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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Oralidade

Plano de aula - Roda de histórias de suspense e terror

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do Fundamental sobre rodas de história de terror e suspense como prática da oralidade

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Joice Eloi Guimarães

Este plano de aula foi produzido pelo Time de Autores NOVA ESCOLA
Professor-autor: Joice Eloi Guimarães
Mentor: Mara Emília Gonçalves
Especialista: Isabel Fernandes

Título da aula: Roda de histórias de suspense e terror

Finalidade da aula: Refletir sobre seu próprio repertório de contos, lendas, entre outros gêneros orais que apresentam temáticas relacionadas ao suspense e ao terror e fazer um primeiro exercício de expressão oral a partir de tais histórias.

Ano: 8º ano do Ensino Fundamental

Gênero: Conto de suspense e terror

Objeto(s) do conhecimento: Produção de textos orais. Oralização.

Prática de linguagem: Oralidade

Habilidade(s) da BNCC: EF69LP53

Sobre esta aula: Esta é a décima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero conto de suspense e terror e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Nesta aula você deve levar para a sala de aula a experiência de ouvir e contar histórias. É importante que os alunos reflitam sobre elas e busquem compreendê-las como uma possibilidade de produção textual, de valorização da cultura local e de desenvolvimento da fala.

Materiais necessários: Existem várias versões para a lenda da Loira do banheiro disponíveis no ambiente online. Como sugestão, você pode encontrar uma dessas versões em: <https://www.fatosdesconhecidos.com.br/essa-e-verdadeira-origem-da-loira-banheiro/>. Acesso em: 20 de dez. de 2018.

Informações sobre o gênero: O conto de terror e suspense é construído com a finalidade de provocar sensações relacionadas ao medo no leitor. Para tanto, apresenta histórias vinculadas à temáticas aterrorizantes para os seres humanos, sejam elas reais ou fantásticas.

Dificuldades antecipadas: Reconhecer a oralidade como prática de linguagem que requer planejamento, expressão corporal e facial, mesmo quando se trata da fala improvisada.

Referências sobre o assunto:

BENICÁ, Fabiana Aparecida. Lenda urbana: uma proposta de ensino da oralidade. Dissertação (Mestrado em Letras), Faculdade de Ciências e Letras, Assis, UNESP, 2018.
DION, Sylvie. A lenda urbana: um gênero narrativo de grande mobilidade cultural. Londrina: GT de Literatura Oral e Popular da ANPOLL, número 6 – ago-dez de 2008. Disponível em: <http://revistaboitata.portaldepoeticasorais.inf.br/site/arquivos/revistas/1/lenda%20urbana%20Sylvie%20Dion%20ok.pdf>. Acesso em: 13 dez. 2018.

LOPES, Carlos Renato. Em busca do gênero lenda urbana. Linguagem em (Dis)curso – LemD, v. 8, n. 2, p. 373-393, maio/ago. 2008.

SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. O oral como texto: como construir um objeto de ensino. In: ______. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004, pp. 125-155.


Código: LPO8_01SQA10

(EF69LP53) Ler em voz alta textos literários diversos – como contos de amor, de humor, de suspense, de terror; crônicas líricas, humorísticas, críticas; bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros de maior extensão, como romances, narrativas de enigma, narrativas de aventura, literatura infanto-juvenil, – contar/recontar histórias tanto da tradição oral (causos, contos de esperteza, contos de animais, contos de amor, contos de encantamento, piadas, dentre outros) quanto da tradição literária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitura ou fala expressiva e fluente, que respeite o ritmo, as pausas, as hesitações, a entonação indicados tanto pela pontuação quanto por outros recursos gráfico-editoriais, como negritos, itálicos, caixa-alta, ilustrações etc., gravando essa leitura ou esse conto/reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais e ler e/ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de forma fixa (como quadras, sonetos, liras, haicais etc.), empregando os recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos necessários aos efeitos de sentido pretendidos, como o ritmo e a entonação, o emprego de pausas e prolongamentos, o tom e o timbre vocais, bem como eventuais recursos de gestualidade e pantomima que convenham ao gênero poético e à situação de compartilhamento em questão.


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