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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Textos dramáticos e as Variedades Linguísticas

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Textos dramáticos e as Variedades Linguísticas

Plano 08 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Francisca Patrícia Pompeu Brasil

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero texto dramático e no campo de atuação artístico e literário. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários:

  • Data show
  • Fotocópias dos textos
  • Fotocópias da atividade

Informações sobre o gênero: O texto dramático, diferente de outros textos narrativos, é feito para ser encenado. Dessa forma, não é necessária a presença de um narrador. Divide-se em atos e cenas e apresenta, como procedimentos narrativos: as falas, que podem ser diálogos, monólogos e apartes; os personagens e as rubricas - indicações cênicas que auxiliam a representação. O enredo apresentado, geralmente, segue uma sequência linear: situação inicial, conflito, clímax e desfecho. São subgêneros do texto dramático: o auto, a comédia, a tragédia, a tragicomédia e a farsa.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em compreender a história contada na pequena esquete de Artur Azevedo, por ser um texto bastante antigo (escrito entre 1906-1908).

OBS: é desejável que os alunos já tenham sido apresentados aos conceitos de Variação Linguística e Preconceito Linguístico para conseguirem realizar as atividades desta aula.

Referências sobre o assunto: https://www.normaculta.com.br/genero-dramatico/

https://www.todamateria.com.br/genero-dramatico/

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-estrutura-do-genero-dramatico/33995

https://www.todamateria.com.br/texto-teatral/

http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/08305914112014Teoria_da_Literatura_I_Aula_9.pdf

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Apresente o slide aos alunos e explique que será feita a leitura de um texto dramático bastante antigo, que traz algumas variedades linguísticas.
  • O objetivo desta aula é exercitar o conceito de Variação Linguística e Preconceito linguístico, para que os alunos consigam perceber que o texto dramático traz as falas dos personagens tais como elas devem se realizar na encenação. Então, o texto dramático tem uma “liberdade” maior para retratar diferentes falares sem ser “corrigido”, pois as falas precisam representar a identidade de um personagem respeitando seu contexto histórico, região de origem, nível sociocultural, para guiar o ator a compô-lo. Além disso, as orientações do texto dramático, a pontuação expressiva e as falas vão guiar o ator a compor também a gestualidade, a forma de caminhar, o tom de voz, o olhar, o humor, dentre outras coisas, do personagem que deve encarnar.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide para a turma e distribua o texto disponível aqui.
  • Fale brevemente para os alunos sobre a vida e a obra de Artur Azevedo.
  • Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, jornalista e teatrólogo, nasceu em São Luís, MA, em 7 de julho de 1855, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 22 de outubro de 1908. No conto e no teatro, Artur Azevedo foi um descobridor do cotidiano da vida carioca e observador dos hábitos da capital. Os namoros, as infidelidades conjugais, as relações de família ou de amizade, as cerimônias festivas ou fúnebres, tudo o que se passava nas ruas ou nas casas forneceu assunto para as histórias. No teatro foi o continuador de Martins Pena e de França Júnior. Para saber mais sobre o autor, acesse o link: http://www.academia.org.br/academicos/artur-azevedo/biografia (acesso em 5 de novembro de 2018)
  • Contextualize a obra que será lida: o texto foi escrito entre 1906-1908. A escravidão, no Brasil, foi abolida em 1888, mas os negros que eram escravos recém-libertos não receberam nenhuma ajuda do governo. Não tinham acesso aos estudos, a maioria não sabia ler nem escrever, alguns não haviam aprendido muito bem o português, não tinham moradia e nem emprego. Assim, continuaram trabalhando nas casas dos brancos e na roça, em troca de moradia, comida e algum dinheiro. Por não terem tido oportunidade de estudar, realizavam os mesmos serviços que faziam quando escravos: cozinhar, cuidar das casas, das roupas, das plantações, dos animais e dos filhos dos brancos.
  • Anuncie que deverão ler o texto silenciosamente.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Aguarde que todos tenham terminado a leitura silenciosa do texto. Verifique se todos estão entendendo a história, se há alguma dificuldade com as formas de expressão, circule pela sala e vá auxiliando os alunos.
  • Converse com os alunos os conceitos de Variação Linguística histórica, social e regional. Também discuta com eles o conceito de Preconceito Linguístico. Busque com os alunos alguns exemplos, pergunte se eles conhecem pessoas de outras regiões do país, como elas falam, que palavras e sotaques conhecem diferentes dos deles. No caso da Variação Histórica, pergunte se já viram algumas farmácias serem escritas com “Ph”, explique que era assim que se representava antigamente o fonema /f/. Para falar de Variação Social, traga exemplos da vida cotidiana deles, podendo falar das gírias dos jovens, por exemplo, que muitas pessoas mais velhas não entendem.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Oriente os alunos a encontrarem uma dupla para trabalhar questões sobre o texto lido. É importante que essa atividade seja realizada em duplas para que os alunos possam trocar ideias e expressar-se oralmente com um colega. Essa interação possibilita a aprendizagem entre pares.
  • Solicite que as duplas respondam às questões com base no texto, prestando atenção nas falas dos personagens, nas orientações cênicas (rubricas), na pontuação.
  • Circule entre as duplas, auxiliando os alunos, sem dar-lhes respostas. Provoque-os a pensar, mostre partes do texto, responda perguntas com outras perguntas, desafie-os a construir as respostas em duplas.

Respostas possíveis/ sugestões de respostas

  • Lousada é um homem branco, de uns 30-40 anos, cabelo escuro, calmo, um pouco orgulhoso e arrogante, quer subir na vida através de “boas amizades” e “influências”, pois busca se aproximar de pessoas importantes socialmente para tirar alguma vantagem nisso. Não está bem empregado (conforme diz Carolina), mas quer passar a aparência de que está bem de vida (com a sobrecasaca e a cartola, cumprimentando pessoas influentes).
  • Carolina é uma senhora negra, gorda, que trabalha de empregada na casa do Lousada. É irônica, pois mexe com o patrão, que acha que é muito influente, mas na verdade ninguém o conhece na alta sociedade. Inteligente, acaba apontando a contradição de Lousada quando diz que não consegue um bom emprego porque “fica íntimo” dos governantes, ao que ela responde que então não deve ficar se esforçando para ficar íntimo deles, já que é assim.
  • Variação histórica: pelo jeito, principalmente, de Lousada se expressar, vemos que é um texto antigo. São palavras que não se usa mais, formas de dizer que se falava antigamente. Ex: “Ó Carolina, puseste ao sol a cartola e a sobrecasaca?” Algum aluno pode dizer que parece “português de Portugal”, o que não estaria errado: nesta época, ainda era comum a chegada de Portugueses e a ida de brasileiros da elite à Portugal para estudar, então, a língua ainda era muito próxima. Variação social: a fala de Carolina é bem marcada por sua falta de estudo e por sua exclusão social (negra, mulher, recém saída de um contexto de escravidão), falando de uma forma até mais próxima à forma como o povo fala hoje em dia. Corta o final das palavras, usa expressões populares. Já Lousada vemos que estudou, que teve acesso a informações, leituras, oportunidades que Carolina não teve.
  • Carolina, certamente, sofreria preconceito linguístico, pois não fala da forma como a elite branca estudada fala. Ela poderia ser excluída por ser negra, pobre e por não ter podido estudar, talvez não saiba nem ler e escrever. Esse conjunto de exclusões faz com que a forma dela falar não seja valorizada, pelo contrário: seja alvo de preconceito.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 14 minutos

Orientações:

  • Solicite a uma dupla de alunos que leia em voz alta o texto, cuidando as formas de expressão dos personagens.
  • Após a leitura, peça para que as duplas apresentem as respostas que deram às perguntas. Caso a turma seja muito numerosa, selecione algumas duplas apenas para apresentar, ou faça um sorteio.
  • Aproveite as respostas para construir um resumo coletivo como conclusão da aula. Reforçar como é importante, no texto dramático, que as falas, as rubricas e indicações cênicas realmente retratem bem os personagens, para que o ator consiga compor, no palco, uma pessoa de verdade, e não algo falso, que não convença a plateia. Se a peça se passa no interior da Bahia, os atores não podem fazer sotaque gaúcho. Se o personagem é um médico formado no exterior, ele não pode falar como alguém que não tem estudos, sem aqueles jargões médicos. Se a peça se passa no Brasil de 1800, os atores não podem falar como jovens dos anos 2000. Por isso, conhecer as Variações Linguísticas é de extrema importância para a realização de um bom texto dramático e sua encenação ser bem sucedida.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero texto dramático e no campo de atuação artístico e literário. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários:

  • Data show
  • Fotocópias dos textos
  • Fotocópias da atividade

Informações sobre o gênero: O texto dramático, diferente de outros textos narrativos, é feito para ser encenado. Dessa forma, não é necessária a presença de um narrador. Divide-se em atos e cenas e apresenta, como procedimentos narrativos: as falas, que podem ser diálogos, monólogos e apartes; os personagens e as rubricas - indicações cênicas que auxiliam a representação. O enredo apresentado, geralmente, segue uma sequência linear: situação inicial, conflito, clímax e desfecho. São subgêneros do texto dramático: o auto, a comédia, a tragédia, a tragicomédia e a farsa.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em compreender a história contada na pequena esquete de Artur Azevedo, por ser um texto bastante antigo (escrito entre 1906-1908).

OBS: é desejável que os alunos já tenham sido apresentados aos conceitos de Variação Linguística e Preconceito Linguístico para conseguirem realizar as atividades desta aula.

Referências sobre o assunto: https://www.normaculta.com.br/genero-dramatico/

https://www.todamateria.com.br/genero-dramatico/

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-estrutura-do-genero-dramatico/33995

https://www.todamateria.com.br/texto-teatral/

http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/08305914112014Teoria_da_Literatura_I_Aula_9.pdf

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Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Apresente o slide aos alunos e explique que será feita a leitura de um texto dramático bastante antigo, que traz algumas variedades linguísticas.
  • O objetivo desta aula é exercitar o conceito de Variação Linguística e Preconceito linguístico, para que os alunos consigam perceber que o texto dramático traz as falas dos personagens tais como elas devem se realizar na encenação. Então, o texto dramático tem uma “liberdade” maior para retratar diferentes falares sem ser “corrigido”, pois as falas precisam representar a identidade de um personagem respeitando seu contexto histórico, região de origem, nível sociocultural, para guiar o ator a compô-lo. Além disso, as orientações do texto dramático, a pontuação expressiva e as falas vão guiar o ator a compor também a gestualidade, a forma de caminhar, o tom de voz, o olhar, o humor, dentre outras coisas, do personagem que deve encarnar.

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Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente o slide para a turma e distribua o texto disponível aqui.
  • Fale brevemente para os alunos sobre a vida e a obra de Artur Azevedo.
  • Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, jornalista e teatrólogo, nasceu em São Luís, MA, em 7 de julho de 1855, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 22 de outubro de 1908. No conto e no teatro, Artur Azevedo foi um descobridor do cotidiano da vida carioca e observador dos hábitos da capital. Os namoros, as infidelidades conjugais, as relações de família ou de amizade, as cerimônias festivas ou fúnebres, tudo o que se passava nas ruas ou nas casas forneceu assunto para as histórias. No teatro foi o continuador de Martins Pena e de França Júnior. Para saber mais sobre o autor, acesse o link: http://www.academia.org.br/academicos/artur-azevedo/biografia (acesso em 5 de novembro de 2018)
  • Contextualize a obra que será lida: o texto foi escrito entre 1906-1908. A escravidão, no Brasil, foi abolida em 1888, mas os negros que eram escravos recém-libertos não receberam nenhuma ajuda do governo. Não tinham acesso aos estudos, a maioria não sabia ler nem escrever, alguns não haviam aprendido muito bem o português, não tinham moradia e nem emprego. Assim, continuaram trabalhando nas casas dos brancos e na roça, em troca de moradia, comida e algum dinheiro. Por não terem tido oportunidade de estudar, realizavam os mesmos serviços que faziam quando escravos: cozinhar, cuidar das casas, das roupas, das plantações, dos animais e dos filhos dos brancos.
  • Anuncie que deverão ler o texto silenciosamente.

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Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações:

  • Aguarde que todos tenham terminado a leitura silenciosa do texto. Verifique se todos estão entendendo a história, se há alguma dificuldade com as formas de expressão, circule pela sala e vá auxiliando os alunos.
  • Converse com os alunos os conceitos de Variação Linguística histórica, social e regional. Também discuta com eles o conceito de Preconceito Linguístico. Busque com os alunos alguns exemplos, pergunte se eles conhecem pessoas de outras regiões do país, como elas falam, que palavras e sotaques conhecem diferentes dos deles. No caso da Variação Histórica, pergunte se já viram algumas farmácias serem escritas com “Ph”, explique que era assim que se representava antigamente o fonema /f/. Para falar de Variação Social, traga exemplos da vida cotidiana deles, podendo falar das gírias dos jovens, por exemplo, que muitas pessoas mais velhas não entendem.

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Orientações:

  • Oriente os alunos a encontrarem uma dupla para trabalhar questões sobre o texto lido. É importante que essa atividade seja realizada em duplas para que os alunos possam trocar ideias e expressar-se oralmente com um colega. Essa interação possibilita a aprendizagem entre pares.
  • Solicite que as duplas respondam às questões com base no texto, prestando atenção nas falas dos personagens, nas orientações cênicas (rubricas), na pontuação.
  • Circule entre as duplas, auxiliando os alunos, sem dar-lhes respostas. Provoque-os a pensar, mostre partes do texto, responda perguntas com outras perguntas, desafie-os a construir as respostas em duplas.

Respostas possíveis/ sugestões de respostas

  • Lousada é um homem branco, de uns 30-40 anos, cabelo escuro, calmo, um pouco orgulhoso e arrogante, quer subir na vida através de “boas amizades” e “influências”, pois busca se aproximar de pessoas importantes socialmente para tirar alguma vantagem nisso. Não está bem empregado (conforme diz Carolina), mas quer passar a aparência de que está bem de vida (com a sobrecasaca e a cartola, cumprimentando pessoas influentes).
  • Carolina é uma senhora negra, gorda, que trabalha de empregada na casa do Lousada. É irônica, pois mexe com o patrão, que acha que é muito influente, mas na verdade ninguém o conhece na alta sociedade. Inteligente, acaba apontando a contradição de Lousada quando diz que não consegue um bom emprego porque “fica íntimo” dos governantes, ao que ela responde que então não deve ficar se esforçando para ficar íntimo deles, já que é assim.
  • Variação histórica: pelo jeito, principalmente, de Lousada se expressar, vemos que é um texto antigo. São palavras que não se usa mais, formas de dizer que se falava antigamente. Ex: “Ó Carolina, puseste ao sol a cartola e a sobrecasaca?” Algum aluno pode dizer que parece “português de Portugal”, o que não estaria errado: nesta época, ainda era comum a chegada de Portugueses e a ida de brasileiros da elite à Portugal para estudar, então, a língua ainda era muito próxima. Variação social: a fala de Carolina é bem marcada por sua falta de estudo e por sua exclusão social (negra, mulher, recém saída de um contexto de escravidão), falando de uma forma até mais próxima à forma como o povo fala hoje em dia. Corta o final das palavras, usa expressões populares. Já Lousada vemos que estudou, que teve acesso a informações, leituras, oportunidades que Carolina não teve.
  • Carolina, certamente, sofreria preconceito linguístico, pois não fala da forma como a elite branca estudada fala. Ela poderia ser excluída por ser negra, pobre e por não ter podido estudar, talvez não saiba nem ler e escrever. Esse conjunto de exclusões faz com que a forma dela falar não seja valorizada, pelo contrário: seja alvo de preconceito.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 14 minutos

Orientações:

  • Solicite a uma dupla de alunos que leia em voz alta o texto, cuidando as formas de expressão dos personagens.
  • Após a leitura, peça para que as duplas apresentem as respostas que deram às perguntas. Caso a turma seja muito numerosa, selecione algumas duplas apenas para apresentar, ou faça um sorteio.
  • Aproveite as respostas para construir um resumo coletivo como conclusão da aula. Reforçar como é importante, no texto dramático, que as falas, as rubricas e indicações cênicas realmente retratem bem os personagens, para que o ator consiga compor, no palco, uma pessoa de verdade, e não algo falso, que não convença a plateia. Se a peça se passa no interior da Bahia, os atores não podem fazer sotaque gaúcho. Se o personagem é um médico formado no exterior, ele não pode falar como alguém que não tem estudos, sem aqueles jargões médicos. Se a peça se passa no Brasil de 1800, os atores não podem falar como jovens dos anos 2000. Por isso, conhecer as Variações Linguísticas é de extrema importância para a realização de um bom texto dramático e sua encenação ser bem sucedida.
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