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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Oralidade

Plano de aula - A exposição oral: descoberta de regularidades

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre A exposição oral: descoberta de regularidades

Plano 10 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Maurício dos Santos Gomes

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco nos gêneros texto didático e exposição oral e no campo de atuação das práticas de estudo e pesquisa. A aula faz parte do módulo de oralidade.

Materiais necessários: Data show e computador.

Informações sobre o gênero: Enquanto gênero discursivo do campo das práticas de estudo e pesquisa, entende-se por texto didático o gênero de base escrita que circula sobretudo no meio escolar, com autoria creditada a um ou mais professores e/ou especialistas reconhecidos, e que se destina a ensinar ao aprendiz um conteúdo/tema científico. Esse gênero concretiza-se em textos escritos com o formato impresso ou eletrônico, notadamente presentes em livro didático (também impresso ou eletrônico). No texto didático, tendem a predominar as passagens / sequências expositivas, mas sempre contendo estratégias de organização das informações visando a facilitar a aprendizagem do aluno (uso de contextualizações vivenciais, exemplificações, citações científicas, boxes, QR Codes, etc.).

Dificuldades antecipadas: Reconhecer diferentes finalidades comunicativas em práticas orais distintas.

Referências sobre o assunto:

CHAVES, Lindinalva Messias do Nascimento; MAGALHÃES, Maria Aparecida Alberto. Uma proposta de ensino do gênero Exposição Oral. Revista Philologus, ano 21, n.61. Rio de Janeiro: CiFEFiL, jan./abr.2015. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/rph/ANO21/61supl/089.pdf>. Acesso em:

SILVA, Ana Virgínia Lima da. Dos textos escritos à exposição oral acadêmica. Revista Revele, v.6, 2013. Disponível em: <https://seer.ufmg.br/index.php/revele/article/view/9469>. Acesso em:

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações:

  • Inicie a aula propondo à turma a pergunta acima. A pergunta tem por objetivo estimular os alunos e alunas a refletirem sobre o quanto as maneiras de falar em público estão associadas aos contextos em que os enunciados são ditos. No quadro, tome nota das respostas apresentadas pela turma.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente aos alunos e alunas os vídeos a seguir: “Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (Daniela Negraes P. Andrade)” e “Humanização da saúde e relação entre médico e paciente (Canal Futura). O primeiro vídeo contém uma exposição oral destinada ao concurso “Minha tese em 180 segundos” (para esta atividade, o depoimento inicial da pesquisadora não deve ser apresentado à turma). O segundo vídeo contém uma breve entrevista com Maurício Tostes, psiquiatra e professor do Serviço de Psiquiatria e Psicologia Médica do Hospital da UFRJ. Não apresente informações a respeito dos vídeos, a fim de permitir que a turma perceba por si mesma as situações comunicativas neles contidas. Informe aos alunos e alunas que, neste momento, os vídeos não serão assistidos, e sim ouvidos. Para isso, certifique-se de que a turma tenha acesso apenas ao áudio dos vídeos (você pode utilizar recursos de congelamento de imagens, presentes no próprio projetor, ou desconectar os cabos VGA ou HDMI que ligam o computador ao projetor).
  • Recomende aos alunos e alunas que, durante a escuta, tomem nota do que lhes parecer mais interessante ou relevante.
  • Após a escuta dos vídeos, lance mão de perguntas que permitam à turma comparar as falas presentes nos vídeos: como você resumiria o conteúdo do que é dito nos vídeos? É possível determinar quem são e onde estão os falantes? É possível determinar os objetivos comunicativos dos falantes? Como podemos caracterizar a maneira de falar dos falantes? Instigue os alunos e alunas a justificarem suas respostas a partir de trechos dos áudios. No quadro, tome nota das respostas apresentadas pela turma.
  • Espera-se que a turma perceba as diferentes situações comunicativas em cada áudio: o primeiro vídeo contém uma exposição oral, ao passo que o segundo, uma entrevista. Espera-se também que a turma perceba a semelhança temática entre os áudios, apesar das diferenças nas performances orais dos falantes.

Materiais complementares: A exposição oral de Daniela Negraes P. Andrade pode ser encontrada aqui. Já a entrevista com Maurício Tostes pode ser encontrada aqui.

Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (Daniela Negraes P. Andrade). 2016. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=fzDqlJuffZI&index=2&list=PL4P9VVumOg5GE1_Mr-nz3GDjlm9jjQ0qM>. Acesso em:

Humanização da saúde e relação entre médico e paciente - Jornal Futura - canal Futura. 2014. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=-vXsiQLwUJc&feature=youtu.be >. Acesso em:

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 32 minutos

Orientações:

  • Apresente à turma os vídeos escutados anteriormente. Antes, informe os alunos e alunas a respeito do contexto dos vídeos: no primeira caso, trata-se de um concurso em que pesquisadores e pesquisadoras são desafiados a expor suas teses de doutorado em apenas três minutos. Tenha em vista a oportunidade de informar a turma a respeito do que é uma tese de doutorado. No segundo caso, trata-se de uma entrevista realizada no Canal Futura.
  • Permita que a turma assista aos vídeos. Instigue a tomada de notas do que parecer interessante ou relevante. A exibição pode ser coletiva, por meio de data show, ou individual, através de celulares, computadores ou tablets.
  • Após a exibição, pergunte à turma: do ponto de vista da audiência, faz diferença ver a exposição oral da pesquisadora e a entrevista do médico ou basta ouvi-las? Do tempo de vista temático (isto é, do assunto abordado em cada trecho do vídeo), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? E semelhanças? Do ponto de vista da fala (isto é, da entonação, do ritmo, das palavras selecionadas), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? No que diz respeito à gestualidade (isto é, à maneira como a pesquisadora e o médico se movimentam ou gesticulam durante os dois vídeos), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? Por que a pesquisadora recorre ao uso de slide durante a exposição oral? O conteúdo do slide apresentado auxilia a exposição oral da pesquisadora? E a compreensão da audiência? Quais critérios a pesquisadora parece ter utilizado para selecionar o conteúdo do slide? E por que utilizar apenas um slide? Por que o médico entrevistado não recorre a slides? Nos dois vídeos, as falas parecem espontâneas ou ensaiadas? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome nota das respostas. Espera-se que a turma perceba a importância de elementos paratextuais (uso de slide) e de elementos cinésicos (gestualidade, tom de voz, ritmo da fala) na exposição oral da pesquisadora, o que não se verifica com tanta ênfase na entrevista, do qual estão excluídos, por exemplo, os elementos paratextuais. Espera-se também que a turma perceba o quanto cada situação comunicativa acaba por determinar formas distintas de falar: a entrevista parece mais espontânea, ao passo que a exposição oral, regida pelo controle de tempo e pela necessidade de síntese, apresenta uma fala visivelmente ensaiada e apoiada por ferramentas de apresentação.
  • O tempo sugerido para esta etapa do plano é de 17 minutos

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Orientações:

  • Apresente à turma os vídeos escutados anteriormente. Antes, informe os alunos e alunas a respeito do contexto dos vídeos: no primeiro caso, trata-se de um concurso em que pesquisadores e pesquisadoras são desafiados a expor suas teses de doutorado em apenas três minutos. Tenha em vista a oportunidade de informar a turma a respeito do que é uma tese de doutorado. No segundo caso, trata-se de uma entrevista realizada no Canal Futura.
  • Permita que a turma assista aos vídeos. Instigue a tomada de notas do que parecer interessante ou relevante. A exibição pode ser coletiva, por meio de data show, ou individual, através de celulares, computadores ou tablets.
  • Após a exibição, pergunte à turma: do ponto de vista da audiência, faz diferença ver a exposição oral da pesquisadora e a entrevista do médico ou basta ouvi-las? Do tempo de vista temático (isto é, do assunto abordado em cada trecho do vídeo), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? E semelhanças? Do ponto de vista da fala (isto é, da entonação, do ritmo, das palavras selecionadas), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? No que diz respeito à gestualidade (isto é, à maneira como a pesquisadora e o médico se movimentam ou gesticulam durante os dois vídeos), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? Por que a pesquisadora recorre ao uso de slide durante a exposição oral? O conteúdo do slide apresentado auxilia a exposição oral da pesquisadora? E a compreensão da audiência? Quais critérios a pesquisadora parece ter utilizado para selecionar o conteúdo do slide? E por que utilizar apenas um slide? Por que o médico entrevistado não recorre a slides? Nos dois vídeos, as falas parecem espontâneas ou ensaiadas? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome nota das respostas. Espera-se que a turma perceba a importância de elementos paratextuais (uso de slide) e de elementos cinésicos (gestualidade, tom de voz, ritmo da fala) na exposição oral da pesquisadora, o que não se verifica com tanta ênfase na entrevista, do qual estão excluídos, por exemplo, os elementos paratextuais. Espera-se também que a turma perceba o quanto cada situação comunicativa acaba por determinar formas distintas de falar: a entrevista parece mais espontânea, ao passo que a exposição oral, regida pelo controle de tempo e pela necessidade de síntese, apresenta uma fala visivelmente ensaiada e apoiada por ferramentas de apresentação.
  • O tempo sugerido para esta etapa do plano é de 17 minutos

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Slide Plano Aula

Orientações:

  • Após o debate, retome a exposição oral de Daniela Negraes P. Andrade no trecho que vai de 3:08 a 3:42. Pergunte à turma: no trecho em questão, como são as perguntas da pesquisadora? Por que a pesquisadora utiliza essas perguntas em sua exposição oral? As perguntas da pesquisadora se parecem com a pergunta feita pela audiência após a entrevista? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome notas das respostas apresentadas. Espera-se que a turma compreenda o uso de perguntas retóricas enquanto recurso típico de exposições orais. Além disso, o uso desse recurso, que procura antecipar dúvidas da audiência, deixa ver a dimensão didática da exposição oral. No caso da pergunta feita pela audiência, trata-se de uma pergunta não antecipada pelo entrevistado, o que garante maior espontaneidade à resposta dada pelo médico. Espera-se que a turma perceba a ausência de perguntas por parte da audiência após a fala da pesquisadora.
  • Por fim, pergunte aos alunos e alunas: que perguntas poderiam ser feitas à pesquisadora após a exposição oral? Permita que a turma formule livremente suas questões. Durante a exposição das perguntas, instigue os alunos e alunas a testarem a pertinência das perguntas diante do conteúdo exposto.
  • O tempo destinado a esta parte do plano é de 15 minutos.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • A fim de sistematizar o que foi desenvolvido ao longo da aula, proponha à turma a pergunta acima. Estimule os alunos e alunas a utilizarem os apontamentos acumulados ao longo do aula. Espera-se que a turma perceba que as diferenças estilísticas e composicionais entre a entrevista e a exposição oral estão diretamente ligadas às situações comunicativas em torno de cada gênero. Da mesma forma, espera-se que a turma note as relações entre a finalidade didática da exposição oral e suas principais marcas linguísticas (progressão temática, topicalização de informações, fala ensaiada e controlada por limites de tempo, uso de ferramentas de apoio à exposição).

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco nos gêneros texto didático e exposição oral e no campo de atuação das práticas de estudo e pesquisa. A aula faz parte do módulo de oralidade.

Materiais necessários: Data show e computador.

Informações sobre o gênero: Enquanto gênero discursivo do campo das práticas de estudo e pesquisa, entende-se por texto didático o gênero de base escrita que circula sobretudo no meio escolar, com autoria creditada a um ou mais professores e/ou especialistas reconhecidos, e que se destina a ensinar ao aprendiz um conteúdo/tema científico. Esse gênero concretiza-se em textos escritos com o formato impresso ou eletrônico, notadamente presentes em livro didático (também impresso ou eletrônico). No texto didático, tendem a predominar as passagens / sequências expositivas, mas sempre contendo estratégias de organização das informações visando a facilitar a aprendizagem do aluno (uso de contextualizações vivenciais, exemplificações, citações científicas, boxes, QR Codes, etc.).

Dificuldades antecipadas: Reconhecer diferentes finalidades comunicativas em práticas orais distintas.

Referências sobre o assunto:

CHAVES, Lindinalva Messias do Nascimento; MAGALHÃES, Maria Aparecida Alberto. Uma proposta de ensino do gênero Exposição Oral. Revista Philologus, ano 21, n.61. Rio de Janeiro: CiFEFiL, jan./abr.2015. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/rph/ANO21/61supl/089.pdf>. Acesso em:

SILVA, Ana Virgínia Lima da. Dos textos escritos à exposição oral acadêmica. Revista Revele, v.6, 2013. Disponível em: <https://seer.ufmg.br/index.php/revele/article/view/9469>. Acesso em:

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Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações:

  • Inicie a aula propondo à turma a pergunta acima. A pergunta tem por objetivo estimular os alunos e alunas a refletirem sobre o quanto as maneiras de falar em público estão associadas aos contextos em que os enunciados são ditos. No quadro, tome nota das respostas apresentadas pela turma.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente aos alunos e alunas os vídeos a seguir: “Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (Daniela Negraes P. Andrade)” e “Humanização da saúde e relação entre médico e paciente (Canal Futura). O primeiro vídeo contém uma exposição oral destinada ao concurso “Minha tese em 180 segundos” (para esta atividade, o depoimento inicial da pesquisadora não deve ser apresentado à turma). O segundo vídeo contém uma breve entrevista com Maurício Tostes, psiquiatra e professor do Serviço de Psiquiatria e Psicologia Médica do Hospital da UFRJ. Não apresente informações a respeito dos vídeos, a fim de permitir que a turma perceba por si mesma as situações comunicativas neles contidas. Informe aos alunos e alunas que, neste momento, os vídeos não serão assistidos, e sim ouvidos. Para isso, certifique-se de que a turma tenha acesso apenas ao áudio dos vídeos (você pode utilizar recursos de congelamento de imagens, presentes no próprio projetor, ou desconectar os cabos VGA ou HDMI que ligam o computador ao projetor).
  • Recomende aos alunos e alunas que, durante a escuta, tomem nota do que lhes parecer mais interessante ou relevante.
  • Após a escuta dos vídeos, lance mão de perguntas que permitam à turma comparar as falas presentes nos vídeos: como você resumiria o conteúdo do que é dito nos vídeos? É possível determinar quem são e onde estão os falantes? É possível determinar os objetivos comunicativos dos falantes? Como podemos caracterizar a maneira de falar dos falantes? Instigue os alunos e alunas a justificarem suas respostas a partir de trechos dos áudios. No quadro, tome nota das respostas apresentadas pela turma.
  • Espera-se que a turma perceba as diferentes situações comunicativas em cada áudio: o primeiro vídeo contém uma exposição oral, ao passo que o segundo, uma entrevista. Espera-se também que a turma perceba a semelhança temática entre os áudios, apesar das diferenças nas performances orais dos falantes.

Materiais complementares: A exposição oral de Daniela Negraes P. Andrade pode ser encontrada aqui. Já a entrevista com Maurício Tostes pode ser encontrada aqui.

Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada (Daniela Negraes P. Andrade). 2016. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=fzDqlJuffZI&index=2&list=PL4P9VVumOg5GE1_Mr-nz3GDjlm9jjQ0qM>. Acesso em:

Humanização da saúde e relação entre médico e paciente - Jornal Futura - canal Futura. 2014. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=-vXsiQLwUJc&feature=youtu.be >. Acesso em:

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Tempo sugerido: 32 minutos

Orientações:

  • Apresente à turma os vídeos escutados anteriormente. Antes, informe os alunos e alunas a respeito do contexto dos vídeos: no primeira caso, trata-se de um concurso em que pesquisadores e pesquisadoras são desafiados a expor suas teses de doutorado em apenas três minutos. Tenha em vista a oportunidade de informar a turma a respeito do que é uma tese de doutorado. No segundo caso, trata-se de uma entrevista realizada no Canal Futura.
  • Permita que a turma assista aos vídeos. Instigue a tomada de notas do que parecer interessante ou relevante. A exibição pode ser coletiva, por meio de data show, ou individual, através de celulares, computadores ou tablets.
  • Após a exibição, pergunte à turma: do ponto de vista da audiência, faz diferença ver a exposição oral da pesquisadora e a entrevista do médico ou basta ouvi-las? Do tempo de vista temático (isto é, do assunto abordado em cada trecho do vídeo), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? E semelhanças? Do ponto de vista da fala (isto é, da entonação, do ritmo, das palavras selecionadas), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? No que diz respeito à gestualidade (isto é, à maneira como a pesquisadora e o médico se movimentam ou gesticulam durante os dois vídeos), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? Por que a pesquisadora recorre ao uso de slide durante a exposição oral? O conteúdo do slide apresentado auxilia a exposição oral da pesquisadora? E a compreensão da audiência? Quais critérios a pesquisadora parece ter utilizado para selecionar o conteúdo do slide? E por que utilizar apenas um slide? Por que o médico entrevistado não recorre a slides? Nos dois vídeos, as falas parecem espontâneas ou ensaiadas? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome nota das respostas. Espera-se que a turma perceba a importância de elementos paratextuais (uso de slide) e de elementos cinésicos (gestualidade, tom de voz, ritmo da fala) na exposição oral da pesquisadora, o que não se verifica com tanta ênfase na entrevista, do qual estão excluídos, por exemplo, os elementos paratextuais. Espera-se também que a turma perceba o quanto cada situação comunicativa acaba por determinar formas distintas de falar: a entrevista parece mais espontânea, ao passo que a exposição oral, regida pelo controle de tempo e pela necessidade de síntese, apresenta uma fala visivelmente ensaiada e apoiada por ferramentas de apresentação.
  • O tempo sugerido para esta etapa do plano é de 17 minutos

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Orientações:

  • Apresente à turma os vídeos escutados anteriormente. Antes, informe os alunos e alunas a respeito do contexto dos vídeos: no primeiro caso, trata-se de um concurso em que pesquisadores e pesquisadoras são desafiados a expor suas teses de doutorado em apenas três minutos. Tenha em vista a oportunidade de informar a turma a respeito do que é uma tese de doutorado. No segundo caso, trata-se de uma entrevista realizada no Canal Futura.
  • Permita que a turma assista aos vídeos. Instigue a tomada de notas do que parecer interessante ou relevante. A exibição pode ser coletiva, por meio de data show, ou individual, através de celulares, computadores ou tablets.
  • Após a exibição, pergunte à turma: do ponto de vista da audiência, faz diferença ver a exposição oral da pesquisadora e a entrevista do médico ou basta ouvi-las? Do tempo de vista temático (isto é, do assunto abordado em cada trecho do vídeo), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? E semelhanças? Do ponto de vista da fala (isto é, da entonação, do ritmo, das palavras selecionadas), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? No que diz respeito à gestualidade (isto é, à maneira como a pesquisadora e o médico se movimentam ou gesticulam durante os dois vídeos), há diferenças entre a exposição oral e a entrevista? Por que a pesquisadora recorre ao uso de slide durante a exposição oral? O conteúdo do slide apresentado auxilia a exposição oral da pesquisadora? E a compreensão da audiência? Quais critérios a pesquisadora parece ter utilizado para selecionar o conteúdo do slide? E por que utilizar apenas um slide? Por que o médico entrevistado não recorre a slides? Nos dois vídeos, as falas parecem espontâneas ou ensaiadas? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome nota das respostas. Espera-se que a turma perceba a importância de elementos paratextuais (uso de slide) e de elementos cinésicos (gestualidade, tom de voz, ritmo da fala) na exposição oral da pesquisadora, o que não se verifica com tanta ênfase na entrevista, do qual estão excluídos, por exemplo, os elementos paratextuais. Espera-se também que a turma perceba o quanto cada situação comunicativa acaba por determinar formas distintas de falar: a entrevista parece mais espontânea, ao passo que a exposição oral, regida pelo controle de tempo e pela necessidade de síntese, apresenta uma fala visivelmente ensaiada e apoiada por ferramentas de apresentação.
  • O tempo sugerido para esta etapa do plano é de 17 minutos

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  • Após o debate, retome a exposição oral de Daniela Negraes P. Andrade no trecho que vai de 3:08 a 3:42. Pergunte à turma: no trecho em questão, como são as perguntas da pesquisadora? Por que a pesquisadora utiliza essas perguntas em sua exposição oral? As perguntas da pesquisadora se parecem com a pergunta feita pela audiência após a entrevista? Permita que a turma se manifeste livremente. No quadro, tome notas das respostas apresentadas. Espera-se que a turma compreenda o uso de perguntas retóricas enquanto recurso típico de exposições orais. Além disso, o uso desse recurso, que procura antecipar dúvidas da audiência, deixa ver a dimensão didática da exposição oral. No caso da pergunta feita pela audiência, trata-se de uma pergunta não antecipada pelo entrevistado, o que garante maior espontaneidade à resposta dada pelo médico. Espera-se que a turma perceba a ausência de perguntas por parte da audiência após a fala da pesquisadora.
  • Por fim, pergunte aos alunos e alunas: que perguntas poderiam ser feitas à pesquisadora após a exposição oral? Permita que a turma formule livremente suas questões. Durante a exposição das perguntas, instigue os alunos e alunas a testarem a pertinência das perguntas diante do conteúdo exposto.
  • O tempo destinado a esta parte do plano é de 15 minutos.

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  • A fim de sistematizar o que foi desenvolvido ao longo da aula, proponha à turma a pergunta acima. Estimule os alunos e alunas a utilizarem os apontamentos acumulados ao longo do aula. Espera-se que a turma perceba que as diferenças estilísticas e composicionais entre a entrevista e a exposição oral estão diretamente ligadas às situações comunicativas em torno de cada gênero. Da mesma forma, espera-se que a turma note as relações entre a finalidade didática da exposição oral e suas principais marcas linguísticas (progressão temática, topicalização de informações, fala ensaiada e controlada por limites de tempo, uso de ferramentas de apoio à exposição).

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