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Plano de aula > Língua Portuguesa > 6º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - O estilo na linguagem do entrevistado e do entrevistador

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 6º ano do EF sobre O estilo na linguagem do entrevistado e do entrevistador

Plano 07 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Carolina Cristovão De Macedo

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero entrevista e no campo de atuação jornalístico/midiático. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Computador com acesso à internet e caixas de som (em alternativa, músicas do cantor Criolo e um aparelho de som); texto impresso da entrevista para cada aluno;

Informações sobre o gênero: A entrevista é um gênero de caráter interacional, geralmente entre duas pessoas, organizado em turnos com uma pequena introdução sobre o entrevistado e o tema. O intercâmbio pode ser registrado em áudio e/ou vídeo e assim ser exibido (nos suportes em que a linguagem audiovisual é permitida), ou ser posteriormente transcrita e editada para publicação por escrito. A entrevista ainda pode ser feita com a interação já por escrito (por e-mail, por exemplo). O objetivo desse gênero é obter informações sobre a pessoa entrevistada ou sobre um tema/fato que a envolva. Para mais informações sobre o gênero: MEDINA, C. Entrevista - O diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem ter dificuldades para reconhecer o perfil dos interlocutores a partir das marcas linguísticas, semióticas e discursivas do texto; Os alunos podem não estar acostumados a identificar pistas/marcas no texto jornalístico. Podem não perceber que há um posicionamento, um viés político, uma intencionalidade.

Referências sobre o assunto:

MEDINA, Cremilda. Entrevista. In: MELO, José Marques (org). Gêneros Jornalísticos na Folha de São Paulo. Editora FTD: São Paulo, 1987.

FARIA, Maria Alice; ZANCHETTA JR., Juvenal. Para ler e fazer o jornal na sala de aula. Contexto: São Paulo, 2002. p. 57-60.

CERQUEIRA NETO, J. C.; SANTOS, A. P. A entrevista como um gênero do discurso: Conceitos e fundamentos. Travessias, v. 11, p. 244-269, 2017.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Projete ou diga aos alunos o tema da aula.
  • Na tríade que define um gênero do discurso, o estilo é o pilar que envolve a escolha de vocábulos, as relações entre os participantes e com o leitor, a maneira como a linguagem é manipulada para se atingir os fins que se deseja.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Diga aos alunos que lerão uma entrevista com o cantor Criolo sobre seu novo álbum, “Espiral de ilusão”.
  • Toque trechos de algumas das músicas do novo álbum do cantor e pergunte se os alunos conhecem Criolo. As músicas do álbum “Espiral de Ilusão” estão disponíveis no site do cantor. Disponível em: <http://www.criolo.net/espiral/>. Acesso em: 5 out. 2018.
  • Recolha as informações que os alunos trouxerem sobre o cantor e complemente, se necessário. Caso os alunos não conheçam o músico, faça uma breve apresentação dele.
  • Informações sobre o artista: Criolo é o nome artístico de Kleber Cavalcante Gomes (1975-), que atua como cantor, compositor, rapper e ator. É considerado um dos cantores brasileiros contemporâneos mais importantes. Com músicas predominantemente de caráter social, Criolo já foi indicado para diversos prêmios, e venceu alguns. Dentre eles se destaca o prêmio MTV de música do ano de 2011, com a faixa “Não existe amor em SP”. Com influências de vários estilos musicais, Criolo adotou o rap no início de sua carreira, com algumas produções e interpretações de samba. O álbum “Espiral de Ilusão” (2017) traz uma preferência clara pelo samba nos últimos trabalhos do músico.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Proponha aos alunos uma leitura compartilhada do texto. Pode-se dividir a leitura em voz alta entre você (que lê a introdução) e 2 alunos (um para ler os turnos do entrevistador e outro para o turno do entrevistado), por exemplo. Escolha a forma de leitura mais conveniente para seu contexto.

Texto: “Criolo lança disco de samba e diz: 'O rap me fez ser alguém no mundo' ”, Alexandre de Paula. Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/05/14/interna_diversao_arte,594671/entrevista-com-criolo-sobre-disco-de-samba.shtml>. Acesso em: 5 out. 2018.

  • Durante a leitura, peça que todos os alunos acompanhem com um lápis/caneta/ou marca-texto em mãos e destaquem todas as palavras, expressões e/ou frases que chamarem a atenção. Caso necessário, explique que as passagens a serem grifadas podem ser uma forma de tratamento, uma frase que acharem bonita ou chocante, uma gíria, alguma passagem engraçada, uma pergunta bem feita, uma expressão inesperada, a forma como defende um ponto de vista etc. Qualquer coisa que julgarem interessante. Procure deixar os alunos livres para observarem o texto e não restringir a leitura a um ou outro aspecto.
  • Após a leitura, disponha os alunos em círculo (com carteiras, cadeiras, ou mesmo sentando-se no chão). Sente-se também com os alunos, fazendo parte do círculo, pois essa disposição apaga um pouco a imagem hierárquica e propicia uma troca mais livre de informações.
  • Faça uma roda de conversa sobre o texto e os trechos evidenciados, em que os alunos citam e comentam as passagens grifadas, procurando explicar porque aquela palavra ou passagem é interessante para ele.
  • Você, então, vai recolhendo as informações dos alunos, comentando e auxiliando na discussão. Espera-se que os alunos notem algumas escolhas lexicais e discursivas de Criolo, que permitem reconhecer sua forma coloquial (“colocar o disco para rolar”, “um cara que escutava samba pra caramba”, “sambinha”, “Quando fui ver, tinha um bocado”, “Foi um tantão de sambas nascendo, aí juntamos tudo e escolhemos as músicas”, “É importante pra caramba esse tipo de coisa”) e ao mesmo tempo mística e poética de se expressar (“É difícil falar pelo outro, mas se você tem a sua fé e a sua esperança, isso é tão natural…”, “Naturalmente, as experiências brotam no meio de tudo o que você está fazendo.”, “A energia, a verdade da pessoa aparecem ali e fica um pouco a cara e o coração de quem fez”, “tem coisas que marcam na alma”, “Fazia sempre quando a emoção vinha em forma de samba”, “Isso acabou inundando todo mundo.”). É possível discutir nesse momento qual a intenção de se usar uma linguagem assim e que variáveis podem levar a tais escolhas. Pode-se observar também sinais de criticidade e expressão de um ponto de vista (“É só você pensar o contrário e perguntar: “O que não falta?”. É cruel isso, é cruel falar do que falta, porque, na verdade, o que não falta? Mas nosso povo está completamente abandonado, nossa nação está completamente abandonada.”). Pode-se citar ainda a pergunta feita sobre o termo “traveco” em uma de suas músicas, e refletir sobre a carga de significado do termo e os motivos que fizeram o compositor retirá-lo de sua música, abordando assim também as questões de gênero e o posicionamento do cantor a respeito. Espera-se ainda que os alunos verifiquem algumas marcas de oralidade típicas do gênero (“Cria do rap, Criolo sempre compôs um sambinha aqui, outro ali.”, “Existe uma relação familiar muito forte nisso, né?”, “Olha,…”, além de marcas de pessoa (eu nas respostas, você nas perguntas - que pode indicar origem geográfica dos falantes - o você impessoal - “É difícil falar pelo outro, mas se você tem a sua fé e a sua esperança, isso é tão natural…” , etc.). Sobre as perguntas, pode-se notar que algumas ajudam o entrevistado e se expressar (com interrogativos tais “como” “de que maneira”) e outras que limitam a resposta (tais aquelas fechadas, cujas respostas são sim ou não).
  • Caso os alunos tenham dificuldade de analisar a forma de expressão presente no texto, oriente com perguntas como: Esse texto tem um tom formal ou informal? Como podemos perceber? Alguma frase poderia estar em uma poesia ao invés de em uma entrevista? O entrevistado exprime alguma opinião? Vamos ver como entrevistador ou entrevistado se tratam?

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça um fechamento explicando que toda escolha de linguagem em um texto (registro formal ou informal, inserir uma gíria, preferir um tratamento a outro, etc.) revelam o que se chama estilo, tanto do texto quanto dos seus participantes. E finalize com a pergunta do slide.
  • Espera-se que os alunos definam o estilo como informal, amigável, poético. Os motivos para as escolhas elencadas podem ser diversos. Mas os alunos podem citar o estilo musical do cantor (samba e rap são ritmos populares de origem urbana periférica), o suporte (em que jornal ou revista o texto é publicado), a condução do entrevistador (a linguagem das perguntas podem induzir escolhas linguísticas nas respostas), tentativa de criar proximidade ou distanciamento, o assunto ou tema da entrevista, dentre outros fatores.
  • É importante que os alunos compreendam que o estilo tem uma razão de ser, isto é, não são escolhas casuais ou gratuitas, mas refletem formas de ver o mundo e de se posicionar diante dele em diversos contextos.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sétima aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero entrevista e no campo de atuação jornalístico/midiático. A aula faz parte do módulo de análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Computador com acesso à internet e caixas de som (em alternativa, músicas do cantor Criolo e um aparelho de som); texto impresso da entrevista para cada aluno;

Informações sobre o gênero: A entrevista é um gênero de caráter interacional, geralmente entre duas pessoas, organizado em turnos com uma pequena introdução sobre o entrevistado e o tema. O intercâmbio pode ser registrado em áudio e/ou vídeo e assim ser exibido (nos suportes em que a linguagem audiovisual é permitida), ou ser posteriormente transcrita e editada para publicação por escrito. A entrevista ainda pode ser feita com a interação já por escrito (por e-mail, por exemplo). O objetivo desse gênero é obter informações sobre a pessoa entrevistada ou sobre um tema/fato que a envolva. Para mais informações sobre o gênero: MEDINA, C. Entrevista - O diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem ter dificuldades para reconhecer o perfil dos interlocutores a partir das marcas linguísticas, semióticas e discursivas do texto; Os alunos podem não estar acostumados a identificar pistas/marcas no texto jornalístico. Podem não perceber que há um posicionamento, um viés político, uma intencionalidade.

Referências sobre o assunto:

MEDINA, Cremilda. Entrevista. In: MELO, José Marques (org). Gêneros Jornalísticos na Folha de São Paulo. Editora FTD: São Paulo, 1987.

FARIA, Maria Alice; ZANCHETTA JR., Juvenal. Para ler e fazer o jornal na sala de aula. Contexto: São Paulo, 2002. p. 57-60.

CERQUEIRA NETO, J. C.; SANTOS, A. P. A entrevista como um gênero do discurso: Conceitos e fundamentos. Travessias, v. 11, p. 244-269, 2017.

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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Projete ou diga aos alunos o tema da aula.
  • Na tríade que define um gênero do discurso, o estilo é o pilar que envolve a escolha de vocábulos, as relações entre os participantes e com o leitor, a maneira como a linguagem é manipulada para se atingir os fins que se deseja.

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Tempo sugerido: 08 minutos

Orientações:

  • Diga aos alunos que lerão uma entrevista com o cantor Criolo sobre seu novo álbum, “Espiral de ilusão”.
  • Toque trechos de algumas das músicas do novo álbum do cantor e pergunte se os alunos conhecem Criolo. As músicas do álbum “Espiral de Ilusão” estão disponíveis no site do cantor. Disponível em: <http://www.criolo.net/espiral/>. Acesso em: 5 out. 2018.
  • Recolha as informações que os alunos trouxerem sobre o cantor e complemente, se necessário. Caso os alunos não conheçam o músico, faça uma breve apresentação dele.
  • Informações sobre o artista: Criolo é o nome artístico de Kleber Cavalcante Gomes (1975-), que atua como cantor, compositor, rapper e ator. É considerado um dos cantores brasileiros contemporâneos mais importantes. Com músicas predominantemente de caráter social, Criolo já foi indicado para diversos prêmios, e venceu alguns. Dentre eles se destaca o prêmio MTV de música do ano de 2011, com a faixa “Não existe amor em SP”. Com influências de vários estilos musicais, Criolo adotou o rap no início de sua carreira, com algumas produções e interpretações de samba. O álbum “Espiral de Ilusão” (2017) traz uma preferência clara pelo samba nos últimos trabalhos do músico.

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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Proponha aos alunos uma leitura compartilhada do texto. Pode-se dividir a leitura em voz alta entre você (que lê a introdução) e 2 alunos (um para ler os turnos do entrevistador e outro para o turno do entrevistado), por exemplo. Escolha a forma de leitura mais conveniente para seu contexto.

Texto: “Criolo lança disco de samba e diz: 'O rap me fez ser alguém no mundo' ”, Alexandre de Paula. Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/05/14/interna_diversao_arte,594671/entrevista-com-criolo-sobre-disco-de-samba.shtml>. Acesso em: 5 out. 2018.

  • Durante a leitura, peça que todos os alunos acompanhem com um lápis/caneta/ou marca-texto em mãos e destaquem todas as palavras, expressões e/ou frases que chamarem a atenção. Caso necessário, explique que as passagens a serem grifadas podem ser uma forma de tratamento, uma frase que acharem bonita ou chocante, uma gíria, alguma passagem engraçada, uma pergunta bem feita, uma expressão inesperada, a forma como defende um ponto de vista etc. Qualquer coisa que julgarem interessante. Procure deixar os alunos livres para observarem o texto e não restringir a leitura a um ou outro aspecto.
  • Após a leitura, disponha os alunos em círculo (com carteiras, cadeiras, ou mesmo sentando-se no chão). Sente-se também com os alunos, fazendo parte do círculo, pois essa disposição apaga um pouco a imagem hierárquica e propicia uma troca mais livre de informações.
  • Faça uma roda de conversa sobre o texto e os trechos evidenciados, em que os alunos citam e comentam as passagens grifadas, procurando explicar porque aquela palavra ou passagem é interessante para ele.
  • Você, então, vai recolhendo as informações dos alunos, comentando e auxiliando na discussão. Espera-se que os alunos notem algumas escolhas lexicais e discursivas de Criolo, que permitem reconhecer sua forma coloquial (“colocar o disco para rolar”, “um cara que escutava samba pra caramba”, “sambinha”, “Quando fui ver, tinha um bocado”, “Foi um tantão de sambas nascendo, aí juntamos tudo e escolhemos as músicas”, “É importante pra caramba esse tipo de coisa”) e ao mesmo tempo mística e poética de se expressar (“É difícil falar pelo outro, mas se você tem a sua fé e a sua esperança, isso é tão natural…”, “Naturalmente, as experiências brotam no meio de tudo o que você está fazendo.”, “A energia, a verdade da pessoa aparecem ali e fica um pouco a cara e o coração de quem fez”, “tem coisas que marcam na alma”, “Fazia sempre quando a emoção vinha em forma de samba”, “Isso acabou inundando todo mundo.”). É possível discutir nesse momento qual a intenção de se usar uma linguagem assim e que variáveis podem levar a tais escolhas. Pode-se observar também sinais de criticidade e expressão de um ponto de vista (“É só você pensar o contrário e perguntar: “O que não falta?”. É cruel isso, é cruel falar do que falta, porque, na verdade, o que não falta? Mas nosso povo está completamente abandonado, nossa nação está completamente abandonada.”). Pode-se citar ainda a pergunta feita sobre o termo “traveco” em uma de suas músicas, e refletir sobre a carga de significado do termo e os motivos que fizeram o compositor retirá-lo de sua música, abordando assim também as questões de gênero e o posicionamento do cantor a respeito. Espera-se ainda que os alunos verifiquem algumas marcas de oralidade típicas do gênero (“Cria do rap, Criolo sempre compôs um sambinha aqui, outro ali.”, “Existe uma relação familiar muito forte nisso, né?”, “Olha,…”, além de marcas de pessoa (eu nas respostas, você nas perguntas - que pode indicar origem geográfica dos falantes - o você impessoal - “É difícil falar pelo outro, mas se você tem a sua fé e a sua esperança, isso é tão natural…” , etc.). Sobre as perguntas, pode-se notar que algumas ajudam o entrevistado e se expressar (com interrogativos tais “como” “de que maneira”) e outras que limitam a resposta (tais aquelas fechadas, cujas respostas são sim ou não).
  • Caso os alunos tenham dificuldade de analisar a forma de expressão presente no texto, oriente com perguntas como: Esse texto tem um tom formal ou informal? Como podemos perceber? Alguma frase poderia estar em uma poesia ao invés de em uma entrevista? O entrevistado exprime alguma opinião? Vamos ver como entrevistador ou entrevistado se tratam?

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Faça um fechamento explicando que toda escolha de linguagem em um texto (registro formal ou informal, inserir uma gíria, preferir um tratamento a outro, etc.) revelam o que se chama estilo, tanto do texto quanto dos seus participantes. E finalize com a pergunta do slide.
  • Espera-se que os alunos definam o estilo como informal, amigável, poético. Os motivos para as escolhas elencadas podem ser diversos. Mas os alunos podem citar o estilo musical do cantor (samba e rap são ritmos populares de origem urbana periférica), o suporte (em que jornal ou revista o texto é publicado), a condução do entrevistador (a linguagem das perguntas podem induzir escolhas linguísticas nas respostas), tentativa de criar proximidade ou distanciamento, o assunto ou tema da entrevista, dentre outros fatores.
  • É importante que os alunos compreendam que o estilo tem uma razão de ser, isto é, não são escolhas casuais ou gratuitas, mas refletem formas de ver o mundo e de se posicionar diante dele em diversos contextos.

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