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Plano de aula > Língua Portuguesa > 4º ano > Oralidade

Plano de aula - Roteiros para telejornal

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 4º ano do EF sobre Roteiros para telejornal

Plano 11 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Maria Caroline Silveira

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima primeira aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Notícia e no campo de atuação Vida pública. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários: Computador on-line; projetor multimídia, caixas de som; câmera ou tablet para gravações; cópias dos materiais listados nas orientações (quantidades de acordo com o número de alunos).

Informações sobre o gênero: O gênero notícia pode ser entendido como um texto no qual se divulga um fato ou acontecimento, veiculado principalmente por jornais, revistas e rádios, impressos, eletrônicos ou televisivos. Por ser um gênero massivo de comunicação atinge a todas as camadas da população, trazendo informações e contribuindo para a formação de opinião. Esses textos são dinâmicos, atuais e periódicos, e, como não é qualquer fato que vira notícia, ele deve ser marcado pelo ineditismo, gerar interesse e identificação no leitor. Tendo em vista que há diversos públicos que assistem os jornais, cada linha editorial se adequa ao que entende que chamará mais a atenção de seu público alvo, determinando assim seu vocabulário, extensão do texto, temáticas e o nível de parcialidade no tratamento das informações. Os telejornais que são foco desta sequência, segundo Rezende (2000), chegaram ao Brasil com a invenção da televisão e por muito tempo foram elaborados e apresentados por profissionais oriundos do rádio, o que evidencia características semelhantes com o jornal radiofônico. Sobre tais características destaca-se as notícias narradas e o texto escrito como suporte para a oralização de textos em situações socialmente significativas. De acordo com a BNCC (2017), a oralização do texto escrito em sala de aula, estabelece relação entre fala e escrita, levando os alunos a reflexão sobre como as duas modalidades se articulam em diferentes gêneros e práticas de linguagem, as semelhanças e as diferenças entre modos de falar e de registrar o escrito e os aspectos sociodiscursivos, composicionais e linguísticos.

Dificuldades antecipadas: A fala e a escrita são modalidades usuais da língua portuguesa, entretanto a oralidade não costuma a ser reconhecida como objeto de estudo na escola. Por isso, é possível que os processos de recepção, análise e construção dessa prática não sejam familiares aos alunos. A ideia, por exemplo, da existência de um “texto oral” que deve ser planejado e escrito para depois ser oralizado ou servir de base para a oralidade pode ser estranha aos alunos. Entretanto o trabalho com gêneros textuais reforça a ideia da existência de uma forma de composição e temáticas específicas que devem ser consideradas tanto na modalidade escrita quanto na modalidade oral do gênero notícia. Assim fique atento, pois, alguns alunos podem apresentar dificuldades para colocar em prática as estratégias próprias da oralidade como a textualização (a organização e registro das ideias em forma de textos escritos) e a retextualização (passagem do escrito para o oral).

Referências sobre o assunto:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Brasília, DF, 2017. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2018.

MACIE, Débora Amorim. Coisas de entrevista: falo eu, fala você. In: MENDONÇA, Márcia (org.). Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Recife, MEC/CEEL, 2008. p.179 - 196. Disponível em: <http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2018.

REZENDE, Guilherme Jorge de. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus, 2000.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Leia para os alunos a questão inicial. Permita que eles expressem suas ideias.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Questione os alunos:
  • Mas como como se constrói um telejornal?
  • Quais os materiais que precisamos?
  • O que não pode faltar?
  • Permita que os alunos exponham suas ideias e apresente o vídeo sobre “Como funciona um telejornal” (8:20). No vídeo, os profissionais da TV Sudoeste explicam cada uma das etapas da construção do telejornal, além da contribuição e do papel de cada um para o trabalho final.
  • Questione aos alunos, quais os profissionais que eles mais se identificaram e por quê.

Materiais complementares: Para acessar o vídeo, clique aqui.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Projete as instruções no quadro e discuta com os alunos:

1º nome do jornal: Explique que o telejornal será produzido pelos alunos do 4o ano e que abordará notícias/reportagens sobre a escola, ou seja, o nome deve considerar esses aspectos.

2º definir assuntos: Defina coletivamente os assuntos que serão noticiados e a ordem em que vão aparecer no telejornal . Explique que o ideal é que os assunto ou acontecimentos a serem noticiados tenham relação com a vida escola. Exemplos: Chegada de um aluno novo; Recebimento de livros para a biblioteca; Entrevista com a diretora ou algum professor; Entrevista sobre a organização de algum evento na escola ou novo projeto que esteja sendo realizado; Aluno que se machucou ou perdeu algum pertence no recreio, etc.

É interessante anotar no quadro os assuntos que forem surgindo, e depois junto com os alunos, eleger 4 ou 5 reportagens que poderiam ser mais interessantes. Fique atento para o que você considera exequível. Se, por exemplo, os alunos querem fazer uma entrevista com a diretora e ela está ausente, você deve pontuar que essa entrevista não será possível.

3º dividir grupos e tarefas: o tamanho de cada grupo deve corresponder a quantidade de tarefas a serem executadas. Reportagens mais elaboradas, com pesquisa e entrevista podem ter grupos maiores de até 6 alunos. Oriente para que se dividam por interesse sobre os temas e não com o intuito de estar perto dos amigos. Nesse momento, vocês já podem selecionar quem serão os apresentadores, que estarão no “estúdio”: os âncoras, apresentador esportivo (se houver notícias sobre esporte), apresentador da previsão do tempo (se houver). Lembre os alunos que o ideal é que os apresentadores e repórteres (ou entrevistadores) não sejam tímidos e tenham boa dicção.

  • Com os assuntos e grupos já definidos peça para que se sentem juntos para planejar mais especificamente como será cada uma das reportagens. Os apresentadores devem circular pelos grupos, e elaborar comentários ou manchetes diante das notícias. Se houver notícia esportiva o apresentador esportivo deve ficar com esse grupo. Peça para que os apresentadores escrevam o que vão dizer (é possível que depois de pronta a notícia, as manchetes e comentários ainda tenham que sofrer algumas mudanças).

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Mostre o esquema de funcionamento do trabalho nos grupos;

1º Planejar como será a reportagem: Os integrantes de cada grupo devem pensar juntos nesse planejamento. Alguns questionamentos que podem ajudar: “O que fazer para a reportagem ficar mais interessante? Vamos fazer colher dados numéricos, fazer comparações, ou registrar por meio de imagens algum fato? Vamos entrevistar alguém? Quais recursos serão necessários?”

2º Produzir em colaboração (ou seja, escrita coletiva) o roteiro: Para a escrita do roteiro da entrevista (se houver) e da reportagem vamos oferecer um modelo de tópicos com o que não podem faltar. Com esse modelo em mãos, os alunos devem escrever as perguntas da entrevista e fazer um esboço das possíveis falas dos repórteres (é provável que as falas mudem quando saírem a campo, mas é bom já ter em mente o foco que vai ser dado para cada reportagem).

  • Dê as seguintes dicas:
  • Os textos das notícias para o telejornal devem ser curtos e objetivos.
  • A saída a campo hoje não é para realizar a reportagem, é apenas para coletar informações, pensar locais, fatos ou pessoas que podem ser filmadas para produzir a reportagem, convidar pessoas para participar da gravação e entrevistas (se possível já marcar o dia).
  • Saindo a campo cada um deve saber o que fazer, algumas funções podem ser: 1 ou 2 alunos para convidar os entrevistados ou pedir permissão para noticiar algum fato que envolva pessoas específicas, 1 ou 2 alunos para falar com pessoas e coletar informações específicas, 1 ou 2 repórteres que “darão a notícia”, outros alunos no apoio para acompanhar o roteiro e orientar o repórter (que durante a gravação estará sem o roteiro em mãos) ou auxiliar em outras tarefas que possam surgir. Como já dito, os repórteres não “darão a notícia” hoje, mas já podem ensaiar e ir ajustando o roteiro durante essa saída.
  • Com tudo pronto, os alunos devem sair a campo. Defina a quantidade de tempo que há disponível para essa saída. Caso tenham planejado alguma entrevista com aluno ou professor, oriente para que apenas realizem o convite e que marquem um horário para realizarem de fato a entrevista.

Materiais complementares: Para imprimir um modelo de roteiro para reportagem e para entrevista, clique aqui.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Após o tempo determinado para a execução das tarefas, proponha que os grupos troquem experiências e que se ajudem. Os colegas podem dar ideias para deixar a reportagem mais interessante ou para solucionar problemas e dificuldades que possam ter tido a ir a campo.
  • Nesse momento é possível que alguma entrevista ou reportagem tenha que ser alterada, ou por não encontrarem o entrevistado ou por que não foram confirmadas informações sobre determinado fato. Se isso ocorrer, aproveite para lembrar que a função do jornalista é também verificar a veracidade dos acontecimentos.
  • Se houver tempo, peça para os grupos se juntarem novamente para reescreverem alguma parte do roteiro que precise de revisão.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 4 minutos

Orientações:

  • Liste com os alunos, os itens que devem trazer ou confeccionar até a próxima aula, quando serão gravadas as reportagens.
  • Algumas ideias são:
  • Tópicos dos roteiros em cartolina para auxiliar o repórter;
  • Microfone (que pode ser criado com materiais reutilizados como rolo de papel toalha, rolinhos de papel higiênico, papel alumínio, papel reciclado, cartolinas, entre outros.);
  • Roupas específicas para as funções (Por exemplo: roupas mais formais para os âncoras, colete para o cameraman, etc…);
  • Cenário com bancada e pano de fundo (com tecidos como: TNT, toalhas, lençol, etc.).
  • Algumas tarefas deverão ser concluídas durante a semana ou em casa, para que na próxima aula os alunos estejam prontos para fazer as gravações. Dessa forma, possibilite aos alunos um tempo para que elaborem os materiais necessários (cenário, cartazes e microfones), para que continuem com os ensaios, para que marquem ou já realizem as entrevistas e que, se necessário, coletem mais dados pela escola.
  • Caso sua escola tenha alguma câmera fotográfica ou tablet com função de filmagem, já deixe reservado para a próxima aula. Caso contrário, verifique se há combinados mais flexíveis em relação ao uso de celular na escola, e se houver, você pode utilizar o seu celular ou pedir para algum funcionário da escola que te ajude no dia das gravações com outro celular.
  • Na próxima aula, além das gravações será proposta uma edição das cenas do telejornal. Se for possível, ao longo da semana você pode já ir gravando algumas cenas e as entrevistas, de modo que no dia falte apenas as gravações dos apresentadores (em sala) e dos repórteres (na área externa). Assim, é possível que dê tempo e fazer no mesmo dia as gravações que faltam e a edição do vídeo.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a décima primeira aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Notícia e no campo de atuação Vida pública. A aula faz parte do módulo de Oralidade.

Materiais necessários: Computador on-line; projetor multimídia, caixas de som; câmera ou tablet para gravações; cópias dos materiais listados nas orientações (quantidades de acordo com o número de alunos).

Informações sobre o gênero: O gênero notícia pode ser entendido como um texto no qual se divulga um fato ou acontecimento, veiculado principalmente por jornais, revistas e rádios, impressos, eletrônicos ou televisivos. Por ser um gênero massivo de comunicação atinge a todas as camadas da população, trazendo informações e contribuindo para a formação de opinião. Esses textos são dinâmicos, atuais e periódicos, e, como não é qualquer fato que vira notícia, ele deve ser marcado pelo ineditismo, gerar interesse e identificação no leitor. Tendo em vista que há diversos públicos que assistem os jornais, cada linha editorial se adequa ao que entende que chamará mais a atenção de seu público alvo, determinando assim seu vocabulário, extensão do texto, temáticas e o nível de parcialidade no tratamento das informações. Os telejornais que são foco desta sequência, segundo Rezende (2000), chegaram ao Brasil com a invenção da televisão e por muito tempo foram elaborados e apresentados por profissionais oriundos do rádio, o que evidencia características semelhantes com o jornal radiofônico. Sobre tais características destaca-se as notícias narradas e o texto escrito como suporte para a oralização de textos em situações socialmente significativas. De acordo com a BNCC (2017), a oralização do texto escrito em sala de aula, estabelece relação entre fala e escrita, levando os alunos a reflexão sobre como as duas modalidades se articulam em diferentes gêneros e práticas de linguagem, as semelhanças e as diferenças entre modos de falar e de registrar o escrito e os aspectos sociodiscursivos, composicionais e linguísticos.

Dificuldades antecipadas: A fala e a escrita são modalidades usuais da língua portuguesa, entretanto a oralidade não costuma a ser reconhecida como objeto de estudo na escola. Por isso, é possível que os processos de recepção, análise e construção dessa prática não sejam familiares aos alunos. A ideia, por exemplo, da existência de um “texto oral” que deve ser planejado e escrito para depois ser oralizado ou servir de base para a oralidade pode ser estranha aos alunos. Entretanto o trabalho com gêneros textuais reforça a ideia da existência de uma forma de composição e temáticas específicas que devem ser consideradas tanto na modalidade escrita quanto na modalidade oral do gênero notícia. Assim fique atento, pois, alguns alunos podem apresentar dificuldades para colocar em prática as estratégias próprias da oralidade como a textualização (a organização e registro das ideias em forma de textos escritos) e a retextualização (passagem do escrito para o oral).

Referências sobre o assunto:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Brasília, DF, 2017. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2018.

MACIE, Débora Amorim. Coisas de entrevista: falo eu, fala você. In: MENDONÇA, Márcia (org.). Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Recife, MEC/CEEL, 2008. p.179 - 196. Disponível em: <http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2018.

REZENDE, Guilherme Jorge de. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus, 2000.

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Tempo sugerido: 1 minuto

Orientações:

  • Leia para os alunos a questão inicial. Permita que eles expressem suas ideias.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Questione os alunos:
  • Mas como como se constrói um telejornal?
  • Quais os materiais que precisamos?
  • O que não pode faltar?
  • Permita que os alunos exponham suas ideias e apresente o vídeo sobre “Como funciona um telejornal” (8:20). No vídeo, os profissionais da TV Sudoeste explicam cada uma das etapas da construção do telejornal, além da contribuição e do papel de cada um para o trabalho final.
  • Questione aos alunos, quais os profissionais que eles mais se identificaram e por quê.

Materiais complementares: Para acessar o vídeo, clique aqui.

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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Projete as instruções no quadro e discuta com os alunos:

1º nome do jornal: Explique que o telejornal será produzido pelos alunos do 4o ano e que abordará notícias/reportagens sobre a escola, ou seja, o nome deve considerar esses aspectos.

2º definir assuntos: Defina coletivamente os assuntos que serão noticiados e a ordem em que vão aparecer no telejornal . Explique que o ideal é que os assunto ou acontecimentos a serem noticiados tenham relação com a vida escola. Exemplos: Chegada de um aluno novo; Recebimento de livros para a biblioteca; Entrevista com a diretora ou algum professor; Entrevista sobre a organização de algum evento na escola ou novo projeto que esteja sendo realizado; Aluno que se machucou ou perdeu algum pertence no recreio, etc.

É interessante anotar no quadro os assuntos que forem surgindo, e depois junto com os alunos, eleger 4 ou 5 reportagens que poderiam ser mais interessantes. Fique atento para o que você considera exequível. Se, por exemplo, os alunos querem fazer uma entrevista com a diretora e ela está ausente, você deve pontuar que essa entrevista não será possível.

3º dividir grupos e tarefas: o tamanho de cada grupo deve corresponder a quantidade de tarefas a serem executadas. Reportagens mais elaboradas, com pesquisa e entrevista podem ter grupos maiores de até 6 alunos. Oriente para que se dividam por interesse sobre os temas e não com o intuito de estar perto dos amigos. Nesse momento, vocês já podem selecionar quem serão os apresentadores, que estarão no “estúdio”: os âncoras, apresentador esportivo (se houver notícias sobre esporte), apresentador da previsão do tempo (se houver). Lembre os alunos que o ideal é que os apresentadores e repórteres (ou entrevistadores) não sejam tímidos e tenham boa dicção.

  • Com os assuntos e grupos já definidos peça para que se sentem juntos para planejar mais especificamente como será cada uma das reportagens. Os apresentadores devem circular pelos grupos, e elaborar comentários ou manchetes diante das notícias. Se houver notícia esportiva o apresentador esportivo deve ficar com esse grupo. Peça para que os apresentadores escrevam o que vão dizer (é possível que depois de pronta a notícia, as manchetes e comentários ainda tenham que sofrer algumas mudanças).

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Orientações:

  • Mostre o esquema de funcionamento do trabalho nos grupos;

1º Planejar como será a reportagem: Os integrantes de cada grupo devem pensar juntos nesse planejamento. Alguns questionamentos que podem ajudar: “O que fazer para a reportagem ficar mais interessante? Vamos fazer colher dados numéricos, fazer comparações, ou registrar por meio de imagens algum fato? Vamos entrevistar alguém? Quais recursos serão necessários?”

2º Produzir em colaboração (ou seja, escrita coletiva) o roteiro: Para a escrita do roteiro da entrevista (se houver) e da reportagem vamos oferecer um modelo de tópicos com o que não podem faltar. Com esse modelo em mãos, os alunos devem escrever as perguntas da entrevista e fazer um esboço das possíveis falas dos repórteres (é provável que as falas mudem quando saírem a campo, mas é bom já ter em mente o foco que vai ser dado para cada reportagem).

  • Dê as seguintes dicas:
  • Os textos das notícias para o telejornal devem ser curtos e objetivos.
  • A saída a campo hoje não é para realizar a reportagem, é apenas para coletar informações, pensar locais, fatos ou pessoas que podem ser filmadas para produzir a reportagem, convidar pessoas para participar da gravação e entrevistas (se possível já marcar o dia).
  • Saindo a campo cada um deve saber o que fazer, algumas funções podem ser: 1 ou 2 alunos para convidar os entrevistados ou pedir permissão para noticiar algum fato que envolva pessoas específicas, 1 ou 2 alunos para falar com pessoas e coletar informações específicas, 1 ou 2 repórteres que “darão a notícia”, outros alunos no apoio para acompanhar o roteiro e orientar o repórter (que durante a gravação estará sem o roteiro em mãos) ou auxiliar em outras tarefas que possam surgir. Como já dito, os repórteres não “darão a notícia” hoje, mas já podem ensaiar e ir ajustando o roteiro durante essa saída.
  • Com tudo pronto, os alunos devem sair a campo. Defina a quantidade de tempo que há disponível para essa saída. Caso tenham planejado alguma entrevista com aluno ou professor, oriente para que apenas realizem o convite e que marquem um horário para realizarem de fato a entrevista.

Materiais complementares: Para imprimir um modelo de roteiro para reportagem e para entrevista, clique aqui.

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Orientações:

  • Após o tempo determinado para a execução das tarefas, proponha que os grupos troquem experiências e que se ajudem. Os colegas podem dar ideias para deixar a reportagem mais interessante ou para solucionar problemas e dificuldades que possam ter tido a ir a campo.
  • Nesse momento é possível que alguma entrevista ou reportagem tenha que ser alterada, ou por não encontrarem o entrevistado ou por que não foram confirmadas informações sobre determinado fato. Se isso ocorrer, aproveite para lembrar que a função do jornalista é também verificar a veracidade dos acontecimentos.
  • Se houver tempo, peça para os grupos se juntarem novamente para reescreverem alguma parte do roteiro que precise de revisão.

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Tempo sugerido: 4 minutos

Orientações:

  • Liste com os alunos, os itens que devem trazer ou confeccionar até a próxima aula, quando serão gravadas as reportagens.
  • Algumas ideias são:
  • Tópicos dos roteiros em cartolina para auxiliar o repórter;
  • Microfone (que pode ser criado com materiais reutilizados como rolo de papel toalha, rolinhos de papel higiênico, papel alumínio, papel reciclado, cartolinas, entre outros.);
  • Roupas específicas para as funções (Por exemplo: roupas mais formais para os âncoras, colete para o cameraman, etc…);
  • Cenário com bancada e pano de fundo (com tecidos como: TNT, toalhas, lençol, etc.).
  • Algumas tarefas deverão ser concluídas durante a semana ou em casa, para que na próxima aula os alunos estejam prontos para fazer as gravações. Dessa forma, possibilite aos alunos um tempo para que elaborem os materiais necessários (cenário, cartazes e microfones), para que continuem com os ensaios, para que marquem ou já realizem as entrevistas e que, se necessário, coletem mais dados pela escola.
  • Caso sua escola tenha alguma câmera fotográfica ou tablet com função de filmagem, já deixe reservado para a próxima aula. Caso contrário, verifique se há combinados mais flexíveis em relação ao uso de celular na escola, e se houver, você pode utilizar o seu celular ou pedir para algum funcionário da escola que te ajude no dia das gravações com outro celular.
  • Na próxima aula, além das gravações será proposta uma edição das cenas do telejornal. Se for possível, ao longo da semana você pode já ir gravando algumas cenas e as entrevistas, de modo que no dia falte apenas as gravações dos apresentadores (em sala) e dos repórteres (na área externa). Assim, é possível que dê tempo e fazer no mesmo dia as gravações que faltam e a edição do vídeo.

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