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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Figuras de Linguagem: a personificação do trovão

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Figuras de Linguagem: a personificação do trovão

Plano 09 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Matheus Seiji Bazaglia Kuroda

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É desejável que os alunos já tenham sido apresentados ao gênero mito, bem como já conheçam a personificação (figura de linguagem), para que consigam realizar de forma mais produtiva esta aula.

Materiais necessários:

Informações sobre o gênero: Narrativa pedagógica de tradição oral que explica os diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em comparar as características dos personagens personificados, não entendendo essa diferença, já que todos personificam o mesmo elemento (trovão). A dificuldade justifica-se na exigência de um olhar muito atento e de uma leitura conotativa abstrata por parte dos alunos.

Referências sobre o assunto:

  • BARROS, Fabiano Tertuliano de. A humanização dos mitos e lendas amazônicos na dramaturgia amazônica. 2013. 38 f. Monografia (Licenciatura em Teatro)–Universidade de Brasília, Porto-Velho-RO, 2013. Disponível em: <http://bdm.unb.br/handle/10483/7111>. Acesso em: 12 out. 2018.
  • BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As figuras de linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
  • RICOUER, Paul. A metáfora viva. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
  • SPOTTI, Carmem Véra Nunes. Análise da personificação e dos elementos ambientais presentes nas narrativas orais da Comunidade Nova Esperança - RR. 2011. 126p. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Roraima, Boa Vista, 2011. Disponível em: <http://www.bdtd.ufrr.br/tde_arquivos/5/TDE-2012-09-21T083839Z-75/Publico/CarmemVeraNunesSpotti.pdf>. Acesso em: 5 out. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 min.

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: nesta aula, serão lidos diferentes mitos que trazem deuses e personificações do trovão, comparando as características desses personagens. Os alunos poderão analisar os efeitos de sentido produzidos pelo uso desse recurso nas narrativas míticas, observando a personificação como uma figura de linguagem comum aos mitos.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. A interação verbal, nesta aula, por meio das atividades em grupo, é de extrema importância: ela possibilitará, baseada nas teorias do interacionismo sociodiscursivo, a construção do conhecimento por meio do diálogo entre aluno (e seu repertório), texto e conhecimento.
  • Em uma discussão, proponha um desafio para que haja interação entre os membros do grupo: “Você conhece alguma história em que há a personificação do trovão? Conte para nós!”.
  • Garanta o tempo necessário para que eles possam resgatar seus conhecimentos prévios sobre o assunto.
  • Depois disso, peça que um aluno de cada grupo, de forma espontânea, conte brevemente uma história relatada dentro do grupo.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Para esta atividade, há muitas possibilidades de respostas. Os alunos terão que resgatar, em seus repertórios, histórias que personifiquem o trovão. Eles poderão citar alguns deuses do trovão, por exemplo: Zeus (mitologia grega), Thor (mitologia nórdica) e Júpiter (mitologia romana) etc.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 28 minutos

Orientações:

  • Anuncie, inicialmente, que serão lidos alguns mitos, produzidos coletivamente por diferentes povos: japonês, eslavo e iorubá. Para ter acesso aos textos, clique aqui. A escolha por esses mitos justifica-se por serem histórias pouco conhecidas, já que existem outras com forte presença na indústria cinematográfica (os mitos de Thor e Zeus, por exemplo).
  • Entregue um texto para cada grupo e peça que iniciem uma leitura compartilhada. É importante que os alunos, durante a leitura dos textos, sem perceber, a partir do dialogismo e interação verbal (conceitos do interacionismo sociodiscursivo), comecem minimamente a estabelecer relações entre seus conhecimentos prévios com os valores socioculturais revelados pelos mitos que estão lendo.
  • Depois disso, peça que os alunos, dentro de seus grupos, relatem o que entenderam sobre o texto, respondendo às atividades que seguem: “Quem é o protagonista da sua história? Quem ele representa? Descreva esse personagem de acordo com as informações do texto”.
  • Peça que os grupos registrem as respostas em seus cadernos. Enquanto isso, como mediador da aula e do conhecimento, circule pela sala, observando a dinâmica de interação entre os alunos, auxiliando os grupos que tiverem mais dificuldades.
  • Oriente-os, sempre que necessário, a reler o texto para responderem às questões.
  • Quando as duplas acabarem as atividades, inicie a etapa de exposição de respostas. Peça que cada grupo relate as suas anotações, deixando bem claro o título do texto. Registre-os no quadro e peça que os alunos registrem, também, as respostas dos dos outros grupos. No final da correção, devem estar escritas no quadro as respostas da análise dos três textos. Isso facilitará, na atividade posterior, a comparação entre os mitos.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 18 minutos.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • No Texto “O trovão que caiu das nuvens”, o protagonista é Kaminari, deus japonês que representa o trovão. No texto “Perun”, o protagonista é o próprio Perun, deus eslavo que representa o trovão. No texto “A Justiça de Xangô”, o protagonista é Xangô, orixá que representa os trovões e a justiça.
  • Kaminari, de acordo com o texto, é “um ser demoníaco, de cor verde, que carrega um arco de tambores ou um saco de vento e gosta de correr fazendo muito barulho sobre as nuvens, onde habita“ e, além disso, de acordo com o texto, o personagem é gentil e marcado pela gratidão. Perum, durante o texto, apresenta-se como um deus poderoso e forte, em constante batalha contra Veles, outro deus. Xangô é descrito como forte, honesto e justo.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois de ler e responder às atividades baseadas na leitura dos diferentes mitos, proponha à classe uma reflexão oral a ser debatida coletivamente: “Por que os personagens, mesmo representando o trovão, são tão diferentes?”.
  • Deixe os alunos livres para discutir e argumentar, iniciando um breve debate. Se possível, recupere informações dos textos lidos para tecer comparações entre os personagens.
  • Debata com os alunos, por meio da interação oral, aproveitando os argumentos para construir a reflexão e o aprendizado.
  • Os alunos, por intervenção do professor, deverão chegar à conclusão de que o mito, a partir da personificação - com a “humanização da natureza” - retrata o modo de ver, sentir e dimensionar a realidade de cada povo. Logo, a personificação é permeada pelo significado que cada elemento tem para determinado povo. Dessa forma, é possível dizer que o “trovão”, elementos personificado nos mitos lidos, tem diferentes significados para as culturas japonesa, eslava e iorubá: Xangô (iorubá) era um humano justo e honesto, enquanto Kaminari - no Japão - é um ser demoníaco que “come o umbigo de seres humanos” e Perun (eslavo) parece ser uma entidade extremamente poderosa.
  • Para aprofundar ainda mais o conhecimento dos alunos, cite que é comum, em culturas fortemente marcadas pela tradição oral, a existência de divindades que representam e personificam o trovão, os raios e as tempestades, como os mitos de Zeus (grego), Júpiter (romano), Iansã (orixá iorubá), Thor (nórdico), Tupã (indígena), Taranis (celta) etc. Caso julgue necessário, disponibilize aos alunos cópias desses mitos, ou livros que os contenham, a verificar na biblioteca escolar.
  • O tempo médio para a realização dos procedimentos deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos, ainda em grupos, escrevam as suas conclusões sobre a aula em seus cadernos.
  • Depois disso, peça que as duplas exponham as suas respostas. Anote-as no quadro e peça que todos os alunos registrem em seus cadernos.
  • Caso tenha ficado dúvida de algum aluno, retome as atividades da aula e faça um percurso até chegar na conclusão.

Conclusões possíveis/ desejáveis:

  • É comum, nas diferentes culturas, mitos sobre deuses do trovão, que personificam este elemento natural.
  • A caracterização do trovão, enquanto elemento personificado no mito/lenda, depende do modo com que cada cultura e de cada povo interpreta esse elemento natural.
  • Nos mitos, as personificações são usadas para explicar fenômenos naturais como obras de deuses e entidades superiores.
  • No mito, homem e natureza se confundem por meio da personificação.

Atividade pós-aula:

  • Caso julgue necessário, para enriquecer o repertório dos alunos, disponibilize a eles a leitura de um mito que traz a figura de Tupã, deus indígena dos trovões. Para ter acesso ao mito, clique aqui.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É desejável que os alunos já tenham sido apresentados ao gênero mito, bem como já conheçam a personificação (figura de linguagem), para que consigam realizar de forma mais produtiva esta aula.

Materiais necessários:

Informações sobre o gênero: Narrativa pedagógica de tradição oral que explica os diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em comparar as características dos personagens personificados, não entendendo essa diferença, já que todos personificam o mesmo elemento (trovão). A dificuldade justifica-se na exigência de um olhar muito atento e de uma leitura conotativa abstrata por parte dos alunos.

Referências sobre o assunto:

  • BARROS, Fabiano Tertuliano de. A humanização dos mitos e lendas amazônicos na dramaturgia amazônica. 2013. 38 f. Monografia (Licenciatura em Teatro)–Universidade de Brasília, Porto-Velho-RO, 2013. Disponível em: <http://bdm.unb.br/handle/10483/7111>. Acesso em: 12 out. 2018.
  • BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As figuras de linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
  • RICOUER, Paul. A metáfora viva. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
  • SPOTTI, Carmem Véra Nunes. Análise da personificação e dos elementos ambientais presentes nas narrativas orais da Comunidade Nova Esperança - RR. 2011. 126p. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Roraima, Boa Vista, 2011. Disponível em: <http://www.bdtd.ufrr.br/tde_arquivos/5/TDE-2012-09-21T083839Z-75/Publico/CarmemVeraNunesSpotti.pdf>. Acesso em: 5 out. 2018.
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Tempo sugerido: 2 min.

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: nesta aula, serão lidos diferentes mitos que trazem deuses e personificações do trovão, comparando as características desses personagens. Os alunos poderão analisar os efeitos de sentido produzidos pelo uso desse recurso nas narrativas míticas, observando a personificação como uma figura de linguagem comum aos mitos.
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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. A interação verbal, nesta aula, por meio das atividades em grupo, é de extrema importância: ela possibilitará, baseada nas teorias do interacionismo sociodiscursivo, a construção do conhecimento por meio do diálogo entre aluno (e seu repertório), texto e conhecimento.
  • Em uma discussão, proponha um desafio para que haja interação entre os membros do grupo: “Você conhece alguma história em que há a personificação do trovão? Conte para nós!”.
  • Garanta o tempo necessário para que eles possam resgatar seus conhecimentos prévios sobre o assunto.
  • Depois disso, peça que um aluno de cada grupo, de forma espontânea, conte brevemente uma história relatada dentro do grupo.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Para esta atividade, há muitas possibilidades de respostas. Os alunos terão que resgatar, em seus repertórios, histórias que personifiquem o trovão. Eles poderão citar alguns deuses do trovão, por exemplo: Zeus (mitologia grega), Thor (mitologia nórdica) e Júpiter (mitologia romana) etc.
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Tempo sugerido: 28 minutos

Orientações:

  • Anuncie, inicialmente, que serão lidos alguns mitos, produzidos coletivamente por diferentes povos: japonês, eslavo e iorubá. Para ter acesso aos textos, clique aqui. A escolha por esses mitos justifica-se por serem histórias pouco conhecidas, já que existem outras com forte presença na indústria cinematográfica (os mitos de Thor e Zeus, por exemplo).
  • Entregue um texto para cada grupo e peça que iniciem uma leitura compartilhada. É importante que os alunos, durante a leitura dos textos, sem perceber, a partir do dialogismo e interação verbal (conceitos do interacionismo sociodiscursivo), comecem minimamente a estabelecer relações entre seus conhecimentos prévios com os valores socioculturais revelados pelos mitos que estão lendo.
  • Depois disso, peça que os alunos, dentro de seus grupos, relatem o que entenderam sobre o texto, respondendo às atividades que seguem: “Quem é o protagonista da sua história? Quem ele representa? Descreva esse personagem de acordo com as informações do texto”.
  • Peça que os grupos registrem as respostas em seus cadernos. Enquanto isso, como mediador da aula e do conhecimento, circule pela sala, observando a dinâmica de interação entre os alunos, auxiliando os grupos que tiverem mais dificuldades.
  • Oriente-os, sempre que necessário, a reler o texto para responderem às questões.
  • Quando as duplas acabarem as atividades, inicie a etapa de exposição de respostas. Peça que cada grupo relate as suas anotações, deixando bem claro o título do texto. Registre-os no quadro e peça que os alunos registrem, também, as respostas dos dos outros grupos. No final da correção, devem estar escritas no quadro as respostas da análise dos três textos. Isso facilitará, na atividade posterior, a comparação entre os mitos.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 18 minutos.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • No Texto “O trovão que caiu das nuvens”, o protagonista é Kaminari, deus japonês que representa o trovão. No texto “Perun”, o protagonista é o próprio Perun, deus eslavo que representa o trovão. No texto “A Justiça de Xangô”, o protagonista é Xangô, orixá que representa os trovões e a justiça.
  • Kaminari, de acordo com o texto, é “um ser demoníaco, de cor verde, que carrega um arco de tambores ou um saco de vento e gosta de correr fazendo muito barulho sobre as nuvens, onde habita“ e, além disso, de acordo com o texto, o personagem é gentil e marcado pela gratidão. Perum, durante o texto, apresenta-se como um deus poderoso e forte, em constante batalha contra Veles, outro deus. Xangô é descrito como forte, honesto e justo.
Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois de ler e responder às atividades baseadas na leitura dos diferentes mitos, proponha à classe uma reflexão oral a ser debatida coletivamente: “Por que os personagens, mesmo representando o trovão, são tão diferentes?”.
  • Deixe os alunos livres para discutir e argumentar, iniciando um breve debate. Se possível, recupere informações dos textos lidos para tecer comparações entre os personagens.
  • Debata com os alunos, por meio da interação oral, aproveitando os argumentos para construir a reflexão e o aprendizado.
  • Os alunos, por intervenção do professor, deverão chegar à conclusão de que o mito, a partir da personificação - com a “humanização da natureza” - retrata o modo de ver, sentir e dimensionar a realidade de cada povo. Logo, a personificação é permeada pelo significado que cada elemento tem para determinado povo. Dessa forma, é possível dizer que o “trovão”, elementos personificado nos mitos lidos, tem diferentes significados para as culturas japonesa, eslava e iorubá: Xangô (iorubá) era um humano justo e honesto, enquanto Kaminari - no Japão - é um ser demoníaco que “come o umbigo de seres humanos” e Perun (eslavo) parece ser uma entidade extremamente poderosa.
  • Para aprofundar ainda mais o conhecimento dos alunos, cite que é comum, em culturas fortemente marcadas pela tradição oral, a existência de divindades que representam e personificam o trovão, os raios e as tempestades, como os mitos de Zeus (grego), Júpiter (romano), Iansã (orixá iorubá), Thor (nórdico), Tupã (indígena), Taranis (celta) etc. Caso julgue necessário, disponibilize aos alunos cópias desses mitos, ou livros que os contenham, a verificar na biblioteca escolar.
  • O tempo médio para a realização dos procedimentos deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos, ainda em grupos, escrevam as suas conclusões sobre a aula em seus cadernos.
  • Depois disso, peça que as duplas exponham as suas respostas. Anote-as no quadro e peça que todos os alunos registrem em seus cadernos.
  • Caso tenha ficado dúvida de algum aluno, retome as atividades da aula e faça um percurso até chegar na conclusão.

Conclusões possíveis/ desejáveis:

  • É comum, nas diferentes culturas, mitos sobre deuses do trovão, que personificam este elemento natural.
  • A caracterização do trovão, enquanto elemento personificado no mito/lenda, depende do modo com que cada cultura e de cada povo interpreta esse elemento natural.
  • Nos mitos, as personificações são usadas para explicar fenômenos naturais como obras de deuses e entidades superiores.
  • No mito, homem e natureza se confundem por meio da personificação.

Atividade pós-aula:

  • Caso julgue necessário, para enriquecer o repertório dos alunos, disponibilize a eles a leitura de um mito que traz a figura de Tupã, deus indígena dos trovões. Para ter acesso ao mito, clique aqui.

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