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Plano de aula - Construindo Plantas Baixas

Plano de aula de matemática com atividades para 6 do Fundamental sobre ler e interpretar dados para o esboço de uma planta baixa.

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Elizabeth Bento

 

Objetivo select-down

Este plano de aula foi elaborado pelo Time de Autores NOVA ESCOLA

Autor: Elizabeth Bento

Mentora: Maria Aparecida Nemet

Revisor: Rodrigo Morozetti Blanco

Especialista de área: Fernando Barnabé




Habilidade da BNCC

(EF06MA26) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.




Habilidades necessárias

Distinguir largura de comprimento numa representação bidimensional, utilizar elementos de localização geográfica: pontos cardeais.



Objetivos específicos

Ler e interpretar dados para o esboço de uma planta baixa.




Conceito-chave

Planta baixa, largura, comprimento, área total, área construída e localização.




Recursos necessários

  • Folha de papel A4 branca;
  • Folha de papel A4 quadriculada;
  • Régua;
  • Lápis,
  • Borracha.





Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Projete ou leia o objetivo para a turma.

Propósito: Compartilhar o objetivo da aula.

Retomada select-down

Tempo sugerido: 7 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário papel quadriculado, lápis e borracha. A partir da leitura individual do enunciado os alunos deverão propor uma solução através da planta baixa. O problema consiste em arrumar um local que caiba um armário de maneira que não obstrua a abertura da porta e nem da janela. Chame alguns alunos para mostrar seus desenhos e peça aos outros para dizerem se fizeram diferente.

Propósito: Alocar um armário no quarto segundo suas medidas.

Discuta com a turma:

Observe que no enunciado identificamos o que é a largura e comprimento do objeto. Seria possível fazer a mesma interpretação sem que houvesse os nomes das respectivas medidas, como no exemplo: um retângulo 4 por 5 (4x5)? Esta questão pode direcionar como os alunos aprenderam e compreenderam o que é largura e comprimento num objeto bidimensional, porém ao manipularem objetos tridimensionais essas concepções poderão ser alteradas, gerando confusão em leituras de enunciados como esse. Verifique o guia de intervenções.

Porque conhecer as medidas de um móvel e do espaço é importante? Como nesta tarefa foi dado apenas um móvel, pode ser que eles respondam que basta saber as dimensões do espaço, porém, peça para que imaginem um cômodo de casa em que o espaço foi bem utilizado ou não e questione as diferenças de um para o outro.

Quais são as posições inadequadas para este móvel? De maneira intuitiva eles poderão responder que as posições inadequadas são aquelas que obstruem a entrada (porta) e a janela. Complemente questionando se as medidas da abertura da porta e janela importam.

Quais são as outras posições que eles encontraram? Existe uma que é melhor e porquê? Podemos ampliar a resolução realocando o armário em diagonal e discutir as consequências: o armário e o quarto possuem as mesmas dimensões, mas a área restante fica dividida, o que diminui as possibilidades de mobília no restante do quarto. Discuta também com os alunos o fato que o armário pode estar paralelo à porta, desde que não encoste nas paredes direita ou esquerda. Nesse caso a área a ser mobiliada também será prejudicada.

Materiais complementares para impressão:
Retomada

Resolução da Retomada

Atividade Principal (slides 4 e 5) select-down

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário folha de papel quadriculado (considere em escala que cada lado dos quadrados corresponde a 1m), régua, lápis e borracha. Forme duplas produtivas (caso haja um número ímpar de alunos é possível formar um trio). Uma possibilidade é fazer alguns combinados para formação das duplas, exigindo comprometimento de ambas partes com a atividade proposta e com o desenvolvimento intelectual do par. Assim, todos devem concordar que o que um faz impacta o aprendizado do outro e vice-versa (ver referencial teórico).

Numere as duplas de forma que metade delas fique com o número 1 e metade com o número 2. Após formados os grupos, caso haja um número ímpar de grupos, deixe uma dupla a mais com o número 2. Distribua então cópias da descrição da casa 1 para as duplas com número 1 e faça o mesmo com as cópias da descrição da casa 2.

Oriente cada integrante da dupla ou trio a desenhar a em papel quadriculado a planta da casa de acordo com a descrição. Embora, a construção da planta seja individual a formação do grupo se faz necessária para estimular a troca de diferentes olhares, leituras e interpretações sob um mesmo objeto. Peça para que cada um leia e a princípio faça um rascunho (sem necessidade de ter medidas), com a localização dos cômodos. A partir daí, promova a discussão entre as duplas/trios até chegarem ao desenho final na folha quadriculada.

Deixe exposto na sala (projetadas ou impressas) as descrições das duas casas que aparecem no slide 5 para que os alunos vejam a descrição da casa dos colegas. Isso será útil na discussão das soluções.

Propósito: Ler interpretar dados para construção de uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os esboços estão parecidos? Se sim, peça para que relatem como chegaram a um entendimento comum e que releiam as descrições procurando identificar e relacionar a figura com os dados descritos. Se não, peça para analisarem as diferenças e apontarem caminhos que os levaram a plantas distintas e que procurem em sua planta e na do colega as relações que fazem mais sentido entre a figura e a descrição.

  • A dupla chegou a um acordo? Peça para que justifiquem a resposta. Um provável apontamento em ambas respostas é a falta de distinção entre largura e comprimento, que foi explicitada no aquecimento propositalmente. Caso haja necessidade consulte o guia de intervenções.

  • A descrição está clara? Questione quais elementos tornam a atividade mais clara: elaboração do texto, forma de organização dos dados, posicionamento dos cômodos por referências como direita, esquerda, norte, sul etc, identificação das medidas por largura ou comprimento, unidades de medidas usuais etc.

Material complementar:

Atividade Principal

Resolução da Atividade Principal

Guia de intervenção

Textos de apoio e referencial teórico

Atividade Principal (slides 4 e 5) select-down

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário folha de papel quadriculado (considere em escala que cada lado dos quadrados corresponde a 1m), régua, lápis e borracha. Forme duplas produtivas (caso haja um número ímpar de alunos é possível formar um trio). Uma possibilidade é fazer alguns combinados para formação das duplas, exigindo comprometimento de ambas partes com a atividade proposta e com o desenvolvimento intelectual do par. Assim, todos devem concordar que o que um faz impacta o aprendizado do outro e vice-versa (ver referencial teórico).

Numere as duplas de forma que metade delas fique com o número 1 e metade com o número 2. Após formados os grupos, caso haja um número ímpar de grupos, deixe uma dupla a mais com o número 2. Distribua então cópias da descrição da casa 1 para as duplas com número 1 e faça o mesmo com as cópias da descrição da casa 2.

Oriente cada integrante da dupla ou trio a desenhar a em papel quadriculado a planta da casa de acordo com a descrição. Embora, a construção da planta seja individual a formação do grupo se faz necessária para estimular a troca de diferentes olhares, leituras e interpretações sob um mesmo objeto. Peça para que cada um leia e a princípio faça um rascunho (sem necessidade de ter medidas), com a localização dos cômodos. A partir daí, promova a discussão entre as duplas/trios até chegarem ao desenho final na folha quadriculada.

Deixe exposto na sala (projetadas ou impressas) as descrições das duas casas que aparecem no slide 5 para que os alunos vejam a descrição da casa dos colegas. Isso será útil na discussão das soluções.

Propósito: Ler interpretar dados para construção de uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os esboços estão parecidos? Se sim, peça para que relatem como chegaram a um entendimento comum e que releiam as descrições procurando identificar e relacionar a figura com os dados descritos. Se não, peça para analisarem as diferenças e apontarem caminhos que os levaram a plantas distintas e que procurem em sua planta e na do colega as relações que fazem mais sentido entre a figura e a descrição.

  • A dupla chegou a um acordo? Peça para que justifiquem a resposta. Um provável apontamento em ambas respostas é a falta de distinção entre largura e comprimento, que foi explicitada no aquecimento propositalmente. Caso haja necessidade consulte o guia de intervenções.

  • A descrição está clara? Questione quais elementos tornam a atividade mais clara: elaboração do texto, forma de organização dos dados, posicionamento dos cômodos por referências como direita, esquerda, norte, sul etc, identificação das medidas por largura ou comprimento, unidades de medidas usuais etc.

Discussão da solução (slides 6 ao 8) select-down

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Discussão da solução (slides 6 ao 8) select-down

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Discussão da solução (slides 6 ao 8) select-down

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Encerramento select-down

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Destaque a importância da leitura, interpretação e compreensão dos dados à cerca de um espaço qualquer para realização de um projeto, o que pode ser feito em 3 etapas: conhecer o espaço físico, conhecer suas medidas, conhecer as medidas cômodo a cômodo com sua localização exata.

Propósito: Retomar o aprendizado e fazer vir pela voz dos alunos quais são os pontos essenciais da descrição de uma planta.

Raio X select-down

Tempo: 10 minutos

Orientação: Mantenha as duplas, e peça para que cada integrante crie seu enunciado descrevendo uma planta que deverá conter pelo menos: uma área total de 80m², 1 cozinha com 3 m de largura (comprimento a critério do aluno) situada a sudoeste do terreno , 1 quarto com 12m² de área situado a nordeste do terreno e 1 banheiro com área igual a de uma lavanderia. Após a descrição solicite que eles troquem os dados para que um esboce a planta do outro.

Propósito: Descrever dados precisos para o exercício de uma boa leitura e interpretação, objetivando desenvolvimento da criatividade e a habilidade de esboçar uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os dados que o colega forneceu são suficientes? O que você incluiria ou excluiria? Unidades de medida, identificação da largura e comprimento, área dos outros cômodos, pontos cardeais, outras formas de localização como direita, esquerda, para cima, para baixo, dista tantos metros de tal cômodo entre outros.

  • A ordem dos cômodos seguem uma ordem lógica de uma casa comum? Uma lavanderia no meio da casa, um banheiro dentro de uma cozinha entre outros.

  • Os espaços foram bem aproveitados? Noções de otimização do espaço, por exemplo o que é melhor criar um espaço 2m x 3m ou 1m x 6m o qual a decisão dependerá do tipo de ambiente que o aluno está criando.

  • Quantas escolhas são possíveis, de largura e comprimento, para manter a área igual a 80m²? Provavelmente as representações podem se concentrar em 10 m x 8m ou 8m x 10m, porém, questionar por exemplo, qual seria a dificuldade em representar 1m x 80m, ou 2m x 40m.

Materiais complementares:

Raio X

Atividade complementar

Resolução da Atividade Complementar

Resumo da aula

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Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Projete ou leia o objetivo para a turma.

Propósito: Compartilhar o objetivo da aula.


Este plano de aula foi elaborado pelo Time de Autores NOVA ESCOLA

Autor: Elizabeth Bento

Mentora: Maria Aparecida Nemet

Revisor: Rodrigo Morozetti Blanco

Especialista de área: Fernando Barnabé




Habilidade da BNCC

(EF06MA26) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas.




Habilidades necessárias

Distinguir largura de comprimento numa representação bidimensional, utilizar elementos de localização geográfica: pontos cardeais.



Objetivos específicos

Ler e interpretar dados para o esboço de uma planta baixa.




Conceito-chave

Planta baixa, largura, comprimento, área total, área construída e localização.




Recursos necessários

  • Folha de papel A4 branca;
  • Folha de papel A4 quadriculada;
  • Régua;
  • Lápis,
  • Borracha.




Tempo sugerido: 7 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário papel quadriculado, lápis e borracha. A partir da leitura individual do enunciado os alunos deverão propor uma solução através da planta baixa. O problema consiste em arrumar um local que caiba um armário de maneira que não obstrua a abertura da porta e nem da janela. Chame alguns alunos para mostrar seus desenhos e peça aos outros para dizerem se fizeram diferente.

Propósito: Alocar um armário no quarto segundo suas medidas.

Discuta com a turma:

Observe que no enunciado identificamos o que é a largura e comprimento do objeto. Seria possível fazer a mesma interpretação sem que houvesse os nomes das respectivas medidas, como no exemplo: um retângulo 4 por 5 (4x5)? Esta questão pode direcionar como os alunos aprenderam e compreenderam o que é largura e comprimento num objeto bidimensional, porém ao manipularem objetos tridimensionais essas concepções poderão ser alteradas, gerando confusão em leituras de enunciados como esse. Verifique o guia de intervenções.

Porque conhecer as medidas de um móvel e do espaço é importante? Como nesta tarefa foi dado apenas um móvel, pode ser que eles respondam que basta saber as dimensões do espaço, porém, peça para que imaginem um cômodo de casa em que o espaço foi bem utilizado ou não e questione as diferenças de um para o outro.

Quais são as posições inadequadas para este móvel? De maneira intuitiva eles poderão responder que as posições inadequadas são aquelas que obstruem a entrada (porta) e a janela. Complemente questionando se as medidas da abertura da porta e janela importam.

Quais são as outras posições que eles encontraram? Existe uma que é melhor e porquê? Podemos ampliar a resolução realocando o armário em diagonal e discutir as consequências: o armário e o quarto possuem as mesmas dimensões, mas a área restante fica dividida, o que diminui as possibilidades de mobília no restante do quarto. Discuta também com os alunos o fato que o armário pode estar paralelo à porta, desde que não encoste nas paredes direita ou esquerda. Nesse caso a área a ser mobiliada também será prejudicada.

Materiais complementares para impressão:
Retomada

Resolução da Retomada

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário folha de papel quadriculado (considere em escala que cada lado dos quadrados corresponde a 1m), régua, lápis e borracha. Forme duplas produtivas (caso haja um número ímpar de alunos é possível formar um trio). Uma possibilidade é fazer alguns combinados para formação das duplas, exigindo comprometimento de ambas partes com a atividade proposta e com o desenvolvimento intelectual do par. Assim, todos devem concordar que o que um faz impacta o aprendizado do outro e vice-versa (ver referencial teórico).

Numere as duplas de forma que metade delas fique com o número 1 e metade com o número 2. Após formados os grupos, caso haja um número ímpar de grupos, deixe uma dupla a mais com o número 2. Distribua então cópias da descrição da casa 1 para as duplas com número 1 e faça o mesmo com as cópias da descrição da casa 2.

Oriente cada integrante da dupla ou trio a desenhar a em papel quadriculado a planta da casa de acordo com a descrição. Embora, a construção da planta seja individual a formação do grupo se faz necessária para estimular a troca de diferentes olhares, leituras e interpretações sob um mesmo objeto. Peça para que cada um leia e a princípio faça um rascunho (sem necessidade de ter medidas), com a localização dos cômodos. A partir daí, promova a discussão entre as duplas/trios até chegarem ao desenho final na folha quadriculada.

Deixe exposto na sala (projetadas ou impressas) as descrições das duas casas que aparecem no slide 5 para que os alunos vejam a descrição da casa dos colegas. Isso será útil na discussão das soluções.

Propósito: Ler interpretar dados para construção de uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os esboços estão parecidos? Se sim, peça para que relatem como chegaram a um entendimento comum e que releiam as descrições procurando identificar e relacionar a figura com os dados descritos. Se não, peça para analisarem as diferenças e apontarem caminhos que os levaram a plantas distintas e que procurem em sua planta e na do colega as relações que fazem mais sentido entre a figura e a descrição.

  • A dupla chegou a um acordo? Peça para que justifiquem a resposta. Um provável apontamento em ambas respostas é a falta de distinção entre largura e comprimento, que foi explicitada no aquecimento propositalmente. Caso haja necessidade consulte o guia de intervenções.

  • A descrição está clara? Questione quais elementos tornam a atividade mais clara: elaboração do texto, forma de organização dos dados, posicionamento dos cômodos por referências como direita, esquerda, norte, sul etc, identificação das medidas por largura ou comprimento, unidades de medidas usuais etc.

Material complementar:

Atividade Principal

Resolução da Atividade Principal

Guia de intervenção

Textos de apoio e referencial teórico

Tempo sugerido: 18 minutos

Orientação: Para esta atividade é necessário folha de papel quadriculado (considere em escala que cada lado dos quadrados corresponde a 1m), régua, lápis e borracha. Forme duplas produtivas (caso haja um número ímpar de alunos é possível formar um trio). Uma possibilidade é fazer alguns combinados para formação das duplas, exigindo comprometimento de ambas partes com a atividade proposta e com o desenvolvimento intelectual do par. Assim, todos devem concordar que o que um faz impacta o aprendizado do outro e vice-versa (ver referencial teórico).

Numere as duplas de forma que metade delas fique com o número 1 e metade com o número 2. Após formados os grupos, caso haja um número ímpar de grupos, deixe uma dupla a mais com o número 2. Distribua então cópias da descrição da casa 1 para as duplas com número 1 e faça o mesmo com as cópias da descrição da casa 2.

Oriente cada integrante da dupla ou trio a desenhar a em papel quadriculado a planta da casa de acordo com a descrição. Embora, a construção da planta seja individual a formação do grupo se faz necessária para estimular a troca de diferentes olhares, leituras e interpretações sob um mesmo objeto. Peça para que cada um leia e a princípio faça um rascunho (sem necessidade de ter medidas), com a localização dos cômodos. A partir daí, promova a discussão entre as duplas/trios até chegarem ao desenho final na folha quadriculada.

Deixe exposto na sala (projetadas ou impressas) as descrições das duas casas que aparecem no slide 5 para que os alunos vejam a descrição da casa dos colegas. Isso será útil na discussão das soluções.

Propósito: Ler interpretar dados para construção de uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os esboços estão parecidos? Se sim, peça para que relatem como chegaram a um entendimento comum e que releiam as descrições procurando identificar e relacionar a figura com os dados descritos. Se não, peça para analisarem as diferenças e apontarem caminhos que os levaram a plantas distintas e que procurem em sua planta e na do colega as relações que fazem mais sentido entre a figura e a descrição.

  • A dupla chegou a um acordo? Peça para que justifiquem a resposta. Um provável apontamento em ambas respostas é a falta de distinção entre largura e comprimento, que foi explicitada no aquecimento propositalmente. Caso haja necessidade consulte o guia de intervenções.

  • A descrição está clara? Questione quais elementos tornam a atividade mais clara: elaboração do texto, forma de organização dos dados, posicionamento dos cômodos por referências como direita, esquerda, norte, sul etc, identificação das medidas por largura ou comprimento, unidades de medidas usuais etc.

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientação: Para cada casa apresentamos duas possíveis soluções. Tenha em mãos as descrições das casas e as leia junto com os alunos. Peça para que identifiquem cada parte descrita na planta projetada. Num segundo momento, peça para que analisem suas plantas identificando as semelhanças e diferenças entre elas e as projetadas como possível resposta.

Propósito: Analisar e comparar as plantas construídas.

Discuta com a turma:

  • Lendo os dois enunciados. Quais as diferenças entre eles? O enunciado 2 tem mais detalhes. Logo, o aluno deverá concluir que é preciso incluir no enunciado 1 alguns dados mais precisos como nordeste, noroeste ou ainda norte à esquerda entre outros.

  • A diferença ou não do enunciado permitiu mais liberdade na hora de criar a planta ou não? A questão 1 pode induzir o aluno a pensar que as diferenças entre seus desenhos é pela limitação ou não dos dados fornecidos. Porém, é importante enfatizar que a leitura e interpretação correta também é fundamental para criar uma planta que represente fielmente uma descrição qualquer.

  • A descrição de localização dos cômodos é clara e suficiente? Os alunos podem apontar algumas possíveis dificuldades de localização como confundir direita com esquerda, horizontal e vertical para determinar largura e comprimento ou ainda utilizar as coordenadas geográficas (ver guia de intervenções). A suficiência está relacionada com a precisão da descrição, como salientamos na questão anterior: ela irá limitar ou não a liberdade de criação da planta por parte do aluno, porém a falta de dados pode gerar uma realização incompleta da tarefa, o aluno pode acreditar que aquele espaço não deve ser preenchido já que não há dados suficientes para ele.

  • Houveram plantas muito diferentes, porquê? Peça para que leiam a descrição e que ao mesmo tempo associem os dados com a figura. A partir daí, devem elaborar uma justificativa para responder o quão está diferente. A justificativa poderá trazer frases do tipo: “Eu não li direito”, “Eu entendi errado”, “ Eu não compreendi muito bem o que era para fazer”. Em todos os casos, pode se destacar que tipo de leitura estão fazendo e apontar caminhos que ajudem a facilitar a leitura e compreensão, como por exemplo: Em “ Eu não li direito” aponta para uma leitura rápida sem absorção necessária de dados o aluno pode corrigir lendo novamente com calma, já em “Eu entendi errado”, o aluno pode procurar e destacar dados importantes como largura e comprimento para não confundir na hora de transcrever em forma de desenho. Em “ Eu não compreendi muito bem o que era pra fazer” aponta para erros parciais, que podem ser corrigidos com uma nova leitura e autoquestionamento, peça para eles se perguntarem o que eu tenho que fazer ou como eu tenho de fazer isso ou aquilo ou ainda, essa tarefa se assemelha a algo já realizado por eles.

Tempo sugerido: 2 minutos.

Orientação: Destaque a importância da leitura, interpretação e compreensão dos dados à cerca de um espaço qualquer para realização de um projeto, o que pode ser feito em 3 etapas: conhecer o espaço físico, conhecer suas medidas, conhecer as medidas cômodo a cômodo com sua localização exata.

Propósito: Retomar o aprendizado e fazer vir pela voz dos alunos quais são os pontos essenciais da descrição de uma planta.

Tempo: 10 minutos

Orientação: Mantenha as duplas, e peça para que cada integrante crie seu enunciado descrevendo uma planta que deverá conter pelo menos: uma área total de 80m², 1 cozinha com 3 m de largura (comprimento a critério do aluno) situada a sudoeste do terreno , 1 quarto com 12m² de área situado a nordeste do terreno e 1 banheiro com área igual a de uma lavanderia. Após a descrição solicite que eles troquem os dados para que um esboce a planta do outro.

Propósito: Descrever dados precisos para o exercício de uma boa leitura e interpretação, objetivando desenvolvimento da criatividade e a habilidade de esboçar uma planta baixa.

Discuta com a turma:

  • Os dados que o colega forneceu são suficientes? O que você incluiria ou excluiria? Unidades de medida, identificação da largura e comprimento, área dos outros cômodos, pontos cardeais, outras formas de localização como direita, esquerda, para cima, para baixo, dista tantos metros de tal cômodo entre outros.

  • A ordem dos cômodos seguem uma ordem lógica de uma casa comum? Uma lavanderia no meio da casa, um banheiro dentro de uma cozinha entre outros.

  • Os espaços foram bem aproveitados? Noções de otimização do espaço, por exemplo o que é melhor criar um espaço 2m x 3m ou 1m x 6m o qual a decisão dependerá do tipo de ambiente que o aluno está criando.

  • Quantas escolhas são possíveis, de largura e comprimento, para manter a área igual a 80m²? Provavelmente as representações podem se concentrar em 10 m x 8m ou 8m x 10m, porém, questionar por exemplo, qual seria a dificuldade em representar 1m x 80m, ou 2m x 40m.

Materiais complementares:

Raio X

Atividade complementar

Resolução da Atividade Complementar

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