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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Oralidade

Plano de aula - Estudo do gênero oral “Apresentação de propostas orais”

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Estudo do gênero oral “Apresentação de propostas orais”

Plano 10 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Danuza Kryshna Da Costa Lima

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é 10ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero cartas de reclamação/apresentação de propostas orais e no campo de atuação na vida pública. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários: Projetor multimídia para exibição de vídeo ou computador, projetor e som externo, caderno, lápis, caneta, borracha e celular com acesso à internet.

Informações sobre o gênero: A apresentação de propostas orais concretiza-se no âmbito da oralidade e está dentro da esfera dos gêneros orais do campo da argumentação. A partir da interação discursiva, observa-se que os interlocutores podem estar próximos ou não. Neste gênero, de matriz também expressiva, o sujeito, enquanto ser social, dotado da compreensão e uso da linguagem como fenômeno social, lança ao outro suas petições, utilizando-se da fala.

Já nas cartas de reclamação, o texto possui caráter epistolar e expressa a necessidade de um sujeito, inserido em uma prática de linguagem social concreta e determinada, de se comunicar com o outro. Para isto, ele lança mão da escrita. Os interlocutores não estão em presença; há, portanto, um distanciamento espaço-temporal e por isto, há utilização de elementos típicos dos gêneros epistolares, tais como “remetente”, “local”, “data”, “assinatura”.

Dificuldades antecipadas: Compreender o funcionamento e a organização do discurso oral pode ser uma dificuldade para os alunos, tendo em vista a necessidade de conhecimento dos aspectos composicionais do gênero “apresentação de propostas orais”.

Referências sobre o assunto:

MARCURSCHI, Luiz Antônio; DIONÍSIO, Ângela Paiva (orgs). Fala e escrita. 1ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2007.

  • Esta publicação reúne textos importantes para a compreensão dos fenômenos que circundam o campo da oralidade, os gêneros orais e seu ensino. Os artigos que compõem esta publicação perpassam os campos da oralidade escrita, propondo reflexões sobre a multimodalidade em atividades com gêneros orais e escritos, a caracterização do gênero oral, bem como as estratégias de textualização na fala e na escrita.

“Toda a atividade discursiva e todas as práticas lingüísticas se dão em textos orais ou escritos com a presença de semiologias de outras áreas, como a gestualidade e o olhar, na fala, ou elementos pictóricos e gráficos, na escrita. Assim, as produções discursivas são eventos complexos constituídos de várias ordens simbólicas que podem ir além do recurso estritamente lingüístico. Mas toda nossa atividade discursiva situa-se, grosso modo, no contexto da fala ou da escrita” (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 13).

MARCURSCHI, Luiz Antônio. O estudo dos gêneros mostra o funcionamento da sociedade. In: Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

MARCURSCHI, Beth, SUASSUNA, Lívia. Avaliação em Língua portuguesa: contribuições para a prática pedagógica. 1ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SCHNEUWLY, B.& DOLZ. J. Os gêneros escolares - das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In: Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004.

  • Livro fundamental para quem se pretende compreender o funcionamento e organização dos gêneros textuais, tanto orais como escritos e sua aplicabilidade e estudo em sala de aula.

“...os gêneros formais públicos constituem objetos autônomos para o ensino do oral. Eles são autônomos no sentido de que o oral (os gêneros orais) é abordado como objeto de ensino e aprendizagem em si. Não constituem um percurso de passagem para a aprendizagem de outros comportamentos lingüísticos (a escrita ou a produção escrita) ou não-lingüísticos (em relação somente com outros saberes disciplinares). Também não estão subordinados a outros objetos de ensino-aprendizagem”. (DOLZ & SCHNEUWLY, 2004, p.177)

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em equipes (preferencialmente quartetos). A atividade em equipes proporcionará maior diálogo entre os alunos, tendo em vista as novas descobertas para esta aula. Em alguns momentos, será importante a troca de ideias e o diálogo, por isto a opção por atividades em quartetos. Este número de alunos por equipe permite maior interação, sem perda de foco no desenvolvimento das habilidades por ser um grupo pequeno. Os alunos desta faixa etária tendem a aprender melhor trocando ideias e muitas vezes, socializando suas atividades. Neste caso, a opção do atividades coletivas (em duplas) auxilia também no desenvolvimento afetivo dos alunos.
  • Apresente o tema para a turma.Esta será uma aula sobre o gênero oral Apresentação de propostas orais. Nela, os alunos poderão apreciar textos orais do gênero, bem como conhecer as situações de produção, características e elementos composicionais, analisando assim como se portam os interlocutores na interação comunicacional. Ao apresentar o tema para turma, ative a percepção dos alunos para a função e importância de se apresentar uma proposta de forma oral.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Após a apresentação do tema para a turma, ative a percepção do alunos (já organizados em equipes) para a pergunta da aula.

A intenção é promover o protagonismo do aluno a partir da apresentação da pergunta inicial da aula. Por isso, é importante que os alunos consigam perceber que toda atividade discursiva, em suas várias práticas de linguagem, no caso, na oralidade, permite que nós, enquanto falantes, possamos organizar o discurso para um determinado fim. Provoque os alunos para os seguintes questionamentos:

  • É possível reclamar, pedir ou apresentar algo utilizando a fala? Como?
  • Deve-se ter um roteiro escrito para organizar a fala antes de se apresentar uma proposta oral? Por quê?
  • A distância ou a proximidade entre os interlocutores mudaria em algum aspecto a forma de se propor algo por meio da fala? Por quê?
  • A partir da apresentação destas reflexões, espera-se as seguintes respostas dos alunos ou semelhantes a estas:
  • Sim, através de um discurso organizado. É preciso expor o que se deseja, apresentar-se, transmitir segurança ao interlocutor.
  • Sim, é importante para evitar improvisos que podem comprometer a apresentação da proposta oral.
  • Sim, mudaria. Se os interlocutores estiverem distantes é preciso adequar a forma como vai se propor as coisas, já se eles estiverem próximos, é possível maior interação entre eles.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Após a breve conversa com os alunos, distribua entre as equipes o roteiro para análise do vídeo, que deverão fazer oralmente, conversando entre os companheiros de equipe. Este roteiro auxiliará as equipes para o levantamento de reflexões acerca do que analisar a partir da exibição do vídeo; dessa forma, ao assistirem, os alunos já estarão mais focados no que deve ser observado e analisado.
  • Oriente os alunos a assistirem ao vídeo proposto.

É importante destacar que neste momento será necessária a exibição dos minutos iniciais do vídeo. Neles, é possível ver o primeiro interlocutor, o Senhor Vanderlei Link, representante das pessoas com nanismo, apresentando seus primeiros argumentos para ter garantida a defesa de sua proposta, a criação do Dia Nacional do Nanismo. Sugere-se os minutos de 0:04 a 5:28.

  • Chame a atenção dos alunos para a organização da audiência pública, despertando o interesse deles para os seguintes aspectos:
  • A organização da fala do interlocutor, tendo em vista que ele planejou o seu discurso, dispondo de um roteiro para nortear a apresentação de sua proposta oral.
  • O respeito do senador Romário (autor da iniciativa de criação do Dia Nacional do Nanismo), mantendo-se em silêncio, preservando o momento de fala do interlocutor, enquanto este está na tribuna, assim como das pessoas presentes na audiência.
  • O tratamento das informações e exposição cuidadosa dos fatos, feita pelo Senhor Vanderelei Link.
  • O nível de linguagem utilizada pelos interlocutores na tribuna.
  • Para a melhor organização do professor, chamamos a atenção para as etapas do vídeo, destacando os seguintes cortes:
  • (0:04) - Apresentação do 1º interlocutor
  • (0:05) - o interlocutor inicia a exposição de seus argumentos para a defesa de sua proposta em criar o Dia Nacional do Nanismo.
  • (0:34) - Os argumentos são refutados, por parte do interlocutor.
  • (02:14) - Apresentação de fatos para corroborar a defesa da proposta.
  • (3:36 / 3:42) - Apresentação de alternativas para dirimir os problemas das pessoas com nanismo no país.
  • (4:45) - Apresentação da proposta
  • (5:12 / 5:28) - palavras de encerramento do 1º interlocutor.

Materiais complementares:

Link para o roteiro de análise do vídeo aqui.

Link para o vídeo aqui.

Representantes de pessoas com nanismo reivindicam direitos e reconhecimento profissional. TV Senado, 2015. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=T1VnAfAVGk4> . Acesso em:

  • Este vídeo apresenta uma sessão de audiência pública, realizada no Senado, no dia 29 de setembro de 2015. Nesta ocasião, representantes de pessoas com nanismo reivindicam seus direitos e reconhecimento profissional. Na gravação da sessão na câmara do senado, é possível perceber a presença de três interlocutores, portadores de nanismo, que reivindicam o direito ao dia nacional de defesa do nanismo.

O formato do vídeo apresenta a situação comunicacional de produção do gênero oral em estudo e pode ser apresentado aos alunos de forma fragmentada. Dessa forma, é necessário assistir ao vídeo antes dos alunos para melhor provocá-los para os aspectos composicionais do gênero, um deles, a argumentação utilizada pelos interlocutores, a fim de fazer-se compreendido e ter sua proposta oral acatada pelo interlocutor.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Solicite aos alunos a resolução da Ficha de observação e análise do discurso oral. Nela, é possível encontrar de forma resumida, os pontos abordados no início do desenvolvimento desta aula.
  • Oriente os alunos para a resolução da atividade, despertando seu interesse para os seguintes pontos:
  • O registro oral da apresentação de uma proposta.
  • A situação comunicativa apresentada no vídeo e o que ela acarreta para a organização do registro oral do interlocutor.
  • As estratégias organizacionais utilizadas pelo interlocutor para apresentar oralmente sua proposta.
  • A pertinência da proposta apresentada pelo interlocutor.

Materiais complementares:

Link para atividade de impressão: aqui

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Solicite aos alunos que ainda em equipes apresentem a resolução da atividade.

A resolução apresentada para esta aula é de caráter sugestivo, outras formas de resolução podem ser apresentadas pelos alunos. É indispensável o momento de socialização para a promoção do momento final de análise e reflexão sobre o discurso oral e a possibilidade de reclamar, pedir ou apresentar algo por meio da fala.

  • Dialogue com os alunos sobre os pontos abordados na atividade.

O diálogo é importante para consolidar as observações sobre o vídeo feitas pelos alunos. É importante que na conclusão da aula, o aluno consiga demonstrar sua análise dos elementos que compõem o discurso oral.

  • Conclua a aula retomando a pergunta inicial, “É possível reclamar, pedir ou apresentar algo utilizando a fala? Como?”
  • Espera-se que os alunos apresentem as seguintes respostas: Sim, por meio da fala, podemos reclamar, pedir ou apresentar uma determinada proposta, mas para isto, é necessário um planejamento do que vai ser dito, analisar o ambiente no qual será apresentada a proposta oral, o público e também a linguagem a ser utilizada para tal.

Materiais complementares:

Link para a resolução da atividade: aqui

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é 10ª aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero cartas de reclamação/apresentação de propostas orais e no campo de atuação na vida pública. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários: Projetor multimídia para exibição de vídeo ou computador, projetor e som externo, caderno, lápis, caneta, borracha e celular com acesso à internet.

Informações sobre o gênero: A apresentação de propostas orais concretiza-se no âmbito da oralidade e está dentro da esfera dos gêneros orais do campo da argumentação. A partir da interação discursiva, observa-se que os interlocutores podem estar próximos ou não. Neste gênero, de matriz também expressiva, o sujeito, enquanto ser social, dotado da compreensão e uso da linguagem como fenômeno social, lança ao outro suas petições, utilizando-se da fala.

Já nas cartas de reclamação, o texto possui caráter epistolar e expressa a necessidade de um sujeito, inserido em uma prática de linguagem social concreta e determinada, de se comunicar com o outro. Para isto, ele lança mão da escrita. Os interlocutores não estão em presença; há, portanto, um distanciamento espaço-temporal e por isto, há utilização de elementos típicos dos gêneros epistolares, tais como “remetente”, “local”, “data”, “assinatura”.

Dificuldades antecipadas: Compreender o funcionamento e a organização do discurso oral pode ser uma dificuldade para os alunos, tendo em vista a necessidade de conhecimento dos aspectos composicionais do gênero “apresentação de propostas orais”.

Referências sobre o assunto:

MARCURSCHI, Luiz Antônio; DIONÍSIO, Ângela Paiva (orgs). Fala e escrita. 1ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2007.

  • Esta publicação reúne textos importantes para a compreensão dos fenômenos que circundam o campo da oralidade, os gêneros orais e seu ensino. Os artigos que compõem esta publicação perpassam os campos da oralidade escrita, propondo reflexões sobre a multimodalidade em atividades com gêneros orais e escritos, a caracterização do gênero oral, bem como as estratégias de textualização na fala e na escrita.

“Toda a atividade discursiva e todas as práticas lingüísticas se dão em textos orais ou escritos com a presença de semiologias de outras áreas, como a gestualidade e o olhar, na fala, ou elementos pictóricos e gráficos, na escrita. Assim, as produções discursivas são eventos complexos constituídos de várias ordens simbólicas que podem ir além do recurso estritamente lingüístico. Mas toda nossa atividade discursiva situa-se, grosso modo, no contexto da fala ou da escrita” (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 13).

MARCURSCHI, Luiz Antônio. O estudo dos gêneros mostra o funcionamento da sociedade. In: Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

MARCURSCHI, Beth, SUASSUNA, Lívia. Avaliação em Língua portuguesa: contribuições para a prática pedagógica. 1ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SCHNEUWLY, B.& DOLZ. J. Os gêneros escolares - das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In: Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004.

  • Livro fundamental para quem se pretende compreender o funcionamento e organização dos gêneros textuais, tanto orais como escritos e sua aplicabilidade e estudo em sala de aula.

“...os gêneros formais públicos constituem objetos autônomos para o ensino do oral. Eles são autônomos no sentido de que o oral (os gêneros orais) é abordado como objeto de ensino e aprendizagem em si. Não constituem um percurso de passagem para a aprendizagem de outros comportamentos lingüísticos (a escrita ou a produção escrita) ou não-lingüísticos (em relação somente com outros saberes disciplinares). Também não estão subordinados a outros objetos de ensino-aprendizagem”. (DOLZ & SCHNEUWLY, 2004, p.177)

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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em equipes (preferencialmente quartetos). A atividade em equipes proporcionará maior diálogo entre os alunos, tendo em vista as novas descobertas para esta aula. Em alguns momentos, será importante a troca de ideias e o diálogo, por isto a opção por atividades em quartetos. Este número de alunos por equipe permite maior interação, sem perda de foco no desenvolvimento das habilidades por ser um grupo pequeno. Os alunos desta faixa etária tendem a aprender melhor trocando ideias e muitas vezes, socializando suas atividades. Neste caso, a opção do atividades coletivas (em duplas) auxilia também no desenvolvimento afetivo dos alunos.
  • Apresente o tema para a turma.Esta será uma aula sobre o gênero oral Apresentação de propostas orais. Nela, os alunos poderão apreciar textos orais do gênero, bem como conhecer as situações de produção, características e elementos composicionais, analisando assim como se portam os interlocutores na interação comunicacional. Ao apresentar o tema para turma, ative a percepção dos alunos para a função e importância de se apresentar uma proposta de forma oral.

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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Após a apresentação do tema para a turma, ative a percepção do alunos (já organizados em equipes) para a pergunta da aula.

A intenção é promover o protagonismo do aluno a partir da apresentação da pergunta inicial da aula. Por isso, é importante que os alunos consigam perceber que toda atividade discursiva, em suas várias práticas de linguagem, no caso, na oralidade, permite que nós, enquanto falantes, possamos organizar o discurso para um determinado fim. Provoque os alunos para os seguintes questionamentos:

  • É possível reclamar, pedir ou apresentar algo utilizando a fala? Como?
  • Deve-se ter um roteiro escrito para organizar a fala antes de se apresentar uma proposta oral? Por quê?
  • A distância ou a proximidade entre os interlocutores mudaria em algum aspecto a forma de se propor algo por meio da fala? Por quê?
  • A partir da apresentação destas reflexões, espera-se as seguintes respostas dos alunos ou semelhantes a estas:
  • Sim, através de um discurso organizado. É preciso expor o que se deseja, apresentar-se, transmitir segurança ao interlocutor.
  • Sim, é importante para evitar improvisos que podem comprometer a apresentação da proposta oral.
  • Sim, mudaria. Se os interlocutores estiverem distantes é preciso adequar a forma como vai se propor as coisas, já se eles estiverem próximos, é possível maior interação entre eles.

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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Após a breve conversa com os alunos, distribua entre as equipes o roteiro para análise do vídeo, que deverão fazer oralmente, conversando entre os companheiros de equipe. Este roteiro auxiliará as equipes para o levantamento de reflexões acerca do que analisar a partir da exibição do vídeo; dessa forma, ao assistirem, os alunos já estarão mais focados no que deve ser observado e analisado.
  • Oriente os alunos a assistirem ao vídeo proposto.

É importante destacar que neste momento será necessária a exibição dos minutos iniciais do vídeo. Neles, é possível ver o primeiro interlocutor, o Senhor Vanderlei Link, representante das pessoas com nanismo, apresentando seus primeiros argumentos para ter garantida a defesa de sua proposta, a criação do Dia Nacional do Nanismo. Sugere-se os minutos de 0:04 a 5:28.

  • Chame a atenção dos alunos para a organização da audiência pública, despertando o interesse deles para os seguintes aspectos:
  • A organização da fala do interlocutor, tendo em vista que ele planejou o seu discurso, dispondo de um roteiro para nortear a apresentação de sua proposta oral.
  • O respeito do senador Romário (autor da iniciativa de criação do Dia Nacional do Nanismo), mantendo-se em silêncio, preservando o momento de fala do interlocutor, enquanto este está na tribuna, assim como das pessoas presentes na audiência.
  • O tratamento das informações e exposição cuidadosa dos fatos, feita pelo Senhor Vanderelei Link.
  • O nível de linguagem utilizada pelos interlocutores na tribuna.
  • Para a melhor organização do professor, chamamos a atenção para as etapas do vídeo, destacando os seguintes cortes:
  • (0:04) - Apresentação do 1º interlocutor
  • (0:05) - o interlocutor inicia a exposição de seus argumentos para a defesa de sua proposta em criar o Dia Nacional do Nanismo.
  • (0:34) - Os argumentos são refutados, por parte do interlocutor.
  • (02:14) - Apresentação de fatos para corroborar a defesa da proposta.
  • (3:36 / 3:42) - Apresentação de alternativas para dirimir os problemas das pessoas com nanismo no país.
  • (4:45) - Apresentação da proposta
  • (5:12 / 5:28) - palavras de encerramento do 1º interlocutor.

Materiais complementares:

Link para o roteiro de análise do vídeo aqui.

Link para o vídeo aqui.

Representantes de pessoas com nanismo reivindicam direitos e reconhecimento profissional. TV Senado, 2015. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=T1VnAfAVGk4> . Acesso em:

  • Este vídeo apresenta uma sessão de audiência pública, realizada no Senado, no dia 29 de setembro de 2015. Nesta ocasião, representantes de pessoas com nanismo reivindicam seus direitos e reconhecimento profissional. Na gravação da sessão na câmara do senado, é possível perceber a presença de três interlocutores, portadores de nanismo, que reivindicam o direito ao dia nacional de defesa do nanismo.

O formato do vídeo apresenta a situação comunicacional de produção do gênero oral em estudo e pode ser apresentado aos alunos de forma fragmentada. Dessa forma, é necessário assistir ao vídeo antes dos alunos para melhor provocá-los para os aspectos composicionais do gênero, um deles, a argumentação utilizada pelos interlocutores, a fim de fazer-se compreendido e ter sua proposta oral acatada pelo interlocutor.

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Orientações:

  • Solicite aos alunos a resolução da Ficha de observação e análise do discurso oral. Nela, é possível encontrar de forma resumida, os pontos abordados no início do desenvolvimento desta aula.
  • Oriente os alunos para a resolução da atividade, despertando seu interesse para os seguintes pontos:
  • O registro oral da apresentação de uma proposta.
  • A situação comunicativa apresentada no vídeo e o que ela acarreta para a organização do registro oral do interlocutor.
  • As estratégias organizacionais utilizadas pelo interlocutor para apresentar oralmente sua proposta.
  • A pertinência da proposta apresentada pelo interlocutor.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Solicite aos alunos que ainda em equipes apresentem a resolução da atividade.

A resolução apresentada para esta aula é de caráter sugestivo, outras formas de resolução podem ser apresentadas pelos alunos. É indispensável o momento de socialização para a promoção do momento final de análise e reflexão sobre o discurso oral e a possibilidade de reclamar, pedir ou apresentar algo por meio da fala.

  • Dialogue com os alunos sobre os pontos abordados na atividade.

O diálogo é importante para consolidar as observações sobre o vídeo feitas pelos alunos. É importante que na conclusão da aula, o aluno consiga demonstrar sua análise dos elementos que compõem o discurso oral.

  • Conclua a aula retomando a pergunta inicial, “É possível reclamar, pedir ou apresentar algo utilizando a fala? Como?”
  • Espera-se que os alunos apresentem as seguintes respostas: Sim, por meio da fala, podemos reclamar, pedir ou apresentar uma determinada proposta, mas para isto, é necessário um planejamento do que vai ser dito, analisar o ambiente no qual será apresentada a proposta oral, o público e também a linguagem a ser utilizada para tal.

Materiais complementares:

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