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Plano de aula > Língua Portuguesa > 7º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - As conjunções na Carta de solicitação

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 7º ano do Fundamental sobre conjunções

Plano 08 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Katia Nelsina Pereira Chiaradia

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Sobre este plano select-down

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Dificuldades antecipadas: É provável que os estudantes tenham dificuldade em escolher seus pares de trabalho. Você pode auxiliá-los estabelecendo critérios para a formação das duplas.

Informações sobre o gênero Carta de solicitação: Carta formal em que o emissor formaliza um pedido ao destinatário. Diferentemente de uma Carta de reclamação, o produtor da Carta de solicitação não necessariamente considera que tem um direito assegurado, mas acredita que seu interlocutor poderá atendê-lo. Por isso, além de explicitar a solicitação, deve ter forte base argumentativa.

Referências sobre o assunto:

BARBOSA, Jacqueline P. e ROJO, Roxane. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. Editora Parábola, 2015.

BARBOSA, Jacqueline P. Carta de solicitação e carta de reclamação. São Paulo: FTD, 2005. Coleção Trabalhando com os gêneros do discurso.

Programa de formação da Prefeitura – 2010 - Cadernos de apoio a aprendizagem 7º ano, parte 1 e parte 2 - Fazendo pedidos: cartas de solicitação e requerimento. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.

DOLZ, Joaquim e SCHNEUWLY, Bernard (orgs.). Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Tema da aula select-down

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Tempo sugerido: 4 minutos.

Orientações:

  • Exponha o título da aula aos alunos por meio de um projetor ou escreva-o no quadro. Pergunte se eles sabe o que são conjunções. Se necessário e se for possível, peça que os estudantes busquem o termo no material escolar ou em uma gramática. Ajude-os a concluir que a conjunção ajuda na exposição de um ponto de vista. Se houver dúvidas, relembre as discussões realizadas no Plano 7.
  • Uma vez tendo definido o termo, anuncie que os alunos participação de um jogo sobre operadores argumentativos ao longo da aula.

Introdução select-down

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Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Na introdução desta aula temos como objetivo caracterizar alguns elementos referentes ao contexto de produção da Carta de solicitação que será base da atividade. Para isso, serão discutidas questões sobre a moradia no Brasil. Assim, inicialmente, sugerimos, caso considere interessante, retomar aspectos sobre a Constituição do país. Tais aspectos poderão ser atrelados à charge e ao gráfico do slide acima. Neste caso, é possível perguntar se eles já ouviram falar sobre a Constituição do Brasil e, se já ouviram, o que seria ela. Deixe os estudantes formularem suas hipóteses e explicações para esta pergunta. Com base nas contribuições, construa a explicação de que a Constituição é o conjunto de leis e regras que organizam o funcionamento do país. Faça referência ao artigo 6º, da Constituição, aquele que se refere aos direitos fundamentais. Entre estes direitos está o direito à moradia. Ou seja, explique que todos no país deveriam ter acesso à moradia.
  • Projete a charge e o gráfico no quadro.
  • Pergunte-lhes se conhecem o nome destes textos e onde são publicados. Espera-se que reconheçam que comumente são publicados em jornais, revistas e/ou em sites na internet (e que um deles é uma charge e o outro é um gráfico).
  • Inicie uma breve análise da charge quanto à sua forma composicional. Peça aos estudantes que apontem quais elementos constroem a comunicação nas charges. Faça-os perceber que a comunicação é composta de imagens, cores e texto (uma multissemiose).
  • Pergunte se sabem qual a função das charges. De forma simplificada, é possível afirmar que as charges buscam retratar questões atuais e relevantes de forma humorística.
  • Explique que a charge aponta um problema relacionado ao direito à moradia no país e, então, peça aos estudantes que apontem qual problema está presente nela. Instigue-os a analisar e descrever como na charge o problema é representado ao leitor com base nos elementos que a compõem, tais como desenhos, cores e textos. A seguir, a fim de auxiliar a condução do processo de interpretação, encontram-se breves análises da charge em questão: a charge aponta para um ideal expresso na Constituição acerca de todos terem direito à moradia. Entretanto, este ideal não se concretiza na realidade do Brasil, pois existem muitos moradores de rua. Na charge, os moradores de rua conversam sobre o direito à moradia expresso na Constituição. Peça aos estudantes que indiquem como é possível saber que são moradores de rua (a caracterização dos personagens com roupas velhas, pele suja, moscas e o abrigo em uma caixa de papelão faz com que fique claro que se trata de pessoas sem-teto). A ironia da charge se dá na contraposição entre o ideal constitucional e sua aplicação, visto que pessoas sem-teto estão lendo sobre o todos ter direito à moradia. A fala “Tô ligado”, com base na análise da expressão facial do personagem, traz consigo um tom de descrédito.
  • Em seguida, inicie a breve análise do gráfico quanto à sua forma composicional. Peça aos estudantes que apontem quais elementos constroem a comunicação no gráfico. Faça-os perceber que a comunicação é composta de textos, números, linhas e colunas que constituem as indicações numéricas
    do gráfico.
  • Pergunte-lhes se eles sabem qual a função dos gráficos. De forma simplificada, é possível afirmar que os gráficos expressam visualmente números e dados para facilitar sua compreensão e comparação.
  • Explique aos alunos que o gráfico, que foi feito com números do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE), em 2010, compara o número de pessoas que não têm onde morar (déficit habitacional) com o número de imóveis que estão vazios (imóveis ociosos). Se julgar interessante, explique
    que o IBGE é um instituto de pesquisa que faz estudos sobre a quantidade da população brasileira, quantas pessoas têm ou não casa, qual sua renda
    entre outras coisas. Mostre aos alunos, com base no gráfico, que existiam em 2010 quase 6 milhões de pessoas sem lugar para morar e mais de 6 milhões de imóveis vazios no país.
  • Com base na análise dos textos, leve a turma a concluir que existe um problema relacionado ao acesso à moradia no país e, caso tenha optado por mencionar a questão constitucional, que a Constituição, infelizmente, não funciona como deveria na prática.
  • Anuncie que a atividade a seguir faz uso de uma Carta de solicitação.

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Tempo sugerido: 31 minutos.

Orientações:

  • Peça aos estudantes que se organizem em duplas ou trios. Caso tenham dificuldade no processo, estabeleça critérios como: o primeiro e o último números da chamada, o segundo e o penúltimo, e assim sucessivamente. Distribua, após a organização da sala estar concluída, a Folha de atividade.
  • Explique que a atividade consiste em um jogo de completar lacunas com conjunções. Há uma Carta de solicitação sobre a questão da moradia em São Paulo. Entretanto, as conjunções estão faltando e precisam ser inseridas para que a argumentação da carta esteja plenamente estruturada. Oriente os estudantes a analisar a segunda folha da atividade. Nela há uma tabela de referência para consulta ao longo da atividade sobre os efeitos de sentido que as conjunções proporcionam. Logo abaixo desta tabela, há outra com as conjunções que deverão ser colocadas nas lacunas da carta. Oriente os estudantes a recortarem-nas da segunda tabela. É importante que os alunos recortem as conjunções da tabela de recorte para completar as lacunas da carta. Caso os estudantes apenas escrevessem-nas na lacuna, não haveria a experimentação de vários operadores diferentes nos momentos do texto em que eles são necessários. Este processo de experimentação os auxilia a verificar os efeitos de sentido que as conjunções criam mediante seu uso e, a partir daí, é possível analisar sua adequabilidade ou não em cada caso.
  • Tendo as conjunções recortadas, peça aos alunos que, com base na tabela de referência de sentidos, façam experimentações de colocação das conjunções em busca daquelas que se encaixem adequadamente nas lacunas da Carta de solicitação de forma a construir adequadamente a argumentação. Enquanto os trios e as duplas jogam o jogo, ande pela sala, auxiliando os que necessitarem. Estipule cerca de 25 minutos para a realização desta etapa do desenvolvimento da aula.

- Materiais complementares: Você encontra a Atividade para impressão aqui e a referência de resposta aqui.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base no relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas); qual a solicitação feita (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições); como se constrói a argumentação da carta (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua” cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinado para Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinado para Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Após discussão sobre assunto da Carta de solicitação e correção da atividade, pergunte aos alunos quais foram suas maiores dificuldades para encontrar as conjunções adequadas a cada uma das lacunas da atividade. Deixe que exponham suas perspectivas, mas conduza à questão de ser necessário compreender os efeitos de sentido pretendidos em cada parte da carta e, com base nisso, escolher conjunções que sejam capazes de produzir tais efeitos.
  • Questione se, ao longo das experimentações na atividade, ao colocar conjunções diferentes do sentido pretendido em determinadas partes do texto, a argumentação foi construída corretamente. É esperado que os alunos respondam que não, pois o uso de uma conjunção em uma situação inadequada a ela pode levar a uma conclusão diferente da pretendida e gerar um outro efeito de sentido ou mesmo deixar a parte do texto incompreensível.
  • Por fim, finalize a discussão salientando o fato de que o uso adequado das conjunções está ligado ao efeito de sentido pretendido para a argumentação. Assim, é preciso saber qual efeito se quer e qual conjunção é capaz de produzir tal efeito.

Resumo da aula

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Dificuldades antecipadas: É provável que os estudantes tenham dificuldade em escolher seus pares de trabalho. Você pode auxiliá-los estabelecendo critérios para a formação das duplas.

Informações sobre o gênero Carta de solicitação: Carta formal em que o emissor formaliza um pedido ao destinatário. Diferentemente de uma Carta de reclamação, o produtor da Carta de solicitação não necessariamente considera que tem um direito assegurado, mas acredita que seu interlocutor poderá atendê-lo. Por isso, além de explicitar a solicitação, deve ter forte base argumentativa.

Referências sobre o assunto:

BARBOSA, Jacqueline P. e ROJO, Roxane. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. Editora Parábola, 2015.

BARBOSA, Jacqueline P. Carta de solicitação e carta de reclamação. São Paulo: FTD, 2005. Coleção Trabalhando com os gêneros do discurso.

Programa de formação da Prefeitura – 2010 - Cadernos de apoio a aprendizagem 7º ano, parte 1 e parte 2 - Fazendo pedidos: cartas de solicitação e requerimento. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.

DOLZ, Joaquim e SCHNEUWLY, Bernard (orgs.). Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 4 minutos.

Orientações:

  • Exponha o título da aula aos alunos por meio de um projetor ou escreva-o no quadro. Pergunte se eles sabe o que são conjunções. Se necessário e se for possível, peça que os estudantes busquem o termo no material escolar ou em uma gramática. Ajude-os a concluir que a conjunção ajuda na exposição de um ponto de vista. Se houver dúvidas, relembre as discussões realizadas no Plano 7.
  • Uma vez tendo definido o termo, anuncie que os alunos participação de um jogo sobre operadores argumentativos ao longo da aula.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Na introdução desta aula temos como objetivo caracterizar alguns elementos referentes ao contexto de produção da Carta de solicitação que será base da atividade. Para isso, serão discutidas questões sobre a moradia no Brasil. Assim, inicialmente, sugerimos, caso considere interessante, retomar aspectos sobre a Constituição do país. Tais aspectos poderão ser atrelados à charge e ao gráfico do slide acima. Neste caso, é possível perguntar se eles já ouviram falar sobre a Constituição do Brasil e, se já ouviram, o que seria ela. Deixe os estudantes formularem suas hipóteses e explicações para esta pergunta. Com base nas contribuições, construa a explicação de que a Constituição é o conjunto de leis e regras que organizam o funcionamento do país. Faça referência ao artigo 6º, da Constituição, aquele que se refere aos direitos fundamentais. Entre estes direitos está o direito à moradia. Ou seja, explique que todos no país deveriam ter acesso à moradia.
  • Projete a charge e o gráfico no quadro.
  • Pergunte-lhes se conhecem o nome destes textos e onde são publicados. Espera-se que reconheçam que comumente são publicados em jornais, revistas e/ou em sites na internet (e que um deles é uma charge e o outro é um gráfico).
  • Inicie uma breve análise da charge quanto à sua forma composicional. Peça aos estudantes que apontem quais elementos constroem a comunicação nas charges. Faça-os perceber que a comunicação é composta de imagens, cores e texto (uma multissemiose).
  • Pergunte se sabem qual a função das charges. De forma simplificada, é possível afirmar que as charges buscam retratar questões atuais e relevantes de forma humorística.
  • Explique que a charge aponta um problema relacionado ao direito à moradia no país e, então, peça aos estudantes que apontem qual problema está presente nela. Instigue-os a analisar e descrever como na charge o problema é representado ao leitor com base nos elementos que a compõem, tais como desenhos, cores e textos. A seguir, a fim de auxiliar a condução do processo de interpretação, encontram-se breves análises da charge em questão: a charge aponta para um ideal expresso na Constituição acerca de todos terem direito à moradia. Entretanto, este ideal não se concretiza na realidade do Brasil, pois existem muitos moradores de rua. Na charge, os moradores de rua conversam sobre o direito à moradia expresso na Constituição. Peça aos estudantes que indiquem como é possível saber que são moradores de rua (a caracterização dos personagens com roupas velhas, pele suja, moscas e o abrigo em uma caixa de papelão faz com que fique claro que se trata de pessoas sem-teto). A ironia da charge se dá na contraposição entre o ideal constitucional e sua aplicação, visto que pessoas sem-teto estão lendo sobre o todos ter direito à moradia. A fala “Tô ligado”, com base na análise da expressão facial do personagem, traz consigo um tom de descrédito.
  • Em seguida, inicie a breve análise do gráfico quanto à sua forma composicional. Peça aos estudantes que apontem quais elementos constroem a comunicação no gráfico. Faça-os perceber que a comunicação é composta de textos, números, linhas e colunas que constituem as indicações numéricas
    do gráfico.
  • Pergunte-lhes se eles sabem qual a função dos gráficos. De forma simplificada, é possível afirmar que os gráficos expressam visualmente números e dados para facilitar sua compreensão e comparação.
  • Explique aos alunos que o gráfico, que foi feito com números do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE), em 2010, compara o número de pessoas que não têm onde morar (déficit habitacional) com o número de imóveis que estão vazios (imóveis ociosos). Se julgar interessante, explique
    que o IBGE é um instituto de pesquisa que faz estudos sobre a quantidade da população brasileira, quantas pessoas têm ou não casa, qual sua renda
    entre outras coisas. Mostre aos alunos, com base no gráfico, que existiam em 2010 quase 6 milhões de pessoas sem lugar para morar e mais de 6 milhões de imóveis vazios no país.
  • Com base na análise dos textos, leve a turma a concluir que existe um problema relacionado ao acesso à moradia no país e, caso tenha optado por mencionar a questão constitucional, que a Constituição, infelizmente, não funciona como deveria na prática.
  • Anuncie que a atividade a seguir faz uso de uma Carta de solicitação.

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Tempo sugerido: 31 minutos.

Orientações:

  • Peça aos estudantes que se organizem em duplas ou trios. Caso tenham dificuldade no processo, estabeleça critérios como: o primeiro e o último números da chamada, o segundo e o penúltimo, e assim sucessivamente. Distribua, após a organização da sala estar concluída, a Folha de atividade.
  • Explique que a atividade consiste em um jogo de completar lacunas com conjunções. Há uma Carta de solicitação sobre a questão da moradia em São Paulo. Entretanto, as conjunções estão faltando e precisam ser inseridas para que a argumentação da carta esteja plenamente estruturada. Oriente os estudantes a analisar a segunda folha da atividade. Nela há uma tabela de referência para consulta ao longo da atividade sobre os efeitos de sentido que as conjunções proporcionam. Logo abaixo desta tabela, há outra com as conjunções que deverão ser colocadas nas lacunas da carta. Oriente os estudantes a recortarem-nas da segunda tabela. É importante que os alunos recortem as conjunções da tabela de recorte para completar as lacunas da carta. Caso os estudantes apenas escrevessem-nas na lacuna, não haveria a experimentação de vários operadores diferentes nos momentos do texto em que eles são necessários. Este processo de experimentação os auxilia a verificar os efeitos de sentido que as conjunções criam mediante seu uso e, a partir daí, é possível analisar sua adequabilidade ou não em cada caso.
  • Tendo as conjunções recortadas, peça aos alunos que, com base na tabela de referência de sentidos, façam experimentações de colocação das conjunções em busca daquelas que se encaixem adequadamente nas lacunas da Carta de solicitação de forma a construir adequadamente a argumentação. Enquanto os trios e as duplas jogam o jogo, ande pela sala, auxiliando os que necessitarem. Estipule cerca de 25 minutos para a realização desta etapa do desenvolvimento da aula.

- Materiais complementares: Você encontra a Atividade para impressão aqui e a referência de resposta aqui.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base no relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas); qual a solicitação feita (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinada ao Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições); como se constrói a argumentação da carta (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua” cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinado para Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Orientações:

  • Após os estudantes terminarem o jogo e, portanto, tiverem completado todas as lacunas da carta, antes da correção, faça questionamentos breves à turma sobre o assunto tratado na carta. Pergunte: Quem escreve a carta? (as organizações que assinam no fim da carta). A quem ela é destinada? (a todos cidadãos de São Paulo e às forças públicas da cidade). Qual problema é tratado na carta? (a falta de moradia para os moradores de rua de São Paulo, que, em decorrência disso, sofrem preconceito, discriminação e vivem em péssimas condições). Como se constrói a argumentação da carta? (com base em relatos sobre as condições de vida dos moradores de rua e relatos sobre como foi o seminário “Direito à moradia do povo da rua”, cujo objetivo era discutir formas de solucionar os problemas). Qual a solicitação feita? (funcionamento contínuo e em escala para toda a população em situação de rua do Programa de Locação Social, assegurando o trabalho social nas áreas da saúde, trabalho, assistência, educação e outras necessárias; parte dos investimentos de recursos orçamentários em programas emergenciais deve ser destinado para Programa de Moradia Social que assegure a saída definitiva da rua; aquisição e reforma de imóveis vazios que não cumprem a função social para o atendimento habitacional, podendo articular as necessidades do trabalho e moradia com a população em situação de rua trabalhando na reforma).
  • Em seguida, leia a carta juntamente com a turma salientando quais eram as conjunções adequadas a cada uma das lacunas. Discuta sobre as escolhas dos alunos, se seriam possíveis ou não, de acordo com o efeito pretendido. Peça aos grupos que corrijam eventuais inadequações.

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Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Após discussão sobre assunto da Carta de solicitação e correção da atividade, pergunte aos alunos quais foram suas maiores dificuldades para encontrar as conjunções adequadas a cada uma das lacunas da atividade. Deixe que exponham suas perspectivas, mas conduza à questão de ser necessário compreender os efeitos de sentido pretendidos em cada parte da carta e, com base nisso, escolher conjunções que sejam capazes de produzir tais efeitos.
  • Questione se, ao longo das experimentações na atividade, ao colocar conjunções diferentes do sentido pretendido em determinadas partes do texto, a argumentação foi construída corretamente. É esperado que os alunos respondam que não, pois o uso de uma conjunção em uma situação inadequada a ela pode levar a uma conclusão diferente da pretendida e gerar um outro efeito de sentido ou mesmo deixar a parte do texto incompreensível.
  • Por fim, finalize a discussão salientando o fato de que o uso adequado das conjunções está ligado ao efeito de sentido pretendido para a argumentação. Assim, é preciso saber qual efeito se quer e qual conjunção é capaz de produzir tal efeito.

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