16365
Ir ao conteúdo principal Ir ao menu Principal Ir ao menu de Guias

Faltam para  

Plano de aula > História > 8º ano > O Brasil no século XIX

Plano de aula - Resistência afro-brasileira no Brasil imperial

Plano de aula de História com atividades para 8º ano do EF sobre Resistência afro-brasileira no Brasil imperial

Plano 03 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: João Carlos De Melo Silva

ESTE CONTEÚDO PODE SER USADO À DISTÂNCIA Ver Mais >
 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08H16 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Aparelho de som ou projetor de imagens (opcional).

Material complementar:

Para você saber mais:

Durante o período escravista, o Brasil atravessou várias fases. Se iniciou no período colonial e acompanhou toda a fase do Brasil império. Ao longo desse período houve inúmeras reações das pessoas escravizadas contra esse sistema. Desde grandes revoltas e formações quilombolas de proporções gigantescas, como Palmares, até levantes menores e ações individuais. A resistência negra no Brasil aconteceu de maneiras diversas, e nesta aula optamos por utilizar fontes de ações individuais de pessoas que reagiram contra a escravidão já no final do século XIX, quando o sistema já apresentava sinais de colapso. A obra Visões de Liberdade do historiador Sidney Chalhoub traz vários desses casos e uma reflexão teórica necessária para entendermos como interpretar as ações individuais dessas pessoas a partir da análise de documentos judiciais.

Sugerimos como leitura:

  • CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 1990.

Obs: Este plano de aula utiliza fontes públicas disponíveis no repositório da UFRN (http://repositoriolabim.cchla.ufrn.br/). Para navegar pelo site e encontrar estas e outras fontes primárias, siga os seguintes passos.

  • Digite “processos criminais” na barra de pesquisa.
  • Logo em seguida clique em “ACERVO DE SÃO JOSÉ DO MIPIBU - AÇÕES CRIMINAIS”.
  • Clique em CAIXA 08 1874-1875 para acessar as fontes 2 e 3 deste plano.
  • Clique em C08V22-1874.pdf para acessar a fonte 2 completa.
  • Clique em C08V08-1874.pdf para acessar a fonte 3 completa.

Objetivo select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Leia o objetivo junto com os alunos e certifique-se de que eles entenderam o propósito da aula.

Contexto select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Divida a turma em grupos de 3 ou 4 alunos.
  • Escreva a frase acima no quadro. Peça para que os alunos leiam e reflitam sobre ela por um minuto. Em seguida pergunte para alunos de diferentes grupos o que significa liberdade para cada um deles e pedir exemplos do dia a dia. O professor deve incentivar os alunos a falarem livremente o que eles pensam, sem se preocupar em dar respostas “certas” ou “erradas”. O objetivo da provocação é perceber as variações no significado de liberdade para cada aluno.
  • Depois de ouvir alguns alunos comente que se em um espaço limitado como a sala de aula o conceito de liberdade se alterou, provavelmente ele se alteraria ainda mais se transferido para outros tempos e espaços.
  • Saliente também que o conceito de liberdade era muito utilizado nos discursos políticos do século XVIII e XIX, e que essa palavra, junto com outras, como “tirania”, “igualdade” fez parte do vocabulário político das principais revoluções desse período, e que estava longe de ser uma palavra ouvida e falada apenas pelas elites. Os homens e mulheres escravizados ouviram muito seus senhores falarem em liberdade, mas o conceito de liberdade dos senhores era bem diferente do daqueles em cativeiro no Brasil. Para os senhores significava o desejo por lucro e livre comércio sem interferência do estado monárquico. Para os homens e mulheres escravizados significava a liberdade de viver, ir e vir, praticar sua cultura, constituir família e possuir alguma propriedade pessoal.

Para saber mais

Texto completo: MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S/a, 1977. Disponível em http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/5628/material/CEC%C3%83%C2%ADLia%20Meireles%20-%20Romanceiro%20da%20Inconfid%C3%83%C2%AAncia%20%5BRev%5D%5B1%5D.pdf acessado em 20/02/2019.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

Fonte 1:

  • Distribua cópias da letra completa para todos os grupos e, caso tenha equipamentos necessários, reproduza o vídeo da música para os grupos acompanharem junto a leitura da letra.
  • A música pode ser acessada em:

https://www.youtube.com/watch?v=RYYnpA-PQDk

  • A letra completa da música está disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=RYYnpA-PQDk na descrição do vídeo.
  • Pergunte aos alunos como o eu lírico se sente após ter matado o senhor de engenho. A expectativa é que eles percebam nos versos “mesmo estando em desvantagem a sensação é de poder” que o eu lírico se sente bem e que seu ato foi justo.
  • Pergunte como o eu lírico da canção justifica seu ato. No verso “meu crime a ele eu culpo, bateu em criança cometeu estupro, proibiu a dança e a religião, causou confusão interna entre o grupo” o autor do crime justifica o assassinato aos maus tratos sofridos por ele quando escravizado.
  • O objetivo dessa canção é disparar nos alunos o exercício de se colocar no lugar das pessoas escravizadas que cometeram atos extremos em nome de sua liberdade.

Como adequar à sua realidade: Se não for possível reproduzir faça uma leitura coletiva da letra, pedindo para que cada aluno leia uma estrofe.

Para você saber mais:

Caso deseje buscar mais informação sobre o que é “eu-lírico” acesse:

DIANA, Daniela. Eu lírico. Toda Matéria. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/eu-lirico/>. Acesso em: 09 dez 2018.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 2:

  • Explique aos alunos que as fontes que eles receberão agora são trechos de processos criminais de 1875 que envolvem pessoas escravizadas que reagiram de alguma forma à opressão.
  • Distribua cópias da fonte 2 para os alunos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um longo processo judicial movido contra uma mulher escravizada chamada Rita que teria envenenado a comida de seu senhor no ano de 1875 em São José do Mipibú/RN.
  • Os alunos deverão inferir da leitura da fonte qual foi a reação da mulher escravizada de nome Rita que a levou a ser processada e levantar hipóteses, baseado na compreensão que temos sobre trabalho escravo e a música da fonte 1, quais poderiam ter sido os motivos de tal ato.
  • 10 minutos depois distribua as cópias da fonte 3.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 2:

  • Explique aos alunos que as fontes que eles receberão agora são trechos de processos criminais de 1875 que envolvem pessoas escravizadas que reagiram de alguma forma à opressão.
  • Distribua cópias da fonte 2 para os alunos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um longo processo judicial movido contra uma mulher escravizada chamada Rita que teria envenenado a comida de seu senhor no ano de 1875 em São José do Mipibú/RN.
  • Os alunos deverão inferir da leitura da fonte qual foi a reação da mulher escravizada de nome Rita que a levou a ser processada e levantar hipóteses, baseado na compreensão que temos sobre trabalho escravo e a música da fonte 1, quais poderiam ter sido os motivos de tal ato.
  • 10 minutos depois distribua as cópias da fonte 3.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Problematização select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientações:

  • Peça para os alunos ainda em grupo produzirem um rap curto, de no máximo 3 estrofes. O objetivo é se inspirar no modelo da música da fonte 1 e recriar a narrativa a partir das fontes 2 e 3, em forma de rap.
  • A estrutura desse tipo de poesia é muito variada, os alunos podem se sentir livres quanto à métrica, mas é importante que tenham rimas.

Como adequar à sua realidade: Se você sentir que os alunos não têm muita familiaridade com o rap pode pedir para que eles façam uma poesia convencional. O importante é recriar a narrativa das pessoas escravizadas das fontes se colocando no lugar deles como sujeitos históricos.

Resumo da aula

download Baixar plano

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você possa se planejar.

Este plano está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF08H16 de História, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Materiais necessários: Aparelho de som ou projetor de imagens (opcional).

Material complementar:

Para você saber mais:

Durante o período escravista, o Brasil atravessou várias fases. Se iniciou no período colonial e acompanhou toda a fase do Brasil império. Ao longo desse período houve inúmeras reações das pessoas escravizadas contra esse sistema. Desde grandes revoltas e formações quilombolas de proporções gigantescas, como Palmares, até levantes menores e ações individuais. A resistência negra no Brasil aconteceu de maneiras diversas, e nesta aula optamos por utilizar fontes de ações individuais de pessoas que reagiram contra a escravidão já no final do século XIX, quando o sistema já apresentava sinais de colapso. A obra Visões de Liberdade do historiador Sidney Chalhoub traz vários desses casos e uma reflexão teórica necessária para entendermos como interpretar as ações individuais dessas pessoas a partir da análise de documentos judiciais.

Sugerimos como leitura:

  • CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 1990.

Obs: Este plano de aula utiliza fontes públicas disponíveis no repositório da UFRN (http://repositoriolabim.cchla.ufrn.br/). Para navegar pelo site e encontrar estas e outras fontes primárias, siga os seguintes passos.

  • Digite “processos criminais” na barra de pesquisa.
  • Logo em seguida clique em “ACERVO DE SÃO JOSÉ DO MIPIBU - AÇÕES CRIMINAIS”.
  • Clique em CAIXA 08 1874-1875 para acessar as fontes 2 e 3 deste plano.
  • Clique em C08V22-1874.pdf para acessar a fonte 2 completa.
  • Clique em C08V08-1874.pdf para acessar a fonte 3 completa.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Leia o objetivo junto com os alunos e certifique-se de que eles entenderam o propósito da aula.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Divida a turma em grupos de 3 ou 4 alunos.
  • Escreva a frase acima no quadro. Peça para que os alunos leiam e reflitam sobre ela por um minuto. Em seguida pergunte para alunos de diferentes grupos o que significa liberdade para cada um deles e pedir exemplos do dia a dia. O professor deve incentivar os alunos a falarem livremente o que eles pensam, sem se preocupar em dar respostas “certas” ou “erradas”. O objetivo da provocação é perceber as variações no significado de liberdade para cada aluno.
  • Depois de ouvir alguns alunos comente que se em um espaço limitado como a sala de aula o conceito de liberdade se alterou, provavelmente ele se alteraria ainda mais se transferido para outros tempos e espaços.
  • Saliente também que o conceito de liberdade era muito utilizado nos discursos políticos do século XVIII e XIX, e que essa palavra, junto com outras, como “tirania”, “igualdade” fez parte do vocabulário político das principais revoluções desse período, e que estava longe de ser uma palavra ouvida e falada apenas pelas elites. Os homens e mulheres escravizados ouviram muito seus senhores falarem em liberdade, mas o conceito de liberdade dos senhores era bem diferente do daqueles em cativeiro no Brasil. Para os senhores significava o desejo por lucro e livre comércio sem interferência do estado monárquico. Para os homens e mulheres escravizados significava a liberdade de viver, ir e vir, praticar sua cultura, constituir família e possuir alguma propriedade pessoal.

Para saber mais

Texto completo: MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S/a, 1977. Disponível em http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/5628/material/CEC%C3%83%C2%ADLia%20Meireles%20-%20Romanceiro%20da%20Inconfid%C3%83%C2%AAncia%20%5BRev%5D%5B1%5D.pdf acessado em 20/02/2019.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

Fonte 1:

  • Distribua cópias da letra completa para todos os grupos e, caso tenha equipamentos necessários, reproduza o vídeo da música para os grupos acompanharem junto a leitura da letra.
  • A música pode ser acessada em:

https://www.youtube.com/watch?v=RYYnpA-PQDk

  • A letra completa da música está disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=RYYnpA-PQDk na descrição do vídeo.
  • Pergunte aos alunos como o eu lírico se sente após ter matado o senhor de engenho. A expectativa é que eles percebam nos versos “mesmo estando em desvantagem a sensação é de poder” que o eu lírico se sente bem e que seu ato foi justo.
  • Pergunte como o eu lírico da canção justifica seu ato. No verso “meu crime a ele eu culpo, bateu em criança cometeu estupro, proibiu a dança e a religião, causou confusão interna entre o grupo” o autor do crime justifica o assassinato aos maus tratos sofridos por ele quando escravizado.
  • O objetivo dessa canção é disparar nos alunos o exercício de se colocar no lugar das pessoas escravizadas que cometeram atos extremos em nome de sua liberdade.

Como adequar à sua realidade: Se não for possível reproduzir faça uma leitura coletiva da letra, pedindo para que cada aluno leia uma estrofe.

Para você saber mais:

Caso deseje buscar mais informação sobre o que é “eu-lírico” acesse:

DIANA, Daniela. Eu lírico. Toda Matéria. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/eu-lirico/>. Acesso em: 09 dez 2018.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 2:

  • Explique aos alunos que as fontes que eles receberão agora são trechos de processos criminais de 1875 que envolvem pessoas escravizadas que reagiram de alguma forma à opressão.
  • Distribua cópias da fonte 2 para os alunos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um longo processo judicial movido contra uma mulher escravizada chamada Rita que teria envenenado a comida de seu senhor no ano de 1875 em São José do Mipibú/RN.
  • Os alunos deverão inferir da leitura da fonte qual foi a reação da mulher escravizada de nome Rita que a levou a ser processada e levantar hipóteses, baseado na compreensão que temos sobre trabalho escravo e a música da fonte 1, quais poderiam ter sido os motivos de tal ato.
  • 10 minutos depois distribua as cópias da fonte 3.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 2:

  • Explique aos alunos que as fontes que eles receberão agora são trechos de processos criminais de 1875 que envolvem pessoas escravizadas que reagiram de alguma forma à opressão.
  • Distribua cópias da fonte 2 para os alunos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um longo processo judicial movido contra uma mulher escravizada chamada Rita que teria envenenado a comida de seu senhor no ano de 1875 em São José do Mipibú/RN.
  • Os alunos deverão inferir da leitura da fonte qual foi a reação da mulher escravizada de nome Rita que a levou a ser processada e levantar hipóteses, baseado na compreensão que temos sobre trabalho escravo e a música da fonte 1, quais poderiam ter sido os motivos de tal ato.
  • 10 minutos depois distribua as cópias da fonte 3.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Orientações:

Fonte 3:

  • Distribua cópias da fonte 3 para os grupos.
  • Peça para que eles leiam a fonte e discutam em grupo. Essa fonte é parte de um depoimento de um administrador de engenho que sofreu agressões físicas de dois homens escravizados no ano de 1875 em São José do Mipibu/RN.
  • Os alunos devem compreender a partir da leitura qual foi o contexto da agressão. Ou seja, o que motivou os homens escravizados a agredirem o chefe. No depoimento o administrador fica claro que foi um conflito causado pelos maus tratos no trabalho, pois o próprio admite ter castigado fisicamente os homens que estavam realizando trabalho escravo.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientações:

  • Peça para os alunos ainda em grupo produzirem um rap curto, de no máximo 3 estrofes. O objetivo é se inspirar no modelo da música da fonte 1 e recriar a narrativa a partir das fontes 2 e 3, em forma de rap.
  • A estrutura desse tipo de poesia é muito variada, os alunos podem se sentir livres quanto à métrica, mas é importante que tenham rimas.

Como adequar à sua realidade: Se você sentir que os alunos não têm muita familiaridade com o rap pode pedir para que eles façam uma poesia convencional. O importante é recriar a narrativa das pessoas escravizadas das fontes se colocando no lugar deles como sujeitos históricos.

Slide Plano Aula

Compartilhe este conteúdo:

pinterest-color Created with Sketch. whatsapp-color

PRÓXIMAS AULAS:

AULAS DE O Brasil no século XIX do 8º ano :

MAIS AULAS DE História do 8º ano:

Planos de aula para desenvolver a habilidade EF08HI16 da BNCC

APRENDA MAIS COM ESTE CURSO EXCLUSIVO

Competências Gerais na BNCC

O curso, ministrado por Anna Penido, tem o objetivo de apoiar redes de ensino, escolas e professores no planejamento de práticas pedagógicas que desenvolvam as competências gerais.

Ver mais detalhes

Encontre outros planos de História

Encontre planos de aula para outras disciplinas

Baixar plano