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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Oralidade

Plano de aula - A prática da oralidade por meio de ensaio de texto dramático

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do Ensino Fundamental sobre produção de textos orais.

Plano 11 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Carolina Silva

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos; ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 11ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero textual dramático (comédias) e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte de uma sequência de atividades voltada para texto dramático, teatro e humor.

Informações sobre o Gênero: Texto dramático (comédias): produção artístico-literária que, reunindo texto e espetáculo, organiza e estrutura o humor dentro de uma apresentação, por meio dos elementos/momentos da narrativa e sequências dialogais. É irreverente, retrata o cotidiano e as pessoas comuns. Seu objetivo é entreter, provocando o riso do espectador e ampliando seu imaginário, levando-o a uma maior compreensão da realidade.

Materiais necessários: Cópias das adaptações do texto dramático a serem ensaiadas pelos alunos; materiais para composição de cenários, figurinos e efeitos sonoros. Cabe, ainda, possibilitar a realização das atividades desta aula em espaço adequado à movimentação e à divisão de grupos em diferentes ângulos de uma sala de aula grande ou mesmo um auditório, se possível, para melhor execução das tarefas.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem apresentar timidez e ter dificuldades de memorização das falas.

Referências bibliográficas:

BOAL, Augusto. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de dizer algo através do teatro. 10ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

Trecho da crônica “PÁ, PÁ, PÁ”, de Luis F. Verissimo. Disponível em: http://gtdcronicas2009.blogspot.com/2009/09/cronica-1-pa-pa-pa.html - Acesso em: 10/10/2018. https://novaescola.org.br/conteudo/315/oralidade-a-fala-que-se-ensina - Acesso em: 10/10/2018.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 05 minutos

Orientações: Comece a aula propondo à turma uma reflexão acerca das questões a seguir:

  • Uma apresentação teatral é predominantemente falada. Apesar de, na maior parte das vezes, retratar a vida, os homens e as situações comuns, como é a fala dos atores no palco? Pode-se dizer que se traduz, exatamente, na forma como nós falamos no dia a dia? (Considere as avaliações dos alunos. Se for necessário, faça-os notar que, embora tente se aproximar ao máximo da realidade, as falas dos atores apresentam tons e intensidades de exposição, ou seja: em grande parte, colaboram para um clima de interação entre atores no palco e platéia).
  • Apesar de não sermos atores, vocês acreditam ser possível o desenvolvimento de uma oralidade que favoreça a representação teatral? Se sim, como? (Espera-se que os alunos reconheçam que sim, levando em consideração que as entonações, os ritmos da leitura dramatizada e outros fatores possibilitam aprendizagens em torno de outras habilidades da fala. Esclareça aos estudantes que a oralidade é uma habilidade que pode ser ensinada e, justamente por isso, será desenvolvida por meio das atividades e ensaios previstos na presente aula. Em seguida, leia o tema do slide para os alunos e dê seguimento às tarefas).

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações: Convide os alunos para uma breve oficina de interpretação. Sabemos que, a exemplo do presente slide, cada grupo da turma construiu, a esta altura, uma versão dramática para a crônica “PÁ, PÁ, PÁ”, de Luis Fernando Verissimo. Considerando que cada um dos textos começa de forma diferente e estabelece um espaço diverso para o desenrolar de sua narrativa, oriente os alunos a participarem da seguinte dinâmica:

1) Considerando o modo como começa sua cena, cada grupo deverá encenar uma introdução de sua esquete, na qual realizem ações para mostrar de onde vêm, o que fazem e para onde vão os personagens de suas estórias. Ex: tendo em vista que o fragmento do slide começa com um encontro entre uma cliente e um vendedor, na livraria, poderia-se encenar, com auxílio de mímicas, que uma mulher transita pela rua quando passa em frente à livraria e se lembra de um livro. Daí, decide entrar no estabelecimento. À medida que cada grupo for apresentando as introduções de suas esquetes, os outros deverão descrever oralmente a sequência de ações que foram encenadas pelos colegas. (O objetivo desta etapa é estimular os alunos a se atentarem para os movimentos do corpo e a expressividade dos gestos durante a apresentação. Além disso, busca-se levar os estudantes a descreverem, por meio da oralidade, o conteúdo a que assistiram, resumidamente).

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações: Agora, oriente os estudantes a seguirem as instruções abaixo:

1) Em grupos, grifem as falas mais importantes do texto. Para as falas grifadas, criem paráfrases, dizendo, com palavras próprias ao grupo, aquilo que foi lido. Isso vai ajudá-los a desenvolverem declarações alternativas em caso de “brancos”, lapsos de memória durante as apresentações. (É bom acompanhar de perto esta etapa, supervisionando e sugerindo adequações sempre que forem necessárias).

2) Com cada grupo reunido em um espaço diferente da sala ou auditório, ensaie o texto de sua equipe. Os integrantes que não estiverem participando como personagens podem ajudar no suporte do ensaio, seja dirigindo-o ou dando sugestões sobre aspectos da interpretação e outras questões que se mostrarem pertinentes.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Nesta etapa de conclusão, peça que os alunos avaliem, oralmente, as atividades feitas. Em seguida, cada grupo deverá revelar à turma, também oralmente, uma autoavaliação sobre sua atuação, desempenho nos ensaios bem como na expressão de sua oralidade. (Todos devem se sentir livres para dar suas opiniões e depoimentos. Garanta, no entanto, que os grupos façam e discutam os resultados da autoavaliação. Itens como a organização do ensaio, o envolvimento dos integrantes, a qualidade da expressão, interpretação, do improviso; e o bom diálogo entre os colegas podem compor os critérios de avaliação. O resultado deverá ser consensual e exposto por um líder de cada grupo. Assim, os alunos deverão conversar e argumentar entre si mesmos, a fim de emitir um parecer comum).

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos; ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é a 11ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero textual dramático (comédias) e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte de uma sequência de atividades voltada para texto dramático, teatro e humor.

Informações sobre o Gênero: Texto dramático (comédias): produção artístico-literária que, reunindo texto e espetáculo, organiza e estrutura o humor dentro de uma apresentação, por meio dos elementos/momentos da narrativa e sequências dialogais. É irreverente, retrata o cotidiano e as pessoas comuns. Seu objetivo é entreter, provocando o riso do espectador e ampliando seu imaginário, levando-o a uma maior compreensão da realidade.

Materiais necessários: Cópias das adaptações do texto dramático a serem ensaiadas pelos alunos; materiais para composição de cenários, figurinos e efeitos sonoros. Cabe, ainda, possibilitar a realização das atividades desta aula em espaço adequado à movimentação e à divisão de grupos em diferentes ângulos de uma sala de aula grande ou mesmo um auditório, se possível, para melhor execução das tarefas.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem apresentar timidez e ter dificuldades de memorização das falas.

Referências bibliográficas:

BOAL, Augusto. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de dizer algo através do teatro. 10ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

Trecho da crônica “PÁ, PÁ, PÁ”, de Luis F. Verissimo. Disponível em: http://gtdcronicas2009.blogspot.com/2009/09/cronica-1-pa-pa-pa.html - Acesso em: 10/10/2018. https://novaescola.org.br/conteudo/315/oralidade-a-fala-que-se-ensina - Acesso em: 10/10/2018.

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Tempo sugerido: 05 minutos

Orientações: Comece a aula propondo à turma uma reflexão acerca das questões a seguir:

  • Uma apresentação teatral é predominantemente falada. Apesar de, na maior parte das vezes, retratar a vida, os homens e as situações comuns, como é a fala dos atores no palco? Pode-se dizer que se traduz, exatamente, na forma como nós falamos no dia a dia? (Considere as avaliações dos alunos. Se for necessário, faça-os notar que, embora tente se aproximar ao máximo da realidade, as falas dos atores apresentam tons e intensidades de exposição, ou seja: em grande parte, colaboram para um clima de interação entre atores no palco e platéia).
  • Apesar de não sermos atores, vocês acreditam ser possível o desenvolvimento de uma oralidade que favoreça a representação teatral? Se sim, como? (Espera-se que os alunos reconheçam que sim, levando em consideração que as entonações, os ritmos da leitura dramatizada e outros fatores possibilitam aprendizagens em torno de outras habilidades da fala. Esclareça aos estudantes que a oralidade é uma habilidade que pode ser ensinada e, justamente por isso, será desenvolvida por meio das atividades e ensaios previstos na presente aula. Em seguida, leia o tema do slide para os alunos e dê seguimento às tarefas).
Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações: Convide os alunos para uma breve oficina de interpretação. Sabemos que, a exemplo do presente slide, cada grupo da turma construiu, a esta altura, uma versão dramática para a crônica “PÁ, PÁ, PÁ”, de Luis Fernando Verissimo. Considerando que cada um dos textos começa de forma diferente e estabelece um espaço diverso para o desenrolar de sua narrativa, oriente os alunos a participarem da seguinte dinâmica:

1) Considerando o modo como começa sua cena, cada grupo deverá encenar uma introdução de sua esquete, na qual realizem ações para mostrar de onde vêm, o que fazem e para onde vão os personagens de suas estórias. Ex: tendo em vista que o fragmento do slide começa com um encontro entre uma cliente e um vendedor, na livraria, poderia-se encenar, com auxílio de mímicas, que uma mulher transita pela rua quando passa em frente à livraria e se lembra de um livro. Daí, decide entrar no estabelecimento. À medida que cada grupo for apresentando as introduções de suas esquetes, os outros deverão descrever oralmente a sequência de ações que foram encenadas pelos colegas. (O objetivo desta etapa é estimular os alunos a se atentarem para os movimentos do corpo e a expressividade dos gestos durante a apresentação. Além disso, busca-se levar os estudantes a descreverem, por meio da oralidade, o conteúdo a que assistiram, resumidamente).

Slide Plano Aula

Orientações: Agora, oriente os estudantes a seguirem as instruções abaixo:

1) Em grupos, grifem as falas mais importantes do texto. Para as falas grifadas, criem paráfrases, dizendo, com palavras próprias ao grupo, aquilo que foi lido. Isso vai ajudá-los a desenvolverem declarações alternativas em caso de “brancos”, lapsos de memória durante as apresentações. (É bom acompanhar de perto esta etapa, supervisionando e sugerindo adequações sempre que forem necessárias).

2) Com cada grupo reunido em um espaço diferente da sala ou auditório, ensaie o texto de sua equipe. Os integrantes que não estiverem participando como personagens podem ajudar no suporte do ensaio, seja dirigindo-o ou dando sugestões sobre aspectos da interpretação e outras questões que se mostrarem pertinentes.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Nesta etapa de conclusão, peça que os alunos avaliem, oralmente, as atividades feitas. Em seguida, cada grupo deverá revelar à turma, também oralmente, uma autoavaliação sobre sua atuação, desempenho nos ensaios bem como na expressão de sua oralidade. (Todos devem se sentir livres para dar suas opiniões e depoimentos. Garanta, no entanto, que os grupos façam e discutam os resultados da autoavaliação. Itens como a organização do ensaio, o envolvimento dos integrantes, a qualidade da expressão, interpretação, do improviso; e o bom diálogo entre os colegas podem compor os critérios de avaliação. O resultado deverá ser consensual e exposto por um líder de cada grupo. Assim, os alunos deverão conversar e argumentar entre si mesmos, a fim de emitir um parecer comum).

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