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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Atividade de descoberta: a personificação nos mitos

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre Atividade de descoberta: a personificação nos mitos

Plano 07 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Matheus Seiji Bazaglia Kuroda

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É desejável que os alunos já tenham sido apresentados ao gênero mito para que consigam realizar de forma mais produtiva esta aula.

Materiais necessários:

Informações sobre o gênero: Narrativa pedagógica de tradição oral que explica os diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em entender os sentidos das figuras de linguagem do texto porque podem não ter a percepção da linguagem figurada bem desenvolvida.

Referências sobre o assunto:

  • BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As figuras de linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
  • RICOUER, Paul. A metáfora viva. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
  • SPOTTI, Carmem Véra Nunes. Análise da personificação e dos elementos ambientais presentes nas narrativas orais da Comunidade Nova Esperança - RR. 2011. 126p. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Roraima, Boa Vista, 2011. Disponível em: <http://www.bdtd.ufrr.br/tde_arquivos/5/TDE-2012-09-21T083839Z-75/Publico/CarmemVeraNunesSpotti.pdf>. Acesso em: 5 out. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: nesta aula, serão lidos quatro mitos/lendas sobre diferentes assuntos. A partir da leitura, será analisada a linguagem usada no gênero, enfatizando a presença da personificação e seus efeitos de sentido.

Introdução select-down

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. Incentive, durante a aula, o diálogo e a interação, para otimizar a aprendizagem.
  • Inicie lendo dois trechos que possuem o mesmo tema: a lua. No primeiro trecho, retirado de um dicionário, é apresentada uma definição do vocábulo “lua”; no segundo, há um trecho de um mito para destacar o uso da linguagem conotativa e expressiva, personificando a “lua”.
  • Alguns alunos poderão encontrar dificuldades com o vocabulário do segundo trecho. Caso essa hipótese se confirme em sala de aula, peça que os alunos tentem resgatar os significados das palavras desconhecidas pela análise do contexto do enunciado, procurando por pistas que podem fornecer significados (Por exemplo: o trecho “não comem ratos nem carne de porco e também não apreciam cerveja” podem ajudar a chegar à conclusão de que “monhé” pode ser um tipo de árabe, muçulmano etc.). Por outro lado, caso prefira, também podem ser dadas as definições de algumas palavras normalmente desconhecidas, como: “monhé” (no mito, comerciante árabe) e “pilar” (esmagar com o pilão).
  • A partir da leitura desses dois trechos, iniciando uma discussão oral, peça que os alunos respondam às questões: “O que você achou dos textos? Quais diferenças entre eles?”. Peça que eles se atentem ao estilo dos dois textos.
  • Discuta com os alunos para que, a partir da interação, percebam que o segundo trecho possui uma linguagem conotativa e rica em significados, enquanto o primeiro trecho é mais objetivo.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Para esta atividade, há várias possibilidades de respostas: o primeiro trecho é mais objetivo, trazendo definições objetivas e voltadas à realidade sobre o vocábulo “lua”; o segundo trecho é mais poético, dando vida à lua, ressignificando e colocando em conflito a definição dada anteriormente (“satélite natural”, inanimado). Trata-se de uma atividade para instigar os alunos para que eles percebam a diferença de estilo/linguagem entre os dois trechos, bem como para mostrar como o mito pode ressignificar o sentido das palavras.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 28 minutos

Orientações:

  • Anuncie, inicialmente, que serão lidos mitos/lendas sobre assuntos diversos e produzidos coletivamente por diferentes povos. Para ter acesso aos textos, clique aqui.
  • Entregue um texto para cada grupo e peça que os alunos iniciem a leitura compartilhada em seus grupos. É importante que os alunos, durante a leitura dos textos, prestem atenção aos trechos grifados.
  • Durante a leitura, circule pela sala, observando a dinâmica de leitura dos grupos.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Depois da leitura dos textos entregues em cada grupo, peça que respondam às questões: “O que os trechos grifados têm em comum? No texto lido, quem realiza as ações dos fragmentos grifados: seres humanos, animais, objetos ou elementos da natureza? É possível, fora do mito, o céu engravidar a terra (texto 1), a lua falar (texto 2), o trovão ter um filho (texto 3) e o sol visitar a água (texto 4)? Fora do mito, essas ações destacadas geralmente são realizadas por qual(is) ser(es)? Esse recurso deixa o texto sem sentido? Por que você acha que esse recurso é comum nos mitos?”.
  • Peça que os alunos, durante a atividade, voltem ao texto lido para responder às questões. A atividade permitirá que os alunos percebam que a personificação (mesmo não usando este termo durante a aula) é uma figura de linguagem recorrente nos gêneros orais, principalmente nos mitos/lendas, bem como os seus efeitos de sentido.
  • Durante a atividade, circule pela sala, garantindo a participação de todos. Nos casos em que os grupos tiverem mais dificuldades, faça algumas intervenções, fornecendo pistas com o cuidado de não dar respostas prontas.
  • Dê tempo necessário para que os grupos discutam e construam as suas respostas.
  • Depois que acabarem, peça que cada grupo exponha as suas anotações para todos da sala, justificando as suas respostas.
  • Anote as respostas no quadro. Mostre à turma, durante a correção, que, mesmo com mitos/lendas diferentes em cada grupo, os textos possuem relativamente as mesmas características de estilo/linguagem, fazendo o mesmo movimento de personificar (sem usar este termo) elementos inanimados.
  • O tempo médio para a realização dos procedimentos deste slide é, aproximadamente, de 18 minutos.

Material Complementar:

  • Ao final destas atividades, caso julgue necessário, também seria interessante relatar aos alunos, em uma linguagem acessível, que os mitos estão carregados de expressividade e de figuras de linguagem. Segundo Carmen Spotti (2011), o contador do mito, em sua prática discursiva, enriquece seu enunciado colocando poesia nas palavras, por meio da linguagem conotativa repleta de figuras de linguagem (como a personificação), “para encantar o público e, ao mesmo tempo, transmitir ensinamentos, histórias e regras tradicionais da sua comunidade”.
  • Os mitos, de modo geral, estão estreitamente ligados às visões de mundo de um povo. Os textos lidos possuem, então, características dos gêneros de tradição oral, repassados de geração em geração, cuja origem é desconhecida, mas que fundam culturas e povos. Nesses textos, percebendo a ancestralidade do gênero mito, é comum aparecer a personificação, já que, segundo Recouer (2005), esta figura de linguagem é a gênese da ficção, transferindo metaforicamente o inanimado - que se relaciona aos aspectos da realidade cotidiana de determinado povo - ao animado.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Todos os trechos falam de elementos que representam elementos da natureza ou animais. São ações de diferentes personagens.
  • Os personagens geralmente são inanimados - não possuem ações humanas fora do contexto do mito. No texto 1, quem realiza as ações grifadas são Gaia (a Terra) e Urano (o Céu). No texto 2, a lua e alguns animais (porco, javali, zebra e um cágado) realizam as ações. No texto 3, o trovão e os seus filhos. No texto 4, o sol e a água.
  • Não. Fora do mito, esses elementos não podem realizar essas ações, que são atribuídas a seres humanos.
  • Essas ações são realizadas por seres humanos.
  • Não. Esse recurso - dar ações humanas a seres inanimados, animais, objetos e elementos da natureza - enriquece o texto, dando o efeito de veracidade. É importante relatar aos alunos, nesse momento, que essas ações garantem uma coerência interna ao texto, na medida em que cumprem com o propósito do gênero mito: dar explicações aos diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica e cheia de significados.
  • Os mitos usam uma linguagem simbólica para explicar fenômenos naturais e sobrenaturais, por isso é comum o uso desse recurso: dar ações humanas a seres inanimados ou que não se comportam como humanos. Também poderá ser apresentada a justificativa de Recouer (2005) para responder à questão: esta figura de linguagem é a primeira e a mais antiga forma de ficção - por isso é recorrente nos mitos e em outros gêneros orais, por sua ancestralidade.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos, ainda em grupos, escrevam as suas conclusões sobre a aula em seus cadernos.
  • Depois disso, peça que as duplas exponham as suas respostas. Anote-as no quadro e peça que todos os alunos registrem em seus cadernos.
  • Esclareça que esse recurso de linguagem frequente nos mitos é chamado de “personificação”. Depois, dê o seu significado e anote no quadro a sua definição: é o efeito de atribuir características ou ações humanas a objetos, a elementos da natureza e a seres inanimados.
  • Caso tenha ficado dúvida de algum aluno, retome as atividades da aula e faça um percurso até chegar na conclusão.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Mito e no campo de atuação artístico literário. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística e Semiótica. É desejável que os alunos já tenham sido apresentados ao gênero mito para que consigam realizar de forma mais produtiva esta aula.

Materiais necessários:

Informações sobre o gênero: Narrativa pedagógica de tradição oral que explica os diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica.

Dificuldades antecipadas: Os alunos poderão ter dificuldades em entender os sentidos das figuras de linguagem do texto porque podem não ter a percepção da linguagem figurada bem desenvolvida.

Referências sobre o assunto:

  • BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As figuras de linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
  • RICOUER, Paul. A metáfora viva. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
  • SPOTTI, Carmem Véra Nunes. Análise da personificação e dos elementos ambientais presentes nas narrativas orais da Comunidade Nova Esperança - RR. 2011. 126p. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Roraima, Boa Vista, 2011. Disponível em: <http://www.bdtd.ufrr.br/tde_arquivos/5/TDE-2012-09-21T083839Z-75/Publico/CarmemVeraNunesSpotti.pdf>. Acesso em: 5 out. 2018.
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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Apresente a proposta da aula aos alunos: nesta aula, serão lidos quatro mitos/lendas sobre diferentes assuntos. A partir da leitura, será analisada a linguagem usada no gênero, enfatizando a presença da personificação e seus efeitos de sentido.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Organize a sala em grupos. Incentive, durante a aula, o diálogo e a interação, para otimizar a aprendizagem.
  • Inicie lendo dois trechos que possuem o mesmo tema: a lua. No primeiro trecho, retirado de um dicionário, é apresentada uma definição do vocábulo “lua”; no segundo, há um trecho de um mito para destacar o uso da linguagem conotativa e expressiva, personificando a “lua”.
  • Alguns alunos poderão encontrar dificuldades com o vocabulário do segundo trecho. Caso essa hipótese se confirme em sala de aula, peça que os alunos tentem resgatar os significados das palavras desconhecidas pela análise do contexto do enunciado, procurando por pistas que podem fornecer significados (Por exemplo: o trecho “não comem ratos nem carne de porco e também não apreciam cerveja” podem ajudar a chegar à conclusão de que “monhé” pode ser um tipo de árabe, muçulmano etc.). Por outro lado, caso prefira, também podem ser dadas as definições de algumas palavras normalmente desconhecidas, como: “monhé” (no mito, comerciante árabe) e “pilar” (esmagar com o pilão).
  • A partir da leitura desses dois trechos, iniciando uma discussão oral, peça que os alunos respondam às questões: “O que você achou dos textos? Quais diferenças entre eles?”. Peça que eles se atentem ao estilo dos dois textos.
  • Discuta com os alunos para que, a partir da interação, percebam que o segundo trecho possui uma linguagem conotativa e rica em significados, enquanto o primeiro trecho é mais objetivo.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Para esta atividade, há várias possibilidades de respostas: o primeiro trecho é mais objetivo, trazendo definições objetivas e voltadas à realidade sobre o vocábulo “lua”; o segundo trecho é mais poético, dando vida à lua, ressignificando e colocando em conflito a definição dada anteriormente (“satélite natural”, inanimado). Trata-se de uma atividade para instigar os alunos para que eles percebam a diferença de estilo/linguagem entre os dois trechos, bem como para mostrar como o mito pode ressignificar o sentido das palavras.
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Tempo sugerido: 28 minutos

Orientações:

  • Anuncie, inicialmente, que serão lidos mitos/lendas sobre assuntos diversos e produzidos coletivamente por diferentes povos. Para ter acesso aos textos, clique aqui.
  • Entregue um texto para cada grupo e peça que os alunos iniciem a leitura compartilhada em seus grupos. É importante que os alunos, durante a leitura dos textos, prestem atenção aos trechos grifados.
  • Durante a leitura, circule pela sala, observando a dinâmica de leitura dos grupos.
  • O tempo médio para a sequência de atividades deste slide é de, aproximadamente, 10 minutos.

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Orientações:

  • Depois da leitura dos textos entregues em cada grupo, peça que respondam às questões: “O que os trechos grifados têm em comum? No texto lido, quem realiza as ações dos fragmentos grifados: seres humanos, animais, objetos ou elementos da natureza? É possível, fora do mito, o céu engravidar a terra (texto 1), a lua falar (texto 2), o trovão ter um filho (texto 3) e o sol visitar a água (texto 4)? Fora do mito, essas ações destacadas geralmente são realizadas por qual(is) ser(es)? Esse recurso deixa o texto sem sentido? Por que você acha que esse recurso é comum nos mitos?”.
  • Peça que os alunos, durante a atividade, voltem ao texto lido para responder às questões. A atividade permitirá que os alunos percebam que a personificação (mesmo não usando este termo durante a aula) é uma figura de linguagem recorrente nos gêneros orais, principalmente nos mitos/lendas, bem como os seus efeitos de sentido.
  • Durante a atividade, circule pela sala, garantindo a participação de todos. Nos casos em que os grupos tiverem mais dificuldades, faça algumas intervenções, fornecendo pistas com o cuidado de não dar respostas prontas.
  • Dê tempo necessário para que os grupos discutam e construam as suas respostas.
  • Depois que acabarem, peça que cada grupo exponha as suas anotações para todos da sala, justificando as suas respostas.
  • Anote as respostas no quadro. Mostre à turma, durante a correção, que, mesmo com mitos/lendas diferentes em cada grupo, os textos possuem relativamente as mesmas características de estilo/linguagem, fazendo o mesmo movimento de personificar (sem usar este termo) elementos inanimados.
  • O tempo médio para a realização dos procedimentos deste slide é, aproximadamente, de 18 minutos.

Material Complementar:

  • Ao final destas atividades, caso julgue necessário, também seria interessante relatar aos alunos, em uma linguagem acessível, que os mitos estão carregados de expressividade e de figuras de linguagem. Segundo Carmen Spotti (2011), o contador do mito, em sua prática discursiva, enriquece seu enunciado colocando poesia nas palavras, por meio da linguagem conotativa repleta de figuras de linguagem (como a personificação), “para encantar o público e, ao mesmo tempo, transmitir ensinamentos, histórias e regras tradicionais da sua comunidade”.
  • Os mitos, de modo geral, estão estreitamente ligados às visões de mundo de um povo. Os textos lidos possuem, então, características dos gêneros de tradição oral, repassados de geração em geração, cuja origem é desconhecida, mas que fundam culturas e povos. Nesses textos, percebendo a ancestralidade do gênero mito, é comum aparecer a personificação, já que, segundo Recouer (2005), esta figura de linguagem é a gênese da ficção, transferindo metaforicamente o inanimado - que se relaciona aos aspectos da realidade cotidiana de determinado povo - ao animado.

Respostas possíveis/ desejáveis:

  • Todos os trechos falam de elementos que representam elementos da natureza ou animais. São ações de diferentes personagens.
  • Os personagens geralmente são inanimados - não possuem ações humanas fora do contexto do mito. No texto 1, quem realiza as ações grifadas são Gaia (a Terra) e Urano (o Céu). No texto 2, a lua e alguns animais (porco, javali, zebra e um cágado) realizam as ações. No texto 3, o trovão e os seus filhos. No texto 4, o sol e a água.
  • Não. Fora do mito, esses elementos não podem realizar essas ações, que são atribuídas a seres humanos.
  • Essas ações são realizadas por seres humanos.
  • Não. Esse recurso - dar ações humanas a seres inanimados, animais, objetos e elementos da natureza - enriquece o texto, dando o efeito de veracidade. É importante relatar aos alunos, nesse momento, que essas ações garantem uma coerência interna ao texto, na medida em que cumprem com o propósito do gênero mito: dar explicações aos diferentes fenômenos naturais e sobrenaturais utilizando uma linguagem simbólica e cheia de significados.
  • Os mitos usam uma linguagem simbólica para explicar fenômenos naturais e sobrenaturais, por isso é comum o uso desse recurso: dar ações humanas a seres inanimados ou que não se comportam como humanos. Também poderá ser apresentada a justificativa de Recouer (2005) para responder à questão: esta figura de linguagem é a primeira e a mais antiga forma de ficção - por isso é recorrente nos mitos e em outros gêneros orais, por sua ancestralidade.
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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Peça que os alunos, ainda em grupos, escrevam as suas conclusões sobre a aula em seus cadernos.
  • Depois disso, peça que as duplas exponham as suas respostas. Anote-as no quadro e peça que todos os alunos registrem em seus cadernos.
  • Esclareça que esse recurso de linguagem frequente nos mitos é chamado de “personificação”. Depois, dê o seu significado e anote no quadro a sua definição: é o efeito de atribuir características ou ações humanas a objetos, a elementos da natureza e a seres inanimados.
  • Caso tenha ficado dúvida de algum aluno, retome as atividades da aula e faça um percurso até chegar na conclusão.
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