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Plano de aula > Língua Portuguesa > 3º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Diferenciando discurso direto e indireto

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 3º ano do EF sobre Diferenciando discurso direto e indireto

Plano 07 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Elenir Aparecida De Oliveira Novaes

 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas / provérbios e no campo de atuação Artístico Literário / Vida Cotidiana. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística / semiótica.

Materiais necessários: Quadro, material impresso, lápis, borracha, lápis de cor, dicionário, projetor, papel para fazer um cartaz, caso não tenha condições de oferecer o texto impresso.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós, por meio da escrita, tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz esse gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Essa informação é importante para reconstruirmos os modos como esse gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível on-line).

Dificuldades antecipadas: Alunos que ainda não sabem ler ou escrever convencionalmente necessitam de orientação individual para auxiliar em momentos de leitura e escrita.

Referências sobre o assunto:

VIEIRA, Martha Lourenço. Produção de textos escritos: construção de espaços de interlocução. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG, 2005. pp.11-21. Disponível em: http://www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/files/uploads/Col.%20Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o%20e%20Letramento/Col%20Alf.Let.%2005%20Producao_textos_escritos.pdf. Acesso em 07/12/2018.

Texto para impressão: Disponível aqui

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Organize a sala para a aula. Leia para os alunos o tema da aula.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Questione os conhecimentos dos alunos sobre o significado da palavra discurso.
  • Pegue o dicionário e pesquise com eles o significado, leia todos e, após a leitura, focalize no que precisamos para esta aula. Discursos são as várias possibilidades que o narrador dispões para registrar as falas dos personagens. Procure centrar no significado que define o discurso como oratória em público. Talvez eles se lembrem de situações do cotidiano onde são feitos discursos.
  • Certifique que entenderam que trata-se de alguém transmitindo uma informação para outro, exemplifique que quando você fala sobre um assunto está discursando sobre ele, assim também será na fábula que vamos ler a seguir.
  • Oriente os alunos que você agora vai ler um texto escrito. Questione-os: “como podemos perceber as falas existentes?”. Nesse momento, procure identificar o quanto eles conhecem e percebem os verbos que precedem a fala no texto. Espera-se que eles mencionem os verbos de elocução como indicadores do início das falas dos personagens, como os verbos: disse, respondeu, tornou e replicou. Se eles não identificarem esses elementos, lance o desafio da próxima atividade.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Entregue a cópia impressa do texto ou projete-o para a sala. Faça a leitura para que todos a acompanhem, entonação e voz adequadas ao contexto, ampliando ou diminuindo sons dos personagens, fazendo suspense em um ponto da narrativa, pausando e questionando sobre o que acham que virá.
  • Questione sobre quem são os personagens, suas características, qual foi a expressão que mostra o conflito inicial, qual foi a resolução e finalmente, qual foi a moral que esta fábula quis trazer para reflexão do leitor. Peça que ao encontrarem as respostas no texto, comprovem com uma frase ou expressão no texto.
  • Peça para os alunos encontrarem no texto quais os sinais de pontuação existentes. Ao encontrarem, peça que expliquem cada ponto. Espera-se que digam que o ponto de interrogação serve para indicar uma pergunta ou dúvida, ponto de exclamação indica a expressão de um sentimento, dois-pontos indicam que um personagem irá falar, ponto final, indica o fim de uma ideia. Travessão indica a fala e também separa a fala do personagem e a do narrador. Espera-se que eles percebam que as falas são precedidas de pontuação específica (dois pontos e travessão). Se os alunos não chegarem a essa resposta, peça que eles pintem a pontuação do texto e vá questionando sobre a função de cada uma delas dando ênfase à pontuação que introduz as falas. Ex.: Por que no final de algumas frases é usado o ponto final? Espera-se que eles respondam que é porque a informação que foi dada está completa. Em quais momentos aparecem os dois pontos no texto? Espera-se que eles observem que sempre antes de uma fala. E quando aparecem os travessões? Espera-se que percebam que o travessão precede a fala dos personagens. Se eles não mencionarem os verbos de elocução releia os diálogos enfatizando os verbos: disse, respondeu, tornou e replicou.

Material complementar:

ABREU, A. R. O lobo e o cordeiro. In: Ana Rosa Abreu et al. Alfabetização: livro do aluno. Brasília: FUNDESCOLA/SEFMEC, 2000. 3 v.: 128 p. n. 2. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 07/12/2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Monte um quadro explicativo, junto com os alunos. Nele, registre as informações relevantes que surgiram como resultado da reflexão da atividade anterior.
  • Peça que depois da análise dos sinais de pontuação existentes, possam completar este quadro, nomeando-os e explicando sua função dentro deste texto. Esperamos que citem os sinais de pontuação existentes na tabela o slide 5.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Passe no quadro um trecho do texto, ou peça que leiam na folha impressa. Desafie os alunos a elaborarem as falas dos personagens contando o que eles falaram (discurso indireto) no lugar das falas diretas (discurso direto).
  • Faça uma lista com os alunos de palavras que eles acham que indicam que algum personagem irá começar um discurso. Espera-se que digam os verbos: falou, exclamou, perguntou, respondeu e disse.
  • Reescreva coletivamente, o trecho lido, sem que apareçam as falas dos personagens, como se os alunos fossem os narradores observando a cena. O professor sendo o condutor e escriba, os alunos discutindo entre si e firmando-se numa resposta coletiva. Introduza o termos discurso direto e indireto com a turma, a partir destas observações que fizeram anteriormente.
  • Questione com os alunos as mudanças observadas. Espera-se que digam que não apareceram os travessões, mas que palavras que indicam ações e falas (verbos de elocução) permaneceram na reescrita. Eles podem observar também a mudança do tempo verbal e o acréscimo da palavra “que”, mas a ênfase será na pontuação e nos verbos de elocução.
  • Sugestão de reescrita:

Um lobo estava bebendo água num riacho. Um cordeirinho chegou e também começou a beber, um pouco mais para baixo.

O lobo arreganhou os dentes e disse ao cordeiro que ele tinha muita ousadia em vir até ali, sujar a água que ele estava bebendo.

O cordeiro respondeu que a água corria do lobo para baixo e como ele estava mais para baixo não estava sujando nada.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Organize os alunos em duplas, com saberes diferentes para que possam ajudar-se e garantir maior circulação de informações.
  • Peça que escrevam o que aprenderam sobre a aula de hoje através de uma tabela, que poderá ser escrita no quadro e os alunos copiam no caderno.
  • Relembre oralmente todos os passos vistos na aula, para muní-los de informações que poderão ser úteis em seu processo de organização do pensamento. Espera-se que os alunos digam que numa narrativa podemos distinguir pelo menos duas vozes: narrador e dos personagens, que há um discurso para registrar as falas dos personagens, que pode ser direto ou indireto. No discurso direto, aparecem os sinais de pontuação e palavras (verbos) que dão voz aos personagens, de um lado tem um que fala e do outro lado alguém que responde. Há uma pontuação específica, no caso do texto usado nesta aula, o travessão, para identificar onde estão estas falas, no discurso direto mostramos uma fala como se fosse exatamente as palavras ditas, e, no discurso indireto, não mostramos as palavras, mas sim as ideias do outro. No caso dos verbos de enunciação, poderão citar os que observaram na atividade anterior.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas / provérbios e no campo de atuação Artístico Literário / Vida Cotidiana. A aula faz parte do módulo de Análise Linguística / semiótica.

Materiais necessários: Quadro, material impresso, lápis, borracha, lápis de cor, dicionário, projetor, papel para fazer um cartaz, caso não tenha condições de oferecer o texto impresso.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós, por meio da escrita, tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz esse gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Essa informação é importante para reconstruirmos os modos como esse gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível on-line).

Dificuldades antecipadas: Alunos que ainda não sabem ler ou escrever convencionalmente necessitam de orientação individual para auxiliar em momentos de leitura e escrita.

Referências sobre o assunto:

VIEIRA, Martha Lourenço. Produção de textos escritos: construção de espaços de interlocução. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG, 2005. pp.11-21. Disponível em: http://www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/files/uploads/Col.%20Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o%20e%20Letramento/Col%20Alf.Let.%2005%20Producao_textos_escritos.pdf. Acesso em 07/12/2018.

Texto para impressão: Disponível aqui

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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Organize a sala para a aula. Leia para os alunos o tema da aula.

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Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Questione os conhecimentos dos alunos sobre o significado da palavra discurso.
  • Pegue o dicionário e pesquise com eles o significado, leia todos e, após a leitura, focalize no que precisamos para esta aula. Discursos são as várias possibilidades que o narrador dispões para registrar as falas dos personagens. Procure centrar no significado que define o discurso como oratória em público. Talvez eles se lembrem de situações do cotidiano onde são feitos discursos.
  • Certifique que entenderam que trata-se de alguém transmitindo uma informação para outro, exemplifique que quando você fala sobre um assunto está discursando sobre ele, assim também será na fábula que vamos ler a seguir.
  • Oriente os alunos que você agora vai ler um texto escrito. Questione-os: “como podemos perceber as falas existentes?”. Nesse momento, procure identificar o quanto eles conhecem e percebem os verbos que precedem a fala no texto. Espera-se que eles mencionem os verbos de elocução como indicadores do início das falas dos personagens, como os verbos: disse, respondeu, tornou e replicou. Se eles não identificarem esses elementos, lance o desafio da próxima atividade.
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Tempo sugerido: 35 minutos

Orientações:

  • Entregue a cópia impressa do texto ou projete-o para a sala. Faça a leitura para que todos a acompanhem, entonação e voz adequadas ao contexto, ampliando ou diminuindo sons dos personagens, fazendo suspense em um ponto da narrativa, pausando e questionando sobre o que acham que virá.
  • Questione sobre quem são os personagens, suas características, qual foi a expressão que mostra o conflito inicial, qual foi a resolução e finalmente, qual foi a moral que esta fábula quis trazer para reflexão do leitor. Peça que ao encontrarem as respostas no texto, comprovem com uma frase ou expressão no texto.
  • Peça para os alunos encontrarem no texto quais os sinais de pontuação existentes. Ao encontrarem, peça que expliquem cada ponto. Espera-se que digam que o ponto de interrogação serve para indicar uma pergunta ou dúvida, ponto de exclamação indica a expressão de um sentimento, dois-pontos indicam que um personagem irá falar, ponto final, indica o fim de uma ideia. Travessão indica a fala e também separa a fala do personagem e a do narrador. Espera-se que eles percebam que as falas são precedidas de pontuação específica (dois pontos e travessão). Se os alunos não chegarem a essa resposta, peça que eles pintem a pontuação do texto e vá questionando sobre a função de cada uma delas dando ênfase à pontuação que introduz as falas. Ex.: Por que no final de algumas frases é usado o ponto final? Espera-se que eles respondam que é porque a informação que foi dada está completa. Em quais momentos aparecem os dois pontos no texto? Espera-se que eles observem que sempre antes de uma fala. E quando aparecem os travessões? Espera-se que percebam que o travessão precede a fala dos personagens. Se eles não mencionarem os verbos de elocução releia os diálogos enfatizando os verbos: disse, respondeu, tornou e replicou.

Material complementar:

ABREU, A. R. O lobo e o cordeiro. In: Ana Rosa Abreu et al. Alfabetização: livro do aluno. Brasília: FUNDESCOLA/SEFMEC, 2000. 3 v.: 128 p. n. 2. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000589.pdf. Acesso em 07/12/2018.

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Orientações:

  • Monte um quadro explicativo, junto com os alunos. Nele, registre as informações relevantes que surgiram como resultado da reflexão da atividade anterior.
  • Peça que depois da análise dos sinais de pontuação existentes, possam completar este quadro, nomeando-os e explicando sua função dentro deste texto. Esperamos que citem os sinais de pontuação existentes na tabela o slide 5.
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Orientações:

  • Passe no quadro um trecho do texto, ou peça que leiam na folha impressa. Desafie os alunos a elaborarem as falas dos personagens contando o que eles falaram (discurso indireto) no lugar das falas diretas (discurso direto).
  • Faça uma lista com os alunos de palavras que eles acham que indicam que algum personagem irá começar um discurso. Espera-se que digam os verbos: falou, exclamou, perguntou, respondeu e disse.
  • Reescreva coletivamente, o trecho lido, sem que apareçam as falas dos personagens, como se os alunos fossem os narradores observando a cena. O professor sendo o condutor e escriba, os alunos discutindo entre si e firmando-se numa resposta coletiva. Introduza o termos discurso direto e indireto com a turma, a partir destas observações que fizeram anteriormente.
  • Questione com os alunos as mudanças observadas. Espera-se que digam que não apareceram os travessões, mas que palavras que indicam ações e falas (verbos de elocução) permaneceram na reescrita. Eles podem observar também a mudança do tempo verbal e o acréscimo da palavra “que”, mas a ênfase será na pontuação e nos verbos de elocução.
  • Sugestão de reescrita:

Um lobo estava bebendo água num riacho. Um cordeirinho chegou e também começou a beber, um pouco mais para baixo.

O lobo arreganhou os dentes e disse ao cordeiro que ele tinha muita ousadia em vir até ali, sujar a água que ele estava bebendo.

O cordeiro respondeu que a água corria do lobo para baixo e como ele estava mais para baixo não estava sujando nada.

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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Organize os alunos em duplas, com saberes diferentes para que possam ajudar-se e garantir maior circulação de informações.
  • Peça que escrevam o que aprenderam sobre a aula de hoje através de uma tabela, que poderá ser escrita no quadro e os alunos copiam no caderno.
  • Relembre oralmente todos os passos vistos na aula, para muní-los de informações que poderão ser úteis em seu processo de organização do pensamento. Espera-se que os alunos digam que numa narrativa podemos distinguir pelo menos duas vozes: narrador e dos personagens, que há um discurso para registrar as falas dos personagens, que pode ser direto ou indireto. No discurso direto, aparecem os sinais de pontuação e palavras (verbos) que dão voz aos personagens, de um lado tem um que fala e do outro lado alguém que responde. Há uma pontuação específica, no caso do texto usado nesta aula, o travessão, para identificar onde estão estas falas, no discurso direto mostramos uma fala como se fosse exatamente as palavras ditas, e, no discurso indireto, não mostramos as palavras, mas sim as ideias do outro. No caso dos verbos de enunciação, poderão citar os que observaram na atividade anterior.
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