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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Peças curtas: variações linguísticas

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Peças curtas: variações linguísticas

Plano 09 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Francisca Patrícia Pompeu Brasil

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é nona aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero texto dramático e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Data show e folhas para produção de texto

Informações sobre o gênero: O texto dramático, diferente de outros textos narrativos, é feito para ser encenado. Dessa forma, não é necessária a presença de um narrador. Divide-se em atos e cenas e apresenta, como procedimentos narrativos: as falas, que podem ser diálogos, monólogos e apartes; os personagens e as rubricas - indicações cênicas que auxiliam a representação. O enredo apresentado, geralmente, segue uma sequência linear: situação inicial, conflito, clímax e desfecho. São subgêneros do texto dramático: o auto, a comédia, a tragédia, a tragicomédia e a farsa.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldade de produzir textos dramáticos sobre situações do dia a dia, porque ainda não dominam as características do gênero.

Referências sobre o assunto:

NEVES, Flávia. Gênero Dramático. in Norma Culta: língua portuguesa em bom português (blog). Disponível em https://www.normaculta.com.br/genero-dramatico/ Acesso em 10 dez 2018.

DIANA, Daniela. Gênero Dramático. in Toda matéria: conteúdos escolares (blog). Disponível em https://www.todamateria.com.br/genero-dramatico/ Acesso em 10 de dez 2018.

Portal Educação (blog). A Estrutura do Gênero Dramático. Disponível em https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-estrutura-do-genero-dramatico/33995 Acesso em 10 de dez 2018.

CARDOSO FILHO, Antônio. Aula 9: o gênero dramático. Portal da CESAD/ UFS (online) Disponível em http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/08305914112014Teoria_da_Literatura_I_Aula_9.pdf Acesso em 10 de dez 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Apresente a pergunta do slide e peça para que os alunos pensem um pouco sobre isso. Espera-se que eles digam que não, que os nordestinos falam diferente dos gaúchos, que os paulistas falam diferente dos mineiros, e assim por diante. Espera-se que falem de diferenças de geração, como por exemplo, a avó deles pode falar diferente ou dizer palavras que os jovens não dizem mais, ou falar que a professora fala de um modo diferente do deles. Então, concluírem que a língua portuguesa é falada de diversas formas, mesmo sendo uma língua só.
  • Nesta aula, temos como objetivo levar o aluno a perceber que a fala sofre diversas variações e que isso depende da situação discursiva em que ela ocorre. Também é importante deixar claro para os alunos o conceito de preconceito linguístico, pois, através desse conhecimento, espera-se que eles consigam assumir uma postura mais adequada em relação aos diferentes falares. Para isso, é necessário que reflitam sobre a produção da fala e sobre os aspectos envolvidos nesse processo. Evite entregar conceitos prontos e busque fazer com que eles cheguem às suas próprias conclusões.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça a primeira pergunta à turma e peça que uma dupla represente os personagens solicitados. Em geral, por uma questão de proximidade geográfica ou mesmo alguma questão cultural (internet, TV etc), os alunos conhecem o sotaque de algum Estado/Região/Cidade diferente do deles e têm condições de imitá-lo. O interessante seria pensar em um diálogo entre dois adolescentes, um da região do aluno e outro da região que buscarão imitar o sotaque. Peça para que incluam palavras bem típicas de uma região e de outra na conversa, para ficar mais interessante. Solicite que a turma ajude a dupla a representar. Caso necessário, monte de forma colaborativa um diálogo rapidamente no quadro, para que a dupla possa encenar à turma. Se quiser, sugira uma situação bem cotidiana, que possa ser comum para eles, exemplo: um jovem de outra região chegando novo na escola ou no bairro, ou o jovem de outra região pedindo para jogar bola junto com os jovens dali.
  • Explique que, a seguir, farão uma atividade parecida com esta: irão escolher uma situação bem comum e criar uma conversa entre dois personagens. Porém, as equipes terão que sortear esses personagens e as demais equipes terão a tarefa de acertar que personagens são esses e de onde eles são. Esse jogo nos ajudará a pôr em prática o conceito de Variação Linguística no gênero texto dramático.
  • Peça para que os alunos formem equipes de 4 a 5 integrantes, a depender do número de alunos em sua turma.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Com as situações já dobradas e misturadas em um recipiente, peça para que um representante de cada equipe sorteie as situações, buscando não deixar que as demais equipes vejam. Disponibilizamos algumas situações cotidianas e personagens aqui, para você usar e/ou se inspirar.
  • Explique que, como se trata de cenas curtas, é importante delimitar o número de personagens e a quantidade de falas (máximo três personagens e seis falas por equipe).
  • Peça às equipes que produzam as falas por escrito em uma folha adequada, observando as variações linguísticas próprias de cada personagem, bem como o registro formal e o informal. Atentar para a idade, situação apresentada e local de origem. Explicar sobre a necessidade de utilizar rubricas a fim de orientar os alunos-atores que irão encenar.
  • Esclareça que, como são situações de oralidade, haverá textos que serão mais descontraídos e outros um pouco mais formais, e que as falas devem estar de acordo com essas situações, a fim de imprimir mais verossimilhança aos textos.
  • Esclareça que caberá a cada equipe selecionar os alunos para encenarem os textos.
  • Estabeleça dez minutos para a produção escrita. Explique que, como se trata de situações corriqueiras, os textos devem ser coerentes tanto na caracterização dos personagens como na representação de seus falares.
  • Durante a produção, circule pela sala e busque auxiliar as equipes quando necessário.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Ao terminar o tempo, peça aos alunos que desfaçam as equipes e que formem um grande círculo.
  • Oriente as equipes para as apresentações: delimite um tempo de 1 a 3 minutos para a encenação de cada texto.
  • Peça para que as demais equipes tentem acertar a origem, a faixa etária e a situação ali representada.
  • Dê um tempo e a primeira equipe que levantar a mão deverá responder corretamente; caso não acerte, passe para a próxima equipe até alguém acertar ou todas as equipes tenham tentado.
  • Anote os pontos de cada equipe que acertar. Se ninguém acertar, ninguém ganha pontos, nem a equipe que encenou.
  • Após as apresentações, coloque algumas questões para serem comentadas pela turma:
  • As apresentações foram convincentes?
  • As falas dos personagens estavam adequadas à situação? Por quê?
  • Ao produzir um texto dramático, é importante adequar as falas aos personagens? Por quê?

Respostas possíveis/desejáveis:

  • Espera-se que os alunos digam que as encenações foram convincentes e que as falas dos personagens estavam adequadas às situações apresentadas, pois representaram a maneira como as pessoas realmente falam (jovens usam linguagem mais informal, gírias, etc.; adultos são mais formais e evitam usar gírias e expressões mais modernas; já o nordestino e o sulista apresentam uma maneira de falar bem característica da região onde vivem). Espera-se ainda que os alunos respondam que o autor de um texto dramático deve observar as características dos personagens a fim de produzir as falas adequadas às situações apresentadas e, assim, convencerem seus leitores/espectadores.

Converse com os alunos sobre o conceito de “certo” e “errado” nos diversos falares (de jovem, de adulto, de nordestino, de sulista etc.) e busque esclarecer que o que há realmente são falares adequados e inadequados a cada situação discursiva. Caso algum grupo não tenha encenado de forma convicente e satisfatória, questione à turma o que faltou, por que ficou difícil de identificar os personagens neste grupo e de onde vinham.

Caso queira saber mais sobre preconceito linguístico, acesse o link:

DIANA, Daniela. Preconceito Linguístico. Toda Matéria: conteúdos escolares. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/preconceito-linguistico/. Acesso em 21 de out. de 2018.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide e peça às equipes que comentem as questões colocadas.
  • Explique que a variação linguística é um fenômeno muito comum e que convivemos com ela diariamente, em diversas situações. Esclareça também que, mesmo a variação linguística sendo algo tão comum, os falares muitas vezes são julgados como melhores ou piores / certos ou errados, mas que esse, como qualquer outro preconceito, ocorre devido ao desconhecimento de muitas pessoas em relação aos contextos discursivos em que as falas são produzidas.
  • Finalize pedindo a alguns representantes de cada equipe que deem sua opinião sobre o preconceito linguístico.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é nona aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero texto dramático e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Data show e folhas para produção de texto

Informações sobre o gênero: O texto dramático, diferente de outros textos narrativos, é feito para ser encenado. Dessa forma, não é necessária a presença de um narrador. Divide-se em atos e cenas e apresenta, como procedimentos narrativos: as falas, que podem ser diálogos, monólogos e apartes; os personagens e as rubricas - indicações cênicas que auxiliam a representação. O enredo apresentado, geralmente, segue uma sequência linear: situação inicial, conflito, clímax e desfecho. São subgêneros do texto dramático: o auto, a comédia, a tragédia, a tragicomédia e a farsa.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldade de produzir textos dramáticos sobre situações do dia a dia, porque ainda não dominam as características do gênero.

Referências sobre o assunto:

NEVES, Flávia. Gênero Dramático. in Norma Culta: língua portuguesa em bom português (blog). Disponível em https://www.normaculta.com.br/genero-dramatico/ Acesso em 10 dez 2018.

DIANA, Daniela. Gênero Dramático. in Toda matéria: conteúdos escolares (blog). Disponível em https://www.todamateria.com.br/genero-dramatico/ Acesso em 10 de dez 2018.

Portal Educação (blog). A Estrutura do Gênero Dramático. Disponível em https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-estrutura-do-genero-dramatico/33995 Acesso em 10 de dez 2018.

CARDOSO FILHO, Antônio. Aula 9: o gênero dramático. Portal da CESAD/ UFS (online) Disponível em http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/08305914112014Teoria_da_Literatura_I_Aula_9.pdf Acesso em 10 de dez 2018.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Apresente a pergunta do slide e peça para que os alunos pensem um pouco sobre isso. Espera-se que eles digam que não, que os nordestinos falam diferente dos gaúchos, que os paulistas falam diferente dos mineiros, e assim por diante. Espera-se que falem de diferenças de geração, como por exemplo, a avó deles pode falar diferente ou dizer palavras que os jovens não dizem mais, ou falar que a professora fala de um modo diferente do deles. Então, concluírem que a língua portuguesa é falada de diversas formas, mesmo sendo uma língua só.
  • Nesta aula, temos como objetivo levar o aluno a perceber que a fala sofre diversas variações e que isso depende da situação discursiva em que ela ocorre. Também é importante deixar claro para os alunos o conceito de preconceito linguístico, pois, através desse conhecimento, espera-se que eles consigam assumir uma postura mais adequada em relação aos diferentes falares. Para isso, é necessário que reflitam sobre a produção da fala e sobre os aspectos envolvidos nesse processo. Evite entregar conceitos prontos e busque fazer com que eles cheguem às suas próprias conclusões.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça a primeira pergunta à turma e peça que uma dupla represente os personagens solicitados. Em geral, por uma questão de proximidade geográfica ou mesmo alguma questão cultural (internet, TV etc), os alunos conhecem o sotaque de algum Estado/Região/Cidade diferente do deles e têm condições de imitá-lo. O interessante seria pensar em um diálogo entre dois adolescentes, um da região do aluno e outro da região que buscarão imitar o sotaque. Peça para que incluam palavras bem típicas de uma região e de outra na conversa, para ficar mais interessante. Solicite que a turma ajude a dupla a representar. Caso necessário, monte de forma colaborativa um diálogo rapidamente no quadro, para que a dupla possa encenar à turma. Se quiser, sugira uma situação bem cotidiana, que possa ser comum para eles, exemplo: um jovem de outra região chegando novo na escola ou no bairro, ou o jovem de outra região pedindo para jogar bola junto com os jovens dali.
  • Explique que, a seguir, farão uma atividade parecida com esta: irão escolher uma situação bem comum e criar uma conversa entre dois personagens. Porém, as equipes terão que sortear esses personagens e as demais equipes terão a tarefa de acertar que personagens são esses e de onde eles são. Esse jogo nos ajudará a pôr em prática o conceito de Variação Linguística no gênero texto dramático.
  • Peça para que os alunos formem equipes de 4 a 5 integrantes, a depender do número de alunos em sua turma.
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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Com as situações já dobradas e misturadas em um recipiente, peça para que um representante de cada equipe sorteie as situações, buscando não deixar que as demais equipes vejam. Disponibilizamos algumas situações cotidianas e personagens aqui, para você usar e/ou se inspirar.
  • Explique que, como se trata de cenas curtas, é importante delimitar o número de personagens e a quantidade de falas (máximo três personagens e seis falas por equipe).
  • Peça às equipes que produzam as falas por escrito em uma folha adequada, observando as variações linguísticas próprias de cada personagem, bem como o registro formal e o informal. Atentar para a idade, situação apresentada e local de origem. Explicar sobre a necessidade de utilizar rubricas a fim de orientar os alunos-atores que irão encenar.
  • Esclareça que, como são situações de oralidade, haverá textos que serão mais descontraídos e outros um pouco mais formais, e que as falas devem estar de acordo com essas situações, a fim de imprimir mais verossimilhança aos textos.
  • Esclareça que caberá a cada equipe selecionar os alunos para encenarem os textos.
  • Estabeleça dez minutos para a produção escrita. Explique que, como se trata de situações corriqueiras, os textos devem ser coerentes tanto na caracterização dos personagens como na representação de seus falares.
  • Durante a produção, circule pela sala e busque auxiliar as equipes quando necessário.
Slide Plano Aula

Orientações:

  • Ao terminar o tempo, peça aos alunos que desfaçam as equipes e que formem um grande círculo.
  • Oriente as equipes para as apresentações: delimite um tempo de 1 a 3 minutos para a encenação de cada texto.
  • Peça para que as demais equipes tentem acertar a origem, a faixa etária e a situação ali representada.
  • Dê um tempo e a primeira equipe que levantar a mão deverá responder corretamente; caso não acerte, passe para a próxima equipe até alguém acertar ou todas as equipes tenham tentado.
  • Anote os pontos de cada equipe que acertar. Se ninguém acertar, ninguém ganha pontos, nem a equipe que encenou.
  • Após as apresentações, coloque algumas questões para serem comentadas pela turma:
  • As apresentações foram convincentes?
  • As falas dos personagens estavam adequadas à situação? Por quê?
  • Ao produzir um texto dramático, é importante adequar as falas aos personagens? Por quê?

Respostas possíveis/desejáveis:

  • Espera-se que os alunos digam que as encenações foram convincentes e que as falas dos personagens estavam adequadas às situações apresentadas, pois representaram a maneira como as pessoas realmente falam (jovens usam linguagem mais informal, gírias, etc.; adultos são mais formais e evitam usar gírias e expressões mais modernas; já o nordestino e o sulista apresentam uma maneira de falar bem característica da região onde vivem). Espera-se ainda que os alunos respondam que o autor de um texto dramático deve observar as características dos personagens a fim de produzir as falas adequadas às situações apresentadas e, assim, convencerem seus leitores/espectadores.

Converse com os alunos sobre o conceito de “certo” e “errado” nos diversos falares (de jovem, de adulto, de nordestino, de sulista etc.) e busque esclarecer que o que há realmente são falares adequados e inadequados a cada situação discursiva. Caso algum grupo não tenha encenado de forma convicente e satisfatória, questione à turma o que faltou, por que ficou difícil de identificar os personagens neste grupo e de onde vinham.

Caso queira saber mais sobre preconceito linguístico, acesse o link:

DIANA, Daniela. Preconceito Linguístico. Toda Matéria: conteúdos escolares. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/preconceito-linguistico/. Acesso em 21 de out. de 2018.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide e peça às equipes que comentem as questões colocadas.
  • Explique que a variação linguística é um fenômeno muito comum e que convivemos com ela diariamente, em diversas situações. Esclareça também que, mesmo a variação linguística sendo algo tão comum, os falares muitas vezes são julgados como melhores ou piores / certos ou errados, mas que esse, como qualquer outro preconceito, ocorre devido ao desconhecimento de muitas pessoas em relação aos contextos discursivos em que as falas são produzidas.
  • Finalize pedindo a alguns representantes de cada equipe que deem sua opinião sobre o preconceito linguístico.

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