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Plano de aula > Língua Portuguesa > 4º ano > Produção de textos

Plano de aula - Produção de texto: uma nova continuação para uma lenda conhecida

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 4º ano do EF sobre Produção de texto: uma nova continuação para uma lenda conhecida

Plano 14 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Andréia Cristina Berretta Martins

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é décima quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero lendas indígenas e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte do módulo de Produção de textos (escrita autônoma e compartilhada)

Materiais necessários: Computador e projetor multimídia para passar o vídeo e os slides. Texto impresso de Kaká Wera Jecupé: “Juruá vira peixe” e atividade de produção textual disponíveis nos materiais complementares. Papel sulfite.

Informações sobre o gênero: Lendas indígenas são narrativas de tradição oral que tratam de questões vinculadas à existência e a sentimentos como o medo, a coragem, a dúvida, o amor… tratam de erros, acertos e sobre os enfrentamentos da vida; questões nem sempre fáceis de ser elaboradas. No Brasil, estas lendas inicialmente foram escritas por não indígenas, no intuito de fazer conhecer esta cultura, em um momento histórico em que se buscava construir uma identidade nacional. Entretanto, estes primeiros escritos, de caráter folclórico, muitas vezes trouxeram ideias genéricas sobre os índios. Desde os anos 1990, a literatura indígena escrita pelos próprios índios vem ganhando força, e é por meio dela que buscaremos proporcionar aos alunos o conhecimento da pluralidade cultural do país, além do distanciamento de pré-julgamentos baseados em visões estereotipadas e pejorativas. Portanto, a leitura destes textos deve proporcionar a reflexão sobre como o outro vê e lê o mundo e como conta suas histórias. Nestas obras o texto é interativo e multimodal: as narrativas são permeadas de referências a sons, olfato, tato e sensações que podem ser mais bem descritas por quem de fato viveu ou esteve mais próximo dessas experiências, além de geralmente conter desenhos tradicionais (como os grafismos) e paratextos com informações adicionais relacionadas à cultura, língua e localização da etnia em questão. Estes textos literários provocam o imaginário e a fantasia, a curiosidade, o sentido de descoberta e ao mesmo tempo promovem aprendizagens e questionamentos.

Dificuldades antecipadas: Para produzir uma narrativa é esperado que os alunos sintam dificuldades para organizar as ideias com coesão e coerência entre o conflito gerador e o desfecho da história. A maioria dos alunos apresentam uma escrita com muita repetição de palavras, sem utilizar pronomes para substituições lexicais, além de não organizarem devidamente as falas de personagens e narrador, e usar os sinais de pontuação adequadamente. Isso acontece devido à falta de indicadores importantes para a produção escrita, incerteza de quando utilizá-los e importância que dão a eles.

Referências sobre o assunto:

CASSANY, D. Decálogo Didáctico de la enseñanza de la composición. Glosas Didacticas, Barcelona, n. 4, p.1-3, 2001. Universitat Pompeu Fabra. Disponível em: <https://repositori.upf.edu/bitstream/handle/10230/21216/Cassany_GD_2001.pdf?sequence=1>. Acesso em: 6 dez. 2018.

DOLZ, J.; GAGNON, R.; DECÂNDIO, F. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado das Letras, 2010.

LEAL, T. F.; BRANDÃO, A. C. P. (orgs). Produção de textos na escola: reflexões e práticas no Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

LEAL, T. F.; LUZ, P. S. Produção de textos narrativos em pares: reflexões sobre o processo de interação. Educação e Pesquisa, [s.l.], v. 27, n. 1, p.27-45, jun. 2001. FapUNIFESP (SciELO). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/s1517-97022001000100003. Acesso em 08 de dez, de 2018.

NOBREGA, M. J. Redigindo textos, assimilando a palavra do outro. Revista Acadêmica de Educação do Ise Vera Cruz, São Paulo, v. 1, n. 1, p.1-13, 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14212/veras.vol1.n1.ano2011.art3. Acesso em 08 de dez. de 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações: Apresente a proposta da aula para os alunos.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Inicie a aula questionando a turma: “O que é importante para produzirmos uma boa narrativa?”. Explique aos alunos que terão que levantar informações importantes para produzirem uma narrativa coesa e coerente.
  • Se estiver seguindo a sequência, diga que irão relembrar os conteúdos estudados durante as aulas anteriores sobre as características do gênero lendas indígenas, e o que é importante para produzir uma narrativa coesa e coerente.
  • Explique e esclareça as dúvidas, faça o registro no quadro ou em papel kraft ou metro para os alunos visualizarem sempre que precisarem.
  • É esperado que os alunos levantem os seguintes indicadores:
  • Sobre a estrutura da narrativa: Considerar quando e onde se passa a história, personagem principal (protagonista) e personagem que se opõe ao protagonista (antagonista), conflito gerador, desfecho, há um narrador em primeira ou terceira pessoa.
  • Manutenção do narrador em primeira ou terceira pessoa do início ao fim.
  • Deve haver uma concordância nominal e verbal.
  • Evitar a repetição de palavras, fazendo as substituições lexicais necessárias, uso de pronomes.
  • Uso de diálogo entre os personagens e pontuação adequada, não esquecendo de utilizar os verbos de enunciação (ou dicendi).
  • O desfecho deve envolver os personagens principais da história e ser coerente com o conflito gerador.
  • Atentar-se para a organização da escrita, com uso de parágrafos e pontuação.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 40 minutos

Orientações:

Nesta aula é esperado que os alunos já conheçam a lenda indígena “Juruá vira peixe” e tenham preenchido em duplas o esquema de planejamento, sendo ambos desenvolvidos na aula anterior.

  • Explique aos alunos que nesta aula será produzida uma no a continuação para a lenda indígena “Juruá vira peixe” utilizando o esquema de planejamento feito na aula anterior. Relembre que esse texto será revisado editado e publicado por eles numa fanpage da turma.
  • Divida os alunos em duplas, sendo as mesmas duplas da aula anterior. Distribua o esquema de planejamento já preenchido e a atividade de produção impressa para cada aluno, com o texto pela metade, que encontra-se nos materiais complementares.
  • Faça a leitura do texto até a parte indicada na atividade, se for necessário leia duas vezes, e peça para que os alunos continuem a história junto com o colega seguindo as ideias já indicadas no esquema de planejamento. Nesse momento é importante que troquem impressões, que busquem articular as ideias do planejamento e que pensem nos detalhes que vão compor essa narrativa.
  • Esclareça que nesta continuação deverão incluir diálogos entre os personagens, não esquecendo os verbos de enunciação como por exemplo: disse, falou, perguntou, respondeu, dentre outros. Os sinais de pontuação são fundamentais quando escrevemos os diálogos e devem se atentar para o final ser coerente com o conflito inicial do texto. O título deverá ser coerente com o seu desfecho.
  • Circule pela sala, tire as dúvidas e faça as orientações necessárias conforme a necessidade dos alunos.
  • O tempo necessário para a escrita possivelmente vai variar entre as duplas. Solicite, para os que forem terminando, que façam ilustrações para sua história. Para isso distribua uma folha sulfite a parte. Para os que não tiverem tempo de ilustrar, é possível pedir para realizarem esse desenho em casa ou em um outro momento.
  • Recolha as produções para serem revisadas nas próxima aula.

Materiais complementares: Para acessar o texto completo “Juruá vira peixe” clique aqui.

Para acessar a atividade de produção textual clique aqui.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Informe que na próxima aula haverá tempo para revisão e edição dos textos. Levante ideias, coletivamente, para preencher um roteiro de revisão.
  • Incentive que cada dupla cite pelo menos um item para o roteiro. Vá registrando o que dizem no quadro ou em papel kraft (metro), de modo que possam consultar esse roteiro na próxima aula.
  • É esperado que os alunos respondam:
  • Houve a manutenção do narrador em primeira ou terceira pessoa.
  • Houve concordância verbal e nominal.
  • Evitamos a repetição de palavras, fazendo uso de pronomes.
  • Teve diálogo entre os personagens, com pontuação adequada e verbos de enunciação.
  • O texto foi organizado em parágrafos e com o uso de pontuação.
  • O desfecho envolveu os personagens principais da história e foi coerente com o conflito inicial.

4. Caso algum item não seja levantado pela turma, pergunte ao final se faltou algum indicador importante na lista. (Os itens que citamos foram desenvolvidos ao longo dessa sequência. Se acontecer dos alunos não lembrarem, é importante a intervenção do professor para que não falte nenhum desses indicadores)

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é décima quarta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero lendas indígenas e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte do módulo de Produção de textos (escrita autônoma e compartilhada)

Materiais necessários: Computador e projetor multimídia para passar o vídeo e os slides. Texto impresso de Kaká Wera Jecupé: “Juruá vira peixe” e atividade de produção textual disponíveis nos materiais complementares. Papel sulfite.

Informações sobre o gênero: Lendas indígenas são narrativas de tradição oral que tratam de questões vinculadas à existência e a sentimentos como o medo, a coragem, a dúvida, o amor… tratam de erros, acertos e sobre os enfrentamentos da vida; questões nem sempre fáceis de ser elaboradas. No Brasil, estas lendas inicialmente foram escritas por não indígenas, no intuito de fazer conhecer esta cultura, em um momento histórico em que se buscava construir uma identidade nacional. Entretanto, estes primeiros escritos, de caráter folclórico, muitas vezes trouxeram ideias genéricas sobre os índios. Desde os anos 1990, a literatura indígena escrita pelos próprios índios vem ganhando força, e é por meio dela que buscaremos proporcionar aos alunos o conhecimento da pluralidade cultural do país, além do distanciamento de pré-julgamentos baseados em visões estereotipadas e pejorativas. Portanto, a leitura destes textos deve proporcionar a reflexão sobre como o outro vê e lê o mundo e como conta suas histórias. Nestas obras o texto é interativo e multimodal: as narrativas são permeadas de referências a sons, olfato, tato e sensações que podem ser mais bem descritas por quem de fato viveu ou esteve mais próximo dessas experiências, além de geralmente conter desenhos tradicionais (como os grafismos) e paratextos com informações adicionais relacionadas à cultura, língua e localização da etnia em questão. Estes textos literários provocam o imaginário e a fantasia, a curiosidade, o sentido de descoberta e ao mesmo tempo promovem aprendizagens e questionamentos.

Dificuldades antecipadas: Para produzir uma narrativa é esperado que os alunos sintam dificuldades para organizar as ideias com coesão e coerência entre o conflito gerador e o desfecho da história. A maioria dos alunos apresentam uma escrita com muita repetição de palavras, sem utilizar pronomes para substituições lexicais, além de não organizarem devidamente as falas de personagens e narrador, e usar os sinais de pontuação adequadamente. Isso acontece devido à falta de indicadores importantes para a produção escrita, incerteza de quando utilizá-los e importância que dão a eles.

Referências sobre o assunto:

CASSANY, D. Decálogo Didáctico de la enseñanza de la composición. Glosas Didacticas, Barcelona, n. 4, p.1-3, 2001. Universitat Pompeu Fabra. Disponível em: <https://repositori.upf.edu/bitstream/handle/10230/21216/Cassany_GD_2001.pdf?sequence=1>. Acesso em: 6 dez. 2018.

DOLZ, J.; GAGNON, R.; DECÂNDIO, F. Produção escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado das Letras, 2010.

LEAL, T. F.; BRANDÃO, A. C. P. (orgs). Produção de textos na escola: reflexões e práticas no Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

LEAL, T. F.; LUZ, P. S. Produção de textos narrativos em pares: reflexões sobre o processo de interação. Educação e Pesquisa, [s.l.], v. 27, n. 1, p.27-45, jun. 2001. FapUNIFESP (SciELO). Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/s1517-97022001000100003. Acesso em 08 de dez, de 2018.

NOBREGA, M. J. Redigindo textos, assimilando a palavra do outro. Revista Acadêmica de Educação do Ise Vera Cruz, São Paulo, v. 1, n. 1, p.1-13, 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14212/veras.vol1.n1.ano2011.art3. Acesso em 08 de dez. de 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações: Apresente a proposta da aula para os alunos.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Inicie a aula questionando a turma: “O que é importante para produzirmos uma boa narrativa?”. Explique aos alunos que terão que levantar informações importantes para produzirem uma narrativa coesa e coerente.
  • Se estiver seguindo a sequência, diga que irão relembrar os conteúdos estudados durante as aulas anteriores sobre as características do gênero lendas indígenas, e o que é importante para produzir uma narrativa coesa e coerente.
  • Explique e esclareça as dúvidas, faça o registro no quadro ou em papel kraft ou metro para os alunos visualizarem sempre que precisarem.
  • É esperado que os alunos levantem os seguintes indicadores:
  • Sobre a estrutura da narrativa: Considerar quando e onde se passa a história, personagem principal (protagonista) e personagem que se opõe ao protagonista (antagonista), conflito gerador, desfecho, há um narrador em primeira ou terceira pessoa.
  • Manutenção do narrador em primeira ou terceira pessoa do início ao fim.
  • Deve haver uma concordância nominal e verbal.
  • Evitar a repetição de palavras, fazendo as substituições lexicais necessárias, uso de pronomes.
  • Uso de diálogo entre os personagens e pontuação adequada, não esquecendo de utilizar os verbos de enunciação (ou dicendi).
  • O desfecho deve envolver os personagens principais da história e ser coerente com o conflito gerador.
  • Atentar-se para a organização da escrita, com uso de parágrafos e pontuação.

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Tempo sugerido: 40 minutos

Orientações:

Nesta aula é esperado que os alunos já conheçam a lenda indígena “Juruá vira peixe” e tenham preenchido em duplas o esquema de planejamento, sendo ambos desenvolvidos na aula anterior.

  • Explique aos alunos que nesta aula será produzida uma no a continuação para a lenda indígena “Juruá vira peixe” utilizando o esquema de planejamento feito na aula anterior. Relembre que esse texto será revisado editado e publicado por eles numa fanpage da turma.
  • Divida os alunos em duplas, sendo as mesmas duplas da aula anterior. Distribua o esquema de planejamento já preenchido e a atividade de produção impressa para cada aluno, com o texto pela metade, que encontra-se nos materiais complementares.
  • Faça a leitura do texto até a parte indicada na atividade, se for necessário leia duas vezes, e peça para que os alunos continuem a história junto com o colega seguindo as ideias já indicadas no esquema de planejamento. Nesse momento é importante que troquem impressões, que busquem articular as ideias do planejamento e que pensem nos detalhes que vão compor essa narrativa.
  • Esclareça que nesta continuação deverão incluir diálogos entre os personagens, não esquecendo os verbos de enunciação como por exemplo: disse, falou, perguntou, respondeu, dentre outros. Os sinais de pontuação são fundamentais quando escrevemos os diálogos e devem se atentar para o final ser coerente com o conflito inicial do texto. O título deverá ser coerente com o seu desfecho.
  • Circule pela sala, tire as dúvidas e faça as orientações necessárias conforme a necessidade dos alunos.
  • O tempo necessário para a escrita possivelmente vai variar entre as duplas. Solicite, para os que forem terminando, que façam ilustrações para sua história. Para isso distribua uma folha sulfite a parte. Para os que não tiverem tempo de ilustrar, é possível pedir para realizarem esse desenho em casa ou em um outro momento.
  • Recolha as produções para serem revisadas nas próxima aula.

Materiais complementares: Para acessar o texto completo “Juruá vira peixe” clique aqui.

Para acessar a atividade de produção textual clique aqui.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Informe que na próxima aula haverá tempo para revisão e edição dos textos. Levante ideias, coletivamente, para preencher um roteiro de revisão.
  • Incentive que cada dupla cite pelo menos um item para o roteiro. Vá registrando o que dizem no quadro ou em papel kraft (metro), de modo que possam consultar esse roteiro na próxima aula.
  • É esperado que os alunos respondam:
  • Houve a manutenção do narrador em primeira ou terceira pessoa.
  • Houve concordância verbal e nominal.
  • Evitamos a repetição de palavras, fazendo uso de pronomes.
  • Teve diálogo entre os personagens, com pontuação adequada e verbos de enunciação.
  • O texto foi organizado em parágrafos e com o uso de pontuação.
  • O desfecho envolveu os personagens principais da história e foi coerente com o conflito inicial.

4. Caso algum item não seja levantado pela turma, pergunte ao final se faltou algum indicador importante na lista. (Os itens que citamos foram desenvolvidos ao longo dessa sequência. Se acontecer dos alunos não lembrarem, é importante a intervenção do professor para que não falte nenhum desses indicadores)

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