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Plano de aula > Língua Portuguesa > 9º ano > Oralidade

Plano de aula - Entrevista oral para coleta de dados - Parte II

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 9º ano do Ensino Fundamental sobre planejamento e produção de textos jornalísticos orais.

Plano 12 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Fernanda Costa Baccaro Fonseca

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é décima segunda aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero biografia romanceada/entrevista oral e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de oralidade. Observe que a entrevista oral tem como objetivo, nesta sequência, a coleta de dados para a produção de um capítulo de uma biografia romanceada.

Informações sobre o gênero: A entrevista pertence ao grupo dos textos informativos. Marcada pela oralidade, revela a interação entre entrevistador e entrevistado através do discurso direto. O gênero circula pelos meios de comunicação, como jornais, revistas, televisão, rádio, internet. Através das entrevistas, faz-se a difusão de conhecimentos e contribui-se com a formação de opinião.

Materiais necessários: Acesso à internet, equipamento para gravação de áudio e vídeo (filmadora, celular, máquina fotográfica).

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem sentir dificuldade em efetuar a seleção do que merece ser colocado na biografia; ajude-os nesse recorte e sugira a consulta a outras pessoas próximas ao biografado, que podem revelar-se excelentes fontes de pesquisa.

Referências sobre o assunto:

BRUM-DE-PAULA, Mirian Rose; ESPINAR, Gema Sanz. Coleta, transcrição e análise de produções orais. In: BRUM-DE-PAULA, M.R.; SCHERER, A.E.; PARAENSE, S.C.L. (Orgs.). Letras, nº 21. Santa Maria: PPGL Editores, 2002. Disponível em: <https://wp.ufpel.edu.br/laboratorioelo/files/2014/05/corpora.pdf>. Acesso em: 21 dez. 2018.

CAMPOS, Maria Inês; ROCHA, Regina Braz - Gêneros em rede: leitura e produção de texto - São Paulo: FTD, 2013.

DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (organizadoras) - Gêneros textuais e ensino - São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

KÖCHE, Vanilda Salton; MARINELLO, Adiane Fogali - Ler, escrever e analisar a língua a partir de gêneros textuais - Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2017,

MARCUSCHI, Luiz Antônio - Da fala para a escrita: Atividades de retextualização - 7a ed. São Paulo: Cortez, 2007,

PACHECO, Letícia Priscila. O gênero entrevista como ferramenta de ensino em aulas de língua portuguesa. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/LeC/article/viewFile/28271/15979>. Acesso em: 21 dez. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Leia o tema da aula para a classe e informe os alunos que, nesta etapa, iremos transcrever as entrevistas realizadas anteriormente.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Exiba o trecho inicial dessa entrevista aos alunos (do seu início até os 4min e 29 segundos), em que Ruy Castro fala da importância de se considerar aspectos jornalísticos, históricos e literários na composição de uma biografia romanceada. Acesse o vídeo, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ThQquit4lFA.
  • A seguir, pergunte aos alunos: “Como vocês avaliam a linguagem empregada por Ruy Castro, nessa entrevista: formal? coloquial? há marcas de oralidade?”. Espera-se que os alunos percebam que, por se tratar de uma entrevista oral, em que o entrevistado parece estar bem à vontade, as marcas de oralidade estão presentes e a linguagem é, portanto, bastante coloquial.
  • Se necessário, retome o conceito de marcas da oralidade com a turma: transcrição do falar cotidiano na escrita. As gírias, abreviações, repetições não intencionais fazem parte das marcas da oralidade.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Ainda reunidos em grupos, distribua cópias desse texto aos alunos, cujo arquivo está disponível nos materiais complementares.
  • Torne a exibir o trecho compreendido entre 0 min 58 seg e 2 min 02 segundos.
  • A seguir, pergunte aos alunos:
  • Caso vocês tivessem que transcrever esse trecho da entrevista com o objetivo de publicá-lo em uma revista, que alterações fariam? Espera-se que eles percebam que algumas marcas podem ser mantidas, especialmente as mais significativas, mas repetições não intencionais, que não carreguem nenhum sentido implícito, devem ser descartadas.
  • Esclareça os alunos que, dependendo da finalidade da transcrição de certos textos orais, adaptações são necessárias para adequá-los à modalidade escrita. Deixe claro, porém, que isso depende do objetivo proposto. Esclareça a diferença tomando como exemplo a transcrição de anedotas e causos, em que as marcas da oralidade devem ser preservadas, ao contrário do propósito de publicação de uma entrevista em uma revista especializada. Assim, no exemplo acima, certas marcas de oralidade, como (né, cê, é, ué, tamos, por exemplo) poderiam ser omitidas.

Materiais complementares: Para ter acesso ao texto, clique aqui.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Ainda em grupos, peça aos alunos que retomem as entrevistas que produziram, fazendo transcrições das passagens que considerem importantes. Deixe claro que os alunos podem optar pelo uso do discurso direto ou indireto, dependendo da forma como pretendem estruturar o capítulo da biografia romanceada (citação direta ou indireta da fala do biografado). Se houver necessidade, retome esses conceitos, relembrando os alunos que o discurso direto refere-se à produção de maneira direta da fala dos personagens, ou seja, sua reprodução integral e literal, enquanto que o discurso indireto é definido como o registro da fala da personagem, contando com a influência do narrador. Nesse caso, os tempos verbais devem ser modificados para facilitar o entendimento quanto à pessoa que fala, além de haver a citação do nome (ou outro tipo de referência) de quem proferiu o discurso.
  • Peça à turma que verifique a eventual necessidade de se buscar mais informações, através de pesquisas ou consulta a pessoas próximas ao biografado; caso seja necessária alguma pesquisa complementar, ampliemos prazo para a realização da atividade, que poderá durar mais do que o previsto.
  • Permita que eles trabalhem nessa atividade até o momento do fechamento da aula. Caso a atividade não seja finalizada, peça aos alunos que concluam a transcrição como tarefa de casa e apresentem em data pré-determinada.

Fechamento select-down

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Esclareça aos alunos que, na próxima aula da sequência, o processo de redação das biografias será iniciado.
  • Para encerrar a aula, leia os combinados para a sala, esclarecendo possíveis dúvidas.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é décima segunda aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero biografia romanceada/entrevista oral e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de oralidade. Observe que a entrevista oral tem como objetivo, nesta sequência, a coleta de dados para a produção de um capítulo de uma biografia romanceada.

Informações sobre o gênero: A entrevista pertence ao grupo dos textos informativos. Marcada pela oralidade, revela a interação entre entrevistador e entrevistado através do discurso direto. O gênero circula pelos meios de comunicação, como jornais, revistas, televisão, rádio, internet. Através das entrevistas, faz-se a difusão de conhecimentos e contribui-se com a formação de opinião.

Materiais necessários: Acesso à internet, equipamento para gravação de áudio e vídeo (filmadora, celular, máquina fotográfica).

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem sentir dificuldade em efetuar a seleção do que merece ser colocado na biografia; ajude-os nesse recorte e sugira a consulta a outras pessoas próximas ao biografado, que podem revelar-se excelentes fontes de pesquisa.

Referências sobre o assunto:

BRUM-DE-PAULA, Mirian Rose; ESPINAR, Gema Sanz. Coleta, transcrição e análise de produções orais. In: BRUM-DE-PAULA, M.R.; SCHERER, A.E.; PARAENSE, S.C.L. (Orgs.). Letras, nº 21. Santa Maria: PPGL Editores, 2002. Disponível em: <https://wp.ufpel.edu.br/laboratorioelo/files/2014/05/corpora.pdf>. Acesso em: 21 dez. 2018.

CAMPOS, Maria Inês; ROCHA, Regina Braz - Gêneros em rede: leitura e produção de texto - São Paulo: FTD, 2013.

DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (organizadoras) - Gêneros textuais e ensino - São Paulo: Parábola Editorial, 2010.

KÖCHE, Vanilda Salton; MARINELLO, Adiane Fogali - Ler, escrever e analisar a língua a partir de gêneros textuais - Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2017,

MARCUSCHI, Luiz Antônio - Da fala para a escrita: Atividades de retextualização - 7a ed. São Paulo: Cortez, 2007,

PACHECO, Letícia Priscila. O gênero entrevista como ferramenta de ensino em aulas de língua portuguesa. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/LeC/article/viewFile/28271/15979>. Acesso em: 21 dez. 2018.

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Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Leia o tema da aula para a classe e informe os alunos que, nesta etapa, iremos transcrever as entrevistas realizadas anteriormente.

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Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Exiba o trecho inicial dessa entrevista aos alunos (do seu início até os 4min e 29 segundos), em que Ruy Castro fala da importância de se considerar aspectos jornalísticos, históricos e literários na composição de uma biografia romanceada. Acesse o vídeo, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ThQquit4lFA.
  • A seguir, pergunte aos alunos: “Como vocês avaliam a linguagem empregada por Ruy Castro, nessa entrevista: formal? coloquial? há marcas de oralidade?”. Espera-se que os alunos percebam que, por se tratar de uma entrevista oral, em que o entrevistado parece estar bem à vontade, as marcas de oralidade estão presentes e a linguagem é, portanto, bastante coloquial.
  • Se necessário, retome o conceito de marcas da oralidade com a turma: transcrição do falar cotidiano na escrita. As gírias, abreviações, repetições não intencionais fazem parte das marcas da oralidade.
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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Ainda reunidos em grupos, distribua cópias desse texto aos alunos, cujo arquivo está disponível nos materiais complementares.
  • Torne a exibir o trecho compreendido entre 0 min 58 seg e 2 min 02 segundos.
  • A seguir, pergunte aos alunos:
  • Caso vocês tivessem que transcrever esse trecho da entrevista com o objetivo de publicá-lo em uma revista, que alterações fariam? Espera-se que eles percebam que algumas marcas podem ser mantidas, especialmente as mais significativas, mas repetições não intencionais, que não carreguem nenhum sentido implícito, devem ser descartadas.
  • Esclareça os alunos que, dependendo da finalidade da transcrição de certos textos orais, adaptações são necessárias para adequá-los à modalidade escrita. Deixe claro, porém, que isso depende do objetivo proposto. Esclareça a diferença tomando como exemplo a transcrição de anedotas e causos, em que as marcas da oralidade devem ser preservadas, ao contrário do propósito de publicação de uma entrevista em uma revista especializada. Assim, no exemplo acima, certas marcas de oralidade, como (né, cê, é, ué, tamos, por exemplo) poderiam ser omitidas.

Materiais complementares: Para ter acesso ao texto, clique aqui.

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Orientações:

  • Ainda em grupos, peça aos alunos que retomem as entrevistas que produziram, fazendo transcrições das passagens que considerem importantes. Deixe claro que os alunos podem optar pelo uso do discurso direto ou indireto, dependendo da forma como pretendem estruturar o capítulo da biografia romanceada (citação direta ou indireta da fala do biografado). Se houver necessidade, retome esses conceitos, relembrando os alunos que o discurso direto refere-se à produção de maneira direta da fala dos personagens, ou seja, sua reprodução integral e literal, enquanto que o discurso indireto é definido como o registro da fala da personagem, contando com a influência do narrador. Nesse caso, os tempos verbais devem ser modificados para facilitar o entendimento quanto à pessoa que fala, além de haver a citação do nome (ou outro tipo de referência) de quem proferiu o discurso.
  • Peça à turma que verifique a eventual necessidade de se buscar mais informações, através de pesquisas ou consulta a pessoas próximas ao biografado; caso seja necessária alguma pesquisa complementar, ampliemos prazo para a realização da atividade, que poderá durar mais do que o previsto.
  • Permita que eles trabalhem nessa atividade até o momento do fechamento da aula. Caso a atividade não seja finalizada, peça aos alunos que concluam a transcrição como tarefa de casa e apresentem em data pré-determinada.
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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Esclareça aos alunos que, na próxima aula da sequência, o processo de redação das biografias será iniciado.
  • Para encerrar a aula, leia os combinados para a sala, esclarecendo possíveis dúvidas.

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