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Plano de aula > Língua Portuguesa > 9º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Reconhecimento de figuras de linguagem (ironia, eufemismo, hipérbole) na tirinha

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 9º ano do EF sobre Reconhecimento de figuras de linguagem (ironia, eufemismo, hipérbole) na tirinha

Plano 01 de 3 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Leandra Antoneli da Silva Franco

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a primeira aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é reconhecer as palavras que constroem o efeito de sentido de ironia, eufemismo e hipérbole na tirinha.

Materiais necessários: quadro, projetor (caso não haja, reproduzir material impresso), caderno, tirinhas.

Dificuldades antecipadas: Como as figuras de linguagem da ironia, do eufemismo e da hipérbole são bem comuns na comunicação oral, o aluno pode não conseguir perceber, na escrita, as palavras usadas para esses recursos linguísticos.

Referências bibliográficas sobre o assunto:

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Disponível em: ttps://edisciplinas.usp.br/pluginfile.../BECHARA_ModernaGramaticaPortuguesa.pdf?>. Acesso em: 31 ago. 2018.

CEREJA, W.; COCHAR, T. Português Linguagens, 8. 8 ed. São Paulo: Atual Editora, 2014.

FIGURAS DE PENSAMENTO. Dicionário online Aulete, 31 ago. 2018. Disponível em: <http://www.aulete.com.br/gram/cap17-03-figuras_de_pensamento>. Acesso em: 31 ago. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Pergunte aos alunos se nas situações comunicativas cotidianas eles expressam aos seus interlocutores tudo o que pensam sobre o que estão conversando, se eles se calam ou se eles disfarçam o seu real pensamento.
  • Peça que um aluno conte, resumidamente, uma situação em que ele foi sincero no diálogo com o outro e por que ele escolheu a sinceridade no seu discurso.
  • Chame outro aluno para que narre uma história em que ele se calou para não dizer a verdade e por que ele fez isso.
  • Escolha outro aluno para contar uma circunstância na qual ele pensou de um modo, mas se expressou de maneira diferente e o motivo disso.
  • Pergunte para os alunos quem já leu tirinhas. Contextualize que geralmente são publicadas nos principais jornais e que, na aula de hoje, algumas serão lidas.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Peça a um aluno para ler em voz alta as frases 1, 2 e 3.
  • Pergunte aos alunos qual a interpretação que eles fazem da frase 1 e se eles já falaram algo parecido; que descrevam qual a circunstância em que isso aconteceu.
  • Oriente os alunos a destacarem qual a palavra usada para levá-los a essa interpretação e qual a ideia que essa palavra transmitiu a eles.
  • Caso alguns alunos não percebam o exagero ao usar “mil vezes”, dê outros exemplos como: “Já falei mil vezes para você não se comportar desse jeito” ou “Estou morrendo de medo da prova de matemática”. O interessante é eles perceberem que “morrendo de medo” e “mil vezes” se assemelham quanto ao efeito de sentido.
  • Faça o mesmo passo a passo anterior de 1 a 4, para as orações 2 e 3, mas troque os exemplos.
  • Para a segunda frase, “ A concentrada da sua irmã esqueceu o livro de novo!”, capriche na entonação para eles perceberem a ironia, afinal alguém que é “concentrado”, teoricamente, não seria “esquecido”. Os outros exemplos poderiam ser: “Os políticos brasileiros são as pessoas mais preocupadas com o próximo!” ou “O boneco Chuck adora crianças!”. Nesses casos, “pessoas mais preocupadas com o próximo” e “adora crianças” se assemelham justamente porque, se se atentar para os sujeitos, refletem a ideia contrária à exposta, isto é, os políticos não são as pessoas mais preocupadas com o próximo e o personagem do filme de terror Chuck detesta crianças.
  • Já para a terceira frase, “Infelizmente, sua avó não resistiu! Sinto muito!”, chame a atenção deles para o não resistir que, nesse contexto, aliado às palavras “infelizmente” e “sinto muito” levam a interpretação de que resistir é igual a morrer. Algumas outras frases para ilustrar o eufemismo poderiam ser: “Não se pode faltar com a verdade!” (“Não se pode mentir.”) ou “Fulano partiu!” (referindo-se a alguém que tenha morrido), ressaltando que há maneiras mais diretas de dizer o conteúdo das orações exemplificadas.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações:

  • Peça a dois alunos para lerem a tirinha em voz alta, cada um “interpretando” uma personagem.
  • Ressalte a pergunta feita no primeiro quadrinho “Será que o filme é bom?”.
  • Pergunte aos alunos qual é o filme a que as vacas vão assistir (espera-se que respondam a nenhum filme) e por que eles têm a certeza da resposta (espera-se, também, que a atenção deles esteja voltada para a imagem do segundo quadrinho onde há uma placa com a palavra “Matadouro”, de mata = do verbo matar + -douro = lugar onde se pratica uma ação, ou seja, lugar onde se mata).
  • Escolha outro aluno para que ele diga qual a situação desagradável que acontecerá com as vacas. Chame a atenção deles para a ironia da tirinha e como ela se dá. Uma possibilidade de resposta é que as vacas acreditam ir assistir a um filme, tanto que uma delas comenta que ele “tem um final bem inesperado!”, mas, no quadrinho seguinte, aparece a imagem do matadouro. Para as vacas, o final também será “bem inesperado”, mas, para os leitores, a imagem do Matadouro já determina que o final seja o esperado para elas.
  • Caso haja tempo, discuta o uso dos animais em pesquisas científicas, acadêmicas e farmacêuticas. Indique aos alunos, como curiosidade, o documentário “Não matarás!” que aborda esse assunto.

Material de apoio: Não Matarás, Instituto Nina Rosa, 2005, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-21F84jvmn4 Acesso em: 31 de agosto de 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Peça a dois alunos para lerem a tirinha em voz alta, cada um “interpretando” uma personagem.
  • Ressalte as expressões ditas pela cachorro “Eu juro!!!”, “Fui abduzido!”.
  • Pergunte aos alunos se, pelo contexto, o que o cachorro diz ao Níquel é o que realmente aconteceu a ele. Se não foi, como provar (chame a atenção dos alunos para relacionar a fala do cachorro com as imagens, em especial quando ele diz “Me colocaram numa nave vermelha!”. O que seria essa nave? Observe o carro à direita do segundo quadrinho). Então, por que ele diz o que diz? Espera-se que os alunos associam as expressões “Eu juro!!! Fui abduzido!” ao efeito de sentido do exagero do discurso, ao que, popularmente, chamamos de “drama”.
  • Questione quem deles nunca usou palavras/expressões para exagerar os sentimentos, para dramatizar as situações cotidianas que, obviamente, não eram tão intensas assim.
  • Instigue os alunos a perceberem o que o cachorro quis provocar ao usar essas expressões e se eles, ao se comunicarem em algumas situações também não querem provocar o mesmo efeito. Depois, explique que esse recurso é outra figura de linguagem que recebe o nome de hipérbole.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Chame um aluno até o quadro (onde a tabela do slide estará reproduzida) e entregue-lhe uma caneta ou um giz.
  • Convide os alunos para dizerem, com as próprias palavras, o que entenderam de eufemismo e do seu(s) uso(s). À medida que um dá a sua resposta, o aluno que está no quadro escreve algumas palavras-chave fora da tabela. Por fim, peça que tentem criar uma frase resumitiva que conceitue a figura. Escolha a mais objetiva possível, para escrevê-la na tabela. Por exemplo: Definição: “Suavizar o discurso”.
  • Peça que reproduzam na tabela as palavras usadas nas frases do exemplo e nas tirinhas que dão o efeito de sentido de suavizar o discurso. Espera-se que coloquem: “não resistiu” e “estou amadurecendo”.
  • Faça o mesmo do item 1 para “definir” hipérbole (“Exagerar o discurso”). E as expressões usadas são: “mil vezes” e “Eu juro!!! Fui abduzido!”.
  • Termine o preenchimento da tabela com a definição de ironia (“Dizer o contrário do que se pretendia”.) “Concentrada” e “final inesperado”, expressões usadas na ironia.
  • Indague aos alunos se foi mais fácil identificar e entender as figuras de linguagem (ironia, hipérbole e eufemismo) contextualizadas nas tirinhas. Aliás, é preciso deixar bem claro aos alunos que a interpretação das figuras de linguagem sempre depende do contexto.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a primeira aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é reconhecer as palavras que constroem o efeito de sentido de ironia, eufemismo e hipérbole na tirinha.

Materiais necessários: quadro, projetor (caso não haja, reproduzir material impresso), caderno, tirinhas.

Dificuldades antecipadas: Como as figuras de linguagem da ironia, do eufemismo e da hipérbole são bem comuns na comunicação oral, o aluno pode não conseguir perceber, na escrita, as palavras usadas para esses recursos linguísticos.

Referências bibliográficas sobre o assunto:

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Disponível em: ttps://edisciplinas.usp.br/pluginfile.../BECHARA_ModernaGramaticaPortuguesa.pdf?>. Acesso em: 31 ago. 2018.

CEREJA, W.; COCHAR, T. Português Linguagens, 8. 8 ed. São Paulo: Atual Editora, 2014.

FIGURAS DE PENSAMENTO. Dicionário online Aulete, 31 ago. 2018. Disponível em: <http://www.aulete.com.br/gram/cap17-03-figuras_de_pensamento>. Acesso em: 31 ago. 2018.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Pergunte aos alunos se nas situações comunicativas cotidianas eles expressam aos seus interlocutores tudo o que pensam sobre o que estão conversando, se eles se calam ou se eles disfarçam o seu real pensamento.
  • Peça que um aluno conte, resumidamente, uma situação em que ele foi sincero no diálogo com o outro e por que ele escolheu a sinceridade no seu discurso.
  • Chame outro aluno para que narre uma história em que ele se calou para não dizer a verdade e por que ele fez isso.
  • Escolha outro aluno para contar uma circunstância na qual ele pensou de um modo, mas se expressou de maneira diferente e o motivo disso.
  • Pergunte para os alunos quem já leu tirinhas. Contextualize que geralmente são publicadas nos principais jornais e que, na aula de hoje, algumas serão lidas.

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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Peça a um aluno para ler em voz alta as frases 1, 2 e 3.
  • Pergunte aos alunos qual a interpretação que eles fazem da frase 1 e se eles já falaram algo parecido; que descrevam qual a circunstância em que isso aconteceu.
  • Oriente os alunos a destacarem qual a palavra usada para levá-los a essa interpretação e qual a ideia que essa palavra transmitiu a eles.
  • Caso alguns alunos não percebam o exagero ao usar “mil vezes”, dê outros exemplos como: “Já falei mil vezes para você não se comportar desse jeito” ou “Estou morrendo de medo da prova de matemática”. O interessante é eles perceberem que “morrendo de medo” e “mil vezes” se assemelham quanto ao efeito de sentido.
  • Faça o mesmo passo a passo anterior de 1 a 4, para as orações 2 e 3, mas troque os exemplos.
  • Para a segunda frase, “ A concentrada da sua irmã esqueceu o livro de novo!”, capriche na entonação para eles perceberem a ironia, afinal alguém que é “concentrado”, teoricamente, não seria “esquecido”. Os outros exemplos poderiam ser: “Os políticos brasileiros são as pessoas mais preocupadas com o próximo!” ou “O boneco Chuck adora crianças!”. Nesses casos, “pessoas mais preocupadas com o próximo” e “adora crianças” se assemelham justamente porque, se se atentar para os sujeitos, refletem a ideia contrária à exposta, isto é, os políticos não são as pessoas mais preocupadas com o próximo e o personagem do filme de terror Chuck detesta crianças.
  • Já para a terceira frase, “Infelizmente, sua avó não resistiu! Sinto muito!”, chame a atenção deles para o não resistir que, nesse contexto, aliado às palavras “infelizmente” e “sinto muito” levam a interpretação de que resistir é igual a morrer. Algumas outras frases para ilustrar o eufemismo poderiam ser: “Não se pode faltar com a verdade!” (“Não se pode mentir.”) ou “Fulano partiu!” (referindo-se a alguém que tenha morrido), ressaltando que há maneiras mais diretas de dizer o conteúdo das orações exemplificadas.

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Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações:

  • Peça a dois alunos para lerem a tirinha em voz alta, cada um “interpretando” uma personagem.
  • Ressalte a pergunta feita no primeiro quadrinho “Será que o filme é bom?”.
  • Pergunte aos alunos qual é o filme a que as vacas vão assistir (espera-se que respondam a nenhum filme) e por que eles têm a certeza da resposta (espera-se, também, que a atenção deles esteja voltada para a imagem do segundo quadrinho onde há uma placa com a palavra “Matadouro”, de mata = do verbo matar + -douro = lugar onde se pratica uma ação, ou seja, lugar onde se mata).
  • Escolha outro aluno para que ele diga qual a situação desagradável que acontecerá com as vacas. Chame a atenção deles para a ironia da tirinha e como ela se dá. Uma possibilidade de resposta é que as vacas acreditam ir assistir a um filme, tanto que uma delas comenta que ele “tem um final bem inesperado!”, mas, no quadrinho seguinte, aparece a imagem do matadouro. Para as vacas, o final também será “bem inesperado”, mas, para os leitores, a imagem do Matadouro já determina que o final seja o esperado para elas.
  • Caso haja tempo, discuta o uso dos animais em pesquisas científicas, acadêmicas e farmacêuticas. Indique aos alunos, como curiosidade, o documentário “Não matarás!” que aborda esse assunto.

Material de apoio: Não Matarás, Instituto Nina Rosa, 2005, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-21F84jvmn4 Acesso em: 31 de agosto de 2018.

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Orientações:

  • Peça a dois alunos para lerem a tirinha em voz alta, cada um “interpretando” uma personagem.
  • Ressalte as expressões ditas pela cachorro “Eu juro!!!”, “Fui abduzido!”.
  • Pergunte aos alunos se, pelo contexto, o que o cachorro diz ao Níquel é o que realmente aconteceu a ele. Se não foi, como provar (chame a atenção dos alunos para relacionar a fala do cachorro com as imagens, em especial quando ele diz “Me colocaram numa nave vermelha!”. O que seria essa nave? Observe o carro à direita do segundo quadrinho). Então, por que ele diz o que diz? Espera-se que os alunos associam as expressões “Eu juro!!! Fui abduzido!” ao efeito de sentido do exagero do discurso, ao que, popularmente, chamamos de “drama”.
  • Questione quem deles nunca usou palavras/expressões para exagerar os sentimentos, para dramatizar as situações cotidianas que, obviamente, não eram tão intensas assim.
  • Instigue os alunos a perceberem o que o cachorro quis provocar ao usar essas expressões e se eles, ao se comunicarem em algumas situações também não querem provocar o mesmo efeito. Depois, explique que esse recurso é outra figura de linguagem que recebe o nome de hipérbole.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Chame um aluno até o quadro (onde a tabela do slide estará reproduzida) e entregue-lhe uma caneta ou um giz.
  • Convide os alunos para dizerem, com as próprias palavras, o que entenderam de eufemismo e do seu(s) uso(s). À medida que um dá a sua resposta, o aluno que está no quadro escreve algumas palavras-chave fora da tabela. Por fim, peça que tentem criar uma frase resumitiva que conceitue a figura. Escolha a mais objetiva possível, para escrevê-la na tabela. Por exemplo: Definição: “Suavizar o discurso”.
  • Peça que reproduzam na tabela as palavras usadas nas frases do exemplo e nas tirinhas que dão o efeito de sentido de suavizar o discurso. Espera-se que coloquem: “não resistiu” e “estou amadurecendo”.
  • Faça o mesmo do item 1 para “definir” hipérbole (“Exagerar o discurso”). E as expressões usadas são: “mil vezes” e “Eu juro!!! Fui abduzido!”.
  • Termine o preenchimento da tabela com a definição de ironia (“Dizer o contrário do que se pretendia”.) “Concentrada” e “final inesperado”, expressões usadas na ironia.
  • Indague aos alunos se foi mais fácil identificar e entender as figuras de linguagem (ironia, hipérbole e eufemismo) contextualizadas nas tirinhas. Aliás, é preciso deixar bem claro aos alunos que a interpretação das figuras de linguagem sempre depende do contexto.

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