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Plano de aula > Geografia > 6º ano > Mundo do trabalho

Plano de aula - As transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva

Plano de aula de Geografia com atividades para 6º ano do Fundamental sobre investigar as transformações da paisagem urbano-industrial

Plano 01 de 5 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Juliana Santiago De Freitas

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF06GE06 de Geografia, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Esta habilidade contempla a identificação de características das paisagens transformadas pelo trabalho humano a partir do desenvolvimento agropecuário e do processo de industrialização. A habilidade também permite trabalhar a temática por meio de imagens que se passam em épocas distintas para que os alunos analisem suas transformações. A atividade proposta para o plano também envolve a elaboração de um roteiro de entrevista para ser aplicado, em outro momento, com um morador do bairro ou da cidade onde vivem, percebendo a paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva, instigando o imaginário dos alunos. Esta habilidade pode ser associada a outras habilidades da BNCC, tais como EF06GE01, EF06GE02 e EF06GE07.

Materiais necessários:

  • Caderno do aluno.
  • Lápis grafite e/ou caneta esferográfica e borracha.
  • Uma folha almaço para cada grupo para a realização do roteiro de entrevista.

Material complementar:

Arquivo com as imagens dos slides para a contextualização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf

Arquivo com a entrevista-modelo para os alunos em formato de texto para a problematização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Zfe3pfemEH4mrBkWQhdvTnvBmWDFkaW7gBR7VPphd2tKTVK5PVGyz3h5gj4t/ge06-06und01-problematizacao-entrevista-modelo.pdf

Arquivo com orientações para os alunos acerca da elaboração do roteiro de entrevista para a ação propositiva. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PCukm3yDghnjYnRTFcbu7f6X9MDMPc2kaqrwsTpqR4SEWYjkNUnPFxTvuTWa/ge06-06und01-acao-propositiva-orientacoes-para-elaboracao-de-roteiro.pdf

Arquivo com orientações para os alunos acerca da avaliação e validação dos roteiros de entrevista para a sistematização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qxEhnen7Yh9dVwPJBBJrWsdY2mbauErF3SZQ99RVgwfd5UPpEeVhxFsN9kXG/ge06-06und01-sistematizacao-avaliacao-dos-roteiros.pdf

Exemplo de entrevista em áudio. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=m6UYAzq_Bn4. Acesso em: 15 de novembro de 2018.

Link para as imagens:

Imagem 1: Estação da Luz, São Paulo/SP, em 1900. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo#/media/File:Guilherme_Gaensly_-_Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz,_c._1900.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 2: Estação da Luz, São Paulo/SP, em 2015. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz#/media/File:Webysther_20150509172554_-_Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 3: Avenida Paulista, São Paulo/SP, em 1891. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/97/Martin%2C_Jules_-_Avenida_Paulista_no_dia_da_Inaugura%C3%A7%C3%A3o%2C_8_de_Dezembro_de_1891%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP_%28cropped%29.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 4: Avenida Paulista, São Paulo/SP, em 1902. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida_Paulista#/media/File:Avenida_Paulista_1902.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 5: Avenida Paulista de noite, São Paulo/SP, em 2016. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida_Paulista#/media/File:Paulista_Avenue_at_night,_S%C3%A3o_Paulo,_Brazil.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

CALVENTE, Maria del Carmen Matilde Huertas; MOURA, Jeani Delgado Paschoal; ANTONELLO, Ideni Terezinha. A pesquisa de memória viva - uma experiência da sua utilização na formação de professores de Geografia. Geografia, v. 12, n. 01, jan/jun, p. 391-402. 2003. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia/article/view/6701/6061. Acesso em 09 de novembro de 2018.

MANZINI, Eduardo José. Entrevista Semi-estruturada: análise de objetivos e de roteiros. In: II Seminário Internacional De Pesquisa E Estudos Qualitativos, 2004, Bauru/SP. Anais... Bauru/SP, p. 1-10. 2004. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3145622/mod_resource/content/1/Entrevista%20semi%20estruturada%20estudo%20UNESP%20Mari%CC%81lia.pdf. Acesso: 09 nov 2018.

NABOZNY, Almir. Da paisagem como olhar do geógrafo à paisagem como olhar dos outros. Geografia, Ensino & Pesquisa, v. 15, n. 1, jan/abr. 2011. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/geografia/article/viewFile/7375/4414. Acesso em: 04 nov 2018.

Contextos prévios: É interessante que os alunos já tenham um conhecimento prévio do conceito de paisagem, bem como diferenciar paisagens culturais e naturais.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Apresente aos alunos o tema a ser abordado na aula. Comente que será iniciado o conteúdo acerca das transformações da paisagem relacionadas ao espaço urbano-industrial, e que será elaborado um roteiro de entrevista para ser aplicado com um morador do bairro em um momento posterior.

Contextos prévios: É interessante que os alunos já tenham um conhecimento prévio do conceito de paisagem, bem como diferenciar paisagens culturais e naturais.

Contextualização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 7 minutos.

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município.

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

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Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

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Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

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Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

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Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

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Tempo sugerido: 8 minutos.

Orientações: Comente com os alunos que as transformações da paisagem se dão por diversas maneiras, seja pelo desenvolvimento de técnicas e do trabalho humano, seja pelas relações sociais que são estabelecidas ou até mesmo pelo significado que cada sujeito atribui ao espaço a partir de sua experiência. Essas transformações dão à paisagem uma característica dinâmica, sendo constantemente transformada ou apresentando sempre novas perspectivas e significações.

Explique aos alunos que será proposta uma atividade para que eles possam perceber as mudanças ocorridas na paisagem de seus bairros a partir de relatos de experiência e da memória viva. Assim, deverão elaborar um roteiro de entrevista a ser aplicado em outro momento com um morador de seu bairro para investigar como a paisagem se transformou ao longo do tempo.

Para esta atividade, crie ou providencie previamente um roteiro de entrevista fictício acerca da temática proposta ou similar para que os alunos possam conhecer o gênero textual de entrevista e como ele pode ser elaborado. Possibilite um momento para a leitura do roteiro. Um exemplo de roteiro de entrevista pode ser encontrado no link a seguir: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Zfe3pfemEH4mrBkWQhdvTnvBmWDFkaW7gBR7VPphd2tKTVK5PVGyz3h5gj4t/ge06-06und01-problematizacao-entrevista-modelo.pdf. Caso não consiga projetar, o roteiro de entrevista pode ser impresso aos alunos ou para arquivo pessoal, realizando uma leitura em sala de aula. Sugerimos também uma entrevista em áudio, no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=m6UYAzq_Bn4. Acesso em: 15 de novembro de 2018.

A entrevista poderá ser apresentada aos alunos de várias formas. Seguem algumas sugestões: projetada no quadro por meio de projetor digital, criação de um áudio com um diálogo entre duas pessoas a partir de gravação em um aparelho celular com gravador de voz ou aparelho de gravação de voz, ou impressa para cada aluno. Caso seja possível, apresente aos alunos um vídeo de uma entrevista que seja próxima ao objetivo proposto da aula, sendo necessário um projetor digital.

Ação Propositiva select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 23 minutos.

Orientações: Neste momento, divida os alunos em grupos de quatro pessoas aproximadamente para que iniciem a elaboração dos roteiros de entrevista. Explique aos alunos que a elaboração do roteiro de entrevista tem como objetivo a organização do diálogo a ser realizado com uma pessoa, buscando atingir o objetivo de investigar como se deram as transformações da paisagem urbana-industrial do local onde moram. Deixe o objetivo da entrevista registrado no quadro para que os alunos possam remeter a ele sempre que acharem necessário.

Assim, em um primeiro momento, oriente os alunos a pensarem nos elementos essenciais da entrevista, tais como: seleção do morador, levando em consideração o tempo de vivência do mesmo no bairro e/ou cidade, o local da entrevista, se a entrevista será gravada ou registrada manualmente, como será a abordagem ao morador, dentre outros aspectos. Em um segundo momento, oriente os alunos a elaborarem as perguntas que serão aplicadas na entrevista. Algumas sugestões de orientações aos alunos de como construir o roteiro de entrevista estão disponíveis no link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PCukm3yDghnjYnRTFcbu7f6X9MDMPc2kaqrwsTpqR4SEWYjkNUnPFxTvuTWa/ge06-06und01-acao-propositiva-orientacoes-para-elaboracao-de-roteiro.pdf. Caso não seja possível projetar o roteiro de entrevista, o mesmo poderá ser registrado no quadro ou impressa uma cópia para cada grupo.

Entregue uma folha almaço a cada grupo e oriente os alunos a registrarem as perguntas na folha entregue. Estabeleça junto com os alunos a elaboração de no mínimo 5 perguntas, tendo em vista que as perguntas servirão como questões-norteadoras de uma conversa a ser realizada com os moradores.

Enquanto os alunos realizam a atividade, transite entre os grupos mediando a elaboração dos roteiros e avaliando as perguntas, auxiliando-os em possíveis dúvidas e verificando a participação de todos os membros dos grupos nesse processo.

Apesar da elaboração do roteiro de entrevista ser elaborado em grupos, sugere-se que a entrevista em si seja realizada individualmente ou em duplas.

Sugere-se que, caso seja possível, converse com o professor do componente curricular de Língua Portuguesa para que possam aplicar o plano de aula de forma interdisciplinar.

Como adequar à sua realidade: O plano em questão refere-se às transformações ocorridas nas áreas urbanas e industriais, no entanto, caso sua região seja predominantemente rural e/ou a escola seja do campo, é possível que os objetivos e a atividades sejam adaptadas ao cenário local.

Converse com os alunos acerca da possibilidade de adequarem suas perguntas às características que possam ser específicas do bairro ou da cidade, como por exemplo: se moram em bairros industriais, remeter ao bairro e ao crescimento de indústrias; se moram em área rural, remeter as perguntas às relações do campo e sua modernização.

Para você saber mais:

Para o roteiro de entrevista utiliza-se a concepção de entrevista semi-estruturada, em que os alunos devem elaborar questões que darão base ao diálogo com uma pessoa, não sendo questões fechadas ou sem possibilidade de serem adequadas ao decorrer do diálogo a ser estabelecido. Por isso o roteiro é igualmente importante à entrevista uma vez que possibilita a organização prévia dos alunos para que os alunos, preparando-os para um diálogo acadêmico.

Abaixo segue uma sugestão de um texto acerca da elaboração de roteiros de entrevistas.

MANZINI, Eduardo José. Entrevista Semi-estruturada: análise de objetivos e de roteiros. In: II Seminário Internacional De Pesquisa E Estudos Qualitativos, 2004, Bauru/SP. Anais... Bauru/SP, p. 1-10. 2004. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3145622/mod_resource/content/1/Entrevista%20semi%20estruturada%20estudo%20UNESP%20Mari%CC%81lia.pdf. Acesso: 09 nov 2018.

Sistematização select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Para sistematizar a atividade sugerida, proponha a simulação das entrevistas entre os grupos, de maneira que possam avaliar as questões elaboradas.

Estabeleça alguns critérios para essa avaliação, tais como: O roteiro prevê os elementos prévios de um roteiro de entrevista? O roteiro prevê a abordagem do sujeito a ser entrevistado? As perguntas estão de acordo com o conteúdo? As perguntas estão de acordo com o objetivo? As questões são claras e objetivas?

Para tanto, algumas sugestões de como os alunos devem avaliar os roteiros uns dos outros estão disponíveis no link a seguir: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qxEhnen7Yh9dVwPJBBJrWsdY2mbauErF3SZQ99RVgwfd5UPpEeVhxFsN9kXG/ge06-06und01-sistematizacao-avaliacao-dos-roteiros.pdf. Caso não haja a possibilidade de projetar as orientações, cópias poderão ser impressas para cada grupo ou poderão ser registradas no quadro. As orientações também podem servir como critérios de avaliação dos alunos. Solicite aos alunos que analisem as perguntas dos demais grupos de forma que possam também contribuir com as características da localidade onde vivem.

Sugere-se que os roteiros de entrevista sejam aplicados com o morador como tarefa escolar.

Para as próximas aulas, organize uma roda de discussões acerca do que os alunos investigaram e, a partir da discussão, construir junto com os alunos um mapa conceitual coletivo no quadro sobre as informações que os alunos obtiveram.

Esse plano de aula permite que um morador com larga vivência em um bairro seja convidado a ir na escola para a realização da entrevista. Caso opte por convidar o morador à escola, converse com a coordenação para a autorização e convide oficialmente o morador. Neste caso, busque analisar as perguntas elaboradas previamente, verificando possíveis semelhanças entre elas.

Resumo da aula

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Este slide em específico não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre este plano: Ele está previsto para ser realizado em uma aula de 50 minutos. Serão abordados aspectos que fazem parte do trabalho com a habilidade EF06GE06 de Geografia, que consta na BNCC. Como a habilidade deve ser desenvolvida ao longo de todo o ano, você observará que ela não será contemplada em sua totalidade aqui e que as propostas podem ter continuidade em aulas subsequentes.

Esta habilidade contempla a identificação de características das paisagens transformadas pelo trabalho humano a partir do desenvolvimento agropecuário e do processo de industrialização. A habilidade também permite trabalhar a temática por meio de imagens que se passam em épocas distintas para que os alunos analisem suas transformações. A atividade proposta para o plano também envolve a elaboração de um roteiro de entrevista para ser aplicado, em outro momento, com um morador do bairro ou da cidade onde vivem, percebendo a paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva, instigando o imaginário dos alunos. Esta habilidade pode ser associada a outras habilidades da BNCC, tais como EF06GE01, EF06GE02 e EF06GE07.

Materiais necessários:

  • Caderno do aluno.
  • Lápis grafite e/ou caneta esferográfica e borracha.
  • Uma folha almaço para cada grupo para a realização do roteiro de entrevista.

Material complementar:

Arquivo com as imagens dos slides para a contextualização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf

Arquivo com a entrevista-modelo para os alunos em formato de texto para a problematização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Zfe3pfemEH4mrBkWQhdvTnvBmWDFkaW7gBR7VPphd2tKTVK5PVGyz3h5gj4t/ge06-06und01-problematizacao-entrevista-modelo.pdf

Arquivo com orientações para os alunos acerca da elaboração do roteiro de entrevista para a ação propositiva. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PCukm3yDghnjYnRTFcbu7f6X9MDMPc2kaqrwsTpqR4SEWYjkNUnPFxTvuTWa/ge06-06und01-acao-propositiva-orientacoes-para-elaboracao-de-roteiro.pdf

Arquivo com orientações para os alunos acerca da avaliação e validação dos roteiros de entrevista para a sistematização. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qxEhnen7Yh9dVwPJBBJrWsdY2mbauErF3SZQ99RVgwfd5UPpEeVhxFsN9kXG/ge06-06und01-sistematizacao-avaliacao-dos-roteiros.pdf

Exemplo de entrevista em áudio. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=m6UYAzq_Bn4. Acesso em: 15 de novembro de 2018.

Link para as imagens:

Imagem 1: Estação da Luz, São Paulo/SP, em 1900. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo#/media/File:Guilherme_Gaensly_-_Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz,_c._1900.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 2: Estação da Luz, São Paulo/SP, em 2015. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz#/media/File:Webysther_20150509172554_-_Esta%C3%A7%C3%A3o_da_Luz.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 3: Avenida Paulista, São Paulo/SP, em 1891. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/97/Martin%2C_Jules_-_Avenida_Paulista_no_dia_da_Inaugura%C3%A7%C3%A3o%2C_8_de_Dezembro_de_1891%2C_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP_%28cropped%29.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 4: Avenida Paulista, São Paulo/SP, em 1902. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida_Paulista#/media/File:Avenida_Paulista_1902.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Imagem 5: Avenida Paulista de noite, São Paulo/SP, em 2016. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida_Paulista#/media/File:Paulista_Avenue_at_night,_S%C3%A3o_Paulo,_Brazil.jpg. Acesso em: 04 de novembro de 2018.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

CALVENTE, Maria del Carmen Matilde Huertas; MOURA, Jeani Delgado Paschoal; ANTONELLO, Ideni Terezinha. A pesquisa de memória viva - uma experiência da sua utilização na formação de professores de Geografia. Geografia, v. 12, n. 01, jan/jun, p. 391-402. 2003. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia/article/view/6701/6061. Acesso em 09 de novembro de 2018.

MANZINI, Eduardo José. Entrevista Semi-estruturada: análise de objetivos e de roteiros. In: II Seminário Internacional De Pesquisa E Estudos Qualitativos, 2004, Bauru/SP. Anais... Bauru/SP, p. 1-10. 2004. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3145622/mod_resource/content/1/Entrevista%20semi%20estruturada%20estudo%20UNESP%20Mari%CC%81lia.pdf. Acesso: 09 nov 2018.

NABOZNY, Almir. Da paisagem como olhar do geógrafo à paisagem como olhar dos outros. Geografia, Ensino & Pesquisa, v. 15, n. 1, jan/abr. 2011. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/geografia/article/viewFile/7375/4414. Acesso em: 04 nov 2018.

Contextos prévios: É interessante que os alunos já tenham um conhecimento prévio do conceito de paisagem, bem como diferenciar paisagens culturais e naturais.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientações: Apresente aos alunos o tema a ser abordado na aula. Comente que será iniciado o conteúdo acerca das transformações da paisagem relacionadas ao espaço urbano-industrial, e que será elaborado um roteiro de entrevista para ser aplicado com um morador do bairro em um momento posterior.

Contextos prévios: É interessante que os alunos já tenham um conhecimento prévio do conceito de paisagem, bem como diferenciar paisagens culturais e naturais.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 7 minutos.

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município.

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

Slide Plano Aula

Orientações: Neste momento, apresente aos alunos as imagens dos slides 3, 4, 5, 6 e 7. Sugere-se que o espaço da sala de aula seja alterado para o formato em “U”, possibilitando um diálogo com os alunos. Verifique a cada imagem os conhecimentos prévios dos alunos questionando-os como as paisagens foram transformadas ao longo do tempo, quais são os agentes que transformam essas paisagens, quais elementos foram transformados e quais foram mantidos. Incentive os alunos a entender de que forma eles poderiam expressar essas transformações por meio de questões, associando, já nesse primeiro momento, com a construção do roteiro de entrevista. Seguem algumas sugestões: As imagens mostram as transformações pelas quais sofreram, mas vocês observam a paisagem do bairro e da cidade onde vivem? Vocês observam transformações na paisagem quando elas acontecem? A paisagem costuma sofrer transformações no dia-a-dia? Se alguém perguntasse para vocês, saberiam dizer o que mudou na paisagem do bairro ou da cidade onde vivem? Vocês comentam com alguém sobre essas transformações? Como vocês expressam essas transformações? Alguém saberia expressá-las? Como você perguntaria a alguém como essas transformações estão ocorrendo? A relação que as pessoas têm com a paisagem é importante? Como? Como vocês perguntariam às pessoas qual a relação delas com a paisagem? Conforme os alunos forem colocando seus apontamentos, sugere-se registrar no quadro.

Caso não seja possível projetar as imagens, elas podem ser impressas em tamanho grande ou, caso prefira, divida os alunos em grupos e disponibilize as imagens impressas para cada grupo. Para a impressão das imagens, acesso: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/mJha6e5meG5TRAmsvNsWUMytczFbDEkaunkB8hxN9YsunDW6H8Ny2GQKZPhQ/ge06-06und01-contextualizacao-imagens.pdf. Caso as opções ainda não sejam possíveis, imagens semelhantes podem ser encontradas em revistas ou jornais locais, ou em sites oficiais do município

Como adequar à sua realidade: É interessante que você possa complementar as imagens disponibilizadas com imagens antigas e recentes do próprio bairro, da escola ou da cidade onde os alunos vivem. Estas imagens podem ser encontradas em jornais locais ou regionais ou em acervos do município.

Para você saber mais: Paisagem é o conceito central a ser abordado neste plano de aula, o qual será discutido com base na abordagem humanista, tendo em vista o método que foi sugerido para a aplicação da atividade que será desenvolvida no plano (investigação das transformações da paisagem por meio de relatos de experiência e memória viva). Nesta abordagem, a paisagem não é limitada ao sentido da visão, ao passo que considera também as experiências vividas e as relações estabelecidas no espaço pelo homem, ou seja, pelo sujeito. Segundo Cabral (2000), mesmo que o campo de visão da paisagem seja limitado ao sujeito, aquilo que está fora do alcance da visão poderá ser complementado pelas experiências vividas ou por complementos conceituais prévios. Assim, a paisagem não pode ser considerada separando-a do sujeito que a vivencia, sendo, portanto, dinâmica, um espaço em que o sujeito possa percebê-lo, onde vive, desloca-se, estabelece relações e busca por significados (CABRAL, 2000). É importante ressaltar que as paisagens são modificadas a partir da intervenção e relação do homem no espaço, alterando ou não os elementos culturais ou naturais que nela estão presentes (rios, morros ou casas, pontes etc., respectivamente). Mas, ao mesmo tempo que essas modificações são visíveis, suas diferenças estão no olhar dos sujeitos que dão significados a elas. Como por exemplo: uma porção do espaço que foi por muito tempo cuidada e vivenciada por determinados moradores de um bairro, os quais plantaram flores ou cultivaram uma horta e, em um determinado momento esse espaço é utilizado para duplicação da via. Os moradores que vivenciavam esse espaço e que o atribuíram significado de qualquer modo, perceberão as modificações na paisagem de forma diferente e com mais intensidade do que outros, que não vivenciaram o espaço.

CABRAL, Luiz Otávio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Geosul, Florianópolis, v. 15, n. 30. p. 34-45, jul/dez. 2000. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/viewFile/14252/13053. Acesso em: 12 de novembro de 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos.

Orientações: Comente com os alunos que as transformações da paisagem se dão por diversas maneiras, seja pelo desenvolvimento de técnicas e do trabalho humano, seja pelas relações sociais que são estabelecidas ou até mesmo pelo significado que cada sujeito atribui ao espaço a partir de sua experiência. Essas transformações dão à paisagem uma característica dinâmica, sendo constantemente transformada ou apresentando sempre novas perspectivas e significações.

Explique aos alunos que será proposta uma atividade para que eles possam perceber as mudanças ocorridas na paisagem de seus bairros a partir de relatos de experiência e da memória viva. Assim, deverão elaborar um roteiro de entrevista a ser aplicado em outro momento com um morador de seu bairro para investigar como a paisagem se transformou ao longo do tempo.

Para esta atividade, crie ou providencie previamente um roteiro de entrevista fictício acerca da temática proposta ou similar para que os alunos possam conhecer o gênero textual de entrevista e como ele pode ser elaborado. Possibilite um momento para a leitura do roteiro. Um exemplo de roteiro de entrevista pode ser encontrado no link a seguir: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Zfe3pfemEH4mrBkWQhdvTnvBmWDFkaW7gBR7VPphd2tKTVK5PVGyz3h5gj4t/ge06-06und01-problematizacao-entrevista-modelo.pdf. Caso não consiga projetar, o roteiro de entrevista pode ser impresso aos alunos ou para arquivo pessoal, realizando uma leitura em sala de aula. Sugerimos também uma entrevista em áudio, no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=m6UYAzq_Bn4. Acesso em: 15 de novembro de 2018.

A entrevista poderá ser apresentada aos alunos de várias formas. Seguem algumas sugestões: projetada no quadro por meio de projetor digital, criação de um áudio com um diálogo entre duas pessoas a partir de gravação em um aparelho celular com gravador de voz ou aparelho de gravação de voz, ou impressa para cada aluno. Caso seja possível, apresente aos alunos um vídeo de uma entrevista que seja próxima ao objetivo proposto da aula, sendo necessário um projetor digital.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 23 minutos.

Orientações: Neste momento, divida os alunos em grupos de quatro pessoas aproximadamente para que iniciem a elaboração dos roteiros de entrevista. Explique aos alunos que a elaboração do roteiro de entrevista tem como objetivo a organização do diálogo a ser realizado com uma pessoa, buscando atingir o objetivo de investigar como se deram as transformações da paisagem urbana-industrial do local onde moram. Deixe o objetivo da entrevista registrado no quadro para que os alunos possam remeter a ele sempre que acharem necessário.

Assim, em um primeiro momento, oriente os alunos a pensarem nos elementos essenciais da entrevista, tais como: seleção do morador, levando em consideração o tempo de vivência do mesmo no bairro e/ou cidade, o local da entrevista, se a entrevista será gravada ou registrada manualmente, como será a abordagem ao morador, dentre outros aspectos. Em um segundo momento, oriente os alunos a elaborarem as perguntas que serão aplicadas na entrevista. Algumas sugestões de orientações aos alunos de como construir o roteiro de entrevista estão disponíveis no link: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/PCukm3yDghnjYnRTFcbu7f6X9MDMPc2kaqrwsTpqR4SEWYjkNUnPFxTvuTWa/ge06-06und01-acao-propositiva-orientacoes-para-elaboracao-de-roteiro.pdf. Caso não seja possível projetar o roteiro de entrevista, o mesmo poderá ser registrado no quadro ou impressa uma cópia para cada grupo.

Entregue uma folha almaço a cada grupo e oriente os alunos a registrarem as perguntas na folha entregue. Estabeleça junto com os alunos a elaboração de no mínimo 5 perguntas, tendo em vista que as perguntas servirão como questões-norteadoras de uma conversa a ser realizada com os moradores.

Enquanto os alunos realizam a atividade, transite entre os grupos mediando a elaboração dos roteiros e avaliando as perguntas, auxiliando-os em possíveis dúvidas e verificando a participação de todos os membros dos grupos nesse processo.

Apesar da elaboração do roteiro de entrevista ser elaborado em grupos, sugere-se que a entrevista em si seja realizada individualmente ou em duplas.

Sugere-se que, caso seja possível, converse com o professor do componente curricular de Língua Portuguesa para que possam aplicar o plano de aula de forma interdisciplinar.

Como adequar à sua realidade: O plano em questão refere-se às transformações ocorridas nas áreas urbanas e industriais, no entanto, caso sua região seja predominantemente rural e/ou a escola seja do campo, é possível que os objetivos e a atividades sejam adaptadas ao cenário local.

Converse com os alunos acerca da possibilidade de adequarem suas perguntas às características que possam ser específicas do bairro ou da cidade, como por exemplo: se moram em bairros industriais, remeter ao bairro e ao crescimento de indústrias; se moram em área rural, remeter as perguntas às relações do campo e sua modernização.

Para você saber mais:

Para o roteiro de entrevista utiliza-se a concepção de entrevista semi-estruturada, em que os alunos devem elaborar questões que darão base ao diálogo com uma pessoa, não sendo questões fechadas ou sem possibilidade de serem adequadas ao decorrer do diálogo a ser estabelecido. Por isso o roteiro é igualmente importante à entrevista uma vez que possibilita a organização prévia dos alunos para que os alunos, preparando-os para um diálogo acadêmico.

Abaixo segue uma sugestão de um texto acerca da elaboração de roteiros de entrevistas.

MANZINI, Eduardo José. Entrevista Semi-estruturada: análise de objetivos e de roteiros. In: II Seminário Internacional De Pesquisa E Estudos Qualitativos, 2004, Bauru/SP. Anais... Bauru/SP, p. 1-10. 2004. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3145622/mod_resource/content/1/Entrevista%20semi%20estruturada%20estudo%20UNESP%20Mari%CC%81lia.pdf. Acesso: 09 nov 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações: Para sistematizar a atividade sugerida, proponha a simulação das entrevistas entre os grupos, de maneira que possam avaliar as questões elaboradas.

Estabeleça alguns critérios para essa avaliação, tais como: O roteiro prevê os elementos prévios de um roteiro de entrevista? O roteiro prevê a abordagem do sujeito a ser entrevistado? As perguntas estão de acordo com o conteúdo? As perguntas estão de acordo com o objetivo? As questões são claras e objetivas?

Para tanto, algumas sugestões de como os alunos devem avaliar os roteiros uns dos outros estão disponíveis no link a seguir: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/qxEhnen7Yh9dVwPJBBJrWsdY2mbauErF3SZQ99RVgwfd5UPpEeVhxFsN9kXG/ge06-06und01-sistematizacao-avaliacao-dos-roteiros.pdf. Caso não haja a possibilidade de projetar as orientações, cópias poderão ser impressas para cada grupo ou poderão ser registradas no quadro. As orientações também podem servir como critérios de avaliação dos alunos. Solicite aos alunos que analisem as perguntas dos demais grupos de forma que possam também contribuir com as características da localidade onde vivem.

Sugere-se que os roteiros de entrevista sejam aplicados com o morador como tarefa escolar.

Para as próximas aulas, organize uma roda de discussões acerca do que os alunos investigaram e, a partir da discussão, construir junto com os alunos um mapa conceitual coletivo no quadro sobre as informações que os alunos obtiveram.

Esse plano de aula permite que um morador com larga vivência em um bairro seja convidado a ir na escola para a realização da entrevista. Caso opte por convidar o morador à escola, converse com a coordenação para a autorização e convide oficialmente o morador. Neste caso, busque analisar as perguntas elaboradas previamente, verificando possíveis semelhanças entre elas.

Slide Plano Aula

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