashtag" da pré-história? Pintura rupestre mais antiga do mundo é encontrada”, por iG São Paulo, disponível em <https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2018-09-13/pintura-rupestre-mais-antiga-mundo.html>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre “história oral”, assista ao vídeo “D-21 - Narrativa histórica e memória oral”, do Canal Univesp, disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=nxf0rUQSkJk>, acesso em 25 de janeiro de 2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Comente que a outra imagem, do geoglifo, é considerada pertencente a outro povo. São conhecidos como Nazca. Esse povo não existe mais. Essas pessoas eram de um país chamado atualmente de Peru, no continente americano.

Mostre a localização desse lugar num globo ou mapa-múndi. Ou, também, se for possível, projete um mapa digital, como o do IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 25 de janeiro de 2019.
Pergunte: como vocês acham que esse povo fez essas figuras, sabendo que são desenhos enormes? Que história ou o que vocês acham que o povo Nazca quis registrar com esses geoglifos? Vocês acham que sem os geoglifos teríamos a possibilidade de saber sobre parte da cultura Nazca?

Fale aos alunos que não existe uma teoria comprovada de como o povo de Nazca fez os geoglifos, qual história queriam contar, para que fizeram, e que, na verdade, existem muitas hipóteses sobre isso. Mas direcione-os com mais indagações de que, sem os geoglifos não se saberia e nem, possivelmente, se teria a curiosidade de conhecer parte da cultura Nazca.

Fonte da imagem: Wikimedia Commons. Disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:L%C3%ADneas_de_Nazca,_Nazca,_Per%C3%BA,_2015-07-29,_DD_54.JPG. Acesso em: 14 de janeiro de 2019.

Para você saber mais: Sobre o povo Nazca e as várias interpretações das “Linhas Nazcas”, leia “Mistério das linhas de Nazca solucionado. Será?: Linhas eram uma forma de agradecer aos deuses”, disponível em https://seuhistory.com/noticias/misterio-das-linhas-de-nazca-solucionado-sera, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Assista também ao documentário “Investiga Os Mistérios das Linhas de Nazca”, do Olly Steeds Investiga, Discovery Channel, publicado no Canal “documentários sayrus”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=LDS08o0Slvg, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também ao vídeo “Os Mistérios da Civilização Nazca (Dublado) Documentário Completo”, dirigido por Thierry Ragobert, uma co-produção de Gedeon Programmes, La Septe Arte, Discovery Channel e BBC, de 1999, publicado pelo Canal “Documentários Espetaculares 2.0”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=djk3Q32SO1M, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 12 minutos.

Orientações: Projete o slide e faça a leitura da atividade ou apenas explique-a oralmente passo a passo.

Entregue uma tira de folha de sulfite para cada aluno e fale que naquele pedaço de papel eles deverão escrever uma frase sobre o que aprenderam com a aula, ou o que mais gostaram da aula e ou o que não gostaram.

Depois, peça para que dobrem e coloquem numa caixa, ou recipiente, para que você possa fazer o sorteio de uma das frases.

Pergunte se tem algum aluno que gosta de fazer desenhos, como os dos povos estudados e se gostaria de fazê-los no quadro para os colegas verem. Conforme eles se manifestarem, faça uma lista com os nomes desses alunos.

Explique que um aluno da lista deverá fazer, no quadro, o registro da frase sorteada. Sorteie um dos nomes da lista ou escolha de acordo com seus critérios.

Sussurre ao ouvido do aluno desenhista o que está escrito na tira de papel sorteada. Fale que ele deverá fazer registro, como os povos estudados, daquela frase e que não poderá emitir nenhum som sobre ela.

Enquanto ele for desenhando no quadro, explique aos alunos que eles devem pensar como os historiadores, que fazem perguntas tais como: como foi feita, onde foi feita, por quem foi feita, em que momento foi feita, para que foi feita. Dessa maneira, o historiador pode interpretar as histórias que têm as produções humanas.

No caso da atividade, direcione-os a pensar que a frase foi feita depois da aula, pelos alunos que participaram da aula, para mostrar o que aprenderam sobre um determinado assunto (os registros de alguns povos).

Peça para que, pensando nas perguntas, interpretem, e que vão falando para o desenhista a frase que poderia estar escrita na tira de papel.

O desenhista deve avisar quando os alunos conseguirem acertar a interpretação da frase.

Se não conseguirem interpretar por causa do tempo da atividade, interrompa e peça para o desenhista falar que frase era. Pergunte se alguém poderia dar alguma ideia para ajudar no registro e na interpretação daquela frase.

Se houver mais tempo, leia mais frases perguntando o que fariam de desenhos para registro ou sorteie mais uma para fazer novamente a atividade com outro desenhista.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF04HI02 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: quadro, pincel para quadro ou giz, apagador, lápis preto, tiras de folhas sulfites de acordo com a quantidade de alunos (cada folha tamanho A4 pode ser dobrada em 4 partes iguais e se cortadas nas dobras dispõem de 4 tiras), caixa ou recipiente para guardar e sortear as tiras, globo ou mapa-múndi grande e 1 cópia do arquivo “HIS4_02UND04 – contexto – os registros”. Se optar por projetar os slides, você precisará do arquivo desta aula com os slides e um computador conectado a um projetor.

Material complementar:

“HIS4_02UND04 – contexto – os registros”, disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ceSCmYxNyZUkprwrRsB5A9zUtajc3N5RRrt2JA9fJRuvz3PWrHY3jd4sD5Vy/his4-02und04--contexto--os-registros.pdf.

Para você saber mais:

Sobre o povo !Kung Sans e suas pinturas rupestres, leia o trabalho de mestrado “Estratégias reprodutivas e o papel da mulher na sociedade !Kung San”, por Maria Jacinta A. Ferreira d’Almeida Paiva, disponível em http://nautilus.fis.uc.pt/wwwantr/areas/etologia/estrategias/textos/html/kung%20san.htm, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia também a notícia “San - a mais velha cultura do mundo”, disponível em ttps://www.dn.pt/globo/interior/san---a-mais-velha-cultura-do-mundo-1256432.html, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia a notícia “ DNA revela que bosquímanos são descendentes de primeiros humanos”, disponível em https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/dna-revela-que-bosquimanos-sao-descendentes-de-primeiros-humanos-6157271”, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, leia o artigo “Identidade San”, disponível em http://www.afreaka.com.br/identidade-san/, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre o povo Nazca e seus geoglifos, leia “Mistério das linhas de Nazca solucionado. Será?: Linhas eram uma forma de agradecer aos deuses”, disponível em https://seuhistory.com/noticias/misterio-das-linhas-de-nazca-solucionado-sera, acesso em 14 de janeiro de 2019.

O artigo “Como são as novas figuras de Nazca descobertas no Peru”, traz informações sobre descobertas mais recentes de geoglifos anteriores aos já conhecidos, disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43746082, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também a notícia “Mais de 50 geoglifos são descobertos em deserto de Nazca, no Peru: Imagens têm mais de 2000 anos de antiguidade”, disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/mais-de-50-geoglifos-sao-descobertos-em-deserto-de-nazca-no-peru.ghtml, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos.

Orientações: Primeiramente organize os alunos em semicírculo com as carteiras dispostas no formato de “U”, de preferência antes de começar a aula com o objetivo.

Projete o slide, ou escreva o objetivo no quadro, e peça para algum aluno ler. Depois releia as expressões “pinturas rupestres” e “geoglifos” e pergunte o que os alunos acham que elas significam. Se eles não souberem exatamente o que significam, comente que “pinturas rupestres” são, em geral, desenhos feitos em paredes de cavernas ou em pedras e que “geoglifos” são, geralmente, grandes desenhos feitos no chão.

Pergunte: será que desenhos podem mudar o jeito que as pessoas vivem?

Não é necessário uma resposta para essa pergunta, pois o propósito principal dela é deixar os alunos interessados pelo objetivo da aula.

Para você saber mais: Sobre pinturas rupestres, leia o artigo “Registros Rupestres”, disponível em http://www.fumdham.org.br/home/registros-rupestres, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Leia o artigo “"Hashtag" da pré-história? Pintura rupestre mais antiga do mundo é encontrada”, por iG São Paulo, disponível em <https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2018-09-13/pintura-rupestre-mais-antiga-mundo.html>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também assista o vídeo sobre arte rupestre na Amazônia, “Pinturas Rupestres - Repórter ECO - 08/01/2012”, Canal “TV Cultura Digital”, disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=oQFkXGpWLP4>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre geoglifos, leia o verbete “Geoglifo”, disponível em <http://sigep.cprm.gov.br/glossario/verbete/geoglifo.htm>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, leia a notícia “O misterioso geoglifo de 2 mil anos que deve se tornar patrimônio brasileiro”, por Edison Veiga, disponível em <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46115252>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Com os alunos nas suas carteiras, pergunte se eles já brincaram de “telefone sem fio”. Independente da resposta, explique que você cochichará uma frase ao ouvido de um aluno de uma das pontas da disposição das carteiras, e que ele, que ouviu o cochicho, deverá sussurrar também a frase que escutou para o colega ao seu lado e assim consecutivamente até chegar no último aluno. Explique também que a frase só poderá ser dita uma única vez pelo locutor e deverá ser dita vagarosamente. Escolha uma frase com palavras polissílabas ou com palavras desconhecidas pela maioria dos alunos, por exemplo, “pinturas rupestres e geoglifos são registros da humanidade”. No final da brincadeira, peça para o último aluno falar a todos a frase que lhe foi cochichada.

Fale que farão uma segunda rodada, mas que terão um auxílio. Imprima o arquivo “HIS4_02UND04 – contexto – os registros”, disponível em <https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ceSCmYxNyZUkprwrRsB5A9zUtajc3N5RRrt2JA9fJRuvz3PWrHY3jd4sD5Vy/his4-02und04--contexto--os-registros.pdf>, que servirá como ajuda na brincadeira. Entregue a folha com as imagens e sussurre uma frase no ouvido do aluno do canto da disposição de “U”. Cochiche a frase “O cavalo é uma pintura rupestre e a aranha é um geoglifo”. Esse primeiro aluno deve fazer o mesmo procedimento: entregar a folha e sussurrar a frase. Todos, depois que ouvirem o sussurro, devem transmitir ao próximo. Reforce a regra de que o aluno deve dizer vagarosamente e não poderá repetir a frase mais de uma vez. A brincadeira encerra no último aluno que deve falar em voz alta o que entendeu da frase.

Pergunte aos alunos: a frase que chegou mais próximo da primeira foi a de qual brincadeira? Os registros ajudaram a passar a frase do início e ela não ser mudada? E esses registros da folha (pintura rupestre e geoglifo), quem os fizeram? Quando? Onde? Como? Para quê? Como seria viver sem esses registros?

Se os alunos souberem as respostas, peça que compartilhem esse conhecimento. Se não, estimule suas curiosidades com essas perguntas.

Tanto na primeira forma de brincar quanto na segunda, a frase inicial pode ser modificada pelos alunos. Se isso acontecer, não tem problema: na parte da problematização você terá mais orientações sobre isso, mas por hora, continue com as questões, para estimular a curiosidade, de quem fez, quando, onde, para quê e como seria viver sem esses registros.

Como adequar à sua realidade: Se na sua região tiver sítios arqueológicos com pinturas rupestres, acrescente imagens dessas pinturas na brincadeira, juntamente às imagens do arquivo a ser impresso. Modifique também a frase a ser sussurrada.

Para você saber mais: sobre como estimular a curiosidade de seus alunos, leia a reportagem “Como estimular a curiosidade científica nos alunos”, por Mara Mansani, disponível em <https://novaescola.org.br/conteudo/12604/blog-de-alfabetizacao-como-estimular-a-curiosidade-cientifica-nas-criancas>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, artigo “4 Estratégias Para Despertar A Curiosidade Nas Crianças”, por Deborah Calácia, disponível em <http://naescola.eduqa.me/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-cognitivo/4-estrategias-para-despertar-a-curiosidade-nas-criancas/>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos.

Orientações: Os alunos ainda devem estar organizados em semicírculo, para que todos possam participar das conversas e discussões que serão propostas, e, que consigam ver um ao outro.

Comente que a pintura rupestre, usada na brincadeira, foi encontrada em Clocolan, Município do Distrito de Dihlabeng, Estado Livre, na África do Sul, continente africano. É conhecida por ser de pessoas chamadas “!Kung Sans”. Elas têm uma ascendência bem antiga, e isso pode ser provado pela pintura, usada na brincadeira e que arqueólogos afirmam ser desse povo, que tem uma idade de 10.000 anos aproximadamente. Até a atualidade, muitas pessoas desse povo têm costumes parecidos com os de seus ancestrais. Muitas ainda são caçadoras-coletoras e nômades.

Leve um globo ou mapa-múndi e mostre a localização de onde foi encontrada a pintura citada. Ou, se for possível, projete um mapa digital, como o do IBGE, disponível em <https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf>, acesso em 25 de janeiro de 2019.Pergunte aos alunos: sabendo dessas informações, que história ou frase vocês imaginam que essa pintura poderia registrar?

Depois que os alunos derem suas hipóteses, diga que na descrição do site tem a informação de que os Sans acreditavam que o animal pintado é conhecido por “animal de chuva”, pois se um xamã (uma pessoa que, pela crença desse povo, tem espiritualidade mais desenvolvida) caçasse e abatesse esse animal, viria chuva sobre a região onde estavam.

Proponha a questão: e se não tivesse essa pintura, qual seria outra maneira de saber essa informação?

Se os alunos não conseguirem dar hipóteses, relembre a brincadeira que fizeram na etapa do Contexto: uma pessoa contando a outra sobre uma frase. Diga que isso pode ser estudado pela “história oral”: uma parte da história que pesquisa e grava entrevistas com pessoas que têm história para contar. No entanto, fale que a diferença, da história oral para a brincadeira feita, é que as pessoas que contam suas histórias não contam para brincar, contam para que sua narrativa seja conhecida e repassada por outras pessoas.

Relembre a atividade que fizeram na etapa do Contexto e faça a relação com a “história oral”, de acordo como terminaram as brincadeiras:

  • se, quando brincaram de “Telefone sem fio” na primeira vez, não houve alteração da frase inicial, pergunte por que eles acham que ela não foi modificada. Uma possível resposta será de que os alunos fizeram com seriedade. Nesse caso, fale que existiram e existem povos que sobreviveram, e alguns sobrevivem, sem a necessidade de registro, passando suas histórias de geração em geração, com seriedade (com o propósito de perpetuar suas histórias).
  • Mas, se houve alteração, pergunte aos alunos porque acham que a frase foi mudada. Eles podem chegar à mesma conclusão, só que negando: não houve seriedade. Assim, fale também povos de tradição oral que sobreviveram e sobrevivem sem necessidade de registro. Fale também que esses povos, para perpetuar suas histórias de modo que fossem conhecidas, usaram técnicas de repetição, diferente da brincadeira na qual os sussurros não podiam ser falados mais de uma vez.
  • Porém, se quando brincaram de “Telefone sem fio” na segunda vez com o auxílio dos registros, não houve diferenças entre as frases, também pergunte aos alunos por que acham que isso aconteceu. Se concluírem que os registros ajudaram, desafie-os a pensar se poderia acontecer de um aluno mudar a frase e por que ele mudaria. Então, informe que, independente da ajuda dos registros, uma pessoa pode mudar o sentido de uma frase e ideia, por diversas justificativas e propósitos. Aproveite para perguntar: “sendo assim, ter registro garante que as histórias sejam passadas como elas foram? Será que existem povos que têm histórias sem registros?”. Fale sobre povos de tradições orais que sobreviveram e sobrevivem sem necessidade de registro.
  • No entanto, se houve mudanças entre as frases, faça a mesma relação que deveria fazer com o resultado da primeira brincadeira que teve a frase final mudada.

Depois pergunte: o que vocês acham que modificou na vida das pessoas quando começaram a registrar suas histórias em pinturas?

Anote as hipóteses no quadro em forma de lista, sob título “Registros modificam a vida das pessoas porque…”. Direcione os alunos, estimulando-os com mais perguntas, às ideias de que com o registro as pessoas passaram a pensar sobre seu cotidiano, a planejar sua rotina, a transmitir histórias e também a marcar sua existência na história da humanidade, entre outras.

Fonte da imagem: Pintura em Pedra S00927, Clocolan, Município do Distrito de Dihlabeng, Estado Livre. Biblioteca Digital Mundial. Disponível em: <https://www.wdl.org/pt/item/3009/>. Acesso em: 10 de janeiro de 2019.

Para você saber mais: Sobre a importância das pinturas para os primeiros humanos, leia novamente o artigo “Registros Rupestres”, disponível em <http://www.fumdham.org.br/home/registros-rupestres>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

E, o artigo “"Hashtag" da pré-história? Pintura rupestre mais antiga do mundo é encontrada”, por iG São Paulo, disponível em <https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2018-09-13/pintura-rupestre-mais-antiga-mundo.html>, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Sobre “história oral”, assista ao vídeo “D-21 - Narrativa histórica e memória oral”, do Canal Univesp, disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=nxf0rUQSkJk>, acesso em 25 de janeiro de 2019.

Slide Plano Aula

Orientações: Comente que a outra imagem, do geoglifo, é considerada pertencente a outro povo. São conhecidos como Nazca. Esse povo não existe mais. Essas pessoas eram de um país chamado atualmente de Peru, no continente americano.

Mostre a localização desse lugar num globo ou mapa-múndi. Ou, também, se for possível, projete um mapa digital, como o do IBGE, disponível em https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_planisferio_politico_a3.pdf, acesso em 25 de janeiro de 2019.
Pergunte: como vocês acham que esse povo fez essas figuras, sabendo que são desenhos enormes? Que história ou o que vocês acham que o povo Nazca quis registrar com esses geoglifos? Vocês acham que sem os geoglifos teríamos a possibilidade de saber sobre parte da cultura Nazca?

Fale aos alunos que não existe uma teoria comprovada de como o povo de Nazca fez os geoglifos, qual história queriam contar, para que fizeram, e que, na verdade, existem muitas hipóteses sobre isso. Mas direcione-os com mais indagações de que, sem os geoglifos não se saberia e nem, possivelmente, se teria a curiosidade de conhecer parte da cultura Nazca.

Fonte da imagem: Wikimedia Commons. Disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:L%C3%ADneas_de_Nazca,_Nazca,_Per%C3%BA,_2015-07-29,_DD_54.JPG. Acesso em: 14 de janeiro de 2019.

Para você saber mais: Sobre o povo Nazca e as várias interpretações das “Linhas Nazcas”, leia “Mistério das linhas de Nazca solucionado. Será?: Linhas eram uma forma de agradecer aos deuses”, disponível em https://seuhistory.com/noticias/misterio-das-linhas-de-nazca-solucionado-sera, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Assista também ao documentário “Investiga Os Mistérios das Linhas de Nazca”, do Olly Steeds Investiga, Discovery Channel, publicado no Canal “documentários sayrus”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=LDS08o0Slvg, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Também ao vídeo “Os Mistérios da Civilização Nazca (Dublado) Documentário Completo”, dirigido por Thierry Ragobert, uma co-produção de Gedeon Programmes, La Septe Arte, Discovery Channel e BBC, de 1999, publicado pelo Canal “Documentários Espetaculares 2.0”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=djk3Q32SO1M, acesso em 14 de janeiro de 2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 12 minutos.

Orientações: Projete o slide e faça a leitura da atividade ou apenas explique-a oralmente passo a passo.

Entregue uma tira de folha de sulfite para cada aluno e fale que naquele pedaço de papel eles deverão escrever uma frase sobre o que aprenderam com a aula, ou o que mais gostaram da aula e ou o que não gostaram.

Depois, peça para que dobrem e coloquem numa caixa, ou recipiente, para que você possa fazer o sorteio de uma das frases.

Pergunte se tem algum aluno que gosta de fazer desenhos, como os dos povos estudados e se gostaria de fazê-los no quadro para os colegas verem. Conforme eles se manifestarem, faça uma lista com os nomes desses alunos.

Explique que um aluno da lista deverá fazer, no quadro, o registro da frase sorteada. Sorteie um dos nomes da lista ou escolha de acordo com seus critérios.

Sussurre ao ouvido do aluno desenhista o que está escrito na tira de papel sorteada. Fale que ele deverá fazer registro, como os povos estudados, daquela frase e que não poderá emitir nenhum som sobre ela.

Enquanto ele for desenhando no quadro, explique aos alunos que eles devem pensar como os historiadores, que fazem perguntas tais como: como foi feita, onde foi feita, por quem foi feita, em que momento foi feita, para que foi feita. Dessa maneira, o historiador pode interpretar as histórias que têm as produções humanas.

No caso da atividade, direcione-os a pensar que a frase foi feita depois da aula, pelos alunos que participaram da aula, para mostrar o que aprenderam sobre um determinado assunto (os registros de alguns povos).

Peça para que, pensando nas perguntas, interpretem, e que vão falando para o desenhista a frase que poderia estar escrita na tira de papel.

O desenhista deve avisar quando os alunos conseguirem acertar a interpretação da frase.

Se não conseguirem interpretar por causa do tempo da atividade, interrompa e peça para o desenhista falar que frase era. Pergunte se alguém poderia dar alguma ideia para ajudar no registro e na interpretação daquela frase.

Se houver mais tempo, leia mais frases perguntando o que fariam de desenhos para registro ou sorteie mais uma para fazer novamente a atividade com outro desenhista.

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