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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - As circunstâncias expressas pelos adjuntos adverbiais

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do EF sobre As circunstâncias expressas pelos adjuntos adverbiais

Plano 01 de 3 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Leandra Antoneli da Silva Franco

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a primeira aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é identificar as palavras usadas no texto que transformam o seu sentido de acordo com as circunstâncias expressas (tempo, lugar, modo, intensidade…).

Materiais necessários: Caderno, lápis, caneta, quadro, Google Drive, Data show, PC, Internet.

Dificuldades antecipadas: Reconhecer as classes de palavras. Identificar e especificar as circunstâncias expressas pelos advérbios (adjuntos adverbiais).

Referências sobre o assunto:

BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. Disponível em: <https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.../BECHARA_ModernaGramaticaPortuguesa.pdf?>.

Acesso em: 11 out. 2018.

CEREJA, W. e COCHAR, T. Português Linguagens, 8. São Paulo: Atual Editora, 2014, 8 ed.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Pergunte aos alunos o que eles entendem por adjunto (espera-se que eles respondam que é uma palavra que está “junta” a outra). Depois, o que eles entendem por advérbio (uma possibilidade é responderem ser uma palavra que modifica outra). Caso os alunos usem a palavra “modificar” (ou suas variantes), questione-lhes o que seria necessariamente o que ela modifica ou que, pelo menos, eles exemplifiquem).
  • Caso os exemplos dados pelos alunos não caibam na explicação desse conteúdo, escreva no quadro as seguintes frases:
  • Não quero estudar hoje.
  • João almoça em casa.

3. Com as frases no quadro, peça aos alunos que tentem identificar em cada uma delas qual (quais) é (são) os advérbios e o porquê da escolha. Espera-se que o raciocínio seja:

“Não” representa uma negação em relação ao verbo “quero”;

“hoje” representa um tempo em relação ao fato de “não quero estudar”. Isso não quer dizer que o enunciador não queira estudar, mas que não quer estudar “hoje”.

“em casa” representa um lugar onde João almoça, ou seja, no momento do enunciado, o emissor afirma que o almoço é “em casa” e não em outro espaço.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Apresente, rapidamente, aos alunos a escritora Lygia Fagundes Telles e comente sobre o conto “Natal na barca”.
  • Diga a eles que o título apresenta duas circunstâncias, representadas por dois advérbios. Pergunte-lhes quais as circunstâncias expressas: “Natal” (tempo) e “na barca” (lugar). Além disso, peça-lhes para dizerem o que eles associam ao Natal (espera-se que lhes remeta a: festas, férias, Jesus, comidas, bebidas, entre outras) e à “barca”: mar, rio, travessia, passagem, entre outras). Nesse exemplo, é possível ainda, que eles associem Natal também a um espaço (casa da avó, sítio do tio, praia…) e não só a tempo.
  • Comente com os alunos que o conto de Lygia trará inúmeros usos dos adjuntos adverbiais e que a atividade a ser desenvolvida é para identificação tanto do advérbio quanto da circunstância expressa por ele.

Material necessário: Fonte: TELES, Lygia Fagundes, “Natal na barca”. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/natal-na-barca-conto-de-lygia-fagundes-telles/ Acesso em: 21 de outubro de 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Peça para formarem duplas, pois assim poderão tirar dúvidas entre eles bem como construir o conhecimento sobre adjuntos adverbiais.
  • Leia com eles o primeiro parágrafo do conto “Natal na barca”.
  • Pergunte-lhes:
  • Quem narra a história? Espera-se que identifiquem que há um narrador em primeira pessoa que participa dos fatos, e o que prova isso é tanto o uso dos verbos na primeira pessoa do singular “quero” e “devo”, por exemplo, quanto o pronome “eu” ao final do parágrafo.
  • Se a história está acontecendo ou já ocorreu? As provas de que é fato passado e que os alunos devem perceber são o uso do verbo “lembrar” e, a partir da terceira linha, os verbos no passado: “era” e “me sentia”, entre outros.
  • Onde acontece a história? Os alunos deverão perceber que o “aqui” subentende-se a materialidade do texto, já que vai ser escrita uma narrativa já concluída, mas que, no presente da ação, o narrador-personagem encontrava-se em uma “embarcação”.
  • Quem participou dos fatos? Deseja-se que os alunos identifiquem nas duas últimas linhas os quatro personagens: “um velho, uma mulher com uma criança e eu”.

4. A partir das respostas anteriores, questione os alunos sobre como foi construído o início desse conto: se há uma apresentação geral dos elementos narrativos (tempo, espaço, personagens) ou se foi apresentado o fato ocorrido. E qual a intenção dessa escolha pela autora? Possibilidades de respostas: chamar a atenção do leitor, provocar o suspense, destacar a importância tanto do lugar e do tempo quanto dos envolvidos na história...

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Chame a atenção dos alunos para a tabela e, com a ajuda deles, ensine como preenchê-la, usando apenas a primeira linha do conto “Natal na barca”.
  • Atente principalmente para a circunstância expressa e o adjunto adverbial usado para representá-la. Por exemplo: o narrador-personagem nega duas vezes a importância de explicar o motivo pelo qual ele se encontrava naquela barca ao dizer “não” querer e “nem” dever se lembrar disso para o texto que está escrevendo (“aqui”).
  • Na sequência, oriente-os a lerem o resto do primeiro e o segundo parágrafos e preencherem a tabela, ao mesmo tempo que observam a relevância da circunstância para a narrativa.

Esperam-se as seguintes respostas:

2ª linha: encontrava (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + naquela barca (adjunto adverbial);

A lembrança do narrador-personagem vai se perdendo, tanto que ele indefine o lugar ao escrever “naquela barca”.

2ª linha: sei (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + exclusão (circunstância expressa) + só (adjunto adverbial);

Para reforçar sua memória, destaca a única (só) coisa de que se lembra.

2ª linha: silêncio e treva (palavras modificadas) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + em redor (adjunto adverbial);

A descrição do espaço, naquele momento da ação, tudo era silêncio e treva “em redor”, como reflexo do isolamento em que se encontravam.

3ª linha: (me) sentia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + bem (adjunto adverbial);

4ª linha: (me) sentia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + naquela solidão (adjunto adverbial);

“Bem” e “naquela solidão” representam como o narrador-personagem se sentia e onde se encontrava para se sentir assim.

4ª linha: desconfortável e tosca (palavras modificadas) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + na embarcação (adjunto adverbial);

5ª linha: na embarcação (palavra modificada) + advérbio (classe gramatical) + inclusão (circunstância expressa) + apenas (adjunto adverbial);

Chama a atenção para a inclusão de “apenas” quatro personagens e onde se encontravam: “na embarcação desconfortável, tosca”.

6ª linha: nos iluminava (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + com sua luz vacilante (adjunto adverbial);

Devido à escuridão, referida anteriormente, a iluminação existia, mas era uma “luz vacilante”.

7ª linha: estava com (palavra modificada, mas subentendida) + verbo (classe gramatical) + companhia (circunstância expressa) + com uma criança (adjunto adverbial);

Antes, já havia sido dito sobre quatro passageiros na embarcação, agora há uma especificação de quem são eles: o narrador-personagem (“eu”), um velho, uma mulher (mas esta não estava sozinha, havia uma criança com ela).

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Os alunos devem continuar a leitura do segundo parágrafo do conto e preencher a tabela, conforme já foi orientado.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

Esperam-se as seguintes respostas:

1ª linha: deitara-se (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + de comprido no barco (adjunto adverbial);

3ª linha: dormia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + tempo (circunstância expressa) + agora (adjunto adverbial);

Como o velho está bêbado, ele deita-se de comprido no banco, fala sozinho e dorme.

4ª linha: sentada (palavra modificada) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + entre nós (adjunto adverbial);

4ª linha: apertando (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + nos braços (adjunto adverbial);

Para mostrar a proximidade entre os personagens, a mulher com a criança no colo está sentada entre o narrador-personagem e o velho bêbado.

5ª linha: enrolada (palavra modificada) + adjetivo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + em panos (adjunto adverbial);

A criança enrolada em panos representa a situação humilde da família.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Depois de toda correção dos exercícios anteriores, cheque com os alunos:
  • Quais as classes gramaticais que foram modificadas ;
  • Quais as circunstâncias expressas;
  • Quais os adjuntos adverbiais usados (reparar que uma mesma circunstância pode usar mais de uma possibilidade de advérbio, como na negação “não” e “nem”);
  • Se os adjuntos adverbiais são mesmo “acessórios”, segundo a classificação da gramática tradicional. Por exemplo: no começo do conto de Lygia, há diferença entre “Não quero”, “Quero” e “Nunca quero”? Espera-se que a resposta seja que os advérbios são determinantes para o sentido do texto, pois querer não tem o mesmo sentido de não querer e nunca querer.
  • A intenção é deixar bem claro que a gramática tradicional considera o adjunto adverbial como um termo acessório, mas que seu uso não é aleatório, pois depende da referência circunstancial dada não só pelo verbo, advérbio e adjetivo, mas também pela intenção do emissor.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a primeira aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos é identificar as palavras usadas no texto que transformam o seu sentido de acordo com as circunstâncias expressas (tempo, lugar, modo, intensidade…).

Materiais necessários: Caderno, lápis, caneta, quadro, Google Drive, Data show, PC, Internet.

Dificuldades antecipadas: Reconhecer as classes de palavras. Identificar e especificar as circunstâncias expressas pelos advérbios (adjuntos adverbiais).

Referências sobre o assunto:

BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. Disponível em: <https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.../BECHARA_ModernaGramaticaPortuguesa.pdf?>.

Acesso em: 11 out. 2018.

CEREJA, W. e COCHAR, T. Português Linguagens, 8. São Paulo: Atual Editora, 2014, 8 ed.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Pergunte aos alunos o que eles entendem por adjunto (espera-se que eles respondam que é uma palavra que está “junta” a outra). Depois, o que eles entendem por advérbio (uma possibilidade é responderem ser uma palavra que modifica outra). Caso os alunos usem a palavra “modificar” (ou suas variantes), questione-lhes o que seria necessariamente o que ela modifica ou que, pelo menos, eles exemplifiquem).
  • Caso os exemplos dados pelos alunos não caibam na explicação desse conteúdo, escreva no quadro as seguintes frases:
  • Não quero estudar hoje.
  • João almoça em casa.

3. Com as frases no quadro, peça aos alunos que tentem identificar em cada uma delas qual (quais) é (são) os advérbios e o porquê da escolha. Espera-se que o raciocínio seja:

“Não” representa uma negação em relação ao verbo “quero”;

“hoje” representa um tempo em relação ao fato de “não quero estudar”. Isso não quer dizer que o enunciador não queira estudar, mas que não quer estudar “hoje”.

“em casa” representa um lugar onde João almoça, ou seja, no momento do enunciado, o emissor afirma que o almoço é “em casa” e não em outro espaço.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Apresente, rapidamente, aos alunos a escritora Lygia Fagundes Telles e comente sobre o conto “Natal na barca”.
  • Diga a eles que o título apresenta duas circunstâncias, representadas por dois advérbios. Pergunte-lhes quais as circunstâncias expressas: “Natal” (tempo) e “na barca” (lugar). Além disso, peça-lhes para dizerem o que eles associam ao Natal (espera-se que lhes remeta a: festas, férias, Jesus, comidas, bebidas, entre outras) e à “barca”: mar, rio, travessia, passagem, entre outras). Nesse exemplo, é possível ainda, que eles associem Natal também a um espaço (casa da avó, sítio do tio, praia…) e não só a tempo.
  • Comente com os alunos que o conto de Lygia trará inúmeros usos dos adjuntos adverbiais e que a atividade a ser desenvolvida é para identificação tanto do advérbio quanto da circunstância expressa por ele.

Material necessário: Fonte: TELES, Lygia Fagundes, “Natal na barca”. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/natal-na-barca-conto-de-lygia-fagundes-telles/ Acesso em: 21 de outubro de 2018.

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Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Peça para formarem duplas, pois assim poderão tirar dúvidas entre eles bem como construir o conhecimento sobre adjuntos adverbiais.
  • Leia com eles o primeiro parágrafo do conto “Natal na barca”.
  • Pergunte-lhes:
  • Quem narra a história? Espera-se que identifiquem que há um narrador em primeira pessoa que participa dos fatos, e o que prova isso é tanto o uso dos verbos na primeira pessoa do singular “quero” e “devo”, por exemplo, quanto o pronome “eu” ao final do parágrafo.
  • Se a história está acontecendo ou já ocorreu? As provas de que é fato passado e que os alunos devem perceber são o uso do verbo “lembrar” e, a partir da terceira linha, os verbos no passado: “era” e “me sentia”, entre outros.
  • Onde acontece a história? Os alunos deverão perceber que o “aqui” subentende-se a materialidade do texto, já que vai ser escrita uma narrativa já concluída, mas que, no presente da ação, o narrador-personagem encontrava-se em uma “embarcação”.
  • Quem participou dos fatos? Deseja-se que os alunos identifiquem nas duas últimas linhas os quatro personagens: “um velho, uma mulher com uma criança e eu”.

4. A partir das respostas anteriores, questione os alunos sobre como foi construído o início desse conto: se há uma apresentação geral dos elementos narrativos (tempo, espaço, personagens) ou se foi apresentado o fato ocorrido. E qual a intenção dessa escolha pela autora? Possibilidades de respostas: chamar a atenção do leitor, provocar o suspense, destacar a importância tanto do lugar e do tempo quanto dos envolvidos na história...

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Orientações:

  • Chame a atenção dos alunos para a tabela e, com a ajuda deles, ensine como preenchê-la, usando apenas a primeira linha do conto “Natal na barca”.
  • Atente principalmente para a circunstância expressa e o adjunto adverbial usado para representá-la. Por exemplo: o narrador-personagem nega duas vezes a importância de explicar o motivo pelo qual ele se encontrava naquela barca ao dizer “não” querer e “nem” dever se lembrar disso para o texto que está escrevendo (“aqui”).
  • Na sequência, oriente-os a lerem o resto do primeiro e o segundo parágrafos e preencherem a tabela, ao mesmo tempo que observam a relevância da circunstância para a narrativa.

Esperam-se as seguintes respostas:

2ª linha: encontrava (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + naquela barca (adjunto adverbial);

A lembrança do narrador-personagem vai se perdendo, tanto que ele indefine o lugar ao escrever “naquela barca”.

2ª linha: sei (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + exclusão (circunstância expressa) + só (adjunto adverbial);

Para reforçar sua memória, destaca a única (só) coisa de que se lembra.

2ª linha: silêncio e treva (palavras modificadas) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + em redor (adjunto adverbial);

A descrição do espaço, naquele momento da ação, tudo era silêncio e treva “em redor”, como reflexo do isolamento em que se encontravam.

3ª linha: (me) sentia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + bem (adjunto adverbial);

4ª linha: (me) sentia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + naquela solidão (adjunto adverbial);

“Bem” e “naquela solidão” representam como o narrador-personagem se sentia e onde se encontrava para se sentir assim.

4ª linha: desconfortável e tosca (palavras modificadas) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + na embarcação (adjunto adverbial);

5ª linha: na embarcação (palavra modificada) + advérbio (classe gramatical) + inclusão (circunstância expressa) + apenas (adjunto adverbial);

Chama a atenção para a inclusão de “apenas” quatro personagens e onde se encontravam: “na embarcação desconfortável, tosca”.

6ª linha: nos iluminava (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + com sua luz vacilante (adjunto adverbial);

Devido à escuridão, referida anteriormente, a iluminação existia, mas era uma “luz vacilante”.

7ª linha: estava com (palavra modificada, mas subentendida) + verbo (classe gramatical) + companhia (circunstância expressa) + com uma criança (adjunto adverbial);

Antes, já havia sido dito sobre quatro passageiros na embarcação, agora há uma especificação de quem são eles: o narrador-personagem (“eu”), um velho, uma mulher (mas esta não estava sozinha, havia uma criança com ela).

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Orientações:

  • Os alunos devem continuar a leitura do segundo parágrafo do conto e preencher a tabela, conforme já foi orientado.

Slide Plano Aula

Orientações:

Esperam-se as seguintes respostas:

1ª linha: deitara-se (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + de comprido no barco (adjunto adverbial);

3ª linha: dormia (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + tempo (circunstância expressa) + agora (adjunto adverbial);

Como o velho está bêbado, ele deita-se de comprido no banco, fala sozinho e dorme.

4ª linha: sentada (palavra modificada) + adjetivo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + entre nós (adjunto adverbial);

4ª linha: apertando (palavra modificada) + verbo (classe gramatical) + lugar (circunstância expressa) + nos braços (adjunto adverbial);

Para mostrar a proximidade entre os personagens, a mulher com a criança no colo está sentada entre o narrador-personagem e o velho bêbado.

5ª linha: enrolada (palavra modificada) + adjetivo (classe gramatical) + modo (circunstância expressa) + em panos (adjunto adverbial);

A criança enrolada em panos representa a situação humilde da família.

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Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

  • Depois de toda correção dos exercícios anteriores, cheque com os alunos:
  • Quais as classes gramaticais que foram modificadas ;
  • Quais as circunstâncias expressas;
  • Quais os adjuntos adverbiais usados (reparar que uma mesma circunstância pode usar mais de uma possibilidade de advérbio, como na negação “não” e “nem”);
  • Se os adjuntos adverbiais são mesmo “acessórios”, segundo a classificação da gramática tradicional. Por exemplo: no começo do conto de Lygia, há diferença entre “Não quero”, “Quero” e “Nunca quero”? Espera-se que a resposta seja que os advérbios são determinantes para o sentido do texto, pois querer não tem o mesmo sentido de não querer e nunca querer.
  • A intenção é deixar bem claro que a gramática tradicional considera o adjunto adverbial como um termo acessório, mas que seu uso não é aleatório, pois depende da referência circunstancial dada não só pelo verbo, advérbio e adjetivo, mas também pela intenção do emissor.

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