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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - A utilização de figuras de linguagem no gênero Conto de suspense e terror

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do EF sobre A utilização de figuras de linguagem no gênero Conto de suspense e terror

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Joice Eloi Guimarães

Sugestão de adaptação para ensino remoto

Recursos indicados
- Necessários:
Plataforma de mensagens, áudio e vídeos, como o WhatsApp;
Mentímeter (tutorial dispoível aqui).

- Opcionais:
Google Meet (tutorial disponível aqui).

Tema
Questione os alunos a respeito do que sabem sobre “figuras de linguagem”. Para isso, utilize um modelo de nuvem de respostas do Mentímeter (veja o tutorial em Materiais opcionais). Encaminhe ao grupo da turma, via WhatsApp, o link do Mentímeter criado por você. Explique que o conceito a ser trabalhado será relacionado ao gênero Conto de suspense e terror. Compartilhe com os alunos a nuvem de respostas criada com a devolutiva da turma.

Introdução
Encaminhe aos alunos um vídeo explicando que, dependendo da intencionalidade comunicativa, do locutor e do gênero em que nos expressamos, podemos usar a linguagem no seu sentido literal ou no sentido figurado. Na esfera literária em que se insere o gênero Conto de suspense e terror, é comum a utilização da linguagem no sentido figurado por meio do emprego de diferentes estratégias. Pergunte a eles o que entendem por “sentido figurado”. Avise-os que, nesta aula, eles conhecerão algumas dessas estratégias utilizando, para tanto, trechos de um conto de suspense e terror intitulado “A dança dos ossos”, de Bernardo Guimarães, romancista e poeta brasileiro do século XIX, cuja obra mais famosa é o romance “A escrava Isaura”.

Desenvolvimento
Encaminhe aos alunos, como anexo (PDF ou Word) via WhatsApp, trechos do conto (veja no plano original). Peça que os alunos leiam atentamente os trechos. Instigue-os a pensar a respeito da utilização da linguagem tendo em vista o que foi falado anteriormente. É importante que os alunos percebam que, nos trechos selecionados, a linguagem é utilizada expressando sentidos além daqueles literalmente conhecidos. Para ajudá-los nesse entendimento, faça perguntas como: é possível os ossos dançarem? Campinas serem risonhas? A noite cair? As pessoas dormirem como passarinhos? O coração não bater quando se está vivo? Mostre que, apesar de essas coisas não serem literalmente possíveis, ao utilizar a linguagem desta forma o autor atribui à linguagem um efeito de sentido figurado, que se constitui como um recurso linguístico que confere maior expressividade e estilo ao texto. Reencaminhe os trechos, agora com as figuras de linguagem destacadas e nomeadas. Apresente um esquema com as figuras de linguagem mostradas anteriormente (veja um exemplo de esquema no plano original). No mesmo documento, explique aos alunos que as figuras de linguagem podem ser subdivididas em: figuras de palavras, figuras de pensamento e figuras de construção. Entretanto, essa subdivisão não será tratada nesta aula, cujo foco é reconhecer e compreender algumas figuras de linguagem. Aborde também o grande número de figuras de linguagem existentes e, caso tenham interesse em conhecê-las, incentive-os a pesquisar sobre o assunto na internet ou consultando livros, familiares e amigos. Explique a definição de cada uma das figuras de linguagem e dê exemplos, conforme constam na tabela. Reforce, durante a explicação, a diferença entre a metáfora e a comparação: apesar de ambas empregarem, por analogia, as palavras fora do seu sentido normal, a comparação usa alguns termos de conexão para comparar características entre dois ou mais elementos, enquanto a metáfora, não. Peça que os alunos deem exemplos empregando as figuras de linguagem apresentadas para verificar se o conceito foi compreendido. Sugira que socializem esses exemplos  primeiramente com você, por meio de fotos encaminhadas pelo WhatsApp, no privado.
Em seguida, proponha que os alunos se organizem em grupos de três ou quatro estudantes para realizar uma atividade coletivamente, discutindo e trocando ideias durante o desenvolvimento da mesma. Para isso, sugira que se comuniquem por chamada de vídeo, no WhatsApp. Encaminhe o trecho do conto “A dança dos ossos” no grupo da sala. Instrua os alunos a identificar e classificar as figuras de linguagem presentes nesse trecho. Marque um tempo (minutos) para a devolutiva dos grupos e reencaminhe o trecho do conto com as figuras de linguagem destacadas e suas respectivas nomenclaturas. Chame a atenção dos alunos para o fato de esse ser apenas um trecho adaptado do conto “A dança dos ossos”, e incentive-os a ler a versão original e completa, disponível no site Domínio Público.

Fechamento
Peça que os alunos escrevam quatro frases utilizando as figuras de linguagem estudadas nesta aula. Para isso, retome o Mentímeter. Crie, no suporte online, 4 opções de frases para que os alunos as completem. Socialize o Mentímeter via WhatsApp ou por meio de uma reunião no Google Meet (veja o tutorial do Meet em Recursos opcionais). Foque na relação figuras de linguagem em Contos de terror e suspense.

Convite às famílias
As famílias podem ser convidadas a brincar com os alunos e com os sentidos das palavras. O aluno pode explicar a seu familiar sobre as figuras de linguagem, e os familiares podem tentar encaixá-las em frases horripilantes, próprias de Contos de terror e suspense.

Sugestão Enviada Por: Michele Batista


Código: LPO8_01SQA08

(EF69LP54) Analisar os efeitos de sentido decorrentes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos paralinguísticos e cinésicos, como as variações no ritmo, as modulações no tom de voz, as pausas, as manipulações do estrato sonoro da linguagem, obtidos por meio da estrofação, das rimas e de figuras de linguagem como as aliterações, as assonâncias, as onomatopeias, dentre outras, a postura corporal e a gestualidade, na declamação de poemas, apresentações musicais e teatrais, tanto em gêneros em prosa quanto nos gêneros poéticos, os efeitos de sentido decorrentes do emprego de figuras de linguagem, tais como comparação, metáfora, personificação, metonímia, hipérbole, eufemismo, ironia, paradoxo e antítese e os efeitos de sentido decorrentes do emprego de palavras e expressões denotativas e conotativas (adjetivos, locuções adjetivas, orações subordinadas adjetivas etc.), que funcionam como modificadores, percebendo sua função na caracterização dos espaços, tempos, personagens e ações próprios de cada gênero narrativo.


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